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Fórmula 11 Custo do eletrodo ( )

5 RESULTADOS DOS EXPERIMENTOS no estaleiro “A”

5.1 RESULTADO DO ESTUDO DE CASO DO PROCESSO DE SOLDAGEM

FCAW-G, NA POSIÇÃO 1G, COM AÇÕ ASTMH A36, COM ESPESSURA DE 12mm, REALIZADO NO ESTALEIRO “A”

A tabela 23 que apresenta os dados coletados e imputados para a determinação do custo padrão na oficina de treinamento do estaleiro “A” para este experimento.

Tabela 23 - Dados coletados e imputados no programa computacional em JAVA, para a determinação do custo padrão no estaleiro “A”.

Fonte: Elaborada pelo autor

O custo padrão corrente foi determinado através de corpos de prova soldados na oficina de treinamento com um soldador treinado, trabalhando a uma eficiência de 100% conforme os métodos de trabalhos, na ocasião, praticados neste estaleiro.

A tabela 5.2 apresenta os dados coletados e imputados no programa computacional em JAVA, para a determinação do custo real, no chão de fábrica do estaleiro “A”, para este experimento

Tabela 5.1 - Dados coletados e imputados no programa computacional em JAVA, para a determinação do custo real, no chão de fábrica do estaleiro “A”.

Fonte: Elaborada pelo autor

Para este experimento o custo real foi determinado através de acompanhamento nas condições reais de trabalho no chão de fábrica, em 5,00m de soldagem. Para anular os efeitos de habilidade e esforço da mão de obra, ou seja, a velocidade do operador, a soldagem foi realizada pelo mesmo operador que realizou a soldagem para a determinação do custo padrão.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se que o custo real em relação ao padrão apresenta uma variação desfavorável de 6,10%. Ou seja, a cada 1,00m de solda realizada há um prejuízo de R$ 1,633 com consumíveis, incluindo o consumo de energia elétrica.

Fonte: Elaborado pelo autor

Variação da posição 1G

Observa-se no gráfico acima a participação do custo de cada consumível no custo total deles. Observa-se que a maior participação dos consumíveis está no back cerâmico e do gás respectivamente com 43% e 33%.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se que o custo real em relação ao padrão apresenta uma variação desfavorável de 38,6%. Ou seja, a cada 1,00m de solda realizada há um prejuízo de R$ 12,73 com mão de obra (soldador).

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se no gráfico acima que a participação do custo da mão de obra na execução de cada tempo operacional no custo total da mão de obra. Observa-se que a maior participação está no tempo operacional do arco aberto e no tempo de limpeza de solda, respectivamente com 36% e 29%.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se que o custo real em relação ao padrão apresenta uma variação desfavorável de 24,1%. Ou seja, a cada 1,00m de solda realizada um prejuízo de R$ 14,358/ m, nos custos primários.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se no gráfico acima a participação do custo dos consumíveis, com 38% e da mão de obra, com 62%, com relação ao custo total dos consumíveis.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se no gráfico acima a participação dos custos dos consumíveis e mão de obra, no custo total de soldagem. Observa-se que os custos de tempo de arco aberto e o custo do eletrodo, são os que participam mais na composição do custo total de soldagem/m, sendo respectivamente 22% e 21%.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se que o consumo real em relação ao padrão apresenta uma variação desfavorável de 3,9%. Ou seja, um consumo superior de Kg/m 0,088, por metro de chapa soldada.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se que o custo real em relação ao padrão apresenta uma variação desfavorável de 3,90%. Ou seja, um custo superior de R$/Kg 0,578 para cada metro de soldagem.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se que o consumo real em relação ao padrão apresenta uma variação desfavorável de 7,8%. Ou seja, um consumo superior de L/m 42,4.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se que o custo real em relação ao padrão apresenta uma variação desfavorável de 7,8%. Ou seja, um custo superior de R$/0,339 para cada metro de soldagem.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se que o consumo real em relação ao padrão apresenta uma variação desfavorável de 7,8%. Ou seja, um consumo superior de Kwh/m 0,262 para cada metro de soldagem.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se que o custo real em relação ao padrão, apresenta uma variação desfavorável de 7,8%. Ou seja, um custo superior de R$/Kw/h 0,165 por metro de chapa soldada.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se que o consumo real em relação ao padrão apresenta uma variação desfavorável de 10,0%. Ou seja, um consumo superior de 0,10m para cada metro de soldagem.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se que o custo real em relação ao padrão apresenta uma variação desfavorável de 10,00%. Ou seja, um custo superior de R$/m 0,55 por metro de chapa soldada.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se que o tempo operacional total do custo real em relação ao padrão, apresenta uma variação desfavorável de 38,60%. Ou seja, um tempo superior de 28,437 min/m, de soldagem.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se no gráfico acima a participação, dos elementos operacionais na operação de soldagem. O tempo operacional padrão foi determinado através de cronometragens, na oficina de treinamento, utilizando as técnicas da engenharia de métodos, com um soldador bem treinado e operando em uma eficiência de 100%, considerando os métodos padrão praticados no estado atual de fabricação.

