• Nenhum resultado encontrado

Representação visual de resultados pertinentes

No documento UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ (páginas 48-72)

Para representação visual e melhor entendimento da relevância das respostas

dos entrevistados, foi utilizado o software online Word Clouds (www.wordclouds.com)

para representação de visual de frequência de palavras. Foram selecionadas as

respostas das principais deixas dos clientes onde o hipermercado não tem autosserviço,

a escala de satisfação dos clientes que são clientes do hipermercado que detém a

tecnologia de autosserviço, e a resposta dos clientes que utilizam autosserviço,

colocando a sua percepção sobre a redução das filas dentro do hipermercado, no

momento do checkout. Porém, as respostas provenientes da escala de satisfação com

o autosserviço só contêm caracteres numéricos, dificultando a visualização do resultado.

Para solução deste item, os valores de satisfação que tinham o valor “2” foram

substituídos para “Melhorou pouco”, os que tinham valor “3” foram substituídos para

“Melhorou” e os que continham valor “4” foram substituídos para “Melhorou bastante”.

Não foi necessário ajustar o valor “1” pois não foi obtida nenhuma frequência.

A figura 3 representa as principais queixas dos hipermercados sem autosserviço.

FIGURA 3 – PRINCIPAIS QUEIXAS DE HIPERMERCADOS SEM AUTOSSERVIÇO.

Fonte: O autor (2016).

É necessário destacar que a imagem retrata a proporção do número de vezes que

a queixa aparece nas respostas dos entrevistados. A ocorrência da palavra “Filas” foi de

161 vezes, o que é perceptível, uma vez que ela é a palavra que mais se destaca na

imagem. Em contrapartida, a tímida ocorrência da frase “Falta de caixas”, obteve apenas

3 registos, o que torna ela quase imperceptível, entre as letras “L” e “A” da palavra fila.

A figura 4 mostra a representação gráfica dos usuários de hipermercados com

autosserviço.

FIGURA 4 – SATISFAÇÃO DOS ENTREVISTADOS QUE UTILIZAM AUTOSSERVIÇO.

Fonte: O autor (2016).

A frequência com que a frase “Melhorou pouco”, foi inferior as demais,

representando apenas 10,26% das respostas totais dos entrevistados (vide tabela 19).

A aparição da palavra “Melhorou” representa a maior frequência das respostas, o que

mostra a satisfação dos clientes teve um impacto positivo com a utilização do

autosserviço. Na figura 5 é mostrado o comparativo entre os entrevistados que acham

que houve redução da fila com a utilização do autosserviço e dos entrevistados que não

acham que houve essa redução.

FIGURA 5 – HOUVE REDUÇÃO DE FILA NO HIPERMERCADO COM AUTOSSERVIÇO?

Fonte: O autor (2016).

A figura 5 representa que 94,87% dos entrevistados afirmam que houve a queda

de filas em hipermercados detentores de terminais de autosserviço. Com base nos dados

espostos nas imagens 3, 4 e 5, é possivel aferir que a presença da tecnologia de

autosserviço em hipermercados impacta de maneira positiva a satisfação de seus

clientes e reduz as filas de hipermercados, o que é o maior índice de reclamações de

seus clientes.

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Para responder ao problema de pesquisa proposto neste estudo, foram aplicados

dois questionários, obtendo 249 clientes de seis redes de hipermercados da cidade de

Curitiba – Paraná. No primeiro questionário, foi possível que identificar que a maioria dos

clientes encontram – se na faixa etária de 21 até 30 anos, são do sexo feminino, recebem

de 4 até 7 salários mínimos, moram próximo ao hipermercado, estariam dispostos a

utilizar os terminais de autosserviço se o seu hipermercado de compras habituais tivesse

essa tecnologia, pois acreditam que o autosserviço seria mais rápido que um caixa

convencional, mas não estariam dispostos a frequentar ou se locomover até outros

hipermercados somente pela disponibilidade de terminais de autosserviço. A principal

queixa dos clientes é a presença de filas no hipermercado. Contudo, foi verificado que

de acordo com os métodos estatísticos utilizados para se identificar a relação entre as

respostas dos entrevistados, utilizando o alfa de Cronbach e matriz de correlação, foi

possível perceber que não houve um resultado significativo para esta pesquisa, pois o

nível de correlação entre as análises obteve um valor muito baixo.

