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A responsabilidade do surgimento das migrações de trabalho é, nas teorias do mercado de trabalho dual, do recrutamento efectuado pelo estado, com base em acordos

celebrados com o objectivo de satisfazer a escassez de trabalho de que os empregadores se queixem. O recrutamento explica como surgem determinadas migrações em

momentos específicos e contrasta com a instabilidade e inconsistência de fluxos de migração espontâneos (Piore, 1979).

O recrutamento para o mercado de trabalho pode ser estudado em articulação com a teoria das redes e do capital social nas migrações, dadas as evidências de que os novos vindos se estabelecem nos mesmos sectores laborais que os migrantes pioneiros em fluxos migratórios não imputáveis a recrutamentos estatais (Gurak e Caces, 1992; Hugo,

1981; Portes, 1981; Sassen, 1995; Thompson, 1983) e tendo também por referência o empreendedorismo imigrante que acabou de ser exposto.

A dimensão das redes sociais de migrantes não era, aliás, totalmente erradicada pelo principal autor da teoria do mercado dual na explicação do desenvolvimento das migrações, na medida em que afirmou que “é difícil distinguir esforços de recrutamento, da informação volumosa que flui de trás para a frente entre pessoas „cá‟ e „lá‟” (Piore, 1979: 19). Mas esta perspectiva não é desenvolvida, o autor apenas exemplifica, com estudos realizados em 1976 na Nova Inglaterra, a operacionalidade das redes sociais no recrutamento, mas em conjunto com empregadores que pagavam aos seus trabalhadores para retornarem às suas terras e trazerem amigos e familiares para integrarem o mercado de trabalho receptor.

Quando proporcionam informação gratuita aos migrantes acerca de vagas e postos de trabalho, as redes sociais de migrantes são equivalentes funcionais de outro tipo de recrutamento. Por outro lado, é importante conceber a relação que se estabelece entre os migrantes e o mercado de trabalho do destino com a intervenção de recrutadores

privados e dos próprios empregadores, quando à margem da legalidade de programas governamentais. O recrutamento tem, deste modo, dimensões diversas que não são habitualmente tidas em conta pelas mesmas abordagens. Por um lado, encontram-se as perspectivas das redes de migrantes, onde se estudam as configurações do seu

funcionamento em relação com o volume dos fluxos e inserção no mercado de trabalho – associando-se o recrutamento directamente a actividades de lucro e distanciadas do que se passa entre família e amigos; e, por outro lado, existem as perspectivas

macroestruturais que não explicam como se processa o recrutamento quando não se trate da ligação directa ao capital, bem como quais os agentes associados ao mesmo.

Tem aumentado o envolvimento de empresas e de particulares no recrutamento de trabalho imigrante, com efeitos sobre a expansão da emigração e a direcção dos fluxos resultantes (Abella, 2004).23 O incentivo a este recrutamento privado encontra mais condições para se expandir em países onde o mercado de trabalho revele necessidades e naqueles onde haja mais relutância na organização das migrações por instituições governamentais, pois os recrutadores de trabalho privados acabam por vir a

desempenhar o papel exigido a estas instituições aquando da celebração de acordos bilaterais de contratação de mão-de-obra. A diferença evidente são as condições em que os trabalhadores se movimentam e vêm a instalar-se, pois neste caso não existe o

enquadramento legal do acordo governamental (podendo até ocorrer em ambiente de ilegalidade).

23 Em 1980 existiam cinco mil agências com serviços de colocação no Reino Unido, nos anos 1990 já

Os recrutadores privados operam a expensas dos migrantes. E, por essa razão, os países exportadores pressionam os países receptores para protegerem os trabalhadores relativamente a fraudes que ocorrem neste tipo de negócio privado e que facilmente resvalam para a exploração (Abella, 2004). Falar de recrutadores privados também implica pensar no tráfico e em contrabando de migrantes, como já foi explicado no capítulo anterior, mas não tem de o ser, pois existem agências de emprego internacional.

