CAPÍTULO 3 - IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DA ENTIDADE GESTORA, DO
3.1. Informações relativas à entidade gestora
3.1.8. Representante para as relações com o mercado
Administrador da Santander Gestão de Activos - Sociedade Gestora de Fundos de Investimento Mobiliário, S.A.
Av. Eng. Duarte Pacheco, Amoreiras, Torre 1 - 6º 1099-024 Lisboa
Telef.: 21 389 34 00 Fax: 21 389 36 90
Email: [email protected] 3.2. Informações relativas ao depositário 3.2.1. Identificação do depositário
O Banco Depositário do Fundo é o BSN - Banco Santander de Negócios Portugal, S.A., com sede na Avª Eng.º Duarte Pacheco, Amoreiras, Torre 1, 6º Piso, 1099-024 Lisboa.
3.2.2. Indicação dos direitos e obrigações do depositário As obrigações do Banco Depositário são:
a) Receber em depósito ou inscrever em registo os valores do Fundo;
b) Efectuar a liquidação de todas as operações de compra e venda de títulos, de cobrança de juros e dividendos por eles produzidos e as relativas ao exercício de direitos;
c) Receber e satisfazer os pedidos de subscrição no momento da emissão;
d) Proceder ao reembolso no momento de liquidação do Fundo;
e) Ter em dia a relação cronológica de todas as operações realizadas e estabelecer mensalmente o inventário discriminado dos valores do Fundo;
f) Assumir uma função de vigilância e garantir perante os participantes o cumprimento do regulamento de gestão do Fundo, especialmente no que se refere à política de investimentos;
g) Pagar aos participantes a sua quota-parte nos lucros do Fundo, no momento da sua liquidação;
h) Assegurar que a venda, a emissão, o reembolso e a anulação das unidades de participação sejam efectuadas de acordo com a lei e o regulamento de gestão;
i) Assegurar que o cálculo do valor das unidades de participação se efectue de acordo com a lei e o regulamento de gestão;
j) Executar as instruções da Entidade Gestora, salvo se forem contrárias à lei ou ao regulamento de gestão;
k) Assegurar que nas operações relativas aos valores que integram o Fundo a contrapartida lhe seja entregue nos prazos conformes à prática do mercado;
l) Assegurar que os rendimentos do Fundo sejam aplicados em conformidade com a lei e o regulamento de gestão;
m) Efectivar todas as operações e eventos relacionados com a custódia do Fundo;
Os direitos do Banco Depositário são:
a) Receber as comissões de depósito referidas no ponto seguinte do presente prospecto;
b) Examinar ou mandar examinar por peritos habilitados os livros da Entidade Gestora.
A Entidade Gestora e o Banco Depositário respondem solidariamente perante os participantes pelo cumprimento dos deveres legais e regulamentares aplicáveis e das obrigações decorrentes do presente regulamento de gestão.
3.2.3. Remuneração
O banco depositário cobrará uma comissão de depósito de 0.01% ao ano. Esta comissão é cobrada ao Fundo anual e postecipadamente, a contar da data de constituição do Fundo, no 3º dia útil do mês seguinte ao do respectivo ano, e calculada diariamente sobre o valor líquido global do Fundo.
