Artigo 1.º
Reuniões
1 - As reuniões da Câmara realizam-se habitualmente nos Paços do Concelho, podendo realizar-se noutros locais, quando assim for deliberado.
2 - As reuniões podem ser ordinárias e extraordinárias.
3 - As reuniões ordinárias terão periodicidade quinzenal, salvo o disposto do n.º 2 do artigo 15.º, iniciando a referida periodicidade a partir do dia 16 de Novembro e realizando-se nos dias fixados por deliberação da Câmara.
1040 (49) com as suas alterações subsequentes.
Artigo 2.º
encerrar antecipadamente as reuniões, quando circunstâncias excepcionais o justifiquem, mediante decisão fundamentada, a incluir na acta da reunião.3 - Das decisões sobre a direcção dos trabalhos cabe recurso para o Plenário, a apreciar imediatamente após a sua interposição.
4 - O Presidente da Câmara, ou quem o substituir, pode interpor recurso contencioso e pedir a suspensão jurisdicional da eficácia das deliberações tomadas pela Câmara Municipal que considere ilegais.
Artigo 3.º
Convocação das reuniões extraordinárias
1 - As reuniões extraordinárias são convocadas pelo Presidente, por sua iniciativa ou por solicitação de um terço dos Vereadores, mediante requerimento escrito que indique o assunto a ser tratado. na Ordem de Trabalhos serem apresentadas pelos Vereadores ao Presidente com a antecedência mínima de 6 dias relativamente à data da reunião.
2 - A Ordem do Dia de cada reunião, bem como o texto das propostas agendadas, serão distribuídas aos Vereadores com a antecedência mínima de 5 dias sobre a data da reunião;
os respectivos documentos de estudo e apoio, quando necessários, estarão à disposição dos Vereadores, no DAOM/DACM, com a antecedência mínima de 5 dias sobre a data da reunião.
3 - As propostas de lançamento, aprovação ou alteração de Planos Municipais de Ordenamento do Território serão distribuídas aos Vereadores com a antecedência mínima de 15 (quinze) dias sobre a data da reunião, sem prejuízo do disposto no número seguinte, devendo a documentação a fornecer em anexo ou posta a consulta ser completa, incluindo os pareceres dos diversos serviços e entidades que se tenham pronunciado.
4 - Seja facultado à totalidade dos Vereadores o acompa-nhamento, desde o início, de todas as matérias e estudos decisivos para a formação do conteúdo final do Plano Municipal de Ordenamento do Território em elaboração, alteração matérias para que haja sido expressamente convocada.
3 - Sem prejuízo do disposto no número anterior, a Câmara, prorrogado por decisão do Presidente.
2 - Cada membro da Câmara dispõe de 5 minutos no total para, designadamente, pedidos de informação, moções, requerimentos, declarações políticas, esclarecimentos e protestos.
3 - O tempo disponível para cada membro da Câmara poderá ser cedido a outro.
4 - O período restante é destinado a votações e à prestação de esclarecimentos pelo Presidente, ou por quem ele indicar, podendo os esclarecimentos serem prestados por escrito, em momento posterior.
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Q U I N T A - F E I R A N.º 636 propostas sobre a mesma matéria, as quais serão simultaneamente discutidas e votadas.6 - O Presidente pode estabelecer, casuisticamente, períodos superiores aos fixados no número anterior.
7 - Nos períodos referidos nos n.os 5 e 6 incluem-se os tempos gastos em esclarecimentos e protestos.
8 - O tempo disponível para cada membro da Câmara poderá
1 - Qualquer membro da Câmara poderá apresentar declarações de voto, as quais serão exclusivamente apresentadas por escrito, no prazo de 24 horas, devendo constar da acta da reunião.
2 - Aqueles que ficarem vencidos na deliberação tomada e fizerem registo da respectiva declaração de voto na acta ficam isentos da responsabilidade que daquela eventualmente resulte.
3 - Quando se trate de pareceres a dar a outros órgãos administrativos, as deliberações serão sempre acompanhadas das declarações de voto apresentadas.