Em relação ao segundo questionário, foi possível que identificar que a maioria dos

clientes encontram – se na faixa etária de 21 até 30 anos, são do sexo feminino, recebem

de 1 até 3 salários mínimos, não moram próximos ao hipermercado que contém a

tecnologia de autosserviço, afirmaram que a o uso do autosserviço reduziu as filas no

hipermercado onde realizam suas compras e que em uma escala de um, onde eles se

sentem insatisfeitos até quatro, onde estariam muito satisfeitos, elencaram a nota três

para expressar a sua satisfação com o hipermercado de sua preferência. O principal

motivo do uso autosserviço para os clientes, é de não precisar enfrentar filas. Os clientes

ainda apontaram que o sistema pode melhorar, destacando em sua maioria que existem

ajustes a ser feitos na leitura dos códigos de barra do terminal de autosserviço e que as

instruções para a pesagem de frutas e verduras ainda não é muito clara para os clientes

deste hipermercado. Ainda foi destacado pelos clientes que a sua principal queixa quanto

ao setor supermercadista, continua sendo as filas. A utilização dos métodos estatísticos

neste segundo momento também não trouxe um cenário diferente de quando aplicado

no primeiro questionário, o ganho de relevância entre as questões não atingiu valores

significativos.

Porém, com base nos resultados individuais, é possível aferir que a tecnologia

pode proporcionar uma alteração de modo favorável a satisfação de clientes que

frequentam hipermercados com disponibilidade de terminais de autosserviço, em relação

ao aos que utilizam caixas convencionais.

O presente trabalho tinha como objetivo a resolução da seguinte questão: “Como

a atual tecnologia de autosserviço presente no setor supermercadista, pode

influenciar na satisfação de seus clientes? ”. Ao longo da pesquisa, no capítulo 2, foi

explicado que a fidelização de cientes está associada ao nível de satisfação destes

clientes, em relação ao local de compra de seus itens. A satisfação dos clientes é um

fator que garante a vantagem competitiva entre um estabelecimento e outro do mesmo

segmento de mercado.

Os objetivos específicos para este trabalho foram:

- identificar fatores que influenciam a satisfação no processo de compra dos

consumidores do setor supermercadista. De acordo com os entrevistados nos

dois questionários, o grande vilão do setor supermercadista, tendo um índice de

resposta superior a 50% é a Fila. No questionário aplicado somente aos clientes

frequentadores de hipermercados com autosserviço, foi questionado quanto a

redução das filas, mediante ao uso do autosserviço, e os entrevistaram afirmaram

que a tecnologia atual de autosserviço não passa desapercebida por eles, já que

mais de 90% deles responderam que a as filas foram reduzidas no momento do

pagamento de seus produtos.

- comparar a utilização de autosserviço com a atual utilização de fila do caixa

encontrada em estabelecimentos do setor supermercadista de Curitiba/PR.

Ao longo desta pesquisa foram destacados as vantagens e desvantagem em

relação ao uso de autosserviço em relação ao método tradicional ofertado pelos

hipermercados sem a tecnologia de autosserviço. Foi destacada também, a

satisfação e praticidade de uso do autosserviço perante ao sistema atual de

hipermercados sem a tecnologia de autosserviço. Diante de fatores financeiros

para os gestores destes hipermercados, também é mais vantajoso se ter a

tecnologia de autosserviço presente em seus estabelecimentos.

De acordo com as respostas obtidas neste trabalho, é possível indicar aos

hipermercados da região de Curitiba, a adoção da tecnologia de autosserviço, pela

satisfação demostrada pelos clientes, redução de filas. Limitações e aperfeiçoamentos

que não puderam compor este trabalho, são abordados no capítulo 6, trabalhos futuros.

6 TRABALHOS FUTUROS

Como possíveis trabalhos futuros, pode - se apontar:

- Questões que podem contribuir para a formulação de questionário um novo

questionário que contemple mais especificidades.

o Frequência de uso do hipermercado.

o Escolaridade do entrevistado (pode influenciar na utilização do terminal de

autosserviço).

o Quais os motivos de se utilizar um determinado hipermercado, e não a

concorrência.

o Segmentar o tipo de Fila (Pagamento no check-out, padaria,

estacionamento, açougue...).

- Utilização de outras análises estatísticas, que possam dar um melhor

embasamento nas respostas dos entrevistados.

REFERÊNCIAS

ABRAMS, R. A.; AYERS, C. S.; PETTERSON, M. V. Quality assessment of dental

restorations: a comparison by dentists and patients. Community Dent. Oral Epidemiol, v. 4,

p. 317-319, 1986.