3.3. Relações entre entidade gestora e depositário
a) Fracção do capital detido, directa ou indirectamente, pelo depositário na entidade gestora: 100%
b) Fracção do capital directa e indirectamente, pela entidade gestora no depositário: 0%
c) Montante dos dividendos recebidos pelo depositário, no decurso do último exercício, relativamente às acções da entidade gestora que detém: Nenhum
d) Montante dos dividendos recebidos pela entidade gestora, no decurso do último exercício, relativamente às acções do depositário que detém: Não aplicável
e) Montante dos créditos e dos débitos devidamente descriminados do depositário relativamente à entidade gestora e desta relativamente ao depositário, relativamente ao último exercício (2003):
- EUR 0.00 crédito da Entidade Gestora - EUR 0.00 débito do Depositário
f) Montante das Compras e Vendas, Royalties, Comissões, Fornecimentos e Serviços, Trabalhos Especializados, Prestações de Serviços e Subcontratos do depositário
relativamente à entidade gestora e desta relativamente ao depositário, relativamente ao último exercício:
Prestações de Serviços do Depositário para com a Entidade Gestora (trabalhos especializados da última), em 31 de Dezembro de 2003:
- EUR 0.00 proveito do Depositário - EUR 0.00 custo da Entidade Gestora
A Entidade Gestora celebrou com o BSN - Banco Santander de Negócios Portugal, S.A. (BSN) um contrato de prestação de serviços através do qual, o BSN se obriga a prestar à Entidade Gestora, serviços de contabilidade e assistência fiscal, gestão de pessoal, processamento informático de operações (Back-Office) e consultoria em diversas áreas, nomeadamente planeamento, representação contratual e legal.
3.4. Entidades colocadoras 3.4.1. Identificação
A colocação de unidades de participação do Fundo será feita pelo Banco Depositário, o BSN - Banco Santander Negócios Portugal, S.A., com sede na Av. Eng. Duarte Pacheco, Amoreiras, Torre 1 em Lisboa e pelo Banco Santander Totta, S.A., com sede na Rua do Ouro, 88, em Lisboa.
3.4.2. Relações entre a entidade gestora e as entidades colocadoras
A sociedade gestora Santander Gestão de Activos – S.G.F.I.M., S.A., é detida a 100% pela sociedade Santander Gestão de Activos, S.G.P.S., S.A., a qual por sua vez é detida a 100%
pelo BSN - Banco Santander de Negócios Portugal, S.A..
A sociedade gestora Santander Gestão de Activos – Sociedade Gestora de Fundos de Investimento Mobiliário S.A., o banco depositário BSN - Banco Santander de Negócios Portugal, S.A. e a entidade colocadora Banco Santander Totta, S.A. fazem parte do mesmo Grupo económico.
3.5. Consultores de investimento
Não está prevista a existência de consultores de investimento para o Fundo.
3.6. Auditores externos ou revisores de contas
As contas do Fundo serão submetidas a certificação legal por revisor oficial de contas, nomeadamente António Barreira, Fernando Vieira, Justino Romão & Associados, SROC, com sede na Rua General Firmino Miguel, nº 3, 1º, 1600 Lisboa, inscrita na CROC nº 51, registada na CMVM sob o nº 1254, representada por Dr Fernando Jorge Marques Vieira, ROC nº 564.
3.7. Outras entidades
Não existem outras entidades prestadoras de serviços de investimento ou administrativas relevantes.
3.8. Acontecimentos excepcionais
Não existem acontecimentos excepcionais que, nos últimos três anos, tenham afectado ou se preveja venham a afectar significativamente a actividade da entidade gestora.
3.9. Procedimentos judiciais ou arbitrais
Não existem procedimentos judiciais ou arbitrais susceptíveis de terem tido ou virem a ter uma incidência importante sobre a situação financeira da Santander Gestão de Activos - Sociedade Gestora de Fundos de Investimento Mobiliário, S.A..
3.10. Interrupções de actividades
Não existem interrupções na actividade da Santander Gestão de Activos - Sociedade Gestora de Fundos de Investimento Mobiliário, S.A. susceptíveis de terem tido ou virem a ter uma incidência importante sobre a situação financeira da Santander Gestão de Activos - Sociedade Gestora de Fundos de Investimento Mobiliário, S.A.
CAPÍTULO 4 - PATRIMÓNIO E SITUAÇÃO FINANCEIRA DO FUNDO
4.1. Património do fundo de investimento
O património do Fundo será investido de acordo com a política de investimento definida, a partir da data da sua constituição.
4.2. Contas do Fundo
As contas anuais e semestrais dos Fundo são encerradas, respectivamente, com referência a 31 de Dezembro e a 30 de Junho e serão disponibilizadas, no primeiro caso, nos três meses seguintes e, no segundo, nos dois meses seguinte à data da sua realização.
