• Nenhum resultado encontrado

Simula¸ c˜ oes no Cluster da Universidade de Liverpool

Trabalhando no software Abaqus R com suporte a geometrias com

mais de 1000 n´os, foram simuladas no cluster em Liverpool os cen´arios conforme descritos na Tabela 3, sendo considerado, inicialmente, o modelo de Ogden (Equa¸c˜ao 1) assumindo N=1.

Assim, quando o modelo de Ogden (Equa¸c˜ao 1) assume N=1, os deslocamentos obtidos - Figura 40, n˜ao condizem com os resultados satisfa- t´orios, visto que com o aumento do n´umero de n´os eles n˜ao est˜ao convergindo para o target.

Figura 40 Deslocamento Obtido x Target - Ogden assumindo N=1

assumindo N=1, o aumento do n´umero de n´os ´e diretamente proporcional ao aumento do erro, estes resultados apresentam divergˆencias com os esperados. Visto que, com o aumento do n´umero de n´os, o erro deveria diminuir, pois estaria aumentando a precis˜ao dos resultados.

Tabela 7 Erros Cen´ario Ogden assumindo N=1

Cen´ario Erro(%) 11o Cen´ario 6,75 12o Cen´ario 7,15 13o Cen´ario 7,21 14o Cen´ario 7,28

Na Tabela 8, apresentam-se os tempos de execu¸c˜ao dos cen´arios si- mulados quando o modelo de Ogden (Equa¸c˜ao 1) assume N=1. Eles foram gerados na sa´ıda do arquivo .out que cont´em informa¸c˜oes a respeito do pro- cesso da simula¸c˜ao realizada. O processo de simula¸c˜ao consiste em submeter

o arquivo run model.sh no cluster e aguardar at´e que este seja executado.

Tabela 8 Tempo de Execu¸c˜ao Ogden assumindo N=1

Cen´arios Tempo Execu¸c˜ao

10o Cen´ario (938 N´os e 864 Elementos) 11 segundos 11o Cen´ario (1191 N´os e 1452 Elementos) 12 segundos

12o Cen´ario (1641 N´os e 2028 Elementos) 14 segundos 13o Cen´ario (1893 N´os e 2352 Elementos) 15 segundos 14o Cen´ario (2451 N´os e 3072 Elementos) 18 segundos

Posteriormente, esses cen´arios, conforme descritos na Tabela 3, fo- ram simulados, considerando que o modelo de Ogden (Equa¸c˜ao 1) assume N=3, na Figura 41, apresentam-se os resultados obtidos com essas simu- la¸c˜oes no cluster comparado ao target. Foi realizado tamb´em o c´alculo do desvio padr˜ao para verificar o quanto os valores dos deslocamentos est˜ao sofrendo varia¸c˜oes em rela¸c˜ao `a m´edia obtida. Assim, quando o modelo de Ogden (Equa¸c˜ao 1) assume N=3 os resultados foram mais satisfat´orios do que para N=1, os valores dos materiais considerados (µ e α) fizeram com que ocorra uma convergˆencia com os deslocamentos obtidos e o target.

Na figura 42, tem-se a representa¸c˜ao do desvio padr˜ao para os cen´a- rios simulados no cluster, analisando o desvio padr˜ao em rela¸c˜ao ao target, conclui-se que o resultado satisfat´orio foi obtido com o 14o cen´ario, visto que esse foi o que mais se manteve pr´oximo do target durante o processo da simula¸c˜ao.

Na Tabela 9, tem-se o erro dos cen´arios para Ogden assumindo N=3: Na Tabela 10, apresentam-se os tempos de execu¸c˜ao dos cen´arios simulados quando o modelo de Ogden(Equa¸c˜ao 1) assume N=3.

