alteridade; e por fim possibilitar maior protagonismo da população e novas práticas sociais que visem à efetivação do direito à saúde como parte dos direitos sociais e humanos.
Concluo a discussão citando Mariotti (2002), no seu esquema de cuidado cuidar de si
→ cuidar do outro → cuidar do mundo, como desafio ao autocuidado sem esquecer-se de cuidar do outro e do mundo, acolhendo em si e para si, as novas formas de sociabilidade inerentes ao ser humano.
Acredita-se que por meio das políticas públicas voltadas para a saúde do trabalhador, práticas integrativas, saúde mental e promoção da saúde, podem ampliar a discussão e ser um espaço concreto para fortalecer suas ações e garantir o protagonismo dos sujeitos, aqui entendidos como trabalhadores da saúde, para produção de sua saúde.
Infere-se que a PIS/Reiki pode gerar uma consciência crítica do “EU”, pois facilita o processo de autonomia, empoderamento e protagonismo do trabalhador da saúde, conforme as seis dimensões descritas por LUZ (2005), pois estas possibilitam o olhar para a dimensão humana do autoconhecimento. Nesse sentido, o Reiki agrega os princípios da generosidade, compaixão, humildade e amor ao próximo, que fazem do saber-cuidar na vida desses trabalhadores, uma alavanca para a transformação no seu exercício profissional e no seu papel de ser social, como um agente transformador de cuidado para si e do outro, diminuindo o sofrimento nas relações de trabalho e cotidiana.
Deduz-se que a vivência com o Reiki proporciona o “uso-de-si” para transformar as coisas e a si próprio. Nesse sentido os trabalhadores poderão se beneficiar no seu modo de bem viver.
5.4 Reiki no campo do trabalho – instrumento de autodesenvolvimento e cuidado ao
No presente estudo foi apontada a importância e eficácia do Reiki, que em apenas uma sessão de 30 minutos, demonstrou a melhoria da pressão arterial de enfermeiras acometidas da Síndrome de Burnout.
Os autores apontam como força principal no estudo, os resultados alcançados pela randomização e cegamento duplo, pois permitem reduzir diversos problemas metodológicos.
Destacam ainda, as três maiores do desenho deste estudo: 1-desenho cruzado que pode reduzir a variabilidade na resposta dos sujeitos; 2-economia no tamanho da amostra e 3-estratégia adequada de intervenção de controle nesse tipo de estudo.
Existem alguns questionamentos levantados pelos autores, que valem a pena a discussão: a) muitos estudos anteriores a este chegaram às mesmas discussões de que necessitam mais pesquisas, para determinar o tempo de duração dos efeitos benéficos do Reiki após cada sessão; b) o fato de que alterações biológicas podem ser geradas dentro do período curto de tempo demonstra o potencial deste recurso, para facilitar o aparecimento de melhoras clínicas relevantes no estado de saúde; c) seria interessante investigar os efeitos de longo prazo do Reiki em enfermeiras que sofrem da SB, utilizando-se amostras não estimuladas de saliva, tendo em vista a possível falta de resposta da amilase salivar em consequência da alteração basal de alfa amilase presente em enfermeiras que sofrem de SB.
Concluiu que uma única sessão de Reiki produz melhora imediata da função imunológica (IgAs) e da regulação da pressão arterial em enfermeiras com SB. Portanto, tratamentos por meio do Reiki poderiam ser abordagem efetiva com vistas ao manejo e a prevenção dos efeitos negativos do estresse ocupacional, em subgrupos de enfermeiras com perfil de alto risco para SB.
Na perspectiva do cuidado integral sob a ótica das PIS é oportunizado aos cuidadores da saúde o autodesenvolvimento e autotransformação percebendo-se em sofrimento psíquico em suas realidades laborais adoecidas.
