Figura A5-1. Distribuição cumulativa da SNR dos dados originais (A) e reconstruídos com os dois primeiros componentes principais de ambos os olhos do paciente (B). Em vermelho, distribuições cumulativas de SNR do ruído (círculos) e limite do ruído (linha tracejada). Em verde, distribuições cumulativas de SNR do sinal (círculos) e limite do sinal (linha tracejada).
Figura A5-2. Kernels de primeira ordem de ambos os olhos do paciente gerados pelos dados originais (A) e reconstruídos com os dois primeiros componentes principais (B). Registros pretos apresentaram SNR do sinal no intervalo do sinal, registros azuis apresentaram SNR no intervalo de baixas respostas e registros vermelhos apresentaram SNR no intervalo do ruído. N, nasal; T, temporal; S, superior; I, inferior.
Figura A5-3. Gráficos de densidade de resposta de ambos os olhos do paciente gerados com dados originais (A) e dados reconstruídos com os dois primeiros componentes principais (B). Hexágonos pretos indicam áreas com diminuição funcional, ou seja, áreas com registro que apresentaram SNR do sinal no intervalo de baixas respostas ou do ruído.
Figura A5-4. Gráficos de tempo implícito de N1 de ambos os olhos do paciente gerados com dados originais (A) e dados reconstruídos com os dois primeiros componentes principais (B). Hexágonos brancos indicam áreas com diminuição funcional, ou seja, áreas com registro que apresentaram SNR do sinal no intervalo de baixas respostas ou do ruído.
Figura A5-5. Gráficos de tempo implícito de P1 de ambos os olhos do paciente gerados com dados originais (A) e dados reconstruídos com os dois primeiros componentes principais (B). Hexágonos brancos indicam áreas com diminuição funcional, ou seja, áreas com registro que apresentaram SNR do sinal no intervalo de baixas respostas ou do ruído.
Figura A5-6. Gráficos de tempo implícito de N2 de ambos os olhos do paciente gerados com dados originais (A) e dados reconstruídos com os dois primeiros componentes principais (B). Hexágonos brancos indicam áreas com diminuição funcional, ou seja, áreas com registro que apresentaram SNR do sinal no intervalo de baixas respostas ou do ruído.
Figura A5-7. Gráficos que mostram a comparação dos resultados eletrorretinográficos do paciente com os valores do intervalo de confiança da mediana do grupo controle para a amplitude RMS (A), tempo implícito de N1 (B), P1 (C) e N2 (D). Áreas brancas: dados dentro do intervalo de confiança. Áreas cinza: dados de amplitude abaixo do limite de confiança inferior ou dados de tempo implícito acima do limite de confiança superior. Áreas pretas: dados com SNR do sinal no intervalo de baixas respostas ou ausência de respostas. Apenas os dados reconstruídos com os dois primeiros componentes principais foram comparados aos gráficos de desvio padrão da perimetria estática de ambos os olhos do paciente. As alterações na retina temporal do gráfico de densidade de resposta são compatíveis com as perdas de sensibilidade do campo visual nasal.
Figura A5-8. Distribuição cumulativa da SNR dos dados originais (A) e reconstruídos com os dois primeiros componentes principais de ambos os olhos do paciente (B). Em vermelho, distribuições cumulativas de SNR do ruído (círculos) e limite do ruído (linha tracejada). Em verde, distribuições cumulativas de SNR do sinal (círculos) e limite do sinal (linha tracejada).
Figura A5-9. Kernels de primeira ordem de ambos os olhos do paciente gerados pelos dados originais (A) e reconstruídos com os dois primeiros componentes principais (B). Registros pretos apresentaram SNR do sinal no intervalo do sinal, registros azuis apresentaram SNR no intervalo de baixas respostas e registros vermelhos apresentaram SNR no intervalo do ruído. N, nasal; T, temporal; S, superior; I, inferior.
Figura A5-10. Gráficos de densidade de resposta de ambos os olhos do paciente gerados com dados originais (A) e dados reconstruídos com os dois primeiros componentes principais (B). Hexágonos pretos indicam áreas com diminuição funcional, ou seja, áreas com registro que apresentaram SNR do sinal no intervalo de baixas respostas ou do ruído.
Figura A5-11. Gráficos de tempo implícito de N1 de ambos os olhos do paciente gerados com dados originais (A) e dados reconstruídos com os dois primeiros componentes principais (B). Hexágonos brancos indicam áreas com diminuição funcional, ou seja, áreas com registro que apresentaram SNR do sinal no intervalo de baixas respostas ou do ruído.