Comparando os tempos de execu¸c˜ao, do cen´ario de 938 N´os e 864 Ele- mentos, no Abaqus R vers˜ao limitada a 1000 n´os e o Abaqus R com suporte

Figura 41 Deslocamento Obtido x Target - Ogden assumindo N=3

Figura 42 Desvio Padr˜ao Cen´arios Cluster

a mais de 1000 n´os, conclui-se que o fato de os dados serem processados no cluster, em Liverpool, fez com que tivesse um alto poder de processa-

Tabela 9 Erros Cen´ario Ogden assumindo N=3 Cen´ario Erro (%) 10o Cen´ario 2,78 11o Cen´ario 1,80 12o Cen´ario 1,76 13o Cen´ario 1,72 14o Cen´ario 1,65

Tabela 10 Tempo de Execu¸c˜ao Ogden assumindo N=3

Cen´arios Tempo Execu¸c˜ao

10o Cen´ario (938 N´os e 864 Elementos) 12 segundos 11o Cen´ario (1191 N´os e 1452 Elementos) 14 segundos

12o Cen´ario (1641 N´os e 2028 Elementos) 20 segundos 13o Cen´ario (1893 N´os e 2352 Elementos) 22 segundos 14o Cen´ario (2451 N´os e 3072 Elementos) 25 segundos

mento dos dados, com isso ´e verificado que na vers˜ao limitada a 1000 n´os teve-se um tempo de 28 segundos e no cluster 12 segundos. Isso ocorreu, pois a m´aquina utilizada no laborat´orio de Mecˆanica e Automa¸c˜ao II, do departamento de Engenharia da Universidade Federal de Lavras, ´e limitada, pois apresenta processador AMD Phenom II X4B93 e mem´oria RAM de 4 Gb, j´a o cluster, em Liverpool, possui um processador mais robusto e uma quantidade elevada de mem´oria RAM.

5 CONCLUS ˜OES E TRABALHOS FUTUROS

Neste trabalho, foram desenvolvidos modelos computacionais para estudo do comportamento mecˆanico da c´ornea humana via simula¸c˜oes num´e- ricas, sendo realizadas varia¸c˜oes na quantidade de n´os e elementos de cada um desses modelos. O processo de simula¸c˜ao considerou o modelo de Ogden (Equa¸c˜ao 1) assumindo N=1 e N=3, posteriormente foram comparados os deslocamentos obtidos no software Abaqus R e os dados experimentais de

Liverpool.

Nas simula¸c˜oes realizadas no Abaqus R vers˜ao limitada a 1000 n´os,

os melhores resultados foram obtidos quando o modelo de Ogden (Equa¸c˜ao 1) assume N=3. Ap´os realizar varia¸c˜oes nas idades dos pacientes para o cen´ario simulado, concluiu-se que, com o aumento da idade do paciente, tem-se um aumento da rigidez da c´ornea.

Trabalhando com geometrias acima de 1000 n´os, simula¸c˜oes realiza- das no cluster, em Liverpool, os melhores resultados tamb´em foram obtidos quando o modelo de Ogden (Equa¸c˜ao 1) assume N=3, visto que o corres- ponde valor do material (µ e α) representa, com clareza, o comportamento mecˆanico da c´ornea, quando se tem um aumento da quantidade de n´os da geometria.

Os resultados dos modelos desenvolvidos, neste trabalho, foram vali- dados com os dados reais (target ) que foram obtidos por experimentos reais realizados na Universidade de Liverpool, assim, esses modelos conseguiram reproduzir o comportamento experimental da c´ornea. Foi poss´ıvel obter um erro de 1.65 % com a simula¸c˜ao que foi realizada do cen´ario de 2451 N´os e 3072 Elementos.

fundamental importˆancia para a ´area m´edica. Nessa linha, o presente tra- balho foi dedicado ao processo de an´alise do comportamento mecˆanico da c´ornea via simula¸c˜oes num´ericas. Assim, este estudo pode ser ´util para o tratamento de doen¸cas e desenvolvimento de equipamentos mais eficientes. Como sugest˜ao para trabalhos futuros, prop˜oe-se realizar a varia¸c˜ao do ma- terial, ao longo da espessura da c´ornea; outra sugest˜ao seria trabalhar com a c´ornea, assumindo propriedades viscoel´asticas e anisotr´opicas.