Artigo 12.º
Pedidos de esclarecimento
1 - Os pedidos de esclarecimento devem ser formulados logo que finde a intervenção que os suscitou, sendo respondidos pela respectiva ordem de inscrição.
2 - A palavra para esclarecimentos limita-se à formulação proferidas expressões ofensivas da sua honra ou consideração pode, para se defender, usar da palavra por tempo não superior a 5 minutos.
2 - O autor das expressões consideradas ofensivas pode dar explicações por tempo não superior a 5 minutos.
1040 (51) e às respectivas respostas. Não são admitidos contraprotestos.
Artigo 15.º
6 - O Presidente pode estabelecer, casuisticamente, períodos superiores aos fixados no número anterior.
7 - As inscrições dos munícipes, num número máximo de 15, serão feitas com a antecedência mínima de 48 horas sobre o início da reunião. Os munícipes, devidamente identificados, deverão apresentar um breve resumo do assunto a tratar, que será preferentemente de interesse colectivo e/ou público.
8 - As intervenções do público serão ordenadas de forma a priorizar as que incidam sobre assuntos de interesse colectivo e/ou público, não podendo o tempo de cada intervenção requerente expressamente indicar que pretende a resposta para outro endereço electrónico, outro número de fax, telefone ou outra respectiva senha de presença ou a dedução correspondente na remuneração. no artigo 44.º do Código do Procedimento Administrativo.
2 - A arguição e declaração do impedimento seguem o regime previsto nos artigos 45.º, 46.º e 47.º do Código de Procedimento Administrativo.
3 - Os membros da Câmara devem pedir dispensa de intervir em procedimento administrativo quando ocorra circunstância pela qual possa razoavelmente suspeitar-se da sua isenção ou da rectidão da sua conduta, designadamente quando apreciados, as deliberações tomadas sobre as propostas, moções e requerimentos, a forma e resultado das votações, certidões ou fotocópias autenticadas, nos termos dos artigos 62.º e 63.º do Código do Procedimento Administrativo.
Artigo 19.º
Publicidade
As deliberações da Câmara Municipal destinadas a ter eficácia externa são obrigatoriamente publicadas no Boletim Municipal.
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Q U I N T A - F E I R A N.º 636ABRIL 2006 Deliberação n.º 144/CM/2006 (Proposta n.º 144/2006)
-Subscrita pelos Vereadores do PCP:
Considerando que:
- O disposto no artigo 25.º do Decreto-Lei n.º 184/89, de 2 de Junho, estabelece que as dotações do Quadro de Pessoal por categoria são feitas anualmente, devendo, consequen-temente, este ser fixado todos os anos; da anualidade continua válida para estas e constitui referência para o prazo de revisão da dotação das restantes;
- O Quadro de Pessoal do Município foi revisto pela última vez em 22 de Junho de 2004, pela Deliberação n.º 67/
/AML/2004;
- Existem vários processos de reclassificação profissional parados no Departamento de Gestão de Recursos Humanos por falta de vaga no quadro para a carreira onde os funcionários pretendem ser reclassificados, apesar destes terem as habilitações académicas e existirem necessidades dos Serviços, consistindo num defraudar de expectativas para quem apostou na formação;
- Há diversas situações de trabalho precário no Município de Lisboa pelas quais se satisfazem necessidades permanentes dos Serviços, existindo pessoal com contratos denominados de «avença» e de «tarefa» a cumprir horário de trabalho completo, não podendo proceder-se à sua regularização através da abertura do respectivo concurso de ingresso por falta de vaga no quadro de pessoal;
- Determinadas «categorias não inseridas em carreiras», por corresponderem a expectativas de promoção na carreira, devem ser equiparadas a categoria de acesso (caso das categorias de chefe de secção ou de chefe de serviços - nos termos do parecer do Conselho Consultivo da Procuradoria-Geral da República, publicado em 2003/08/21, em anexo).
