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Responsabilidade pelo fato do produto ou do serviço

3.1 Diretrizes gerais para a responsabilidade civil do fornecedor no comércio eletrônico

3.1.1 Responsabilidade pelo fato do produto ou do serviço

gosto de ficar com meus amigos. Também não tenho hobby formal não.

FOTOGRAFIA?

Agora fica mais fácil com iPhone, acho que é isso. Gosto de passear, entendeu? De viajar, conversar com gente diferente. Mas de novo, não sou nada formal. Aquela coisa de aos fins de semana eu saio de moto, não tem isso.

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Qual a sua relação com a arte

Acho fantástico. Eu tenho uma relação pessoal com arte.

Meu pai é ilustrador, sempre foi com arte, eu cresci com arte, minha mãe se separou e casou com artista plástico brasileiro também, e viveu com ele quase 20 anos. Eu ali moleque, vendo aquilo, e mexia com a tinta, e começan-do a falar sobre quadro, rabiscancomeçan-do, de mostrar pra min-ha mãe, essas cenas e falava “pô que legal o quadro”, já vi jogando quadro pela janela, assim, sempre tive uma relação muito próxima com isso, sempre me fascinou muito. Nunca tive uma missão artística, mas é inegável que arte...vinte anos depois tem relação com isso sem dúvida. Dei uma palestra no ano retrasado, tracei uma relação entre arte, arquitetura e direção de arte. Eu falei um pouco sobre isso, que as origens pessoais... Então é isso, fiquei encantado com o tema da sua pesquisa. Para mim é um prazer, acho também que o fato de ter nasci-do numa cidade como Brasília ajunasci-dou também a formar de uma maneira as minhas referências pessoais como que Brasília foi muito além de estranho, diferente, mui-to bonita, então assim, naturalmente fui muimui-to ligado em cultura também, acho que arte e cultura sempre tiveram uma forte na minha vida, nas minhas escolha, sem que-rer, que está envolvida nisso desde criança.

Vamos falar um pouquinho sobre direção de arte. Para você, qual o papel de um diretor de arte na publicidade e dentro de uma agência?

Eu acho que diretor de arte... vou falar hoje, está? O papel do diretor de arte, como se diz por aí, ele vem mudando desde os tempos de DPZ até os dias de hoje. Um papel cada vez mais excitante, mais interessante, o diretor de arte passou de um executador de ideias para um criador e um executador no mesmo sentido da palavra. Hoje em dia o diretor de arte tem um instrumental, tem uma rede de fornecedores de ilustração, fotografia, art buyer, que é global, posso está aqui em Londres, uma campanha de São Paulo, com fornecedores de Xangai, etc. Então é o que você pode fazer ficou muito muito amplo, não

tem limite de tipo de ilustração que você pode usar, de tipo de fotógrafo que você pode usar, o leque de instru-mental muito forte. Isso porque o diretor de arte não é o cara que, não é o mestre da ilustração, da fotografia, da escultura, ele é o cara que tem as referências de tutoria para executar as campanhas com o estilo mais adequa-do para aquele job. Não é somente a arte tem um sen-tido muito específico. Não quero julgar ninguém, nunca foi o meu barato, o meu objetivo, sempre gostei de cam-panhas das mais variadas possíveis, tanto em termos de estética como em termos de canais, de mídias, mas nunca gostei de diretor de arte de mídia impressa com layout de ilustração especificamente, sempre gostei de cada job da maneira mais fresca possível, mais dife-rente possível. Então, assim, tenho uma visão muito do diretor de arte bacana, ele pode ser o cara que vai ter a ideia de rádio até a ideia de filme, de mídia impres-sa, de pôster, de design, de package, do que for, mas eu acho que o comunicador é o cara que é o motor da agência de propaganda, é o cara que tem que juntar os elementos certos para fazer os produtos mais interes-santes possível, que são as campanhas, as campanhas que vão engajar, que vão vender, não necessariamente nessa ordem, é o cara que junto de outras pessoas, é o cara que está na cozinha e vai preparar o produto para uma função interessante. Sou suspeito para falar. Acho um barato. Acho que é uma função muito relevante.