REFER ˆENCIAS

AFONSO, J. et al. Mechanical properties of polypropylene mesh used in pelvic floor repair. International Urogynecology Journal, Estados Unidos, v. 19, n. 3, p. 375–380, Sept. 2008.

AZEVEDO, A. F. M´etodo dos elementos finitos: volume 1. Portugal:Editora Azevedo, 2003. 258 p.

BATTAGLIOLI, J. L.; KAMM, R. D. Measurements of the compressive properties of scleral tissue. Investigative Ophthalmology & Visual Science, Texas, v. 25, n. 1, p. 59–65, Jan. 1984.

BOOTE, C. et al. Lamellar orientation in human cornea in relation to mechanical properties. Journal of Structural Biology, Estados Unidos, v. 149, n. 1, p. 1–6, Jan. 2005.

BRANDT, J. et al. Central corneal thickness in the ocular hypertension treatment study (OHTS). Journal of Ophthalmology, Texas, v. 108, n. 10, p. 1779–1788, Oct 2001.

BRYANT, M. R.; VELINSKY, S. A. Design of keratorefractive surgical procedures: radial keratotomy. Journal Advances in Design Automation, New York, v. 1, p. 19–1, July 1989.

CARVALHO , L. A. et al. Keratoconus prediction using a finite element model of the cornea with local biomechanical properties. Arquivos Brasileiros de Oftalmologia, S˜ao Paulo, v. 72, n. 2, p. 139–145, Abr. 2009.

CARVALHO, W.; FANCELLO, E. A. Simula¸c˜ao de materiais hiperel´asticos via m´etodo dos elementos finitos. In: CONGRESSO NACIONAL DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA MEC ˆANICA, 2007, Santa Catarina. Anais... Santa Catarina: ABCM, 2007.

CASTRO, D. L. Avalia¸c˜ao biomecˆanica de c´orneas de su´ınos por meio da microscopia de for¸ca atˆomica. 2010. 112 p. Disserta¸c˜ao (Mestrado em Ciˆencias) - Universidade de S˜ao Paulo, S˜ao Paulo, 2010.

DAXER, A. et al. Collagen fibrils in the human corneal stroma: structure and aging. Journal Investigative Ophthalmology & Visual Science, Texas, v. 39, n. 3, p. 644–648, Mar. 1998.

DINIZ, E. M. Simula¸cao de cirurgia mam´aria usando Elementos Finitos com modelos reconstruıdos a partir de mamografias. 2011. 80 p. Disserta¸c˜ao (Mestrado em Engenharia de Eletricidade) - Universidade Federal do Maranh˜ao, Maranh˜ao, 2011.

DROZDOV, A. D. Finite eleasticity and viscoeleasticity: a course in the nolinear mechanics of solids. New York: Academic Press, 1996. 429 p.

ELSHEIKH, A. et al. Assessment of corneal biomechanical properties and their variation with age. Journal Current Eye Research, Estados Unidos, v. 32, n. 1, p. 11–19, July 2007.

ELSHEIKH, A. Understanding corneal biomechanics through experimental assessment and numerical simulation. Texas: Principles, Trends and Applications, 2010. 100 p.

ELSHEIKH, A. Finite element modeling of corneal biomechanical behavior. Journal of Refractive Surgery, Estados Unidos, v. 26, n. 4, p. 289–300, Apr. 2010.

ETHIER, C.R.; JOHNSON, M.; RUBERTI,J. Ocular biomechanics and biotransport. Annual Review of Biomedical Engineering, Estados Unidos, v. 6, p. 249–273, Aug. 2004.

GRAZIANO, R. M.; RODRIGUES, C. L. Problemas oftalmol´ogicos mais frequentes e desenvolvimento visual do pr´e termo extremo. Journal de Pediatria, Porto Alegre, v. 81, n. 1, p. 95–100, Mar. 2005.