A sociedade gestora publicará no sistema de divulgação de informação da CMVM (sítio da CMVM na Internet: www.cmvm.pt), um aviso informando que o conjunto de documentos que integram o Relatório e Contas do Fundo (quer no caso das contas anuais quer semestrais), se encontram à disposição do público em todos os locais de comercialização e que poderá ser enviado sem encargos aos participantes que o requeiram.
CAPÍTULO 5 - OUTRAS INFORMAÇÕES
No prazo de três meses após o encerramento das contas anuais (31 de Dezembro), a Santander Gestão de Activos – Sociedade Gestora de Fundos de Investimento Mobiliário, S.A., publicará no sistema de divulgação de informação da CMVM (sítio da CMVM na Internet: www.cmvm.pt), um aviso informando que o conjunto de documentos que integram o Relatório e Contas Anual do Fundo, se encontra à disposição do público em todos os locais de comercialização e que poderá ser enviado sem encargos aos participantes que o requeiram.
No prazo de dois meses após o encerramento das contas semestrais (30 de Junho), a Santander Gestão de Activos – Sociedade Gestora de Fundos de Investimento Mobiliário, S.A., procederá à sua divulgação através da forma supra descrita.
O valor das unidades de participação do Fundo será publicado diariamente no sistema de divulgação de informação da CMVM (sítio da CMVM na Internet: www.cmvm.pt).
A composição da carteira do Fundo será mensalmente publicada no sistema de divulgação de informação da CMVM (sítio da CMVM na Internet: www.cmvm.pt).
O valor de cotação das unidades de participação do Fundo poderá ser consultado diariamente no sistema de divulgação de informação do mercado onde as mesmas se encontram admitidas à negociação (www.opex.pt).
CAPÍTULO 6 - CONTRATO DE FOMENTO Não foi celebrado qualquer contrato de liquidez.
CAPÍTULO 7 - REGULAMENTO DE GESTÃO
I - INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE O FUNDO, A SOCIEDADE GESTORA E OUTRAS ENTIDADES
1. O Fundo
a) A Fundo adopta a denominação de “CÂMBIO INVEST – Fundo Especial de Investimento”;
b) O Fundo constitui-se como um Fundo Especial de Investimento Fechado;
c) A constituição do Fundo foi autorizada pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários em 18 de Fevereiro de 2005], por tempo indeterminado. O Fundo inicia a sua actividade em 23 de Março de 2005, data em que se considera constituído;
d) O Fundo tem a duração de 3 anos e 6 meses, a contar da data da respectiva constituição.
e) O montante total da emissão é de € 70,000,000, a que correspondem 14,000,000 unidades de participação. O valor de subscrição é de € 5 por unidade de participação;
f) O período de subscrição decorre entre 21 de Fevereiro de 2005 e 22 de Março de 2005.
Não existe rateio, sendo os pedidos satisfeitos pela respectiva ordem de recepção;
g) A liquidação da subscrição será efectuada no dia útil imediatamente seguinte ao final do período de subscrição;
h) A subscrição das unidades de participação será directa, não havendo tomada firme, mas sim, a assunção do compromisso por parte das entidades comercializadoras em desenvolver os melhores esforços com vista à colocação da emissão;
i) Não sendo totalmente subscrita a emissão, o número de unidades de participação será fixo e igual ao número de unidades de participação que tenha sido efectivamente subscrito, no final do período de subscrição.