O estudo acima tem pertinência no campo do trabalho e suas implicações na saúde do trabalhador, no que tange o cenário das PICS, enquanto assistência à saúde, desenvolvimento de potencialidades e habilidades humanas no reconhecimento da saúde integral e seu campo de relações pessoais. É no território das ações cuidadoras do Reiki que se produzem encontros internos que vão diminuir o sofrimento e desconfortos no trabalho, conforme descrito por Merhy et al (2010)
... por isso o cuidado (e não a clínica) é a alma dos serviços de saúde e a estratégia radical para defesa da vida (...) os saberes estruturados acerca do corpo de órgãos podem ser apresentados como oferta e não como imposição de um estilo de vida ou de única explicação válida para os desconfortos e sofrimentos. Podem ser ferramenta para lidar com a diferença na produção da vida e não como uma carapaça que nos aprisiona na repetição. (p. 12).
Pode-se dizer que, apesar das dificuldades enfrentadas no cenário do trabalho vivo em si no contexto dos trabalhadores da saúde, a PIS/Reiki desenvolve ferramentas de autocuidado que facilitam o desenvolvimento de potencialidades inerentes ao ser humano, que contribuem para a transformação e o autodesenvolvimento das capacidades laborais frente ao sofrimento no trabalho. De tal maneira que, as instâncias interna-externa deixam de ser vistas como lados opostos trabalhador-instituição, e passam a se articular enquanto relações do poder e do saber, interessando que os diferentes atores da saúde, sejam vistos como sujeitos singulares que protagonizam o seu próprio cuidado.
6 CONCLUSÃO E RECOMENDAÇÕES
Os estudos aqui analisados reforçam a ideia de que o processo de legitimação e institucionalização de políticas públicas voltadas para o uso racional e integrado do cuidado em saúde, como a PNPIC (2006), a PNPS (2006), a PNST (2012) e a PDPIS (2014), vêm se destacando no cenário mundial como possibilidade integradora de cuidado multidimensional, que torna disponível abordagens preventivas e terapêuticas aos usuários e trabalhadores do SUS, com respeito à subjetividade e singularidade desses sujeitos, enquanto atores do fazer-obter saúde nos espaços de trabalho e garantir seu próprio bem estar e do outro. Acredita-se que, a intrasetorialidade e a transversalidade das ações dessas políticas ampliem o diálogo do cuidado integral aos trabalhadores e ao trabalho a priori.
No campo político-social da organização do trabalho, na perspectiva das PICS/PIS e da saúde do trabalhador, os organismos internacionais e nacionais corroboram a necessidade de se investir cada vez mais em estudos e pesquisas que confirmem a eficácia das práticas integrativas no cuidado à saúde e a segurança destas, para ampliar a visão do processo saúde-doença e a promoção integral do cuidado humano, especialmente do autocuidado, a exemplo das pesquisas de Oliveira (2013), que demonstram a eficácia e benefícios que a PIS/Reiki proporciona ao ser humano na diminuição da ansiedade e estresse, fatores determinantes de adoecimentos no campo das relações interpessoais.
Frente ao adoecimento dos trabalhadores da saúde, no que tange suas vivências e relações com o ‘trabalho vivo em si’ (Mehry, 2002), as relações humanas podem ser objeto de reflexões e de uma aprendizagem integrada na perspectiva da multidimensionalidade do ser humano, que envolve também, as dimensões pessoais, profissionais e institucionais (Capella et al 2002).
Tais questões remetem aos estudos proposto na micropolítica do ‘trabalho vivo em ato’ por Mehry et al (2007).
Mehry et al traz uma preocupação sobre a tensão repetição e diferença na micropolítica do ‘trabalho vivo em ato’. Evidencia nessa teoria e reconhece que, na repetição se constroem diferenças, e por isso mesmo outras possibilidades de construção de planos de cuidados. Entende-se um novo olhar por parte de quem cuida - a equipe - e de quem demanda cuidado. Desta forma, aposta-se nessa possibilidade da micropolítica do trabalho vivo em ato, de que é preciso abrir espaços para olhar a produção de novos acontecimentos (Merhy, 2002, p. 9).