Na maioria dos países, o estado tem um papel menor no recrutamento, deixando a tarefa a intermediários comerciais que colocam as pessoas na rota das migrações de trabalho a troco de uma determinada taxa. Em diversos países emissores de migrantes laborais não é proibido que os recrutadores cobrem taxas, apenas é sancionado

financeira e criminalmente exceder os limites impostos a tais cobranças (Abella, 2004). No mercado de recrutamento que assim opere, o valor da taxa é determinado pela procura e não pelo valor financeiro do bem procurado ou pela qualificação dos

trabalhadores, precisamente porque o trabalho não qualificado poderá ser um bem mais valorizado. Importa realçar dois factores de influência, imputáveis ao trabalhador, das taxas: elevada expectativa sobre as condições que vão encontrar (implica a subida do valor); período planeado para permanecer a residir no para a recuperação do

investimento na migração (com consequente subida ou redução do valor consoante a duração em causa). A oferta dos serviços de recrutamento é influenciada directamente pelas condições do mercado de trabalho no estrangeiro (Abella, 2004).

O recrutamento de trabalhadores também pode ser impulsionado pelos

empregadores, que podem tornar o governo aliado para a contratação de trabalhadores migrantes (N. Rodriguez, 2004). As vantagens desta contratação dos imigrantes podem ser agrupadas em três tipos: económicas, como os reduzidos custos de gestão de mão- de-obra – já assinalado por Piore; culturais, em especial nas empresas “étnicas”, onde são procurados os trabalhadores que conheçam os costumes usados no local de trabalho; políticas, associadas à vulnerabilidade de quem não tem autorização de trabalho e não pode oferecer resistência a condições insuficientes ou ilegais de trabalho.

Numa perspectiva dissonante de que as redes migrantes sejam suficientes para a explicação da continuidade das migrações internacionais, e com reforço no enfoque do recrutamento laboral (Krissman, 2005), é proposto que se considerem elementos que podem ser exógenos à origem, como recrutadores profissionais e os empregadores, mas que podem vir a ser articulados com redes de migração internacional e fazer expandir as migrações de mão-de-obra.24 Nesta perspectiva o recrutamento pode explicar a

continuidade das migrações laborais, esta realidade não tem de ser apanágio das redes de migrantes.

Krissman apresenta os seguintes argumentos em contraponto com as abordagens das redes: 1) as redes de migração internacional não surgem sempre através de

indivíduos da mesma origem, nem são exclusivamente compostas por estes; 2) a

migração não se perpetua, mas continua a ser afectada por actores externos à localidade de origem e/ou por originários do país receptor de trabalho; 3) o recrutamento laboral continua a ser o estímulo principal da migração internacional ao contrário do que Massey defende, que o recrutamento não sustenta fluxos de grande escala (Krissman, 2005). Com estes pressupostos, e apresentando algumas correcções à teoria das redes de migrantes em Massey e outros (1993), o autor considera que as mesmas hipóteses devem ser testadas do lado da procura e elabora cinco proposições alternativas que incluem o intermediário e o empregador na análise (Krissman, 2005).

Assim, em primeiro lugar e no que respeita à probabilidade da repetição do movimento, Krissman coloca-a no recrutamento e argumenta que os empregadores que empregaram um trabalhador migrante têm mais probabilidade de o voltar a fazer. Uma segunda correcção é feita no que respeita à probabilidade da experiência de migração de outrem influenciar um potencial migrante, pois é vista do lado do empregador e alega-se que este recorrerá a um imigrante como seu trabalhador caso outros empregadores também o façam. O recurso às redes de migração quando as barreiras socioeconómicas aos fluxos migratórios aumentam é reorientado para os intermediários, e o terceiro argumento é de que cresce a sua dependência nestas condições. A quarta proposição consiste em afirmar que não é a tradição familiar que facilita por si só as migrações, mas que a vontade de alguns empregadores em manter o mercado de trabalho com condições abaixo da normalização explica a probabilidade de preferir imigrantes no mercado de trabalho (e contribui para a “tradição” na continuidade do recrutamento). Por último, os empregadores de indústrias ou regiões onde o trabalho imigrante é comum têm mais probabilidade de vir a recorrer a outros imigrantes do que a nativos, e esta proposição substitui a asserção da teoria das redes segundo a qual é maior a