Atualmente, como está o mercado em Londres para o dire-tor de arte?

Complicado. Londres é como qualquer outro mercado.

Eu acho que o diretor de arte brasileiro, ele é um per-fil de profissional que, qualquer mercado, tem que ter abertura dentro das agência para criar campanhas. O di-retor de arte tem de criar campanhas e peças pras cam-panhas, produzir portanto, com deadlines e orçamentos muito apertados... A gente, desde cedo, aprende a ter a ser resourceful, a gente tem que saber botar a mão na massa. Isso desde cedo acaba sendo um profissional

muito proativo, rápido, nesse sentido prático da coisa.

No sentido estético, também pode ser muito assim. No Brasil, existe no Brasil uma coisa que é a diferença de classes, que para você fazer uma campanha que seja entendida e tenha aderência do público, você tem que ser muito visual no Brasil. Não à toa que o Brasil seja referência, que a revista que vai chegar na sua casa, acho que tem que fazer uma comunicação universal que vai ser entendida por todas as classes, por todas as pessoas. O brasileiro é muito visual, e o diretor de arte também acaba meio que… o brasileiro é sarcástico, tem um senso de humor que é fantástico, coisa que é complicado no Brasil. O Brasil está muito chato nesse sentido, está muito politicamente correto. Eu me senti muito bem vindo aqui, o mercado respeita muito.

Quando você vai criar, você segue um briefing, você tem que criar uma campanha, um anúncio, que seja, você tem uma me-todologia, é metódico, você tem algumas etapas que gosta de cumprir por você, à parte do que tem a própria agência? Você pode contar um pouco do processo dos seus últimos trabal-hos, por exemplo.

É difícil para um cara ser metódico e trabalhar com pro-paganda. Enfim, os briefings mudam demais, os prazos mudam demais, os orçamentos mudam demais. Por ou-tro lado é difícil o cara ter um giro muito elaborado (??).

É importante que ele tenha alguns truques na manga para resolver problemas que sejam escassos de recur-sos. Uma coisa que pessoalmente eu gosto muito de fazer é sentar em algum lugar calmo, em paz, diferente de onde eu tô agora, no meio da criação, mas eu gosto de sentar num lugar muito calmo, com papelzinho na mão, caneta, talvez um ou dois livros, mas mais impor-tante, silêncio da cidade para gente criar, falar, abordar aquele problema onde sugere as maneiras mais loucas possíveis. O processo de criação é um processo de ex-posição. É um processo em que você se expõe. Acho interessante que haja uma certa privacidade para você se expor quando você está criando, sem julgamento.

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Você faz coisas e não te julgue o que você está falando.

A ideia pronta já é muito frágil, imagine na condução.

Então você fala e eu te julgo só, assim. Se você está (criando?) com o cara certo, ele pode falar, mas isso é uma casa, não precisa construir uma casa, precisa de um tijolo. É uma construção, eu acho importante esse momento de privacidade, de privação para a coisa sair, daí ela começa a tomar forma. Quantas vezes você vai fazer isso dentro do seu prazo, você vai conseguir ter 4, 3, 2 ou uma sessão de brainstorm, mas para mim o brainstorm é a pedra fundamental. A campanha co-meça, não consigo sentar no computador, achar a re-ferência sozinho, pensar do lado de lá, criar do lado de cá, eu crio do lado de cá e depois a gente pega e junta as peças de cada um e faz uma campanha, se tem uma coisa que eu consigo enxergar no processo é esse de ir pro bar e de criar junto. Mesmo com pouquíssimos recursos, um papel em branco e um lápis e pronto, de-pois a gente começa dar a forma junto, dede-pois a gente começa a separar, pra coisa ficar de pé.

Esse seu primeiro momento de pegar um livro, uma folha, vc faz sozinho?