2. A Sociedade Gestora
a) O Fundo é administrado pela Santander Gestão de Activos – Sociedade Gestora de Fundos de Investimento Mobiliário, S.A., com sede em Avª Engº Duarte Pacheco, Torre 1 – 6º Piso, em Lisboa.
b) A sociedade gestora é uma sociedade anónima, cujo capital social, inteiramente subscrito e realizado, é de € 5,116,510 (cinco milhões cento e dezasseis mil quinhentos e dez euros), sendo na sua totalidade detido pela Santander Gestão de Activos, S.G.P.S., S.A..
c) A sociedade gestora constituiu-se, por tempo indeterminado, por escritura pública lavrada no 21º Cartório Notarial de Lisboa no dia 27 de Dezembro de 1989, tendo a sua constituição sido publicada no Diário da República nº 156 – III Série, de 10 de Julho de 1991 e encontra-se registada na CMVM como intermediário financeiro autorizado desde 29 de Julho de 1991.
d) A administração, gestão e representação do Fundo cabem, por conta e em nome dos participantes, à Santander Gestão de Activos - Sociedade Gestora de Fundos de Investimento Mobiliário, S.A..
e) À Santander Gestão de Activos - Sociedade Gestora de Fundos de Investimento Mobiliário, na sua qualidade de Entidade Gestora compete-lhe em geral a prática de todos os actos e operações necessários ou convenientes à boa administração do Fundo, de acordo com critérios de elevada diligência e competência profissional, e em especial:
i. Adquirir e alienar quaisquer valores e exercer os direitos directa ou indirectamente relacionados com os bens do Fundo;
ii. Emitir, em ligação com o depositário, as unidades de participação e autorizar o seu reembolso;
iii. Determinar o valor das unidades de participação;
iv. Seleccionar os valores que devem constituir o Fundo, de acordo com a política de investimento prevista neste regulamento de gestão, e efectuar ou dar instruções aos depositários para que estes efectuem as operações adequadas à execução dessa política;
v. Manter em ordem a escrita própria e a escrita do Fundo;
vi. Dar cumprimento aos deveres de informação estabelecidos por lei ou pelo regulamento de gestão.
f) A Entidade Gestora e o Banco Depositário respondem solidariamente perante os participantes pelo cumprimento das obrigações contraídas nos termos da lei e do presente regulamento de gestão.
3. Entidades Subcontratadas
A Entidade Gestora celebrou com o BSN - Banco Santander de Negócios Portugal, S.A.
(BSN) um contrato de prestação de serviços através do qual o BSN se obriga a prestar à Entidade Gestora serviços de contabilidade e assistência fiscal, gestão de pessoal, processamento informático de operações (Back-Office) e consultoria em diversas áreas, nomeadamente planeamento, representação contratual e legal.
4. O Depositário
A entidade depositária dos valores mobiliários do Fundo é o BSN - Banco Santander de Negócios Portugal, S.A., com sede em Lisboa, na Av. Engº Duarte Pacheco, Amoreiras, Torre 1 – 6º, e encontra-se registada na CMVM como intermediário financeiro desde 29 de Julho de 1991.
Compete nomeadamente ao depositário: inscrever em registo ou receber em depósito os valores do Fundo; efectuar as compras e vendas dos valores do Fundo de que a entidade gestora o incumba, as operações de cobrança de juros, dividendos e outros rendimentos por ele produzidos, bem como as operações decorrentes do exercício de outros direitos de natureza patrimonial relativos aos mesmos valores; receber e satisfazer os pedidos de subscrição e de resgate de unidades de participação; ter em dia a relação cronológica de todas as operações realizadas e estabelecer mensalmente o inventário discriminado dos valores à sua guarda.
O depositário deverá assumir uma função de vigilância e garantir perante os participantes o cumprimento do regulamento de gestão do Fundo, especialmente no que se refere à política de investimentos.
Ao depositário compete, ainda: assegurar que a venda, a emissão, o reembolso e a anulação das unidades de participação sejam efectuados de acordo com a lei e o regulamento de gestão; assegurar que o cálculo do valor das unidades de participação se efectue de acordo com a lei e o regulamento de gestão; executar as instruções da entidade gestora, salvo se forem contrárias à lei ou ao regulamento de gestão; assegurar que nas operações relativas aos valores que integram o Fundo, a contrapartida lhe seja entregue nos prazos conformes
à prática do mercado; assegurar que os rendimentos do Fundo sejam aplicados em conformidade com a lei e o regulamento de gestão.