Mas não existem hoje vagas no Quadro para provimento nestas categorias;
- Desta forma, é constatável que o Quadro de Pessoal do Município de Lisboa está desactualizado, não correspondendo às necessidades dos Serviços;
Considerando ainda que:
- Se vêm verificando atrasos nos procedimentos de vários concursos de acesso e de ingresso entretanto já abertos, com prejuízo para as carreiras dos funcionários;
- Nos termos do artigo 20.º do Estatuto do Pessoal Dirigente, aprovado pela Lei n.º 2/2004, na redacção dada pela Lei n.º 51/2005, de 30 de Agosto, aplicável à Administração Local por força do Decreto-Lei n.º 93/2004, de 20 de Abril, já deveriam ter sido abertos concursos para os cargos de direcção intermédia, continuando hoje muitos chefes de divisão e directores de departamento em regime de substituição.
Os Vereadores do PCP, ao abrigo do disposto na alínea a)
1.1 - Abranger as situações de reclassificação profissional;
1.2 - Rejeitado; e intermédia (chefe de divisão e director de departamento), nos termos do artigo 20.º do Estatuto do Pessoal Dirigente, -Subscrita pela Vereadora Maria José Nogueira Pinto:
Estratégia de desenvolvimento para os Bairros Municipais da Cidade de Lisboa Considerando que em 30 de Novembro de 2005, foi aprovada em Sessão de Câmara uma Proposta subscrita pela Vereadora Maria José Nogueira Pinto para a constituição de uma Task Force que permita, «com rapidez, sistematizar os diversos diagnósticos existentes, coligir os números globais e tratá-los, passando de uma dispersão inútil para um conjunto de indicadores indispensáveis, elencar as inúmeras políticas, programas e projectos de intervenção social, lato sensu considerada, e eleger os que podem ser aplicados, adaptados ou replicados, e ainda encontrar formas de financiamento nacionais ou comunitárias para uma estratégia de intervenção concertada»
(Anexo 1);
Considerando que os grupos excluídos ou em risco de exclusão se integram numa estratégia de intervenção social e que a Task Force configura parte da estratégia de implementação da Rede Social de Lisboa, procurando reunir os vários agentes que desenvolvem a sua acção no Concelho de Lisboa numa actuação concertada, na mesma Sessão de Câmara, o Senhor Presidente da Câmara Municipal de Lisboa convidou a Vereadora Maria José Nogueira Pinto para coordenar a dinamização da Task Force;
Considerando que na sequência do trabalho já desenvolvido pela Vereadora e com a assunção da responsabilidade executiva do Pelouro da Habitação Social, que tutela os Bairros onde os fenómenos de exclusão social são mais visíveis e emergentes e procurando uma rápida estratégia
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Consubstanciando esta estratégia e por se considerarem problemas transversais à cidade e ainda em fase de expansão, foram feitos contactos aos vários níveis com:
- Ministério da Saúde - para a constituição de programas específicos da competência do Ministério da Saúde a que se agregará a intervenção social, nomeadamente, para as problemáticas de saúde pública (mulheres que se prostituem, toxicodependência, pessoas portadoras de HIV e para as problemáticas da Saúde Mental);
- Ministério da Segurança Social - Instituto da Segurança Social - para identificação de objectivos de curto/médio/
/longo prazo a realizar no Concelho de Lisboa. Identificação de uma metodologia e tipificação das várias zonas e problemáticas;
- Comando Metropolitano da PSP - para o desenvolvimento de um programa de segurança em articulação com a Autarquia e populações;
- Alto-Comissariado para a Imigração e Minorias Étnicas;
- Santa Casa da Misericórdia de Lisboa - articulação no terreno;
- Instituto de Emprego e Formação Profissional.
A nível interdepartamental, solicitou-se aos Departamentos de Acção Social e de Planeamento Estratégico da CML, a caracterização socioeconómica das Freguesias onde se inserem os Bairros de Gestão Municipal, a elencagem dos recursos existentes nas respectivas freguesias, bem como a projecção da caracterização socioeconómica a 5 e a 10 anos para as mesmas freguesias.