GOMEZ, A. J. Comportamento viscoel´astico de enrijecedores `a flex˜ao.2009. 116 p. Disserta¸c˜ao (Mestrado em Engenharia Oceˆanica) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2009.

HAMILTON, K. E.; PYE, D. C. Youngs modulus in normal corneas and the effect on applanation tonometry. Journal Optometry & Vision Science, Estados Unidos, v. 85, n. 6, p. 445–450, June 2008.

HAN, Z. et al. Biomechanical and refractive behaviors of keratoconic cornea based on three-dimensional anisotropic hyperelastic models. Journal of Refractive Surgery, Estados Unidos, v.29, n.4, p. 282–290, Apr. 2013.

HAN, Z. et al. Quantitative assessment of corneal viscoelasticity using optical coherence elastography and a modified Rayleigh–Lamb equation. Journal of Biomedical Optics, Estados Unidos, v. 20, n. 2, p. 205–212, Feb. 2015.

HANNA, K. D.; JOUVE, F.E.; WARING, G.O. Preliminary computer simulation of the effects of radial keratotomy. Journal Archives of ophthalmology, Estados Unidos, v. 107, n. 6, p. 911–918, June 1989.

HJORTDAL, J. O. Regional elastic performance of the human cornea. Journal of Biomechanics, Estados Unidos, v. 29, n. 7, p. 931–942, July 1996.

KOTECHA, A. What biomechanical properties of the cornea are relevant for the clinician? Journal Survey of ophthalmology, Estados Unidos, v. 52, n. 6, p. 109–114, Nov. 2007.

LABATE, C. et al. Understanding of the viscoelastic response of the human corneal stroma induced by riboflavin/UV-A cross-linking at the nano level. PloSone, San Francisco, v. 10, n. 4, p. e0122868, Apr. 2015.

LAGO, M. A. et al. A new methodology for the in vivo estimation of thw elastic constants that characterize the patient-specific biomechanical

behavior of the human cornea. Journal of Biomechanics, Australia, v. 48, n. 1, p. 38–43, Jan. 2015.

LIU, J.; ROBERTS, C. J. Influence of corneal biomechanical properties on intraocular pressure measurement: quantitative analysis. Journal of Cataract & Refractive Surgery, Estados Unidos, v. 31, n. 1, p. 146–155, Jan. 2005.

LOTTI, R.S. et al. Aplicabilidade cient´ıfica do m´etodo dos elementos finitos. Revista Dental Press de Ortodontia e Ortopedia Facial, Maring´a, v. 11, n. 2, p. 35–43, Mar./Abr. 2006.

LU, F. et al. Association between offset of the pupil center from the corneal vertex and wavefront aberration. Journal of Optometry, Estados Unidos, v. 1, n. 1, p.8–13, Nov. 2008.

MA, L. et al. Corneal astigmatism correction with scleral flaps in trans- scleral suture-fixed posterior chamber lens implantation: a preliminary clinical observation. International Journal of Ophthalmology, Estados Unidos, v. 4, n. 5, p. 502, Oct. 2011.

MARTINS, P.; JORGE, R. N.; FERREIRA, A. A comparative study of several material models for prediction of hyperelastic properties: application to silicone-rubber and soft tissues. Wiley Online Library, Estados Unidos, v. 42, n. 3, p. 135–147, July 2006.

MAURICE; DAVID, M. The cornea and sclera. Jounal The Eye, Estados Unidos, v. 1, p. 1–158, Apr. 1984.

MAURICE, D. M.; MONROE, F. Cohesive strength of corneal lamellae. Experimental Eye Research, Estados Unidos, v. 50, n. 1, p. 59–63, Jan. 1990

MULLER, L. J. et al. A new three-dimensional model of the organizatioon of proteoglycans and collagen fibrils in the human corneal stroma.

Experimental Eye Research, Estados Unidos, v. 78, n. 3, p. 493–501, Mar. 2004.

OGDEN, R. Large deformation isotropic elasticity-on the correlation of theory and experiment for incompressible rubberlike solids. Proceedings of the Royal Society of London.Series A. Mathematical and Physical Sciences, Reino Unido, v. 326, n. 1567, p. 565–584, Feb. 1972.