ABENSUR, Eder Oliveira; BRUNSTEIN, Israel. Tendências para o autoatendimento

Bancário Brasileiro: Um Enfoque Estratégico Baseado Na Teoria Das Filas. Revista De

Administração Mackenzie, São Paulo, v. 2, n. 4, p.39-59, fev. 2003. Disponível em:

<http://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/RAM/article/view/41/41>. Acesso em: 12 maio

2016.

AMARAL, Ernesto F. L.. Correlação e Análise Fatorial. 2011. Disponível em:

<http://www.ernestoamaral.com/docs/dcp046-111/Aula28.pdf>. Acesso em: 20 nov. 2016.

ANITSAL, Ismet; FLINT, Daniel J.. Exploring Customers' Perceptions in Creating and

Delivering Value: Technology-Based Self-Service as an Illustration. 2006. Disponível em:

<http://www.tandfonline.com/doi/abs/10.1300/J396v27n01_04>. Acesso em: 20 out. 2016.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE SUPERMERCADOS. O varejo no século XXl, Superhiper,

ano 26, n. 304, mar. 2000.

BADIN, Neiva Teresinha. Avaliação Da Produtividade De Supermercados E Seu

Benchmarking. 1997. 130 f. Dissertação (Mestrado) - Curso de Pós-graduação em Engenharia

de Produção, Universidade Federal de Santa Catarina, FlorianÓpolis, 1997. Disponível em:

<https://repositorio.ufsc.br/xmlui/bitstream/handle/123456789/77089/108865.pdf?sequence=1&i

sAllowed=y>. Acesso em: 15 abr. 2016.

BATES, Albert. The extended speciality store: a strategic opportunity for the 1990s. 1989.

Disponível em:

<http://search.proquest.com/openview/02ef0d80c080bcb6dba0f4b5b0e07e68/1?pq-origsite=gscholar&cbl=41988>. Acesso em: 16 ago. 2016.

BELLENGER, Danny N.; STANLEY, Thomas J.; ALLEN, John W. Food retailing in the 1980's:

BERRY, Leonard L.; WILSON, Arthur. Relationship marketing of services—growing

interest, emerging perspectives. 1995. Disponível em:

<http://link.springer.com/article/10.1177/009207039502300402>. Acesso em: 05 out. 2016.

BIQUE, Carina Ibraimo José; ROTA, Bernardo João. Análise comparativa sobre o nível de

satisfação dos clientes nos supermercados Game e shoprite, caso de estudo. 2008.

BRASIL. Comércio varejista: supermercados. In: BNDES: Banco Nacional de Desenvolvimento.

Brasília, nov. 1996. Disponível em:< http://www.bndes.gov/conhecimento/relato/supermerca.

pdf > Acesso em: 11 Jul. 2016.

CALAZANS, Angélica Toffano Seidel. Conceitos e uso da informação organizacional e

informação estratégica Angélica Toffano Seidel Calazans. 2006. Disponível em:

<http://periodicos.puc-campinas.edu.br/seer/index.php/transinfo/article/view/683>. Acesso em:

11 set. 2016.

CAMPOLINA, Angelo Salvatierra; BARROSO, Ana Cláudia. Decisões De Compra Dos

Clientes De Supermercados De Anápolis. Revista de Economia da Ueg, Anápolis, v. 3, n. 1,

p.125-145, jun. 2007. Disponível em:

<http://www.nee.ueg.br/seer/index.php/economia/article/viewFile/124/120>. Acesso em: 04 abr.

2016.

CERQUEIRA, J. P. de et al. Iniciando os conceitos de qualidade total. Biblioteca Pioneira de

Administração e Negócios. São Paulo: Pioneira, 1994. Série Qualidade Brasil. Disponível em:

<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S0034-7612200900010000200005&lng=pt> Acesso em: 15 nov. 2016.

CHO, Hira; FIORITO, Susan S.. Self-Service Technology in Retailing. The Case of Retail

Kiosks. 2010. Disponível em:

<ftp://ftp.repec.org/opt/ReDIF/RePEc/sym/PDF/symjournl143.pdf>. Acesso em: 08 out. 2016.

COSTA FILHO, B. A. O atendimento humano como suporte e incentivo ao

uso do auto-atendimento em bancos. Revista FAE, v. 4, n. 1, p. 59-67, jan./abr. 2001.

Disponível em:

<http://www.fae.edu/publicacoes/pdf/revista_da_fae/fae_v4_n1/o_atendimento_humano_com

o_.pdf>. Acesso em 27 mai. 2016.