O depositário responde solidariamente com a sociedade gestora, perante os participantes, pelo cumprimento das obrigações contraídas nos termos da lei e do regulamento de gestão.
5. As entidades comercializadoras
a) As entidades responsáveis pela colocação das unidades de participação do Fundo junto dos investidores são: BSN - Banco Santander de Negócios Portugal, S.A., com sede na Avª Engº Duarte Pacheco, Torre 1 – 6º Piso, em Lisboa e Banco Santander Totta, S.A., com sede na Rua do Ouro, 88, em Lisboa.
b) O Fundo é comercializado:
i. Nas instalações do BSN - Banco Santander de Negócios Portugal, S.A.
ii. No Banco Santander Totta, S.A., através dos seus balcões.
c) Enquanto entidades comercializadoras, os bancos acima referidos, respondem solidariamente com a sociedade gestora, perante os participantes, pelos prejuízos causados pelos seus actos e omissões.
II - POLÍTICA DE INVESTIMENTO DO PATRIMÓNIO DO FUNDO/POLÍTICA DE RENDIMENTOS
1. Política de investimento do Fundo
A política de investimento do Fundo assenta essencialmente em quatro pilares:
Proporcionar na data de reembolso, uma remuneração dependente da evolução, durante o período de vida do Fundo, de cinco taxas de câmbio (dólar norte-americano vs euro (EUR/USD); dólar americano vs libra inglesa (GBP/USD); dólar norte-americano vs dólar australiano (AUD/USD); dólar norte-norte-americano vs franco suíço (USD/CHF) e dólar norte-americano vs iene japonês (USD/JPY)). A remuneração devida na maturidade será tanto maior quanto maior for a desvalorização do dólar norte-americano face àquelas moedas, sem prejuízo do mínimo e máximo aplicáveis;
Proporcionar na data de reembolso final, 100% do capital inicialmente subscrito na data de constituição do Fundo, independentemente da evolução dos mercados cambiais;
Permitir que a remuneração total líquida devida na data de reembolso não seja inferior a 1.6% do valor inicialmente subscrito na data de constituição do Fundo (ou seja, não seja inferior ao equivalente a uma taxa de rentabilidade anual líquida de aproximadamente 0.46%, i.e. uma taxa anual bruta de aproximadamente 0.58%) nem superior a 15.0% do valor inicialmente subscrito na data de constituição do Fundo (ou seja, não ser superior ao equivalente a uma taxa de rentabilidade anual líquida de aproximadamente 4.07%, i.e. uma taxa anual bruta de aproximadamente 5.09%), independentemente da evolução dos mercados cambiais. Estes valores e taxas de rentabilidade foram considerados tendo em conta o regime fiscal em vigor e são somente aplicáveis a pessoas singulares sujeitas a IRS que não optem por englobar os rendimentos respeitantes às unidades de participação. Nos restantes casos, o rendimento líquido (efectivo, mínimo ou máximo) poderá ser distinto, conforme a forma como o detentor das unidades de participação é tributado.
Não proceder ao pagamento ou distribuição de qualquer remuneração ou rendimento aos detentores do Fundo antes da maturidade do mesmo.
Contudo, o reembolso do capital investido e remuneração mínima que o Fundo pretende proporcionar, na maturidade, estão sujeitos à capacidade financeira do emitente (das obrigações que integram o património do Fundo) para satisfazer os compromissos financeiros daí decorrentes e pressupõem a não alteração adversa do regime fiscal.
Nomeadamente, em caso de insolvência do emitente, o valor do Fundo poderá desvalorizar-se significativamente, podendo, no limite, implicar a perda total do capital investido no Fundo pelos detentores das unidades de participação.
Neste contexto, o Fundo será constituído essencialmente por 5 obrigações de caixa (Obrigações de Caixa “Santander Totta EUR/USD”; Obrigações de Caixa “Santander Totta GBP/USD”; Obrigações de Caixa “Santander Totta AUD/USD”; Obrigações de Caixa “Santander Totta USD/CHF”; e Obrigações de Caixa “Santander Totta USD/JPY”), todas a emitir, por oferta particular, pelo Banco Santander Totta, S.A., ao abrigo do Decreto-Lei n.º 408/91, de 17 de Outubro, no dia 24 de Março de 2005 e com data de reembolso prevista para o dia 23 de Setembro de 2008.