PETER, P. M.; DATYE, D. V. A microstructurally-based finite element model of the incised human cornea. Journal of Biomechanics, Estados Unidos, v. 24, n. 10, p. 907–922, June 1991.

PINSKY, P. M.; DATYE, D. V. A microstructurally-based finite element model of the incised human cornea. Journal of Biomechanics, Estados Unidos, v. 24, n. 10, p. 907–922, Mar. 1991.

REIS, L. et al. Modelo constitutivo para materiais viscoel´asticos refor¸cados por fibras adequado `a simula¸c˜ao de tecidos conectivos. Florian´opolis:[s.n.], 2008. 70 p.

REIS,P.K.P. Desenvolvimento e Calibra¸c˜ao de modelos

tridimensionais em elementos finitos para aplica¸c˜oes com ligas de mem´oria de forma. 2014. 108 p. Disserta¸c˜ao (Mestrado em Engenharia Oceˆanica) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2014.

RIBEIRO, J. et al. Caracteriza¸c˜ao experimental e num´erica do campo de deslocamentos de tecidos biol´ogicos hiper-el´asticos, Portugal:Tipografia Nunes, 2011. 539 p.

RICHARD, H. N.; MEEK, K. M. The integration of the corneal and limbal fibrils in the human eye. Biophysical Journal, Estados Unidos, v. 75, n. 5, p. 2508–2512, Nov. 1998.

ROY, A. S. et al. Air-puff associated quantification of non-linear biomechanical properties of the human cornea in vivo. Journal of the

Mechanical Behavior of Biomedical Materials, Estados Unidos, v. 48, p. 173–182, Aug. 2015.

SHIN, T.J. et al. The distribution of strain in the human cornea. Journal of Biomechanics, Estados Unidos, v.30, n. 5, p. 497–503, May. 1997.

SOUSA, A. Desenvolvimento de um programa de elementos finitos vers´atil. 2014. 150 p. Disserta¸c˜ao (Mestrado em Engenharia Civil) - Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, Portugal, 2014.

STUDER, H. P. et al. Patient-specific finite-element simulation of the human cornea: a clinical validation study on cataract surgery. Journal of Biomechanics, Estados Unidos, v. 46, n. 4, p. 751–758, Feb. 2013.

SU, P. et al. Corneal hyper-viscoelastic model: derivations, experiments, and simulations. Acta of Bioengineering and Biomechanics, Estados Unidos, v. 17, n. 2, p. 73, Feb. 2015.

SUZUKI, M. S. An´alise de estruturas reticuladas utilizando o software excel pelo m´etodo dos elementos finitos. 2014. 142 p. Disserta¸c˜ao (Mestrado em Engenharia Mecˆanica) - Universidade Estadual Paulista, S˜ao Paulo, 2014.

TABER, L. A. Nonlinear theory of elasticity: applications in biomechanics. Estados Unidos:World Scientific Singapore, 2004. 80p.

TOUBOUL, D. et al. Correlations between corneal hysteresis, intraocular pressure, and corneal central pachymetry. Journal of Cataract & Refractive Surgery, Estados Unidos, v. 34, n. 4, p. 616–622, Apr. 2008.

UCHIO, E. et al. Simulation model of an eyeball based on finite element analysis on a supercomputer. British Journal of Ophthalmology, Estados Unidos, v. 83, n. 10, p. 1106–1111, June 1999.

VELINSKY, S. A.; BRYANT, M. R. On the computer-aided and optimal design of keratorefractive surgery. Journal Refractive & Corneal Surgery, Estados Unidos, v. 8, n. 2, p. 173–182, Mar. 1991.