probabilidade de um novo emigrante residente num local de onde muitos migrantes já saíram, do que de outro local em que não haja muita emigração. O autor pretende, assim, que haja chamadas de atenção para o controlo dos empregadores no estudo das migrações (Krissman, 2005).

A relação entre os recrutadores profissionais (ou empregadores) e as redes sociais de migrantes na multiplicação de processos de migração de trabalho é, portanto, um tema de investigação pouco estudado (Abella, 2004), porque as perspectivas tendem a colocar o enfoque em cada uma das partes da relação, sem procurar a conciliação possível de perspectivas. Uma premissa a considerar é a de que os recrutadores terão menos espaço para actuação e serão menos bem-sucedidos quando as redes sociais estão suficientemente alargadas para aqueles não serem as vias exclusivas de acesso a

informação e postos de trabalho do país receptor. E, assim sendo, aos diferentes estádios de desenvolvimento histórico do fluxo migratório e respectivos canais de fluência de informação sobre o país estrangeiro, como as redes sociais, será possível atribuir maior ou menor margem de manobra para a operacionalidade dos recrutadores.

Com o enquadramento teórico do mercado de trabalho segmentado, tendo concretamente como referência o segmento secundário, um estudo sobre a

transformação da organização social do trabalho pela imigração incluiu a análise da influência das redes de migrantes no processo de recrutamento de imigrantes e na dinâmica do mercado de trabalho (Waldinger e Lichter, 2003). Este modelo representa um esforço na conciliação de duas perspectivas que têm sido colocadas em tempos diferentes na análise das migrações: a dos empregadores e do recrutamento associada à iniciação dos fluxos, a das redes associada à sua continuidade. Neste estudo

complementam-se e torna-se compreensível como as redes se articulam com os empregadores em processos de recrutamento.

Um dos sustentáculos da ligação entre o funcionamento das redes sociais e o recrutamento para o mercado de trabalho do destino é o facto de ser possível fazer fluir o conhecimento, nas redes, sobre vagas no trabalho ou oportunidades para novas empresas. Do mesmo modo, as redes enviam informação sobre os candidatos para os patrões, fazendo decrescer a incerteza e os riscos associados à contratação (Waldinger e Lichter, 2003). A relação recíproca de interesses entre ambas as partes do processo na dinâmica laboral fica demonstrada.

O estudo implicou, portanto, o reposicionamento do imigrante no seio de uma vida social mais activa do que a teoria da segmentação dual do mercado de trabalho preconiza, pois nesta considera-se que este vive isolado na sociedade de destino (Piore 1979). Pelo contrário, os autores demonstram as ligações intensas entre migrantes pioneiros e os que lhes seguem em direcção ao mercado de trabalho do país de imigração, testemunhando que as redes sociais influenciam a forma como os

trabalhadores encontram trabalho e os patrões encontram ajuda (Waldinger e Lichter, 2003). As redes são o veículo de concretização do recrutamento, i.e., representam a ligação entre a força de trabalho e a colocação dessa força de trabalho ao serviço.