Fonte: Elaborado pelo autor

O tempo operacional meta foi determinado dentro de uma premissa gerencial de um valor 10% maior.

Fonte: Elaborado pelo autor

O tempo operacional real foi determinado através de cronometragens, utilizando a engenharia de métodos, no chão de fábrica, com o mesmo soldador treinado que realizou o tempo operacional padrão, a fim de se anular a variável de habilidade e esforço operacional.

A melhor medida de eficiência nos tempos operacionais é observada pela taxa de deposição, que é a relação entre o consumo de arame tubular e o tempo de arco aberto.

Fonte: Elaborado pelo autor

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se em relação ao tempo padrão, uma variação desfavorável de 7,8%. Ou seja, um aumento de 2,65 minutos por metro de soldagem.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se em relação ao tempo padrão, uma variação desfavorável de 7,8%, e um aumento de R$/m 1,186 de soldagem.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se em relação ao tempo padrão, uma variação desfavorável de 51,70%. Ou seja, um aumento de 10,127 minutos por metro de chapa soldada.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se em relação ao custo padrão, uma variação desfavorável de 51,70%, e um aumento de R$/m 4,532, por metro de chapa soldada.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se em relação ao tempo padrão, uma variação desfavorável de 62,4%. Ou seja, um aumento de 6,883 minutos por metro de chapa soldada.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se em relação ao custo padrão, uma variação desfavorável de 62,40%, e um aumento de R$/m 3,08 por metro de chapa soldada.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se em relação ao tempo padrão, uma variação desfavorável de 95,70%. Ou seja, um aumento de 0,146 minutos por metro de chapa soldada.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se em relação ao custo padrão, uma variação desfavorável de 95,70%, e um aumento de R$/m 3,928 por metro de chapa soldada.

5.2 RESULTADO DO ESTUDO DE CASO DO PROCESSO DE SOLDAGEM FCAW-G, NA POSIÇÃO 2G, COM AÇÕ ASTM AH-36, COM ESPESSURA DE 12mm, REALIZADO NO ESTALEIRO “A”

A tabela 25 que apresenta os dados que foram coletados e imputados para a determinação do custo padrão, na oficina de treinamento do estaleiro “A” para este experimento.

Tabela 25 - Dados que foram coletados e imputados no programa computacional em JAVA, para a determinação do custo padrão, no estaleiro “A”.

Fonte: Elaborada pelo autor

O custo padrão corrente foi determinado através de corpos de prova soldados na oficina de treinamento com um soldador treinado, trabalhando a uma eficiência de 100% conforme os métodos de trabalhos, na ocasião, praticados neste estaleiro.

A tabela 26 que apresenta os dados que foram coletados e imputados no programa computacional em JAVA, para a determinação do custo real, no chão de fábrica do estaleiro “A”, para este experimento.

Tabela 26 - dados que foram coletados e imputados no programa computacional em JAVA, para a determinação do custo real, no chão de fábrica do estaleiro “A”