ANEXOS

ANEXO A - Exemplo Arquivo Input File *Heading

** Job name: InputFile57nosModelname : Input f ile

∗ ∗Generatedby : Abaqus/CAEStudentEdition6.12 − 2

∗ Preprint, echo = NO, model = NO, history = NO, contact = NO ∗ ∗

∗ ∗PART S ∗ ∗

∗ Part, name = PART − 1 ∗ Node 1, 0., 0., 11.9655828 2, 3.21287608, 0., 11.279109 3, 1.60643804, 2.78243232, 11.279109 4, −1.60643804, 2.78243232, 11.279109 5, −3.21287608, 0., 11.279109 6, −1.60643804, −2.78243232, 11.279109 7, 1.60643804, −2.78243232, 11.279109 8, 5.8499999, 0., 9.43530083 9, 5.06624842, 2.92499995, 9.43530083 10, 2.92499995, 5.06624842, 9.43530083 11, 0., 5.8499999, 9.43530083 12, −2.92499995, 5.06624842, 9.43530083 13, −5.06624842, 2.92499995, 9.43530083 14, −5.8499999, 0., 9.43530083 15, −5.06624842, −2.92499995, 9.43530083 16, −2.92499995, −5.06624842, 9.43530083 17, 0., −5.8499999, 9.43530083 18, 2.92499995, −5.06624842, 9.43530083 19, 5.06624842, −2.92499995, 9.43530083 20, 0., 0., 11.6930838 21, 3.12795043, 0., 10.9809694 22, 1.56397521, 2.70888448, 10.9809694 23, −1.56397521, 2.70888448, 10.9809694 24, −3.12795043, 0., 10.9809694 25, −1.56397521, −2.70888448, 10.9809694 26, 1.56397521, −2.70888448, 10.9809694 27, 5.66688585, 0., 9.13996124

28, 4.90766716, 2.83344293, 9.13996124 29, 2.83344293, 4.90766716, 9.13996124 30, 0., 5.66688585, 9.13996124 31, −2.83344293, 4.90766716, 9.13996124 32, −4.90766716, 2.83344293, 9.13996124 33, −5.66688585, 0., 9.13996124 34, −4.90766716, −2.83344293, 9.13996124 35, −2.83344293, −4.90766716, 9.13996124 36, 0., −5.66688585, 9.13996124 37, 2.83344293, −4.90766716, 9.13996124 38, 4.90766716, −2.83344293, 9.13996124 39, 0., 0., 11.4205837 40, 3.04302454, 0., 10.6828289 41, 1.52151227, 2.63533664, 10.6828289 42, −1.52151227, 2.63533664, 10.6828289 43, −3.04302454, 0., 10.6828289 44, −1.52151227, −2.63533664, 10.6828289 45, 1.52151227, −2.63533664, 10.6828289 46, 5.4837718, 0., 8.84462166 47, 4.7490859, 2.7418859, 8.84462166 48, 2.7418859, 4.7490859, 8.84462166 49, 0., 5.4837718, 8.84462166 50, −2.7418859, 4.7490859, 8.84462166 51, −4.7490859, 2.7418859, 8.84462166 52, −5.4837718, 0., 8.84462166 53, −4.7490859, −2.7418859, 8.84462166 54, −2.7418859, −4.7490859, 8.84462166 55, 0., −5.4837718, 8.84462166 56, 2.7418859, −4.7490859, 8.84462166 57, 4.7490859, −2.7418859, 8.84462166 ∗ Element,type = C3D6H 1, 20, 21, 22, 1, 2, 3 2, 20, 22, 23, 1, 3, 4 3, 20, 23, 24, 1, 4, 5 4, 20, 24, 25, 1, 5, 6 5, 20, 25, 26, 1, 6, 7 6, 20, 26, 21, 1, 7, 2 7, 21, 38, 27, 2, 19, 8 8, 21, 27, 28, 2, 8, 9