Embora o estudo tenha apontado à escassez de trabalhos acerca da temática investigada, em especial sob o enfoque da institucionalização do Reiki enquanto prática de cuidado, no cenário da saúde pública, também oportunizou conhecer panorama do cuidado em saúde integral, para os trabalhadores da saúde, que por meio de vivências com as PICS, em especial a PIS/Reiki, com abordagem voltada para o autoconhecimento, autocuidado e autotransformação, tem possibilitado uma visitação entre vários saberes, como o campo social das políticas públicas, as práticas integrativas em saúde, o cenário da saúde dos trabalhadores envolvidos com o fazer-ter saúde no contexto de trabalho, ainda percebe-se a necessidade de ampliar o diálogo e fomentar o protagonismo dos atores envolvidos com o setor saúde, para estimular o uso eficaz e de qualidade da tecnologia em saúde integral Reiki, que vem expandindo sua área de conhecimento e ações frente à população e a saúde pública do Distrito Federal.
Quando propõe-se o Reiki como abordagem de cuidado integral e multidimensional aos trabalhadores da saúde mental que compõem o quadro da SES/DF, cria-se possibilidades de cuidado e autocuidado, e ao mesmo tempo instrumentaliza-se esses trabalhadores para um olhar mais ampliado de saúde.
No âmbito da SES/DF a PIS Reiki é uma realidade possível e acessível aos usuários e trabalhadores da saúde, como ferramenta de cuidado integral a esses sujeitos, portanto, já institucionalizada e regulamentada para dar assistência, fomentar pesquisas na área e realizar formação aos trabalhadores da SES/DF, que objetiva com essas ações expandir o conhecimento e a prática do Reiki no cenário da saúde pública do Distrito Federal.
Portanto é recomendado que, a PIS Reiki seja incorporada aos serviços de saúde mental da SES/DF, como instrumento de cuidado à saúde de usuários e trabalhadores inseridos neste campo de trabalho, assim como, por meio da Coordenação Técnica de Reiki/GERPIS/SES-DF aproximar esses atores da saúde mental, para o cuidado integral e multidimensional, para si e para os outros, aqui apresentados, para o fortalecimento das ações da PIS Reiki e expansão das parceiras institucionais.
Este estudo não finaliza aqui, há necessidade de fomentar desdobramentos, na área da saúde mental, tendo em vista o cuidado como eixo estruturante para melhorar o modo de ser-fazer-ter saúde tanto para o trabalhador de saúde, quanto para os usuários do sistema de saúde brasileiro.
REFERÊNCIAS
ACKEMAN D. L.; CAMERON, M. E. Energy healing for anxiety and stress reduction. Clinical focus. Primary Psychiatry, 9(7): 47-50, 2002.
BARROS, R.B.; BARROS, M. E.B. de. Da dor ao prazer no trabalho. In: SANTOS-FILHO, S. B.;
BARROS, M. E. B. de. (Org.). Trabalhador da saúde: muito prazer! Protagonismo dos trabalhadores na gestão do trabalho em saúde. (Coleção saúde coletiva). Ijuí: Unijuí, 2007. 272 p.
BIBLIOTECA VIRTUAL EM SAÚDE. Saúde do Trabalhador. n. de Reg.29064. DeCS
CID-10 SciELO LILACS LIS. Disponível em: <http://decs.bvsalud.org/cgi-bin/wxis1660.exe/decsserver/>.
Acesso em: 20 jan. 2015.
BORSOI, I. C. F. Da relação entre trabalho e saúde à relação entre trabalho e saúde mental. Psicologia
& Sociedade. N.19, Edição especial 1, p. 103-111, 2007.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.
Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS (PNPIC-SUS). Brasília:
Ministério da Saúde, 2006. Disponível em: < http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/pnpic.pdf>.
Acesso em: 20 out. 2014.
BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador. Coordenação Geral de Saúde do Trabalhador. Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (PNST). Brasília: Ministério da Saúde, 2012.
Disponível em: < http://cntq.org.br/wp-content/uploads/2013/05/Pol%C3%ADtica-Nacional-de-Sa%C3%BAde-do-Trabalhador-e-da-Trabalhadora.pdf>. Acesso em: 20 out. 2014.
