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Os dados individuais dos 5 corpos de prova de cada um dos 5 experimentos realizados com as ceras rosa nQ7 da Wilson, Ouradent e Clássico, variando-se o grau de pla~

ticidade do material empregado na montagem dos dentes e ava liados depois de 06, 12 e 24 horas, estão nas Tabelas AI a AXV que se encontram no Apêndice deste Trabalho.

Para possibilitar a visualização mais objetiva do comportamento da cera e, assim, permitir a análise dos resultados, foram elaboradas novas tabelas com os valores

m~dios. Assim, na Tabela RI, estão relacionados os resulta dos mêdios das alterações, por zonas, encontrados nas três marcas de cera, nos intervalos de avaliação; na Tabela RII, as alterações médias de cada intervalo de avaliação, e na Tabela RIII, os valores m~dios ao longo das 24 horas (Tab~

la RI, RI! e RI!!).

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Tabela RI

Alterações mêdias das três marcas de cera rosa em lâmina~

por zonas e nos intervalos de avaliação, variando-se as con dições de trabalho (mmxlO-l)

Cond. A 1 tera~ões das c e r as l_~JmxJO-l)

da I zonas \~ilson Dura de n t

' '

Clãssico

'

'

I

•--cera

I '

' '

'

06h l2h 24h I 1Q6h l2h 24h 06h i 12h 24h

!C

o)

18 0,24 0,08

o

,30 0,20 0,00 o' 12 0,06 I 0,00 C.D. l9Pm o' 12 0,40 0,00

o

,30 0,42 0,00 0,00 0,00 0,00 l QM

o'

18

'

0,34 0,06 0,42 0,36 0,08 o' 18 o' 18 0,00

!C 0,32 0,22 0,00 0,40 0,20'0,12 0,06 o' 14 0,06 '

C.P. l9Pm 0,34 lO ,32 0,00 0,38 o' 14 o' 12 0,00 0,06 0,00 19M 0,52 o ,26 0,06 0,46 o, 14' 0,20 0,00 0,00' 0,00

' ' '

!C 0,40 0,00 0,00 0,24 0,32 0,26

o,

12' 0,26 0,00

' ' '

C.F. l9Pm o ,20 0,24 0,40 o' 18 o' 12 0,48 0,06

o

,30 j O, 14 19M 0,34 0,06 o' 18 0,48 0,08 0,52 0,20 0,28 0,00

'

C.O./ !C o ,30 0,46 0,00

lo'

32

' 0,28 0,30 o' 14 Ü,ÜÜ I Ü,Ü6 C.P. l QPm o ,20 0,34 0,20 lo ,46 0,30 0,30 0,32 o' 12 o ,34 lQM o' 12 o' 12 0,08 o' 12 I o ,26 0,48 o' 12 o' 12 0,24

'

C.D./ !C 0,24 o ,26

o,

14

o'

14 0,34 0,06 0,06 o' 14 0,06

C.F. I lQPm o' 18 0,46 0,24 0,40 0,00 0,08 0,06 0,26 0,00 119M o' 12 o' 18 0,22

lo

,42

I

o, 18 o ,26 0,30 0,06 o ,26

i '

'

' ' I

44

Tabela RI!

Alterações médias das ceras rosa n9 7 ocorridas nos inter valos de avaliação,

(mmxlO -1 )

submetidas ãs diferentes condições de trabalho

Condições

' '

' ' Alterações nos intervalos de da Procedência ' avaliação (mmxlD -1 )

c e r a

06h 12h 24h

i

to ta 1

'

' Wilson

o '

16 0,32 0,04 0,52

C.D.

Ou radent 0,34 0,32 0,02 0,68

Clássico o ' 1 o 0,08 0,00

o.

1 8

Wilson

'

' 0,39 0,26 0,02 0,67

c.

p.

