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Ressonância/Aromaticidade e Acidez/ Basicidade dos Compostos Orgânicos:

ANEXO I – EMENTAS E PROGRAMAS DAS DISCIPLINAS DO NÚCLEO ESPECÍFICO

PROGRAMA Objetivos

3. Ressonância/Aromaticidade e Acidez/ Basicidade dos Compostos Orgânicos:

Ressonância/Aromaticidade dos Compostos Orgânicos: Efeitos Estruturais (Indutivo, Estérico e de Ressonância), Principais Intermediários de reações, Regra de Huckel, principais compostos aromáticos.

Acidez/Basicidade dos Compostos Orgânicos: Histórico; A força dos ácidos e bases: Ka e pKa; Relação entre estrutura e acidez; Tabela de acidez/escala de acidez.

4. Estereoquímica: Introdução; Conformações de Compostos Acíclicos; Conformações de Compostos Cíclicos;

Isomerismo Geométrico; Isomerismo Óptico.

Procedimentos Metodológicos

A metodologia da disciplina compreenderá aulas dialogadas pautadas nos livros textos e com o uso de outros textos para leitura, análise e síntese, resolução de exercícios em sala e atividades experimentais em laboratório de Química. Elaboração e apresentação de seminários e de outros trabalhos acadêmicos pelos estudantes, de modo a colocá-los em contato com o exercício da docência e a prática de atividades de pesquisa em ensino de Química.

Avaliação

Será contínua considerando os critérios de participação ativa dos discentes no decorrer das aulas nas aulas expositivas, na produção de trabalhos acadêmicos: trabalhos escritos e orais, individuais e em grupo, sínteses, seminários, avaliações individuais, etc. Consideraremos a participação dos discentes nas aulas, nas propostas das atividades individuais e coletivas, nas discussões em sala, no planejamento e laboração dos seminários e trabalhos escritos.

Bibliografia Básica

MCMURRY, John. Quimica Orgânica. 6ed. São Paulo: Cengage Laerning, 2004. v1.

MCMURRY, John. Quimica Orgânica. 6ed. São Paulo: Cengage Laerning, 2004. v2.

SCHORE, Neil E; VOLLHARDT, K. Peter. Química Orgânica: Estrutura e Função. 4ed. São Paulo: Bookman, 2004.

SOLOMONS, T.W; FRYHLE, Craig. Química Orgânica. 8ed. São Paulo: LTC, 2006. v1.

SOLOMONS, T.W; FRYHLE, Craig. Química Orgânica. 8ed. São Paulo: LTC, 2006. v2.

Curso: Licenciatura Plena em Química

Disciplina: Química Inorgânica Descritiva Carga-Horária: 90h (120 h/a)

EMENTA

Ligações químicas e estrutura molecular; ácidos e bases; oxidação e redução. Química descritiva sistemática dos elementos representativos.

PROGRAMA Objetivos Conhecer os conceitos básicos da Química inorgânica;

Conhecer e aplicar os conceitos ácido/base;

Definir óxido/redução, carga formal, assim como, a estabilidade das espécies químicas em solução aquosa;

Identificar as estruturas dos compostos inorgânicos dos elementos representativos mais comuns, bem como, os processos através dos quais são produzidos.

Conteúdos 1. Conceitos básicos.

1.1. Ligação química e estrutura molecular.

1.1.1. - Ligação iônica: sólidos, tipos básicos de estruturas cristalinas, energia (entalpia) reticular.

1.1.2. - Ligação covalente: Teoria do orbital molecular e diagramas de orbitais para moléculas diatômicas.

1.2. Ácidos e Bases.

1.2.1. - Conceitos de Lewis.

1.2.2. - Força relativa de ácidos e bases.

1.2.3. - Ácidos e bases duros e macios, superácidos.

1.3. Oxidação/redução.

1.3.1. - Números formais de oxidação.

1.3.2. - Diagaramas de Latimer, de Frost e de Ellinghan.

1.3.3. - Estabilidade das espécies em solução aquosa.

2. Química descritiva sistemática dos elementos representativos enfatizando:

2.1. Propriedades dos elementos e compostos mais comuns.

2.2. Obtenção de substâncias de elementos representativos a partir de recursos minerais, como fosfatos, bauxita, e outros.