A influência das redes pode ser explicada através de quatro premissas, e os autores acrescentam que os imigrantes vão obtendo recursos com as redes, alargando a sua base de emprego, e também contextualizam a operacionalidade das redes na

burocracia (Waldinger e Lichter, 2003). Primeiramente, as redes servem como canais de informação, e quem procura trabalho recebe através delas as informações sobre

oportunidades, assim como chegam as características dos trabalhadores a quem procura trabalhadores. A segunda premissa é a de que as mesmas ligações sociais funcionam como instrumentos de influência, e quem procura trabalho pode colocar-se na posição

adequada para o obter. A penúltima, a de que os laços sociais podem ser utilizados para o reforço de obrigações, o que significa que o empregador verá assegurado que lhe serão pagos os favores que faz a quem com ele encontrou trabalho. Por último, como as redes são repositório de informação e obrigações, incluem acordos tácitos entre ambas as partes da transacção (empregadores e trabalhadores) no que respeita a direitos e responsabilidades; e o empregador sabe que os trabalhadores controlam os próprios colegas com base nestas prerrogativas (Waldinger e Lichter, 2003).

No estudo assinalado, o funcionamento do recrutamento pela rede revelou duas características que vale a pena destacar. Por um lado, os membros das redes sociais conhecem bem os outros membros que associam à rede e é expectável que assegurem que os seus amigos ou parentes exercem as suas funções de acordo com as exigências, principalmente quando não existem certificados ou experiência a comprovar, como é frequentemente o caso em postos de trabalho que, tal como o nome indica, são “não qualificados” (e, assim, sem certificados de habilitações ou mestria/ofício). Por outro lado, os empregadores têm mais conhecimento sobre o trabalhador que indica outro, do que sobre quem é indicado, e consideram que os referenciados vão ser semelhantes a quem referencia, e por isso preferem-nos em detrimento de completos desconhecidos. Em última análise, esta correspondência entre novas vagas e novos imigrantes está latente, é como se “assim como as ligações sociais seguram os postos de trabalho para as pessoas que não estão activamente à procura – uma complicação conceptual de importância não trivial para a literatura de trabalho – as redes sociais produzem candidatos para empregadores que ainda não têm vagas” (Waldinger e Lichter, 2003: 103).

São as referências feitas dentro do mesmo grupo que produzem convergência e concentração nos mesmos sectores e nos mesmos postos de trabalho. O empregador inaugura um regime de contratação da rede e só depois se apercebe de que a maioria partilha uma ligação étnica, nacional ou, até, da mesma cidade (Waldinger e Lichter, 2003). A segmentação do mercado de trabalho é reproduzida com a contribuição do recrutamento pela rede, porque este favorece a organização da força de trabalho em torno de uma categoria social particular (origem geográfica ou étnica, entre outras possíveis). O segmento do mercado de trabalho onde se situam os imigrantes caracteriza-se por uma taxa elevada de rotatividade e, deste modo, pela sucessão contínua de vagas e preenchimento de postos de trabalho. Há mais imigrantes a aguardar para entrarem em postos de trabalho com estas características porque os nativos procuram alternativas em que o estigma associado seja menor (o que, aliás, é referido pelos teóricos da segmentação dual).

No curto prazo, o recrutamento pela rede permite poupança de custos mas, no longo prazo, o recrutamento pela rede pode ser prejudicial ao empregador e a favor dos

migrantes (o mercado primário conquistou benefícios através de um processo

semelhante). A chamada de atenção para a melhoria da base de emprego dos imigrantes através do alargamento do poder dos trabalhadores imigrantes constitui um dos

contributos dos autores deste estudo (Waldinger e Lichter, 2003). De acordo com os autores, os teóricos da segmentação negligenciaram o estudo dos processos através dos quais eram constantemente atribuídos conjuntos particulares de trabalhos a grupos específicos de trabalhadores e também menosprezaram a forma como os trabalhadores imigrantes podem tornar os seus postos de trabalho mais seguros, através de processos de fechamento social, e simultaneamente produzir recursos para excluir outros

trabalhadores e constranger a autoridade que gere a organização ou empresa.