CAPELLA, B. B; GELBCKE, F. L.; MONTICELLI, M. (Orgs.). PARA VIVER E TRABALHAR MELHOR: a multidimensionalidade do sujeito trabalhador. Florianópolis: UFSC/CCS, 2002. 145 p.
CARTA DE OTTAWA. PROMOÇÃO DA SAÚDE NOS PAÍSES INDUSTRIALIZADOS.
1ª Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde Ottawa, Canadá, 17-21 nov.1986.
CUNHA, M. T. M. C. da. Apostila Seminário de Reiki, nível I. Brasília, 2008. 82 p.
CUNHA, M. T. M C. da. Apostila Seminário de Reiki Tibetano, nível III. Brasília, 2011. 96 p.
DEJOURS, C. A loucura do trabalho. São Paulo: Oboré, 1987.
DESCRITORES EM CIÊNCIAS DA SAÚDE. DeCS. Disponível em: < http://decs.bvsalud.org/cgi-
bin/wxis1660.exe/decsserver/?IsisScript=../cgi-bin/decsserver/decsserver.xis&search_language=p&interface_language=p&previous_page=homepage
&task=exact_term&search_exp=PROMO%E7%E3O+DA+SA%FADE >. Acesso em: 19 jan. 2015.
Diaz-Rodriguez L., Arroyo-Morales I., Férnandez-Lao C., Polley M., Fernández-de-las-Peñas C. Uma sessão de Reiki em enfermeiras diagnosticadas com síndrome de Burnout tem efeitos benéficos sobre a concentração de IgA salivar e a pressão arterial. Rev. Latino-Am. Enfermagem [Internet]. set.-out.
2011 [acesso em: 16 dez. 2014];19(5): [07 telas]. Disponível em: <
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-11692011000500010>. Acesso em: 16 dez. 2014.
GODOY, M. G. C.; VIANA, A. P. F.; VASCONCELOS, K. A. G. de; BONVINI, O. O
Compartilhamento do Cuidado em Saúde Mental: uma experiência de cogestão de um centro de atenção psicossocial em Fortaleza, CE, apoiada em abordagens psicossociais. Saude
soc. vol.21 supl.1 São Paulo May 2012. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.1590/S0104-12902012000500013>. Acesso em: 18 dez. 2014.
GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL. Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal.
Subsecretaria de Atenção Primária à Saúde. Diretoria de Ciclos de Vida e Práticas Integrativas em Saúde. Gerência de Práticas Integrativas em Saúde. Política Distrital de Práticas Integrativas em Saúde (PDPIS). Brasília-DF: 2014. 73p.
HALL, M. REIKI para doenças comuns: um guia prático para a cura. Tradução Roberto Argus. – 3ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand, Brasil, 2004. 210 p.
LOVERA, A.; FUENTES, J. ACTIVIDADES RELACIONADAS COM LA PRÁCTICA Y TIPOS DE TERAPIAS DE MEDICINA ALTERNATIVA Y COMPLEMENTARIA EM LIMA Y CALLAO (PERÚ). Vitae (Medellín); 20(2): 118-124, May.-Sep. 2013. Disponível em: <
http://aprendeenlinea.udea.edu.co/revistas/index.php/vitae/article/view/10815/14910>. Acesso em: 19 dez 2014.
LUZ, M. T. Cultura Contemporânea e Medicinas Alternativas: Novos Paradigmas em Saúde no Fim do Século XX. PHYSIS: Rev. Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, 15(Suplemento):145-176, 2005.
Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/physis/v15s0/v15s0a08.pdf>. Acesso em: 21 jan 2015.
MALTA, D.C.; MERHY, E.E. O percurso da linha do cuidado sob a perspectiva das doenças crônicas não transmissíveis. Interface - Comunic., Saude, Educ., v.14, n.34, p.593-605, jul./set. 2010.
MCKENZIE, E. A Bíblia do Reiki: o guia definitivo para a arte do Reiki. São Paulo: Pensamento, 2010. 400 p.
MARTINS, E. R. C., ZEITOUNE, R. C. G. As condições de trabalho como fator desencadeador do uso de substâncias psicoativas pelos trabalhadores de enfermagem. Escola Anna Nery, Revista de Enfermagem. N.11. Vol.4. Rio de Janeiro, 2007.