P.R. Em geral, não. Eu gosto de discutir o briefing, co-meçar trazendo ideias, acho que é um momento de botar tudo na mesa, de todas as ideias possíveis e imagináveis, todas as besteiras possíveis e imagináveis, teoricamente tem que ser divertido o momento de seguir trabalhando, e depois sim, vou puxar um gás, pensar esteticamente na campanha, e aí sim o momento mais de fone, de ra-biscar sozinho. Do mesmo jeito que o redator nessa hora precisa se fechar um pouco mais, é um momento de construção, de execução.

Tem trilha sonora sempre? É sempre a mesma ou vai mu-dando?

Sabe que às vezes uso fone com a necessidade de isolar.

Sinto que quanto mais braçal a produção, o estágio da campanha, mais eu fico a fim de escutar música. Quanto

mais eu tenho de pensar, criar, fico no silêncio. É por aí, eu enxergo isso.

Então você prefere primeiro colocar umas ideias no papel para depois passar para o computador?

Sem dúvida. O rough pra mim é fundamental. Depois que a gente tem todas as ideias, é uma certa linha de produção, aquilo que te disse, por mais que eu não seja um cara que não se compacta da metodologia nenhum, mas (...) importantes para segurar a pauleira de qualquer agência, uma delas é essa. Posso te falar, todas as ideias e elas ficam lá, depois a gente faz uma seleção que a gen-te acha que o prazo está pedindo isso, algumas ideias vão pro lápis e papel, depois vão pro rough, depois que tem esse grupo de ideias do rough, algumas se perderam no ar, então depois do rough, a gente divide pro diretor de criação e algumas saem do papel e vão para uma exe-cução mais elaborada no computador, os layouts, e daí vão para o cliente. Muita coisa perde nesse processo de execução. De novo, é um troço muito frágil, então a gente tenta cuidar delas da melhor maneira possível durante todas essas etapas. Na dúvida, é gol. Se um não está muito seguro da ideia, mas o outro está, vamos apresen-tar. Que às vezes tem alguma coisa (inaudível).

Nesse momento que você tem que compor, você tem al-guma técnica de compilação elementos para montar esse rough ou o que vai ser, prismar a ideia visual? Como você busca esses elementos, você tem um banco de imagens?

Como você costuma escolher os elementos que vão com-por? Você tem uma ideia quando faz o rough, mas quais são as referências depois, a partir do momento que você já tem uma ideia, que você vai compor esse anúncio de algu-ma algu-maneira, pra finalizar o impresso ou o que seja. Como você busca esses elementos? Você tem alguma técnica, ou alguma forma de buscar referencias, tem um banco de imagens?

É interessante porque tem ideias que a gente tem e já visualiza a execução delas de um jeito específico. Elas já

nascem prontas praticamente. Você já tem na cabeça, o tipo, a estética, o recurso que você vai usar, às vezes já tem na cabeça “vou combinar com diretor tal, com fotógrafo tal, com o ilustrador tal”. Por outro lado, tem ideias que nascem claramente que vão ser executadas de várias maneiras, elas costumam ser mais desafiado-ras, esteticamente falando, porque você sempre acha que ela poderia ser executada de um jeito mais interes-sante. E nessa hora é muito importante você ter um pra-zo pra exercitar aquela ideia das mais variadas formas possíveis. Pra escolher minhas referências, o maior tru-que, não é um trutru-que, é uma coisa que demanda uma vida inteira, é ver a maior quantidade de coisas, de no-tícias, de ilustradores, de museus, de esculturas, ouvir piada, ir em shows. O truque é viver, ter talento, enfim, que aí você vai ter um arsenal mais carregador na hora de usar as ferramentas certas.

SOBRE ARTE E PUBLICIDADE

Falando do uso da arte na publicidade. O que você acha do uso da arte na publicidade. Considerando que determina-mos como arte na pesquisa é pintura, arquitetura, escultura e cartazes, até pop art, por que o que é contemporâneo, fica tão difícil de determinar certos conceitos e pré-conceitos, que preferimos, baseados em alguns autores, determinar até pop art. O que você acha do uso de imagens artísticas, de obras de arte em anúncios publicitários?

Você diz especificamente usar uma imagem da Monalisa, por exemplo, ou você diz usar o estilo do Klimt?