DA COSTA, Francisco José. A INFLUÊNCIA DO VALOR PERCEBIDO PELO CLIENTE

SOBRE OS COMPORTAMENTOS DE RECLAMAÇÃO E BOCA A BOCA: uma investigação

em cursos de pós-graduação lato sensu. 2007. Disponível em:

<http://bibliotecadigital.fgv.br/dspace/bitstream/handle/10438/2518/166815.pdf?sequence=2&is

Allowed=y DA COSTA 2007>. Acesso em: 19 nov. 2016.

DABHOLKAR, Pratibha A.; BOBBITT, L. Michelle; LEE, Eun‐ju. Understanding consumer

motivation and behavior related to selfscanning in retailing: Implications for strategy

and research on technologybased selfservice. 2003. Disponível em:

<http://www.emeraldinsight.com/doi/abs/10.1108/09564230310465994>. Acesso em: 08 out.

2016.

DÓCOLAS, Evanguelia Nicolau. SATISFAÇÃO DOS CLIENTES DE TERCEIRA IDADE COM

O AUTO- ATENDIMENTO EM UMA AGÊNCIA DO BANCO DO BRASIL. 2004. Disponível em:

<http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/4755/000459556.pdf?sequence=1>. Acesso

em: 05 jul. 2016.

FIEBIG, Émerson Adriano; FREITAS, Ernani Cesar de. CANAIS DE ATENDIMENTO,

SATISFAÇÃO E LUCRATIVIDADE DE CLIENTES EM SERVIÇOS: UM CASO BANCÁRIO.

2011. Disponível em: <http://www.seer.ufrgs.br/read/article/view/38521>. Acesso em: 13 set.

2016.

FIGUEIREDO, Danielle Durski; ROCHA, Silvana Heidemann. Aplicação da teoria das filas na

otimização do número de caixas: um estudo de caso. 2010. Disponível em:

<http://periodicos.unicesumar.edu.br/index.php/iccesumar/article/view/1300/1113>. Acesso em:

05 abr. 2016.

FITZSIMMONS, James A.. Is selfservice the future of services? 2003. Disponível em:

<http://www.emeraldinsight.com/doi/pdfplus/10.1108/09604520310506496>. Acesso em: 06 jul.

2016.

GALLON, Alessandra Vasconcellos; SILVA, Tarcísio Pedro da. Importância dos atributos e

satisfação dos clientes de supermercados do médio vale do Itajaí/SC. Revista Brasilieira

de Gestão e Negócio, São Paulo, v. 10, n. 27, p.150-160, abr. 2008. Disponível em:

<http://www.aedb.br/seget/arquivos/artigos06/474_Artigo SEGeT Supermercados.pdf>. Acesso

em: 03 mar. 2016.

GIL, Antonio Carlos. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas,

2002.Disponível em:

<https://professores.faccat.br/moodle/pluginfile.php/13410/mod_resource/content/1/como_elabo

rar_projeto_de_pesquisa_-_antonio_carlos_gil.pdf> Acesso em 08 sep. 2016

HORA, Henrique Rego Monteiro da. Confiabilidade em Questionários para Qualidade: Um

Estudo com o Coeficiente Alfa de Cronbach. 2010. Disponível em:

<http://seer.ufrgs.br/index.php/ProdutoProducao/article/viewFile/9321/8252>. Acesso em: 20

nov. 2016.

HSIEH, Chang-tseh. Implementing Self-Service Technology To Gain Competitive

Advantages. 2005. Disponível em: <http://www.iima.org/CIIMA/CIIMA 5.1 77 Hsieh-9.pdf>.

Acesso em: 06 nov. 2016.

IPPUC - www.ippuc.org.br

KNOKE, William. O supermercado no Brasil e nos Estados Unidos: confrontos e contrastes.

Revista de Administração de Empresas, [s.l.], v. 3, n. 9, p.91-103, dez. 1963. FapUNIFESP

(SciELO). http://dx.doi.org/10.1590/s0034-75901963000300005. Disponível em:

<http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0034-75901963000300005&script=sci_arttext>. Acesso

em: 29 ago. 2016.

LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica. 1991. Disponível em:

<http://docente.ifrn.edu.br/olivianeta/disciplinas/copy_of_historia-i/historia-ii/china-e-india>.

Acesso em: 10 ago. 2016.