MERHY, E. E.; FEUERWECKER, L.; GOMES, M. P. C. Da repetição à diferença: construindo sentidos com o outro no mundo do cuidado. In: Franco, T.B. (Org.). Semiótica, afecção & cuidado em saúde. São Paulo: Hucitec, 2010. p. 60-75.
MERHY, E. E.; FEUERWERKER, L. C. M. Atenção Domiciliar: medicalização e substitutividade.
Artigo produto da pesquisa nacional sobre Atenção Domiciliar realizada no âmbito da Linha de Pesquisa Micropolítica do Trabalho e o Cuidado em Saúde da Clínica Médica da UFRJ, publicado como subsídio para Seminário Internacional realizado em abril de 2007 na UFRJ. Disponível em:
<http://www.medicina.ufrj.br/micropolitica/pesquisas/atencaodomiciliar/textos/admedicalizacao_e_su bstitutividade.pdf>. Acesso em: 16 dez. 2014.
MERHY, E. E. Saúde: a cartografia do trabalho vivo. São Paulo: Hucitec, 2002. (Saúde em Debate, 145). ISBN: 85-271-0580-2. Disponível em: <https://www.scielosp.org/pdf/csp/v24n8/23.pdf >.
Acesso em: 28 dez. 2014.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. PORTARIA Nº 1.823, DE 23 DE AGOSTO DE 2012. Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora. Brasília, 2012. Disponível em:
<http://www.conselho.saude.gov.br/web_4cnst/docs/Portaria_1823_12_institui_politica.pdf> Acesso em: 20 out. 2014.
OLIVEIRA, R. M. J. de. Efeitos da prática do Reiki sobre aspectos psicofisiológicos e de qualidade de vida de idosos com sintomas de estresse: estudo placebo e randomizado. São Paulo, 2013. 165p.
MAGRI, F.; CRAVELLO, L.; BARILI, L.; SARRA, S.; CINCHETTI, W.; SALMOIRAGHI, F, et al.
Stress and dementia: the role of the hypothalamicpituitary-adrenal axis. Aging clinical and experimental research; 18(2): 167-70, 2006.
MILLER, D. B.; O’CALLAGHAN, J. P. Aging, stress and the hippocampus. Ageing research review, 4(2): 123-40, 2005.
NORONHA, D. P.; FERREIRA, S.M.S.P. Revisões de literatura. In: Campello, BS; Condón, BV;
Kremer, JM (orgs.). Fontes de informação para pesquisadores e profissionais. Belo Horizonte:
UFMG, 2000.
Organização Mundial da Saúde – OMS sobre Medicina Tradicional 2002-2005. Genebra: OMS, 2002.
______. Perspectivas da regulação na saúde suplementar diante dos modelos assistenciais. Cienc.
Saude Colet., v.9, n.2, p.433-44, 2004.
PETTER, F. A. Reiki: o legado do Dr. Mikao Usui. O documento original do Dr. Mikao Usui, o desenvolvimento do sistema por ele criado e sua dimensão no mundo atual. São Paulo: Ed. Ground, 2002. 157 p.
PORTAL ALNILAM. Kanji da palavra Reiki. Disponível em: <http://portalalnilam.com.br/wp-content/uploads/2014/11/kanji-da-palavra-reiki.png>. Acesso em 19 jan. 2015.
SALLES, L. F.; VANNUCCI, L.; SALLES, A.; SILVA, M. J. P. da. The effect of Reiki on blood hypertension / Efeito do Reiki na hipertensão arterial. Acta paul. enferm; 27(5): 479-484, sep-oct.
2014. Tab. Disponível em: < http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-21002014000500014>. Acesso em: 19 dez 2014.
SALOMÉ, G. M.. Sentimentos vivenciados pelos profissionais de enfermagem que atuam em Unidade Terapia Intensiva após aplicação do Reiki. Saúde Coletiva, vol. 6, núm. 28, mar, 2009, pp. 54-58 Editorial Bolina São Paulo, Brasil Vol. 28, n. 6, mar 2009, pp. 54-58. Disponível em: <
http://www.redalyc.org/pdf/842/84202805.pdf >. Acesso em: 16 set. 2014.