2.3. Obtenção de produtos básicos como: ácido sulfúrico, amônia, hidróxido de sódio, etc.

2.4. Impacto ambiental.

Procedimentos Metodológicos

A metodologia da disciplina compreenderá aulas dialogadas pautadas nos livros textos e com o uso de outros textos para leitura, análise e síntese, resolução de exercícios em sala e atividades experimentais em laboratório de Química. Elaboração e apresentação de seminários e de outros trabalhos acadêmicos pelos estudantes, de modo a colocá-los em contato com o exercício da docência e a prática de atividades de pesquisa em ensino de Química.

Avaliação

Será contínua considerando os critérios de participação ativa dos discentes no decorrer das aulas nas aulas expositivas, na produção de trabalhos acadêmicos: trabalhos escritos e orais, individuais e em grupo, sínteses, seminários, avaliações individuais, etc. Consideraremos a participação dos discentes nas aulas, nas propostas das atividades individuais e coletivas, nas discussões em sala, no planejamento e laboração dos seminários e trabalhos escritos.

Bibliografia Básica

ATKINS, P. W.; SHRIVER, D. F. Química Inorgânica. 4. ed. São Paulo: Bookman, 2008.

BARROS, H. C. Química Inorgânica: uma Introdução. Belo Horizonte: UFMG, 1989.

LEE, J. D. Química Inorgânica Não Tão Concisa. 5. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2003.

Curso: Licenciatura Plena em Química

Disciplina: Físico-Química I Carga-Horária: 75h (100 h/a)

EMENTA

Introdução a Físico-Química. Estudo dos gases ideais e suas propriedades. Gases reais. Estrutura dos gases.

Propriedades de sólidos e líquidos. Princípios zero de termodinâmica. Termodinâmica: primeiro, segundo e terceiro princípios. Práticas como componente curricular.

PROGRAMA Objetivos

Compreender o comportamento da matéria, nos seus diferentes estados físicos, frente às variáveis: pressão, volume e temperatura;

Conhecer e compreender os conceitos de calor e trabalho, relacionando-os com os sistemas químicos;

Conhecer e aplicar os conceitos da primeira, da segunda e da terceira leis da termodinâmica;

Entender o significado de entropia, e relacioná-lo com os sistemas químicos.

Conteúdos 1. Introdução a Físico-Química.

2. Gases: Estudo dos gases ideais e suas propriedades. Gases reais. Estrutura dos gases.

3. Propriedades de sólidos e líquidos.

4. Princípios zero de termodinâmica.

5. Termodinâmica: primeiro, segundo e terceiro princípios.

6. Práticas como componente curricular.

Procedimentos Metodológicos Leitura e análise de textos;

Aula dialogada;

Atividades experimentais em laboratórios de Química Trabalhos individuais e em grupo;

Palestra e debate.

Avaliação

Será contínua considerando os critérios de participação ativa dos discentes no decorrer das aulas expositivas e experimentais. Consideraremos a participação dos discentes nas propostas das atividades individuais e coletivas, nas discussões em sala, no planejamento e laboração dos seminários e trabalhos escritos.

Bibliografia Básica

ATKINS, P. W; PAULA, Julio de. Físico-química. 8ed. São Paulo: LTC, 2008. v.1.

ATKINS, P. W; PAULA, Julio de. Físico-química. 8ed. São Paulo: LTC, 2008. v.2.

CASTELLAN, Gilbert. Fundamentos de Físico-química. São Paulo: Edgard Blucher, 2003.

MOORE, Walter John. Físico-química. 4ª ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2000.

Curso: Licenciatura Plena em Química

Disciplina: Mecanismo das Reações Orgânicas Carga-Horária: 75h (100 h/a)

EMENTA

Mecanismos de reação: princípios gerais. Reações de adição à ligação dupla carbono-carbono. Reações de substituição em compostos aromáticos. Reações de substituição em carbonos saturados. Reações de eliminação.

Reações de adição à carbonila. Reações de substituição em compostos carbonílicos.

PROGRAMA Objetivos

Conhecer os mecanismos pelos quais se processam as principais reações orgânicas;

Compreender os intermediários das reações, suas estruturas e os motivos de suas estabilidades;

Realizar experimentos com as principais reações orgânicas.

Conteúdos 1. Alcanos: Reações e mecanismos.

2. Compostos Aromáticos: Reações e mecanismos. Efeitos de grupos substituintes 3. Alcenos e Alcinos: Reações e mecanismos.