A Task Force, aprovada em 30 de Novembro de 2005, teve como objectivo fundamental captar os recursos sociais e económicos existentes nos bairros, por forma a autonomizar as populações, dignificando-as e conferindo-lhes um sentimento de pertença ao Bairro e à Cidade. Social em Lisboa, sendo considerados parceiros essenciais a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e o Centro Distrital
Esta dinâmica conduz a uma parceria estreita com interlocutores e agentes locais que, não sendo agentes de intervenção social, são parceiros essenciais no desenvolvimento de uma política de revitalização. Esta política obriga a uma estreita coordenação com os vários Serviços da Administração Central (Segurança Social, Saúde, Educação, Emprego, Segurança, entre outros), atrás referidos, tendo uma forte componente de articulação com toda a área metropolitana quer pelos fluxos diários de população activa (que exige estruturas de acolhimento), quer pela deslocalização de problemáticas sociais. Dada a complexidade da Cidade de Lisboa este processo é dinâmico e com objectivos de longa duração.
A rede social torna-se, assim, uma importante ferramenta na estratégia de dinamização social, cultural e económica para fazer de Lisboa uma cidade de Bairros onde as populações se sintam autónomas e verdadeiramente integradas.
Com vista a uma maior rapidez e eficácia, a sua operacionalização deve ser feita com base nas microrredes.
As microrredes deverão ser impulsionadas pela Gebalis, E. M., empresa que detém a gestão dos Bairros Municipais e cuja actuação se pretende enriquecida pela visão de desen-volvimento social subjacente à criação da Task Force.
Neste sentido, está em curso a reestruturação e reorganização da empresa e a implementação de novas metodologias de trabalho, com formação de Grupos de Trabalho específicos, nomeadamente para o estudo e diagnóstico das diferentes problemáticas dos Bairros e dinamização de projectos. Para o efeito, realizaram-se já dois inquéritos de caracterização física e social, um dirigido aos Gabinetes de Bairro e o outro, às Freguesias em que os Bairros se encontram inseridos (Anexos 4 e 5).
Para a prossecução dos referidos objectivos propõe-se a criação de um Conselho Estratégico de Revitalização Social Urbana para os Bairros geridos pela Gebalis, E. M., como uma metodologia de implementação de Unidades de Revitalização Urbana para a implementação das «microrredes», tendo sido consensualmente aceite pelos parceiros a necessidade de criar Projectos de Intervenção, com diferentes características, para implementação de políticas de desenvolvimento integrado. Este modelo de desenvolvimento potenciará uma dinâmica de desenvolvimento da Rede Social de Lisboa pela base, sendo complementar e enriquecedora da Rede Social.
Em estreita articulação com os parceiros e considerando que a Rede Social foi regulamentada em 18 de Novembro de 1997 pela Resolução n.º 197 do Conselho de Ministros, pelo que a sua estruturação e implementação terá uma metodologia e um tempo próprio, foi considerado urgente desenvolver, em articulação com o Centro Distrital de Segurança Social e o Instituto de Segurança Social, o modelo das «microrredes», localizadas num território definido com um diagnóstico das suas carências e potencialidades, das necessidades da população e nos contributos que a dinâmica comunitária poderá dar a um processo de desenvolvimento e autonomização. Esta estratégia apoia-se no Conceito de Revitalização Urbana Tipificação Territorial e Tipificação da Pobreza Integrada (Anexo 6).