Uma outra contribuição do estudo, que é útil para o presente trabalho, diz respeito à dimensão social da qualificação. Os autores salientam que o mercado de trabalho secundário não é indiferenciado em termos de qualificações, pois reformulam o conceito estabelecendo que embora não sejam exigidas habilitações formais, é necessária

qualificação para os postos de trabalho do fim de linha da hierarquia laboral. Esta qualificação obtém-se através da interacção social no trabalho, em postos de trabalho que em geral exigem uma competência como a capacidade para lidar com pessoas (people skills) (Waldinger e Lichter, 2003). Este tipo de capacidade não credenciada tende a ser associada a quem exerce a actividade laboral, pois “as qualificações

necessárias são socialmente construídas como inseparáveis não só de conseguir fazer as coisas, mas das pessoas envolvidas em fazê-las” (Waldinger e Lichter, 2003: 62). E, assim, pode existir a tendência para atribuir esta capacidade de lidar com pessoas como característica da população do país de origem do conjunto de imigrantes que se concentrem num determinado segmento do mercado de trabalho.

Uma questão importante sobre o que os empregadores pretendem é, segundo os autores, a ideia de que partilham de uma teoria do trabalho imigrante segundo a qual os imigrantes são uma classe de trabalhadores que avalia as condições que tem no destino de acordo com o quão más são na origem (Waldinger e Lichter, 2003), valorizando portanto as vantagens comparativas. Os empregadores testemunharam que os imigrantes eram úteis precisamente por serem diferentes e terem um quadro de referência que remete para comparar as condições no destino com as da origem (e não com as de destino) e, por isso, são os ideais para preencher as vagas que os nativos não pretendem. Se todos estes retornassem, os custos dos restaurantes e dos hotéis, subiria. Neste caso, o “outrismo” está associado a um conjunto de características que os empregadores em geral gostavam e “não é um atributo inerente; o seu significado deriva da relação dos novos vindos com os nativos que querem o seu trabalho mas não a sua presença” (Waldinger e Lichter, 2003: 230).

Os entrevistados para o estudo referiram que podem ter-se todas as qualificações, mas o fundamental é accionar redes para se obterem os benefícios. Os autores

confirmam que os sectores que os autores estudaram confiam muito no recrutamento pelas redes dos migrantes (Waldinger e Lichter, 2003).

Para concluir sobre o recrutamento, o mercado de trabalho e as redes, importa reter a orientação enunciada no capítulo 1, a de que é possível articular elementos dos diversos modelos explicativos que privilegiam a perspectiva do recrutamento pelos empregadores e governos, ou dos que privilegiam o auxílio das redes para conciliar o encontro de oportunidades e expectativas entre empregadores e trabalhadores.

As migrações laborais desencadeiam-se tendo como condições coexistentes e fundamentais: i) a capacidade de absorção pelo mercado de trabalho, ou seja,

empregadores receptivos à contratação de imigrantes; ii) imigrantes disponíveis para trabalhar nas condições impostas (pelo menos, na entrada do mercado de trabalho); iii) canais para conduzir a informação a empregados e empregadores, na forma de condutas que se estabelecem entre migrantes, através das redes, mas que inicialmente poderão ter o impulso de recrutadores profissionais. É condição necessária que a criação destes canais seja por agentes com acesso à informação de que existe escassez de mão- de-obra no mercado de trabalho em causa.

Quando estes fluxos migratórios se avolumam não é no curto prazo,

necessariamente, que vêm a reflectir a diminuição dos estímulos que os originaram. O mercado de trabalho pode já não revelar a abertura de outrora e a informação que chega aos potenciais migrantes pode, por mecanismos inerentes às redes, ir perdendo fiabilidade. O que também contribui para explicar alguma ineficácia e ineficiência das redes nas ajudas, por outro lado, consiste na continuidade de divulgação de sucessos mesmo em situações difíceis, o que poderá reflectir mais necessidades

psicossociológicas de autovalorizarão do que a vontade efectiva de ajudar e de fazer aproximar parentes e familiares.