4. Álcoois e Éteres: Reações e mecanismos.

5. Haletos de Alquila: Reações SN1 e SN2, E1 e E2 – reatividades, estereoquímica e mecanismos.

6. Aldeidos e Cetonas: Reações e mecanismos – reações de adição à carbonila.

7. Ácidos Carbaxílicos e Derivados: Reações e mecanismos – reações de substituição nucleofílica acilica.

Recursos Metodológicos Leitura e análise de textos;

Aula dialogada;

Atividades experimentais em laboratórios de Química Trabalhos individuais e em grupo;

Palestra e debate;

Avaliação escrita.

Bibliografia Básica

MCMURRY, John. Quimica Orgânica. 6ed. São Paulo: Cengage Laerning, 2004. v.1.

MCMURRY, John. Quimica Orgânica. 6ed. São Paulo: Cengage Laerning, 2004. .v.2.

ALLIGER, Norman. Química Orgânica. 2ed. São Paulo: LTC, 1976

SCHORE, Neil E; VOLLHARDT, K. Peter. Química Orgânica: Estrutura e Função. 4ed. São Paulo: Bookman, 2004.

SOLOMONS, T.W; FRYHLE, Craig. Química Orgânica. 8ed. São Paulo: LTC, 2006. v.1.

SOLOMONS, T.W; FRYHLE, Craig. Química Orgânica. 8ed. São Paulo: LTC, 2006. v.2.

Bibliografia Complementar

SCHORE, Neil E; VOLLHARDT, K. Peter. Química Orgânica: Estrutura e Função. 4ed. São Paulo: Bookman, 2004.

Curso: Licenciatura Plena em Química

Disciplina: Físico-Química II Carga-Horária: 75h (100 h/a)

EMENTA

Energia Livre. Espontaneidade e Equilíbrio. Equilíbrio químico em sistema de composição variável. Equilíbrio de Fases em sistemas simples. A regra das fases. Solução ideal e as propriedades coligativas. Soluções com mais de um componente volátil. Equilíbrio em sistemas não ideais. Eletrolise Fotoquímica e absorção Eletroquímica.

Eletrolise e leis de Faraday. Práticas como componente curricular.

PROGRAMA Objetivos

Compreender e relacionar os conceitos de equilíbrios e cinética química,

Conhecer a sistemática para elaboração e proposta de mecanismos para explicar os processos reacionais.

Conteúdos 1. Energia Livre.

2. Espontaneidade e Equilíbrio.

3. Equilíbrio químico em sistema de composição variável.

4. Equilíbrio de Fases em sistemas simples.

5. A regra das fases.

6. Solução ideal e as propriedades coligativas.

7. Soluções com mais de um componente volátil.

8. Equilíbrio em sistemas não ideais.

9. Eletrolise Fotoquímica e absorção Eletroquímica.

10. Eletrolise e leis de Faraday.

11. Práticas como componente curricular.

Procedimentos Metodológicos Leitura e análise de textos.

Aula dialogada.

Atividades experimentais em laboratórios de Química.

Trabalhos individuais e em grupo.

Palestra e debate.

Avaliação

Será contínua considerando os critérios de participação ativa dos discentes no decorrer das aulas expositivas e experimentais. Consideraremos a participação dos discentes nas propostas das atividades individuais e coletivas, nas discussões em sala, no planejamento e laboração dos seminários e trabalhos escritos.

Bibliografia Básica

ATKINS, P. W; PAULA, Julio de. Físico-química. 8ed. São Paulo: LTC, 2008. v.1.

ATKINS, P. W; PAULA, Julio de. Físico-química. 8ed. São Paulo: LTC, 2008. v.2.

CASTELLAN, Gilbert. Fundamentos de Físico-química. São Paulo: Edgard Blucher, 2003.

MOORE, Walter John. Físico-química. 4ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2000.

Curso: Licenciatura Plena em Química

Disciplina: Química Inorgânica de Coordenação Carga-Horária: 75h (100 h/a)

EMENTA

Introdução à Química de Coordenação. O Conceito de Campo Ligante. Química descritiva sistemática dos Elementos de Transição.

PROGRAMA Objetivos

Conhecer os conceitos que fundamentam a Química inorgânica de coordenação;

Conhecer os conceitos de campo ligante;

Identificar as estruturas dos compostos inorgânicos de coordenação mais comuns, bem como, os processos através dos quais são produzidos.