Figura A5-12. Gráficos de tempo implícito de P1 de ambos os olhos do paciente gerados com dados originais (A) e dados reconstruídos com os dois primeiros componentes principais (B). Hexágonos brancos indicam áreas com diminuição funcional, ou seja, áreas com registro que apresentaram SNR do sinal no intervalo de baixas respostas ou do ruído.
Figura A5-13. Gráficos de tempo implícito de N2 de ambos os olhos do paciente gerados com dados originais (A) e dados reconstruídos com os dois primeiros componentes principais (B). Hexágonos brancos indicam áreas com diminuição funcional, ou seja, áreas com registro que apresentaram SNR do sinal no intervalo de baixas respostas ou do ruído.
Figura A5-14. Gráficos que mostram a comparação dos resultados eletrorretinográficos do paciente com os valores do intervalo de confiança da mediana do grupo controle para a amplitude RMS (A), tempo implícito de N1 (B), P1 (C) e N2 (D). Áreas brancas: dados dentro do intervalo de confiança. Áreas cinza: dados de amplitude abaixo do limite de confiança inferior ou dados de tempo implícito acima do limite de confiança superior. Áreas pretas: dados com SNR do sinal no intervalo de baixas respostas ou ausência de respostas. Apenas os dados reconstruídos com os dois primeiros componentes principais foram comparados aos gráficos de desvio padrão da perimetria estática de ambos os olhos do paciente. As alterações na retina esquerda e direita do gráfico de densidade de resposta são compatíveis com as perdas de sensibilidade do campo visual.
Figura A5-15. Distribuição cumulativa da SNR dos dados originais (A) e reconstruídos com os dois primeiros componentes principais de ambos os olhos do paciente (B). Em vermelho, distribuições cumulativas de SNR do ruído (círculos) e limite do ruído (linha tracejada). Em verde, distribuições cumulativas de SNR do sinal (círculos) e limite do sinal (linha tracejada).
Figura A5-16. Kernels de primeira ordem de ambos os olhos do paciente gerados pelos dados originais (A) e reconstruídos com os dois primeiros componentes principais (B). Registros pretos apresentaram SNR do sinal no intervalo do sinal, registros azuis apresentaram SNR no intervalo de baixas respostas e registros vermelhos apresentaram SNR no intervalo do ruído. N, nasal; T, temporal; S, superior; I, inferior.
Figura A5-17. Gráficos de densidade de resposta de ambos os olhos do paciente gerados com dados originais (A) e dados reconstruídos com os dois primeiros componentes principais (B). Hexágonos pretos indicam áreas com diminuição funcional, ou seja, áreas com registro que apresentaram SNR do sinal no intervalo de baixas respostas ou do ruído.
Figura A5-18. Gráficos de tempo implícito de N1 de ambos os olhos do paciente gerados com dados originais (A) e dados reconstruídos com os dois primeiros componentes principais (B). Hexágonos brancos indicam áreas com diminuição funcional, ou seja, áreas com registro que apresentaram SNR do sinal no intervalo de baixas respostas ou do ruído.
Figura A5-19. Gráficos de tempo implícito de P1 de ambos os olhos do paciente gerados com dados originais (A) e dados reconstruídos com os dois primeiros componentes principais (B). Hexágonos brancos indicam áreas com diminuição funcional, ou seja, áreas com registro que apresentaram SNR do sinal no intervalo de baixas respostas ou do ruído.
Figura A5-20. Gráficos de tempo implícito de N2 de ambos os olhos do paciente gerados com dados originais (A) e dados reconstruídos com os dois primeiros componentes principais (B). Hexágonos brancos indicam áreas com diminuição funcional, ou seja, áreas com registro que apresentaram SNR do sinal no intervalo de baixas respostas ou do ruído.
Figura A5-21. Gráficos que mostram a comparação dos resultados eletrorretinográficos do paciente com os valores do intervalo de confiança da mediana do grupo controle para a amplitude RMS (A), tempo implícito de N1 (B), P1 (C) e N2 (D). Áreas brancas: dados dentro do intervalo de confiança. Áreas cinza: dados de amplitude abaixo do limite de confiança inferior ou dados de tempo implícito acima do limite de confiança superior. Áreas pretas: dados com SNR do sinal no intervalo de baixas respostas ou ausência de respostas. Apenas os dados reconstruídos com os dois primeiros componentes principais foram comparados aos gráficos de desvio padrão da perimetria estática de ambos os olhos do paciente. As alterações na retina esquerda e direita do gráfico de densidade de resposta são compatíveis com as perdas de sensibilidade do campo visual.