9, 22, 28, 29, 3, 9, 10 10, 22, 29, 30, 3, 10, 11 11, 23, 30, 31, 4, 11, 12 12, 23, 31, 32, 4, 12, 13 13, 24, 32, 33, 5, 13, 14 14, 24, 33, 34, 5, 14, 15 15, 25, 34, 35, 6, 15, 16 16, 25, 35, 36, 6, 16, 17 17, 26, 36, 37, 7, 17, 18 18, 26, 37, 38, 7, 18, 19 19, 21, 28, 22, 2, 9, 3 20, 22, 30, 23, 3, 11, 4 21, 23, 32, 24, 4, 13, 5 22, 24, 34, 25, 5, 15, 6 23, 25, 36, 26, 6, 17, 7 24, 26, 38, 21, 7, 19, 2 25, 39, 40, 41, 20, 21, 22 26, 39, 41, 42, 20, 22, 23 27, 39, 42, 43, 20, 23, 24 28, 39, 43, 44, 20, 24, 25 29, 39, 44, 45, 20, 25, 26 30, 39, 45, 40, 20, 26, 21 31, 40, 57, 46, 21, 38, 27 32, 40, 46, 47, 21, 27, 28 33, 41, 47, 48, 22, 28, 29 34, 41, 48, 49, 22, 29, 30 35, 42, 49, 50, 23, 30, 31 36, 42, 50, 51, 23, 31, 32 37, 43, 51, 52, 24, 32, 33 38, 43, 52, 53, 24, 33, 34 39, 44, 53, 54, 25, 34, 35 40, 44, 54, 55, 25, 35, 36 41, 45, 55, 56, 26, 36, 37 42, 45, 56, 57, 26, 37, 38 43, 40, 47, 41, 21, 28, 22 44, 41, 49, 42, 22, 30, 23 45, 42, 51, 43, 23, 32, 24 46, 43, 53, 44, 24, 34, 25 47, 44, 55, 45, 25, 36, 26

48, 45, 57, 40, 26, 38, 21

∗ Nset, nset = ALLNODES, generate 1, 57, 1

∗ Elset, elset = CORNEA, generate 1, 48, 1

∗ ∗Section : Section1CORNEA

∗ ∗SolidSection, elset = CORNEA, material = MC1 , ∗ EndPart ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ ∗ASSEMBLY ∗ ∗

∗ Assembly, name = Assembly ∗ ∗

∗ Instance, name = PART 11, part = PART 1 ∗ EndInstance

∗ ∗

∗ Nset, nset = LIMBUSNODES, instance = PART 11 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 27, 28, 29, 30 31, 32, 33, 34, 35, 36, 37, 38, 46, 47, 48, 49, 50, 51, 52, 53 54, 55, 56, 57

∗ Nset, nset = POLENODES, instance = PART − 1 − 1 38,

∗ Elset, elset = ALLELEMENT S, instance = PART − 1 − 1, generate1, 48, 1 ∗ Nset, nset = MONIT OR − 1, instance = PART − 1 − 1

1,

∗ Nset, nset = ALLNODES, instance = PART − 1 − 1, generate 1, 57, 1

∗ Elset, elset = REGIAOINT ERNA S1, instance = PART 11, generate 25, 48, 1

∗ Elset, elset = REGIAOINT ERNA S1 1, internal, instance = PART1- 1, generate

25, 48, 1

∗ Sur f ace,type = ELEMENT, name = REGIAOINT ERNA REGIAOINT ERNA S1 1, S1

∗ EndAssembly ∗ ∗MAT ERIALS ∗ ∗

∗ ∗Cornealmaterial properties ∗ ∗

∗ Include, input = Material.inp ∗ ∗

∗ ∗BOUNDARYCONDIT IONS ∗ ∗

∗ ∗Name : DispBC1Type : Symmetry/Antisymmetry/Encastre ∗ Boundary

LIMBU SNODES, PINNED

∗ ∗ − − − − − − − − − − − − − − − − − − − − − − − − − − − − − − − − ∗ ∗ST EP : Step − 1