Duradent

o '4 1 o ' l 6 o' 1 4 ' ' o' 71 Clãssico 0,02 ' 0,06 0,02

o '

1

o

Wilson 0,31 o' 1 o

o '

1 9 0,60

C.F.

Duradent

I

0,30 o' 1 7 0,42 0,89

Clássico

o

'1 2 0,28 0,04 0,44

'

' '

Wi 1 s on

I

0,20 o'

30 0,09 0,59

' I

c.o.;c.P.

Duradent I 0,32 0,28

'

0,36 0,96

Clássico ' ' o' 19 0,08

o

'21 0,48

i

Wilson o' 1 8

o'

30 0,20 0,68

c.o.;c.Ff

Dura dente

o'

32 o ' 1 7 o '1 3 0,62

I

Clássico o ' l 4 o ' l 5

o '

1

o

0,39

'

Tabela RIII

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Analisando-se as Tabelas RI e RI! em conjunto, no lQ Experimento, quando a cera foi empregada na temperatura ambiente (C.D.), sem indução de calor na cera Wilson, no pri

meiro periodo de avaliação, apõs 06 horas da montagem de den tes, houve uma alteração média de 0,018mm na região do IC, de

o

, 012mm na do 19 Pm e de O,OlBmm na do lOPM. Computando-se os valores encontrados neste periodo, a alteração média foi de 0,016mm. A cera Duradent, por sua vez, apresentou na .'re gião do !C, alteração média de 0,030mm, na do 19Pm de o,d30 mm e na do 19M, 0,042mm, com média de 0,034mm. Comparando-se os valores de ambas as ceras, pode-se notar que, neste peri~

do, as alterações foram significativamente maiores na segu~

da que na primeira. Quanto ã cera Clâssico, embora a altera çao na região do 19M tenha sido igual a da Wilson (0,018mm), na região do IC foi menor (0,012mm} e na do lQPm foi

com média de O,Olümm.

nula,

na avaliação de 12 horas, nao obstante ligel ras diferenças dos valores entre as regiões, as ceras Wil son e Duradent apresentaram iguais variações médias (0,032mm) e a Clãssico, muito menores em cada região. com um valor médio desprezivel (0,008mm).

Quanto a avaliação de 24 horas, as três marcas apresentaram-se mais estãveis. com variações despreziveis das ceras Wilson e Duradent (médias de 0,005mm e 0,003mm e

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Pode-se observar ainda que as alterações concen tram-se nas primeiras 12 horas, estabilizando-se,praticame~

te, no perfodo seguinte de 12 a 24 horas. Neste experime~

to, ao final de 24 horas, as maiores alterações foram da ce ra Duradent com média de 0,068mm, seguidas da cera Wilson com 0,052mm e da cera Clãssico com O,Ol8mm.

No 29 Experimento, quando a cera foi empregada em estado plãstíco (C.P.), no primeiro intervalo de avalia çao, a cera Wilson apresentou alteração média de 0,032mm na região do IC, de 0,034mm no 19Pm, e de 0,052mm na do 19M, sendo a média deste perfodo, de 0,039mm. Na cera Duradent as variações foram: 0,040mm no !C; 0,038mm no lQPm e 0,046 mm no lQM, com média de 0,041mm, e a Clãssico, na região do IC ,foi de 0,006mm e nas demais nula, com um valor médio desprezivel de 0,002mm.

No intervalo seguinte, isto é, de 06 a 12 ho ras, tanto na cera Wilson con1o na Ouradent, as alterações foram menores do que no período anterior (média de 0,027mm e 0,016mm). Quanto

à

cera C1ãssico, manteve-se praticame~

te estãvel nos dois primeiros periodos, pois foram detec tactos valores despreziveis (0,002 e 0,007mm).

No terceiro perlodo, de 24 horas, as alterações das ceras Wilson e Clãssico foram desprezlveis, enquanto que na Ouradent foi relativamente significante, em média

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0,014mm.