Conteúdos 1. Introdução à química de coordenação:

1.1. Diversos tipos de ligantes e seus modos de coordenação.

1.2. Números e poliedros de coordenação.

1.3. Isomeria em compostos de coordenação.

1.4. Nomenclatura de compostos de coordenação.

2. O conceito do campo ligante (TCL):

2.1. Desdobramento de energias de orbitais em campo octaédrico, tetraédrico e quadrado.

2.2. A série espectroquímica de ligantes.

2.3. Complexos de alto e baixo spin.

2.4. TCL e propriedades magnéticas.

2.5. Energia de estabilização pelo campo ligante.

2.6. O efeito JahnTeller.

3. Química descritiva sistemática dos elementos de transição mais comuns levando em consideração os seguintes aspectos:

3.1. Obtenção, estruturas e propriedades das substâncias mais comuns.

3.2. Processos industriais envolvendo metais de transição ou seus compostos.

3.3. Processos catalíticos envolvendo compostos de metais de transição.

Procedimentos Metodológicos

A metodologia da disciplina compreenderá aulas dialogadas pautadas nos livros textos e com o uso de outros textos para leitura, análise e síntese, resolução de exercícios em sala e atividades experimentais em laboratório de Química. Elaboração e apresentação de seminários e de outros trabalhos acadêmicos pelos estudantes, de modo a colocá-los em contato com o exercício da docência e a prática de atividades de pesquisa em ensino de Química.

Avaliação

Será contínua considerando os critérios de participação ativa dos discentes no decorrer das aulas nas aulas expositivas, na produção de trabalhos acadêmicos: trabalhos escritos e orais, individuais e em grupo, sínteses, seminários, avaliações individuais, etc. Consideraremos a participação dos discentes nas aulas, nas propostas das atividades individuais e coletivas, nas discussões em sala, no planejamento e laboração dos seminários e trabalhos escritos.

Bibliografia Básica

ATKINS, P.W.; SHRIVER, D. F. Química Inorgânica. 4ed. São Paulo: Bookman, 2008.

JONES, Chris J. Química dos Elementos dos Blocos D e F. São Paulo: Artmed, 2002.

LEE, J. D. Química Inorgânica Não Tão Concisa. 5ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2003.

Curso: Licenciatura Plena em Química

Disciplina: Físico-Química III Carga-Horária: 75h (100 h/a)

EMENTA

Cinética Química: Conceitos fundamentais e leis empíricas. Aspectos teóricos. Reações Homogêneas e heterogêneas. Práticas como componente curricular.

PROGRAMA Objetivos

Compreender os equilíbrios de fases de uma substancia pura de soluções ideais e não idéias;

Compreender as definições de propriedades coligativas, suas variações e aplicações.

Conteúdos 1. Cinética Química: Conceitos fundamentais e leis empíricas.

2. Aspectos teóricos.

3. Reações Homogêneas e heterogêneas.

4. Práticas como componente curricular.

Procedimentos Metodológicos Leitura e análise de textos;

Aula dialogada;

Atividades experimentais em laboratórios de Química Trabalhos individuais e em grupo;

Palestra e debate.

Avaliação

Será contínua considerando os critérios de participação ativa dos discentes no decorrer das aulas expositivas e experimentais. Consideraremos a participação dos discentes nas propostas das atividades individuais e coletivas, nas discussões em sala, no planejamento e laboração dos seminários e trabalhos escritos.

Bibliografia Básica

ATKINS, P. W; PAULA, Julio de. Físico-química. 8ed. São Paulo: LTC, 2008. v.1.

ATKINS, P. W; PAULA, Julio de. Físico-química. 8ed. São Paulo: LTC, 2008. v.2.

CASTELLAN, Gilbert. Fundamentos de Físico-química. São Paulo: Edgard Blucher, 2003.

MOORE, Walter John. Físico-química. 4ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2000.

Curso: Licenciatura Plena em Química

Disciplina: Instrumentação para o Ensino de Química I Carga-Horária: 30h (40 h/a)

EMENTA

Visão geral sobre a origem, evolução, importância e campo atual de estudo da área de ensino de química.

Abordagem e discussão de questões fundamentais relativas ao ensino básico de química como ensino-aprendizagem, interdisciplinaridade e contextualização. Análise da concepção de ensino de química e do trabalho científico em química e seus reflexos no ensino. Análise do papel da experimentação na construção de conceitos químicos. Prática de ensino.