∗ ∗

∗ Step, name = Step − 1, nlgeom = Y ES, inc = 50 ∗ Static

0.05, 1., 1e − 05, 0.05 ∗ ∗

∗ ∗LOADS ∗ ∗

∗ ∗Name : SURFFORCE − 1Type : Pressure ∗ Dsload

REGIAOINT ERNA, P, 0.0059995064 ∗ ∗

∗ ∗OUT PUT REQUEST S ∗ ∗

∗ Restart, write, f requency = 0

∗ Monitor, do f = 3, node = MONIT OR − 1, f requency = 1 ∗ ∗

∗ ∗FIELDOUT PUT : F − Out put − 1 ∗ ∗

∗ Out put, f ield ∗ NodeOut put U,

∗ ∗

∗ ∗HIST ORY OUT PUT : H − Out put − 1 ∗ ∗

∗ Out put, history

∗ NodeOut put, nset = MONIT OR − 1 U1,U 2,U 3

ANEXO B - Exemplo Arquivo Material File **Corneal material properties

*MATERIAL, NAME=MC1 *HYPERELASTIC, OGDEN, N=1 0.054,110.45

***

ANEXO C - Algoritmo Out Node.py from odbAccess import *

odb = openOdb(path=’InputFile.odb’) step = odb.steps[’Step-1’]

outputFile = open(’DisplacementPostInflation.txt’,’w’)

region = step.historyRegions[’Node PART-1-1.1’] node 1 is the cornea appex (center of the cornea)

outputs = region.historyOutputs[’U3’] i = 0

for time, value in outputs.data: i = i + 1

outputFile.write(’%16.8E, %16.8E ’ % (time*0.0059995064, value)) outputFile.close()

ANEXO D - Algoritmo Analysis batch file.bat : command to refer to current working directory

pushd ”% dp0” : Step 1

: Delete unwanted files Del *.prt Del *.msg Del *.rec Del *.sim Del *.mdl Del *.stt Del *.log Del *.bak Del *.cid Del *.ipm Del *.lck Del *.com Del *.023 Del *.dat Del *.1 Del *.2 Del *.3 Del *.4 Del *.5 Del *.6 Del *.7 Del *.8 Del *.rpy Del *.bak Del *.var Del *.par Del *.pes Del *.pmg Del *.odb Del *.sta Del *.fil Del *.sta : Step 2

: First step run the fourth parametric studies to generate call abaqus job=InputFile int

:Step3

: Run Abaqus python to extract the displacement values call abaqus cae noGUI=OutNode1.py

: Step34 : Deleteunwanted f iles Del∗ .prt Del∗ .msg Del∗ .rec Del∗ .sim Del∗ .mdl Del∗ .stt Del∗ .log Del∗ .bak Del∗ .cid Del∗ .ipm Del∗ .lck Del∗ .com Del∗ .023 Del∗ .dat Del∗ .1 Del∗ .2 Del∗ .3 Del∗ .4 Del∗ .5 Del∗ .6 Del∗ .7 Del∗ .8 Del∗ .r py Del∗ .bak Del∗ .var Del∗ .par Del∗ .pes Del∗ .pmg Del∗ . f il Del∗ .sta

ANEXO E - Valores dos materiais para diferentes idades 50 anos: *MATERIAL, NAME=MC1 *HYPERELASTIC, OGDEN, N=3 -327.568848,23.5262015,217.373135,24.9998277,110.241999,20.6186147,0,0 0 ** 60 anos: *MATERIAL, NAME=MC1 *HYPERELASTIC, OGDEN, N=3 -364.085573,23.5173737,241.550707,24.9999068,122.584251,20.5911989,0,0 0 ** 70 anos: *MATERIAL, NAME=MC1 *HYPERELASTIC, OGDEN, N=3 -409.944175,23.5072894,271.907597,24.9998264,138.08964,20.5602504,0,0 0 ** 80 anos: *MATERIAL, NAME=MC1 *HYPERELASTIC, OGDEN, N=3 -467.11006,23.4952587,309.742241,24.999113,157.425214,20.524598,0,0 0 ** 90 anos: *MATERIAL, NAME=MC1 *HYPERELASTIC, OGDEN, N=3 -538.062127,23.4836544,356.692266,24.9995765,181.432305,20.487826,0,0 0 **

Documentos relacionados