Pode ser, o que a gente chama na pesquisa de se apropriar de uma imagem inteira ou parte dela, ou se inspirar em um estilo, como uma forma, não só de cópia, mas de inspiração dos estilos, e que a pessoa possa olhar e falar: isso é um Sal-vador Dali, ou um cubismo, por exemplo.

Vou botar duas abordagens pra sua pergunta. Uma coisa é criativamente falando, outra é legalmente falando.

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tivamente falando, eu acho que vale tudo. A única coi-sa que não vale é criar campanha bundona, é criar ideia ruim, ou ideia velha, que eu já vi dez vezes, não vou nem subir nem chorar ideia, ou então vou chorar de tristeza.

Na hora de criar a campanha, qualquer ferramenta é vá-lida se ela for interessante. Então se a ideia for criar uma campanha no estilo de Salvador Dali, como você disse, já digo que vai ser difícil ela ficar legal, porque já fizeram mil vezes. Mas se ficar legal, eu não vejo problema nenhum.

De novo, pra mim o mais importante de tudo é o produto final, se ficou interessante, bonito, se ficou engraçado, se ficou emocionante. E tem o lado legal. Tem gente que usa referências artísticas, referências arquitetônicas, uma re-ferência qualquer, e não dá o crédito, não paga o royalt, afim de consumir, isso é crime.

Você lembra de ter usado alguma vez alguma imagem ar-tística em um anúncio, seja inteira ou parte dela, ou imi-tando uma obra de arte, um estilo artístico? Por que eu olhei seu portfolio que está no ar e não encontrei nada.

Que eu me lembre, não. Se tivesse lá, eu teria pagado ro-yalt. É difícil de dizer, às vezes as pessoas são categóricas em dizer, mas é impossível pra criar, que é a tal da inspi-ração, a tal da ideia, de onde ela vem. Muitas vezes, eu posso te dizer que não usei, mas não necessariamente por não estar impresso em um portfolio ou na campanha que eu criei, não necessariamente não usei de alguma maneira. Muita vezes você foi ao MOMA em Nova Iorque, você de bobeira, andando lá, viu um quadro dos mais le-gais do mundo, da história da arte, e foi embora pra São Paulo. Você nunca vai saber o impacto que aquela visi-ta ao MOMA, naquela visi-tarde de uma terça-feira qualquer, teve na sua vida. Então algumas vezes você teve uma ideia um ano depois, seis meses depois, e não necessa-riamente demonstrou esteticamente o que você viu lá, mas ficou na cabeça, é difícil dizer se veio daquela visita ou não. Então eu acho que às vezes você não lembra de fato, referência vira uma sopa na cabeça.

Mas finalizado, por exemplo, que você pega um anúncio, não lembra de ter usado nenhum?

Não. Mas de novo, acho válido.

Chegando na última parte, sobre arte e publicidade. Pelo que você comentou, não só na sua relação na infância e todo seu crescimento que você teve contato com a arte, en-tão a gente considera que você curte e gosta de arte. Existe algum tipo de arte específico que você gosta, ou um movi-mento, ou um artista, ou arquitetura, e por que te chama mais atenção?

Eu gosto muito de arte contemporânea. Eu acho que, a partir do momento que inventaram a câmera foto-gráfica… Em algum momento, o mais importante era a proficiência manual do artista, como ele reproduzia quase fotograficamente com perfeição a figura huma-na, a natureza, o que fosse. Em algum momento, a arte viu uma necessidade de ir além, de criar conceitos, de fazer pensar de outra forma. Não só: “nossa, como ele fez isso?” ou “nossa, que perfeito”. O desafio do artis-ta hoje é muito mais desafiador. Então eu gosto mui-to de arte contemporânea, eu acho a arte conceitual que vem daí muito interessante. Gosto muito da (in-audível), de pop art também, acho que abriu a cabeça das pessoas, pro dia a dia delas, como o filme Beleza Americana. Eu acho que a pop art trouxe isso também (inaudível), de contextualizar. Curto muito arte moder-na e contemporânea, toda cultura também, de qual-quer estilo, desde medieval, rococó, até o modernismo do Niemeyer. Adoro escultura também, sou fã de arte, mas esses estilo que te falei são as que vêm à minha cabeça como meus favoritos.