Considerando a necessidade de iniciar uma dinâmica de Revitalização Social e Urbana, na lógica do desenvolvimento sustentável e autonomização das comunidades ao nível da Cidade, priorizando os Bairros de Realojamento (geridos pela Gebalis, E. M.), o Pelouro da Habitação Social propõe-se iniciar um Programa de Revitalização Urbana, adoptando a tipificação de territórios Ameaçadores e Atractivos (característicos das grandes zonas urbanas e onde as potencialidades os podem transformar em modelos de desenvolvimento e as debilidades podem acentuar a exclusão) e por uma Pobreza Integrada (que se insere em zonas consolidadas, com respostas sociais e que recorre sistematicamente a respostas assistencialistas e a actividades da economia paralela). Esta intervenção tem sempre subjacente o conceito de cidadania e assenta nos seguintes eixos temáticos:
A - Promoção de cidadania pela Segurança:
- Campanha de divulgação de Direitos/Deveres;
- Programa de segurança de proximidade;
- Programa de combate à violência.
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Q U I N T A - F E I R A N.º 636ABRIL 2006 B - Cidadania pelo Desenvolvimento de competências:
- Acesso à educação;
- Acesso à formação profissional.
C - Cidadania pelo Desenvolvimento Económico:
- Actividades económicas;
Considerando que a articulação dos recursos e parceiros exige que se inicie a metodologia proposta em zonas localizadas e definidas, considera-se pertinente seleccionar uma unidade na Zona Ocidental (num espaço/território consolidado) e outra, na Zona Norte (num espaço urbano em expansão), Municipais, Intermunicipais e Regionais) e ainda do artigo 15.º dos Estatutos da Gebalis - Gestão dos Bairros Municipais, E. M., as Unidades de Revitalização Urbana, nos termos seguintes:
1 - São propostos dois Bairros para a implementação das Unidades de Revitalização Urbana, incumbindo à Gebalis, E. M., a responsabilidade para a prossecução dos objectivos de Freguesia parceiras privilegiadas e uma Universidade como parceira para monitorização e avaliação;
3 - Apresentação à Câmara de relatórios trimestrais, com a monitorização dos diagnósticos, parcerias, recursos e respostas em implementação; Consumidor qualificou os projectos de urbanismo comercial para as Áreas de Intervenção - Almirante Reis, Portas de Santo Antão/Praça da Figueira, Chiado e Campo de Ourique, no âmbito do Programa PRIME-URBCOM;
A concretização destes projectos envolve uma parceria entre a Câmara Municipal de Lisboa, a União de Associações do Comércio e Serviços e a Associação da Restauração e Similares de Portugal, cujo modelo de colaboração se encontra estabelecido no respectivo Protocolo de Cooperação;
A fase seguinte é a realização dos Estudos Globais para cada uma das áreas de intervenção;
Os Estudos Globais são lançados pelas Associações representativas do sector e que, nos termos da alínea b)
/A106 - Projectos de Urbanismo Comercial - URBCOM.
(Aprovada por unanimidade.)
- Deliberação n.º 189-A/CM/2006 (Proposta n.º 189-A/2006) - Subscrita pelo Vereador Pedro Feist:
Considerando que:
- A promoção e o apoio ao Desporto consubstanciado na criação de condições da prática desportiva é uma das competências e obrigações das Autarquias na prossecução de interesses específicos das populações;
- As Autarquias desempenham um papel fundamental no desenvolvimento desportivo e no incremento da prática desportiva, pelo que o Pelouro do Desporto da Câmara Municipal de Lisboa tem assumido um papel importante na concretização do Projecto Desportivo do Concelho, em articulação com várias entidades, nomeadamente as Associações Desportivas, com um papel social, cultural e desportivo de inestimável significado;
- A Federação Nacional de Motociclismo foi fundada em 11 de Maio de 1990 e é membro fundador da União Europeia de Motociclismo e da Associação Mediterrânica de Motociclismo;
- A Federação Nacional de Motociclismo, organizou o evento
«Trial Indoor’ 2006 Cidade de Lisboa», que decorreu no dia 25 de Fevereiro no Pavilhão Atlântico;
- Os Estatutos da Federação Nacional de Motociclismo, se encontram aprovados e publicados em «Diário da República»
n.º 161, III Série, de 14 de Julho de 1990;
- O valor a atribuir não carece de celebração de Contrato--programa de Desenvolvimento Desportivo, nos termos do n.º 2 do artigo 2.º do Decreto-Lei n.º 432/91 de 6 de Novembro.