As obrigações não proporcionarão qualquer juro ou remuneração antes da respectiva maturidade, pelo que o Fundo também não procederá ao pagamento ou distribuição de qualquer remuneração intercalar antes da maturidade do mesmo.
A remuneração total (antes de imposto sobre os rendimentos) de cada obrigação, devida somente na maturidade, corresponderá (em percentagem do valor nominal) ao maior entre (i) a respectiva remuneração mínima e (ii) o produto de (a) a respectiva Exposição e (b) a variação relevante da taxa de câmbio respectiva. A remuneração total de cada obrigação (antes de imposto sobre os rendimentos) não poderá, em caso algum, ser superior a 19.5%
do valor nominal.
A remuneração mínima total bruta de cada obrigação, devida somente na maturidade, é, em percentagem do respectivo valor nominal, de 2.70%, 2.70%, 2.70%, 2.70% e 2.70%, respectivamente para as Obrigações de Caixa “Santander Totta EUR/USD”, Obrigações de Caixa “Santander Totta GBP/USD”, Obrigações de Caixa “Santander Totta AUD/USD”, Obrigações de Caixa “Santander Totta USD/CHF” e Obrigações de Caixa “Santander Totta USD/JPY”.
A Exposição à variação relevante da taxa de câmbio com respeito a cada obrigação é de 45%, 50%, 60%, 40% e 75%, respectivamente para as Obrigações de Caixa “Santander Totta EUR/USD”, Obrigações de Caixa “Santander Totta GBP/USD”, Obrigações de Caixa “Santander Totta AUD/USD”, Obrigações de Caixa “Santander Totta USD/CHF” e Obrigações de Caixa “Santander Totta USD/JPY”.
No caso da evolução dos mercados cambiais não ser favorável (i.e. se o dólar norte-americano não se desvalorizar face àquelas cinco moedas), reflectindo-se negativamente na rentabilidade das 5 obrigações, pretende-se que o Fundo proporcione uma remuneração mínima total líquida na maturidade de pelo menos 1.6% do valor inicial do Fundo (ou seja, o equivalente a uma taxa anual líquida de aproximadamente 0.46%), em virtude das obrigações proporcionarem um juro mínimo total bruto de 2.7% do respectivo valor nominal.
Caso contrário, a remuneração proporcionada pelas obrigações, e portanto pelo Fundo, será tanto maior quanto mais favorável for a evolução da taxa de câmbio relevante para cada uma das 5 obrigações (i.e. quanto maior for a desvalorização do dólar norte-americano face a cada uma daquelas moedas), sem prejuízo da remuneração de cada obrigação ser limitada a um máximo de 19.5% do seu valor nominal. Em consequência, a remuneração total líquida do Fundo está limitada a um máximo de aproximadamente 15.0% do valor inicialmente subscrito (ou seja, o equivalente a uma taxa anual líquida de 4.07%). Esta remuneração máxima só será atingida se a variação relevante das taxas de câmbio for de pelo menos 43.3%, 39.0%, 32.5%, 48.8% e 26.0% respectivamente para o EUR/USD, GBP/USD, AUD/USD, USD/CHF e USD/JPY. Para tal, o USD terá que se depreciar face às cinco moedas em pelo menos 76.5%, 63.9%, 48.1%, 32.8% e 20.6%, respectivamente.
Dado cada uma destas taxas de câmbio estar associada a uma das 5 obrigações, a evolução desfavorável de qualquer taxa de câmbio (i.e. a valorização do dólar norte-americano
Dado cada uma destas taxas de câmbio estar associada a uma das 5 obrigações, a evolução desfavorável de qualquer taxa de câmbio (i.e. a valorização do dólar norte-americano