LEÃO, André Luiz Maranhão de Souza; MELLO, Sérgio Carvalho Benício de. Competências

empreendedoras de dirigentes de empresas brasileiras de médio e grande porte que

atuam em serviços da nova economia. 2006. Disponível em:

<http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1415-65552006000400003&script=sci_arttext>. Acesso

em: 09 ago. 2016.

LEVY, M.; WEITZ, B. Retailing management. 2 ed. Chicago: Ed. Irwin, 1995.

LIKES, Davi Augusto. Avaliação Da Satisfação Dos Clientes No Setor Supermercadista:

Estudo De Caso. 2004. 128 f. TCC (Graduação) - Curso de Mestrado Profissionalizante em

Engenharia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2004. Disponível em:

<http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/4621/000458411.pdf?sequence=1>. Acesso

em: 03 abr. 2016.

MCGEE, James V.; PRUSAK, Laurence. Gerenciamento estratégico da informação. Elsevier

Brasil, 1994.

MEDEIROS, Janine Fleith de; CRUZ, Cassiana Maris Lima. COMPORTAMENTO DO

CONSUMIDOR: FATORES QUE INFLUENCIAM NO PROCESSO DE DECISÃO DE

COMPRA DOS CONSUMIDORES. 2006. Disponível em:

<xa.yimg.com/kq/groups/20389472/545704329/name/COMPORTAMENTO_DO_CONSUMIDO

R_FATORES.pdf>. Acesso em: 28 ago. 2016.

MEUTER, M., OSTROM, A., ROUNDTREE, R. & BITNER, M. Self-service Technologies:

Understanding Customer Satisfaction with Technology Based Service Encounters.

Journal of Marketing, Vol. 64, pp. 50-64. 2000. Disponível em:

<http://citeseerx.ist.psu.edu/viewdoc/download?doi=10.1.1.476.2079&rep=rep1&type=pdf>

Acesso em: 04 abr. 2016.

MIRANDA, Roberto Lira. Marketing de varejo e alianças estratégicas com a indústria. Rio

de Janeiro: Qualitymark, 1997.

MORABITO, Reinaldo; LIMA, Flavio C. R. de. UM MODELO PARA ANALISAR O PROBLEMA

DE FILAS EM CAIXAS DE SUPERMERCADOS: UM ESTUDO DE CASO. 2000. Disponível

em:

<http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0101-74382000000100007&script=sci_arttext&tlng=pt>. Acesso em: 12 set. 2016.

MUKAKA, M.m.. A guide to appropriate use of Correlation coefficient in medical research.

2012. Disponível em: <https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3576830/>. Acesso em:

10 nov. 2016.

NATIONAL CASH REGISTER. SELF-CHECKOUT: A GLOBAL CONSUMER PERSPECTIVE.

2015. Disponível em: <https://www.ncr.com/sites/default/files/white_papers/RET_SCO_wp.pdf>.

Acesso em: 07 nov. 2016.

NICHOLS, D. P. My Coefficient α is Negative, SPSS Keywords. 1999. Disponível em

OLIVEIRA, Victor Santos; PELISSARI, Anderson Soncini; COELHO, João Henrique Malverdes.

Indicadores De Satisfação: Um Estudo Junto Aos Clientes Do Supermercado Sigma.

Qualit@s Revista Eletrônica, Vitoria, n. 2, p.1-17, abr. 2013. Disponível em:

<http://revista.uepb.edu.br/index.php/qualitas/article/viewFile/1847/977>. Acesso em: 05 abr.

2016.

OREL, Fatma Demirci; KARA, Ali. Supermarket self-checkout service quality, customer

satisfaction, and loyalty: Empirical evidence from an emerging market. 2014. Disponível em:

<http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0969698913000829>. Acesso em: 06 jul.

2016.

PARASURAMAN, Raja. Humans and Automation: Use, Misuse, Disuse, Abuse. 1997.

Disponível em: <http://hfs.sagepub.com/content/39/2/230.short>. Acesso em: 05 out. 2016.

PARENTE, Juracy. Varejo no Brasil: gestão e estratégia. São Paulo: Atlas, 2000.

PEREIRA, Acir. A UTILIZAÇÂO DOS SERVIÇOS DE AUTO-ATENDIMENTO NO BANCO DO

BRASIL. Disponível em:

<http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/13903/000649631.pdf>. Acesso em: 08 out.

2016.

PIRES, Péricles José; COSTA FILHO, Bento Alves da. O ATENDIMENTO HUMANO COMO

SUPORTE E INCENTIVO AO USO DO AUTO-ATENDIMENTO EM BANCOS. 2001.