Comparando-se os resultados deste experimento,p~

de-se observar que na primeira avaliação, as alterações mais acentuadas foram das ceras Wilson e Duradent na região do lQPm (0,052mm e 0,046mm), e na segunda avaliação, da ce ra Wilson na regiâo do lQPm (0,032mm). No Ultimo intervalo, enquanto as ceras Wilson e Clássico permaneceram praticame~

te estáveis, na Duradent as alterações prosseguiram, em me dia 0,014mm. Pode-se observar.ainda.que as maiores a 1 te r a ções ocorreram nas primeiras 06 horas, tendo continuado com valores significantes no periodo subsequente. No terceiro

~

periodo, com exceçao da cera Duradent, as den1ais se estabi lizaram. Nest~ experimento, os resultados das alterações ocorridas nas tr~s avaliações mostraram mudanças maiores da cera Duradent (média de 0,07lmm), seguida da cera

(0,067mm), e a menor, da cera Clãssico {O,Olümm).

No 39 Experimento, quando a cera foi

Wilson

aquecida e utilizada fundida (C.F.), na primeira avaliação, a cera Wilson apresentou variação de 0,040mm na região do IC, de 0,020mm na do 19Pm e de 0,034mm na do 19M, com média de 0,03lmm. Na cera Ouradent, as alterações foram de 0,024mm na região do IC, 0,018mm na do lQPm e 0,048mm na do 1QM, com mêdia de 0,030mm. Na cera Clissico, foram: O,Ol2mm na região do !C; 0,006mm na região do lQPm e 0,020mm na região do 19M, com média de 0,013mm.

Na avaliação de 12 horas, tanto a cera Wilson co mo a Duradent apresentaram menores variações que no p~

ríodo anterior, enquanto que na cera Clássico foi mais evi dente, sendo as m~dias respectivas: O,OlOmm, 0,017mm e 0,028mm. Jâ na avaliação de 24 horas, observou-se um fato inverso, isto

e.

as duas primeiras tiveram maiores altera ções, enquanto a da Clássico~ praticamente se estabilizou.

As variações médias deste período foram: Wilson de 0,019mm;

Ouradent de 0,042mm e a Clássico um valor desprezível de 0,005mm.

Neste experimento, na cera Wilson, as maiores al teraç6es ocorreram nas primeiras 06 horas, embora houvesse persistência desse quadro nos períodos subseq~entes.

na

cera Duradent, as alterações foram também ao longo das 24 horas, porém concentradas no 39 período, enquanto que na ce ra Clássico, os valores mais acentuados ficaram no interva lo de 06 a 12 horas. Computando-se os valores de cada peri~

do de avaliação, no final de 24 horas, a cera Duradent apre

.

-sentou maiores alterações {0,089mm), seguida da Wilson (0,060mm) e da Clissico (0,044mm).

No 49 Experimento, quando o material foi empreg!

do em dois estados físicos, ou seja, uma parte em temperat~

ra ambiente e outra em estado plâstico (C.D./C.P.), os re sultados da primeira avaliação foram: cera Wilson de 0,030 mm na região do IC; 0,020mm na do 19Pm e 0,012mm na do 19M, com média de 0,02lmm; na cera Duradent, de 0,032mm na zona

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do IC, 0,046mm na do 19Pm e O,Ol2mm na do 19M, com m~dia de 0,030mm; na cera Clássico de 0,014mm na região do IC, 0,032 mm na do 19Pm e 0,012mm na do 19M, com média de 0,019mm,

Na avaliação seguinte, as alterações for·arn mais acentuadas na cera Wilson, seguidas da Duradent e muito menores na Clássico. As respectivas médias foram: 0,031 mm, 0,028mm e 0,008mm.

Na terceira avaliação, em relação ao periodo an terior, nas ceras Duradent e Clássico as alterações aumen taram, e na Wilson diminuiram, sendo as m~dias das respeE tivas alt~rações: 0,036mm. 0,02lmm e 0,009mm.