Tenho a honra de propor que a Câmara Municipal delibere aprovar, nos termos da alínea b) do n.º 4 do artigo 64.º da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, com redacção dada pela Lei n.º 5-A/2002, de 11 de Janeiro, a concessão de transferência de verba à «Federação Nacional de Motociclismo», no valor de 30 000 euros (trinta mil euros), a qual tem cabimento na Rubrica 11.03/04.07.01 do Orçamento em vigor, no âmbito da acção «Fomento Desportivo/Grandes Iniciativas», Código 11/02/A101 do Plano de Actividades.
(Aprovada por maioria, com 12 votos a favor e 1 abstenção.)
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N.º 636
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Q U I N T A - F E I R AABRIL 2007 - Deliberação n.º 189-B/CM/2006 (Proposta n.º 189-B/2006)
- Subscrita pelo Vereador Sérgio Lipari Pinto:
Considerando que a Câmara Municipal de Lisboa tem competência para apoiar ou comparticipar no apoio às actividades complementares no âmbito de projectos educativos, bem como às actividades de interesse municipal de natureza social e desportiva, nos termos da alínea l) do n.º 1 e da alínea b) do n.º 4 do artigo 64.º da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, com a redacção da Lei n.º 5-A/2002, de 11 de Janeiro;
Considerando que a Câmara Municipal de Lisboa celebrou um Protocolo com a Federação Portuguesa de Ginástica para implementação do Programa Play GYM, com o objectivo de proporcionar actividades de expressão e educação físico--motora a todos os alunos das Escolas do 1.º Ciclo do Ensino Básico da Rede Pública da cidade de Lisboa;
Considerando que foi celebrado um Protocolo sobre o funcionamento e desenvolvimento do Programa Play GYM nas escolas, Protocolo de cedência de instalações;
Tenho a honra de propor que a Câmara Municipal de Lisboa (dois mil duzentos e cinquenta euros), como contrapartida pela utilização das suas instalações e material, durante o ano lectivo de 2005/2006, no âmbito do desenvolvimento do Programa Play GYM.
Este encargo tem cabimento na Classificação Orgânica 11.02, Rubrica 04.07.01 da Acção do Plano 10/02/A101.
(Aprovada por unanimidade.)
- Deliberação n.º 189-C/CM/2006 (Proposta n.º 189-C/2006) - Subscrita pelo Vereador Sérgio Lipari Pinto:
Considerando que a Câmara Municipal de Lisboa tem competência para apoiar ou comparticipar no apoio às actividades complementares no âmbito de projectos educativos, bem como às actividades de interesse municipal de natureza social e desportiva, nos termos da alínea l) do n.º 1 e da alínea b) do n.º 4 do artigo 64.º da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, com a redacção da Lei n.º 5-A/2002, de 11 de Janeiro;
Considerando que a Câmara Municipal de Lisboa celebrou um Protocolo com a Federação Portuguesa de Ginástica para implementação do Programa Play GYM, com o objectivo de proporcionar actividades de expressão e educação físico--motora a todos os alunos das Escolas do 1.º Ciclo do Ensino Básico da Rede Pública da cidade de Lisboa;
Considerando que a Escola do 1.º Ciclo do Ensino Básico n.º 60 aderiu ao Projecto do Play GYM;
Considerando que esta Escola não dispõe de equipamento, designadamente ginásio, que permita aos alunos beneficiar deste Programa;
Considerando o Protocolo de cedência de instalações celebrado com a Academia Recreativa da Ajuda, mediante o qual esta disponibiliza o seu ginásio à Escola; contrapartida pela utilização das suas instalações e material, durante o ano lectivo de 2005/2006, no âmbito do
Considerando o Protocolo de cedência de instalações celebrado com a Academia Recreativa da Ajuda, mediante o qual esta disponibiliza o seu ginásio à Escola; contrapartida pela utilização das suas instalações e material, durante o ano lectivo de 2005/2006, no âmbito do