Disponível em:

<http://www.fae.edu/publicacoes/pdf/revista_da_fae/fae_v4_n1/o_atendimento_humano_como_

.pdf>. Acesso em: 18 set. 2016.

QUEIROZ, Tatiana Silva de; SOUZA, Tereza de; GOUVINHAS, Reidson Pereira. Estratégias

de marketing como um diferencial na escolha do supermercado de bairro. Ram, Rev.

Adm. Mackenzie, [s.l.], v. 9, n. 3, p.58-84, jun. 2008. Disponível em:

<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1678-69712008000300004>. Acesso

em: 10 abr. 2016.

RAMOS, Rubens E. B.; FILHA, Nilva C. Espírito Santo. Fatores Da Satisfação E Fidelidade

Do Cliente - Um Estudo No Varejo De Supermercados. Xxvii Encontro Nacional de

Engenharia de Produção, Foz do Iguaçu, 2007. Disponível em:

<http://www.abepro.org.br/biblioteca/enegep2007_tr570426_0426.pdf>. Acesso em: 03 mar.

2016.

RINALDI, José Gilberto Spasiani; MORABITO, Reinaldo; TACHIBANA, Vilma Mayumi. A

importância da rapidez de atendimento em supermercados: um estudo de caso. Gest.

Prod., São Carlos, v. 16, n. 1, p.1-14, mar. 2009. Disponível em:

<www.scielo.br/pdf/gp/v16n1/v16n1a02.pdf>. Acesso em: 02 mar. 2016.

ROJO, F.J.G. Tendências em Supermercados. SuperHiper, São Paulo, ano 22, n.253 ,

p38-39, set. 1996.

SALMON, Walter J. Where is Electronic In-Home Retailing Going?. Division of Research,

Harvard Business School, 1983.

SCHMIDT, Sheila. A Study of Self - Service Checkouts. 2014. Disponível em:

<http://pure.au.dk/portal-asb-student/files/82369191/MSATER_THESIS.pdf>. Acesso em: 20

ago. 2016.

TAGLIACARNE, G. Pesquisa de Mercado: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 1991. 468p.

TOLEDO, Geraldo Luciano. Marketing e Varejo. In: Varejo, modernização e perspectivas.

São Paulo: Atlas, 1995.

TONTINI, G. Como identificar atributos atrativos e obrigatórios para o consumidor.

Revista de Negócios, Blumenau, v. 8, n. 1, p. 19-27, jan./mar. 2003.

TRUIJENS, Omo. Aspects of Information Strategy Formulation for Customer Orientation,

Amsterdam. 2001. Disponível em:

<http://citeseerx.ist.psu.edu/viewdoc/download?doi=10.1.1.552.989&rep=rep1&type=pdf>

Acesso em: 25 out. 2016.

USMANI, Zeeshan-ul-hassan; TARIQ, Amina. Influencing customers through customers -

Simulation of herd behavior in supermarkets. 2009 Ieee Symposium On Computational

Intelligence In Control And Automation, Nashville, 2009. Institute of Electrical & Electronics

Engineers (IEEE). http://dx.doi.org/10.1109/cica.2009.4982778. Disponível em:

<http://ieeexplore.ieee.org/xpl/login.jsp?tp=&arnumber=4982778&url=http://ieeexplore.ieee.org/i

el5/4914929/4982769/04982778.pdf?arnumber=4982778>. Acesso em: 06 abr. 2016.

WOODRUFF, Earl. Explanations from intra- and inter-group discourse: Students building

knowledge in the science classroom. 1997. Disponível em:

<http://link.springer.com/article/10.1007/BF02463030>. Acesso em: 07 dez. 2016.

ZEITHAML, V. A.; PARASURAMAN, A.; BERRY, L. L. Delivering quality service: balancing

APÊNDICE

APÊNDICE A – QUESTIONÁRIO PARA HIPERMERCADOS COM AUTOSSERVIÇO ...62

APÊNDICE B – QUESTIONÁRIO PARA HIPERMERCADOS SEM AUTOSSERVIÇO ...64

APÊNDICE C – MAPA DE HIPERMERCADOS DE CURITIBA ...66

APÊNDICE D – RESULTADOS DE ALFA DE CRONBACH PARA HIPERMERCADOS SEM

AUTOSSERVIÇO. ...67

No documento UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ (páginas 48-72)

Documentos relacionados