Neste experimento, pode-se notar que as altera çoes ficaram n1ais distribuidas ao longo das 24 horas nasce ras Duradent e Clássico, enquanto que na Wilson, ficaram concentradas nas primeiras 12 horas. No final de 24 horas , as variações foram da ordem de: 0,096mm na cera Ou radent;

0,059mm na cera Wilson e 0,048mm na ce.ra Clãssico.

No 5Q Experimento, a cera foi empregada

em dois estados fisicos: uma parte em temperatura ambic11te e a outra fundida (C.D./C.F.). Na primeira avaliação, a ce ra Wilson apresentou variações de 0,024mm na zona do !C;

0,018mm na do 19Pm e 0,012mm na do lQM, com média de O,Oló mm. Na cera Duradent, as variações foram: O,Ol4mm na região do !C; 0,040mm na do 1QPm e 0,042mm na do 19M, com média de

5 1

0,032mm. Na cera Clissico foram: 0,006mm na zona do IC;

0,006mm na do 19Pm e 0,030mm na do lQM, com mêdia de 0,014 mm.

Na avaliação de 06 a 12 horas, na cera Wilson, as alterações foram mais acentuadas do que no perlodo ante rior (mêdia de 0,030mm); na Duradent diminulram (mêdia de 0,017mm) e na Clãssico, praticamente iguais (O,Ol5mm}.

Na avaliação de 12 a 24 horas, as três marcas mostraram menores variações, com mêdias de 0,020mm (Wilson), O,Ol3mm (Duradent) e O,Ollmm (Clãssico).

Neste experimento, de um modo geral, as ceras das três procedências revelaram alterações ao longo das 24 ho ras, como havia ocorrido nos dois experimentos

res.

anterio

Somando-se os valores obtidos nos três perlodos de avaliação, as maiores alterações foram verificadas na ce ra Wilson) totalizando-se 0,068mm em mêdia, seguida da cera Duradent com 0,062mm, e da cera Clãssico, com 0,039mm.

Ainda pela Tabela RII, pode-se observar que as alterações dos contactos oclusais em função das variações da plasticidade da cera foram evidenciadas em todos os ex perimentos, mesmo naquele em que não foi induzido calor no ato da montagem dos dentes (19 Experimento). Por outro la

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do, considerando-se os tr~s primeiros experin1entos, de um modo .geral, pode-se perceber que as grandezas das a 1 te r a ções aumentaram com a elevaçáo da temperatura, pois os r~

sultados, em ordem crescente foram: cera dura, cera plâstj__

ca e cera fundida. Este fato era esperado, porque é sa bido que o material em questão tem um dos maiores c o e fi cientes de expansao térmica dentre os materiais odontolõg_j__

cose, com o resfriamentu e solidificação,sofre uma contra çao acentuada (O'BRIEN & RYGE 11 1981). GAROTTI8 (1982) r e comenda não aquecer a cera em demasia na montagem para que no resfriamento não se alterem as posições dos dentes em decorr~ncia da forte contração do material. FARREL7 (1971) observa ainda que a simples perman~ncia do padrão de cera por longo tempo na boca pode alterar o trabalho realizado visto que pode aun1entar a temperatura da cera.

Quanto as alterações verificadas no 19 Exp~

rimento, quando a cera não sofreu aquecimento, devem ser em decorr~ncia das tensões liberadas, introduzidas tanto durante a manipulação do .material, ao se confeccionar o ro lete, como na montagem dos dentes, feita sob

(CICCIU e colab. 5 1984).

compressao

Contudo, comparando-se os resultados do 49 e 59 experimentos nos quais o material foi empregado em dois diferentes estãgios, paradoxalmente, verificaram-se maiores alterações naquele em que foi utilizada a combinação de CE RA DURA/CERA PLASTICA do que CERA DURA/CERA FUNQIDA, como se

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esperava.