Fonte: Elaborada pelo autor

Para este experimento o custo real foi determinado através de acompanhamento nas condições reais de trabalho no chão de fábrica, em 5,00m de soldagem. Para anular os efeitos de habilidade e esforço da mão de obra, ou seja, a velocidade do operador, a soldagem foi realizada pelo mesmo operador que realizou a soldagem para a determinação do custo padrão.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se que o custo real em relação ao padrão apresenta uma variação desfavorável de 6,6%. Ou seja, a cada 1,00m de solda realizada há um prejuízo de R$ 1,57 com os custos primários.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se no gráfico acima a participação do custo de cada consumível no custo total dos consumíveis. Observa-se que a maior participação dos consumíveis está no custo do eletrodo e no custo do back cerâmico respectivamente com 54% e 24%.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se que o custo real em relação ao padrão apresenta uma variação desfavorável de 43,1%. Ou seja, a cada 1,00m de solda realizada um prejuízo de R$ 11,466 com mão de obra (soldador), por metro de chapa soldada.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se no gráfico acima a participação do custo da mão de obra na execução de cada tempo operacional no custo total da mão de obra. Observa-se que a maior participação está no tempo operacional de arco aberto e no tempo não produtivo, respectivamente com 37% e 3/%.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se que o custo real em relação ao padrão apresenta uma variação desfavorável de 25,90%. Ou seja, a cada 1,00m de solda realizada há um prejuízo de R$ 13,036 nos custos primários, por metro de chapa soldada.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se no gráfico acima a participação do custo dos consumíveis, com 40% e da mão de obra com 60%, com relação ao custo total de soldagem.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se no gráfico acima a participação dos custos dos consumíveis e mão de obra, no custo total de soldagem. Observa-se que os custos de tempo de arco aberto e o custo do eletrodo, são os que participam mais na composição do custo total de soldagem/m, sendo respectivamente 22% e 22%.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se que o consumo real em relação ao padrão apresenta uma variação desfavorável de 4,4%. Ou seja, um consumo superior de Kg/m 0,088, por metro de chapa soldada.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se que o custo real em relação ao padrão apresenta uma variação desfavorável de 4,4%. Ou seja, um custo superior de R$/Kg 0,038 para cada metro de chapa soldada.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se que o consumo real em relação ao padrão apresenta uma variação desfavorável de 8,6%. Ou seja, um consumo superior de L/m 39,467 por metro de chapa soldada.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se que o custo real em relação ao padrão apresenta uma variação desfavorável de 8,60%. Ou seja, um custo superior de R$/0,316 para cada metro de soldagem.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se que o consumo real em relação ao padrão apresenta uma variação desfavorável de 8,6%. Ou seja, um consumo superior de Kwh/m 0,204 de chapa soldada.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se que o custo real em relação ao padrão apresenta uma variação desfavorável de 8,6%. Ou seja, um custo superior de R$/m 0,128.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se que o consumo real em relação ao padrão apresenta uma variação desfavorável de 10,0%. Ou seja, um consumo superior de 0,10m, para cada metro de soldagem.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se que o custo real em relação ao padrão apresenta uma variação desfavorável de 10,00%. Ou seja, um custo superior de R$/m 0,55, por metro de chapa soldada.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se que o tempo operacional total do custo real em relação ao padrão, apresenta uma variação desfavorável de 43,10%. Ou seja, um tempo superior de 25,623 minutos por metro de chapa soldada.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se no gráfico acima a participação dos elementos operacionais na operação de soldagem. O tempo operacional padrão foi determinado através de cronometragens, na oficina de treinamento, utilizando as técnicas e metodologias da engenharia de métodos, com um soldador bem treinado e operando em uma eficiência de 100%, considerando os métodos padrão praticados no estado atual de fabricação.

Fonte: Elaborado pelo autor

O tempo operacional meta foi determinado dentro de uma premissa gerencial de um valor com 10% superior.

Fonte: Elaborado pelo autor

O tempo operacional real foi determinado através de cronometragens, utilizando a engenharia de métodos, no chão de fábrica, com o mesmo soldador treinado que realizou o tempo operacional padrão, a fim de se anular a variável de habilidade e esforço operacional.

A melhor medida de eficiência nos tempos operacionais é observada pela taxa de deposição, que é a relação entre o consumo de arame tubular e o tempo de arco aberto.

Fonte: Elaborado pelo autor

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se em relação ao tempo padrão uma variação desfavorável de 8,6%. Ou seja, um aumento de 2,467 minutos por metro de chapa soldada.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se em relação ao tempo padrão, uma variação desfavorável de 0,086%, e um aumento de R$/m 1,104 por chapa soldada.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se em relação ao tempo padrão uma variação desfavorável de 58,10%. Ou seja, um aumento de 5,58 minutos por metro de chapa soldada.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se em relação ao custo padrão uma variação desfavorável de 58,10%, e um aumento de R$/m 2,497 por metro de chapa soldada.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se em relação ao tempo padrão, uma variação desfavorável de 67,3%. Ou seja, um aumento de 3,073 minutos por metro de chapa soldada.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se em relação ao custo padrão, uma variação desfavorável de 67,30%, e um aumento de R$/m 1,375 metro de chapa soldada.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se em relação ao tempo padrão, uma variação desfavorável de 87,4%. Ou seja, um aumento de 0,242 minutos por metro de chapa soldada.

Fonte: Elaborado pelo autor

Observa-se em relação ao custo padrão, uma variação desfavorável de 87,4%, e um aumento de R$/m 6,49 metro de chapa soldada.

5.3 RESULTADO DO ESTUDO DE CASO DO PROCESSO DE SOLDAGEM FCAW-G,