PROGRAMA Objetivos

Discutir a prática docente, abordando os principais temas do ensino de química, enfocando a relação teoria/prática.

Conhecer as principais discussões que permeiam a área de Ensino de Química.

Ter uma compreensão ampla dos significados de interdisciplinaridade e contextualização.

Conhecer as principais teorias de ensino-aprendizagem.

Conteúdos

1. Origem, evolução, importância e campo de estudo da área de Ensino de Química.

2. Evolução histórica do Ensino de Química no Brasil.

Objetivos do Ensino de Química.

3. O ensino de Química e a formação do cidadão.

4. Ensino de Química por meio de inter-relação: ciência/Tecnologia/Sociedade.

5. Reflexões sobre o significado de interdisciplinaridade.

6. A contextualização no Ensino de Química.

Processo ensino-aprendizagem em Química.

Atividades experimentais no ensino de química: características e objetivos.

7. Prática de ensino.

Procedimentos Metodológicos Leitura e análise de textos.

Aula dialogada.

Atividades experimentais em laboratórios de Química.

Trabalhos individuais e em grupo.

Palestra e debate.

Avaliação

Será contínua considerando os critérios de participação ativa dos discentes nas aulas expositivas, na produção de trabalhos acadêmicos: trabalhos escritos e orais, individuais e em grupo, sínteses, seminários, avaliações

individuais, etc. Consideraremos a participação dos discentes nas aulas, nas propostas das atividades individuais e coletivas, nas discussões em sala, no planejamento e elaboração dos seminários e trabalhos escritos.

Bibliografia Básica

ALVES, Rubem. Filosofia da Ciência: Introdução ao Jogo e suas Regras. 13ª ed. São Paulo: Loyola, 2001.

CHASSOT A. I. A Educação no Ensino de Química. Ijuí: UNIJUÍ, 1990.

MORTIMER, Eduardo. O Ensino de Química e Ciências e a Problemática Conceitual. VII ECODEC, 1995.

ASSUMPÇÃO, Ismael. Interdisciplinaridade: uma tentativa de compreensão do fenômeno.

Neves, Luiz Seixas das. Instrumentação para o ensino de química/ Luiz Seixas das Neves, Márcia Gorette Lima da Silva – Natal (RN) : EDUFRN – Editora da UFRN, 2006.

Bibliografia Complementar

MALDANER, Otávio A. Epistemologia e a Produção do Conhecimento Científico - Implicações para o Ensino de Química. ENEQ, Campo Grande, 1996.

MALDANER, Otávio A. Para Onde Vai o Ensino de Química: Ensino Médio. Poços de Caldas, Reunião Anual da SBQ, maio de 96.

MALDANER, Otávio A. Epistemologia e a Produção do Conhecimento Científico - Implicações para o Ensino de Química. ENEQ, Campo Grande, 1996.

MORAES, Roque. Construtivismo no Ensino de Química. São Paulo: Mimeo.

SCHNETZLER, R. P. &ARAGÃO, R. M. R. Importância, Sentido e Contribuições de Pesquisa para o Ensino de Química. Química Nova na Escola, n. 1, p. 27-31, maio de 95.

LOPES, Alice R. C. Livros Didáticos: Obstáculos ao Aprendizado da Ciência Química I - Obstáculos Animistas e Realistas. Química Nova, v.15, n.13 p.254-261, Janeiro de 1992.

BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes curriculares nacionais para o ensino médio. Brasília, 1998.

Disponível em: < <http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/book_volume_02_internet.pdf> Acesso em: 16 jan.

2008.

______. Ministério da Educação. Lei de diretrizes e bases da educação nacional (LDB) no. 9.394/96. Brasília,

1996.

______. Ministério da Educação. Parâmetros curriculares nacionais: novo ensino médio. Brasília, 1999b.

______. Ministério da Educação. Orientações Complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN+). Brasília, 2002. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/ciencian.pdf> Acesso em: 31 abr.

2004.

DIAS, Márcia Adelino da Silva; NÚÑEZ, Isauro Beltrán; RAMALHO, Betania Leite. Os saberes escolares e a formação de competências no ensino médio. In: NÚÑEZ, I. B.; RAMALHO, B. L. Fundamentos do ensino-aprendizagem das ciências naturais e da matemática: o novo ensino médio. Porto Alegre: Sulina, 2004. p. 105-124.