Portanto, diante dos comportamentos da cera nos experimentos deste t-abalho, tudo i·nctica que a mesma deva ser utilizada plastificada uniformemente para minimizar as alterações.

Ainda pela mesma Tabela RII, constata-se que nos dois primeiros experimentos (C.D. e C.P.), as alterações concentraram-se nos períodos de 06 a 12 horas enquanto que no de 24 horas, estabilizaram-se ou tenderam a se estabili zar. Nos demais experimentos, com exceção da cera Clássico no 39 Experimento {C,F,), que na avaliação de 24 horas apr~

sentou um valor desprezlvel, alterações tenderam a valores significantes nos três perlodos. Estes resultados estão de acordo com PEYTON & CRAIG (1974) os quais observaram que

11Como a cera ê empregada sob e ao redor dos dentes, as tro cas dimensionais da cera devido as variações da temperatura sao de grande importância na montagem dos dentes, visto que no interior da massa do material estão muitas tensões resi duais. retidas nas diferentes etapas da elaboração do tra balho1' . Portanto, não recomendam a armazenagem do padrão da dentadura por longo tempo apõs a articulação dos dentes,pois

tanto o tempo decorrido quanto a temperatura, colaboram P!

ra a liberação das tensões. Esta opinião ê corroborada tam bêm por PHILLIPS (1984).

Quanto ao comportamento das ceras no tocante as

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as proced~ncias, as alterações mais acentuadas foram da ce ra Duradent, seguidas da Wilson e Clássico. As diferenças detectadas, sem dúvida, correm por conta das respectivas composições, pois as propriedades estão em função dos com ponentes (SMITH e co1ab. 18 , 1975; ANDERSDN 2 , 1972; PEYT0~2 • 1974; CRAIG e co1ab. 6 , 1975; CICCIU e co1ab. 4 , 1984).

Examinando agora a Tabela RIII, nota-se que, no 19 Experimento (C.D.), as maiores alterações ocorreram na região do 19M, tanto na cera Wilson, como na Duradent e Clissico. No experimento com CERA PLASTICA (C.P.), tambêm

a zona de maior variação foi a do 19M nas ·ceras Wilson e

Duradent e Clissico na do !C. No 39 Experimento, na c e r a

Duradent foi ainda a região do 19M e nas Wilson e Clássico ,

na região do l9Pm,

no 49 Experimento, ~uando se utilizou de uma combinação de cera dura e plãstica, foram mais mar cante na região do 19Pm em todas as marcas, e fi na lmente, no 59 Experimento, com a combinação de cera dura e fundida, foram mais acentuadas na região do 19M nas ceras Duradent e Clãssico e na do l9Pm na cera Wilson.

Dessa análise, no cômputo geral, pode-se dizer, que as alterações mais acentuadas concentram-se na região do lQM, seguida do 19Pm e IC. Esta diversidade de comport~

menta, pressupõe-se, esteja ligada ãs diferenças quantitati vas de material interposto entre os respectivos dentes e a base de prova: quanto maior a quantidade de cera, maior a tensão induzida e, por conseguinte, maior a alteração.

6 - CONCLUSOES

Com base nos resultados encontrados, licito concluir que:

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parece-nos

1. A cera rosa em lãmina quando utilizada na monta gem dos dentes provoca alterações das posições dos dentes.

2. Quando a cera nao

e

aquecida, ou

e

aquecida atê tornar-se plâstica, as alterações tendem a se estabilizar depois de 12 horas.

3. Quando a cera

e

fundida ou é utilizada em cama das de plasticidade diferentes, as alterações tendem a ser maiores e ficam distribuidas ao longo das 24 horas.

4. A grandeza das alterações tendem a aumentar com o aumento do grau de plasticidade da cera.

5. No que respeita as regiões, a tendência das a1 terações, em ordem decrescente, foram: molares, premolares e incisivos.

6. As grandezas das alterações variam conforme a marca da cera.

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