Você costuma ir a museus, exposições, galerias, quantas vezes, só pra ter uma ideia de frequência?

Olha, quando eu morava em São Paulo, eu morava perto do MASP. Eu ia ao MASP vários dias, repetidos dias. Acho que sempre que você vai a um museu, você está vendo ele de outro jeito, pela quantidade de experiências que

você tem. Em Londres é tudo novo ainda pra mim, tô ex-plorando a cidade, então minha frequência aumentou. Eu não tenho uma paranóia de ir ao museu pelo menos uma vez por semana. Mas vou todo mês pelo menos a uma galeria nova, ao museu.

Por que, por exemplo, aqui eu fiz o pré-teste antes de co-meçar a fazer as entrevistas oficiais, eu comecei a testar com algumas pessoas daqui. E aí eu perguntei prum diretor de arte, por que aqui também você tropeçou, está num museu.

E aí perguntei pra esse catalão e ele disse: “gosto, vou com muita frequência ao museu”. Eu perguntei: “quantas vezes por ano você vai ao museu?”. Ele respondeu: “três”, e pergun-tou por que eu fiz uma cara. Eu perguntei por que três, ele disse: “por que são as vezes que eu tenho férias, eu tiro fé-rias três vezes por ano. Então eu vou em algum lugar. “Mas e aqui em Barcelona, você vai a alguma exposição e tal? E ele disse que não. Por exemplo, eu sou sócia do Museu Picasso, eles têm o cartão de sócio-mantenedor. É um tamanho per-feito de museu, que tem um processo histórico maravilhoso do Picasso, desde o papel do guardanapo que o pai dele guardou quando ele tinha cinco anos de idade, até o perío-do mais louco dele.

Exatamente. Inclusive, se não me engano eu fui ao Mu-seu Picasso em Barcelona, que eu vi um quadro que deu ao Picasso o primeiro prêmio de arte dele. É um quadro renascentista, como é que veio do Picasso, como é que o cara sai disso, que todo mundo fazia, pra ajudar a criar o cubismo, enfim, pra pirar? Eu acho que a carreira do Picasso ilustra um pouco o que eu falei, que eu acho que, quando perguntam do que gosto mais de arte. Eu gosto mais do Picasso depois do Picasso do que antes. Cla-ro que ele era moleque, mas enfim, mas ele tinha uma destreza com o pincel, que ele fazia uma fotografia, todo mundo fazia aquilo. Ele fez um caminho que ele se que-brou, se reinventou.

Você tem costume de estudar arte, ou alguma coisa que te chame a atenção, comprar um livro e ler mais sobre ou se

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aprofundar mais?

Eu compro muito livro. Sou um adicto. Confesso que tem um problema de espaço aqui em Londres, as casas são menores aqui. Eu fico mais seletivo pra comprar livro, mas eu adoro. Livro de arte, de propaganda, também adoro. Gosto muito. Estudar formalmente, não. Não cos-tumo “Ah, está tendo um curso, tô afim de fazer”. Tô até vendo aqui, a oferta aqui é maior do que em São Paulo. A vida em São Paulo está muito louca né, trânsito, está um pouco demais, então acabava ficando meio reticente em relação a aumentar a minha rotina nesse sentido lá. Aqui acho que vai ser mais natural, mas ainda não fiz.

Eu compro muito livro. Sou um adicto. Confesso que tem um problema de espaço aqui em Londres, as casas são menores aqui. Eu fico mais seletivo pra comprar livro, mas eu adoro. Livro de arte, de propaganda, também adoro. Gosto muito. Estudar formalmente, não. Não cos-tumo “Ah, está tendo um curso, tô afim de fazer”. Tô até vendo aqui, a oferta aqui é maior do que em São Paulo. A vida em São Paulo está muito louca né, trânsito, está um pouco demais, então acabava ficando meio reticente em relação a aumentar a minha rotina nesse sentido lá. Aqui acho que vai ser mais natural, mas ainda não fiz.