Le Boterf, Guy. Desenvolvendo a competência dos profissionais. São Paulo: Artmed. 2003.

LOPES, Alice Casimiro. O ensino médio em questão. Revista Química Nova na Escola, n. 7, p. 11-14, 1998.

______. Conhecimento escolar: ciência e cotidiano. Rio de Janeiro: Editora da UERJ, 1999.

ASSUMPÇÃO, Ismael. Interdisciplinaridade: uma tentativa de compreensão do fenômeno.

In: FAZENDA, Ivani (Org.). Práticas interdisciplinares na escola. 8.ed. São Paulo: Cortez, 2001. p. 23-25.

FAZENDA, Ivani. Interdisciplinaridade: definição, projeto, pesquisa. In: Fazenda, Ivani (Org.). Práticas interdisciplinares na escola. 8.ed. São Paulo: Cortez, 2001. p. 15-18.

_______. Integração e interdisciplinaridade no ensino brasileiro: efetividade ou ideologia? 5. ed. São Paulo:

Loyola, 2002.

FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo dicionário da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1975.

FERREIRA, Sandra Lúcia. Introduzindo a noção de interdisciplinaridade. In: Fazenda, Ivani (Org.). Práticas interdisciplinares na escola. 8.ed. São Paulo: Cortez, 2001, p. 33-35.

GRASSI, Marco Tadeu. As águas do planeta Terra. In: Cadernos temáticos de química nova. São Paulo: SBQ, 2001. p. 31-40.

JAPIASSÚ, Hilton. Interdisciplinaridade e a patologia do saber. Rio de Janeiro: Imago, 1976.

Neves, Luiz Seixas das; SILVA, Márcia Gorette Lima da. Instrumentação para o ensino de química. Natal : EDUFRN – Editora da UFRN, 2006.

VALADARES, Eduardo de Campos. Propostas de experimentos de baixo custo centradas no aluno e na comunidade. Química Nova na Escola, n.13, 2001. p.38-40. Disponível em:

<http://sbqensino.foco.fae.ufmg.br/uploads/379/v13a08.pdf>.

Campos, Maria Cristina da Cunha; Nigro, Rogério Gonçalves. Didática das ciências: o ensino-aprendizagem como investigação. São Paulo: FTD, 1999.

Curso: Licenciatura Plena em Química

Disciplina: Fundamentos de Pesquisa em Educação Química Carga-Horária: 30h (40 h/a)

EMENTA

A pesquisa e produção de conhecimento: questões epistemológicas, sociais e culturais. A pesquisa e a formação do professor. Problemas contemporâneos da investigação no campo da Educação Química. A Produção científica em Educação Química e sua inserção nos espaços educativos. Introdução à metodologia de pesquisa em Educação.

PROGRAMA Objetivos Identificar as principais características da pesquisa em educação.

Compreender os diferentes métodos de pesquisa utilizados

Reconhecer os principais campos de pesquisa em educação química na atualidade.

Relacionar a natureza das pesquisas em educação química com os avanços nas concepções sobre aprendizagem e ensino de química.

Construir um projeto de investigação em ensino de química.

Utilizar a investigação na sala de aula como uma ferramenta para a melhoria da qualidade do ensino de química

Produzir artigo científico a partir de investigação em educação química.

Conteúdos

1. Pesquisa em educação química em âmbito internacional e no Brasil.

2. Discussão das diferentes linhas de pesquisa em educação química no Brasil: formação de professores, produção de material didático, uso das novas tecnologias da informação e da comunicação, linguagem e formação de conceitos, experimentação e resolução de problemas.

3. Principais métodos de pesquisa em educação: Investigação qualitativa. Investigação-ação. Investigação em sala de aula. Exemplos de pesquisas em educação química. Experimentos de investigação na educação.

4. Elaboração de textos de apresentação de trabalhos de investigação qualitativa. Estruturação de um projeto de investigação.

Procedimentos Metodológicos

Aula dialogada, leitura dirigida, apresentação de seminários, discussão e exercícios com o auxílio das diversas tecnologias da comunicação e da informação.

Avaliação

Será contínua considerando os critérios de participação ativa dos discentes no decorrer das aulas nas aulas

Será contínua considerando os critérios de participação ativa dos discentes no decorrer das aulas nas aulas