SANTOS-FILHO, S. B.; BARROS, M. E. B. de. (Org.). Trabalhador da saúde: muito prazer!
Protagonismo dos trabalhadores na gestão do trabalho em saúde. (Coleção saúde coletiva). Ijuí:
Unijuí, 2007. 272 p.
SHIOI, T.; INUZUKA, Y. Aging as a substrate of heart failure. Journal of cardiology. 60(6): 423-8, 2012.
SITE: TAO DO REIKI. JOÃO, M. Foto de Mikao Usui. Disponível em:
<http://www.joaomagalhaes.com/o-tao-do-reiki/wp-content/uploads/2014/04/Mikao-Usui-3.jpg>.
Acesso em: 11 jan. 2015.
TAVARES, M. L.; SOARES-FORTUNATO, J. M.; LEITE-MOREIRA, A. F. Stress – Respostas fisiológicas e fisiopatológicas. Revista Portuguesa de Psicossomática, 2(002): 51-65, 2000.
VIEIRA, A. B. D., ALVES, E. D., KAMADA, I. Cuidando do Cuidador: percepções e concepções de auxiliares de enfermagem acerca do cuidado de si. Texto Contexto Enferm, Florianópolis, 16(1): 15-25 jan./mar. 2007.
WATSON, J. Enfermagem pós-moderna e futura: um novo paradigma da enfermagem. Loures (PT):
Lusociência, 2002.
WIKIMEDIA. Os cinco princípios do Reiki. Disponível em:
<http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/3/3a/Preceptos_reiki.png>. Acesso em: 11 jan.
2015.
ANEXOS
ANEXO A – Quadro de Levantamento de Revisão Bibliográfica
Quadro 1 – Quadro de consolidação de levantamento de revisão bibliográfica
ORD DATA TÍTULO/TEMA AUTOR LOCALIZAÇÃO REFERÊNCIA
BIBLIOGRAFIA/SITE
DESCRITORES
05 ARTIGOS
01
16/09/2014
Uma sessão de
Reiki em
enfermeiras diagnosticadas com síndrome de Burnout tem efeitos benéficos
sobre a
concentração de IgA salivar e a pressão arterial.
Lourdes Diaz-Rodrigues;
Manuel Arroyo-Morales; Irene Cantarero-Villanueva;
Carolina Férnandez-Lao;
Marie Polley;
Fernández-de-las-Peñas C.
LILACS (BVS)
Diaz-Rodriguez L., Arroyo-Morales I., Férnandez-Lao C., Polley M., Fernández-de-las-Peñas C. Uma sessão de Reiki em enfermeiras
diagnosticadas com síndrome de Burnout tem efeitos benéficos sobre a concentração de IgA salivar e a pressão arterial.
Rev. Latino-Am.
Enfermagem [Internet].
set.-out. 2011 [acesso em:
16 dez. 2014];19(5): [07 telas]. Disponível em:
<http://www.scielo.br/sciel o.php?script=sci_arttext&pi
d=S0104-11692011000500010>
Acesso em: 16 dez 2014.
Reiki e Saúde do Trabalhador
02
19/10/2014
Efeito do Reiki na hipertensão arterial /
The effect of Reiki
on blood
hypertension.
Léia Fortes Salles; Luciana Vannucci;
Amanda Salles;
Maria Júlia Paes da Silva.
LILACS (BVS)
Salles, Léia Fortes;
Vannucci, Luciana;
Salles, Amanda; Silva, Maria Júlia Paes da. The effect of Reiki on blood hypertension / Efeito do Reiki na hipertensão arterial. Acta paul. enferm;
27(5): 479-484, Sep-Oct/2014. tab. Disponível
em: <
http://www.scielo.br/scielo.
php?script=sci_arttext&pid
=S0103-21002014000500014>.
Acesso em: 19 dez 2014.
Reiki e
Promoção da Saúde