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NAS ESCOLAS ESTADUAIS DA DIRETORIA DE ENSINO – REGIÃO SÃO VICENTE

Neste capítulo serão apresentados os dados do IDESP das Escolas Estaduais circunscritas à Diretoria de Ensino – Região São Vicente, que é responsável pelos municípios de São Vicente, Praia Grande, Mongaguá, Itanhaém e Peruíbe. Optou-se por essa Diretoria de Ensino por compreender escolas de diferentes portes e características, localizadas em um contexto mais da periferia metropolitana, já que o município núcleo da Baixada Santista é Santos (que está em outra Diretoria de Ensino da região, que compreende também os municípios de Cubatão, Guarujá e Bertioga).

Para efeito deste trabalho foram observadas apenas as Unidades Escolares que ofertam o Ensino Médio, o que resultou na coleta de dados de 61 escolas.

Entretanto, optou-se por analisar apenas as Unidades Escolares que tenham oferecido o Ensino Médio de forma contínua em todo o período analisado (2007 a 2018), diante deste recorte, 4 escolas foram excluídas do presente estudo, permanecendo, ao total, 57 escolas de Ensino Médio analisadas.

As Unidades Escolares são distribuídas da seguinte forma entre os municípios: São Vicente (18), Praia Grande (23), Mongaguá (3), Itanhaém (8) e Peruíbe (5).

Os dados serão analisados sob duas óticas:

1) IDESP consolidado (nota final da Unidade Escolar);

2) Dados desagregados constando o desempenho em Língua Portuguesa e Matemática em 4 níveis: abaixo do básico, básico, adequado e avançado.

3.1 – ANÁLISE DO IDESP CONSOLIDADO

A Tabela 01 apresenta o resultado de 12 edições do IDESP (2007 a 2018) de 57 Unidades Escolares:

continua Tabela 01

IDESP 2007 a 2018 e média do período

MUNICÍPIO UNIDADE ESCOLAR IDESP

2007

MUNICÍPIO UNIDADE ESCOLAR IDESP

Fonte: Elaboração Própria a partir do Boletim Saresp 2007 a 2018

A escolha da média foi uma forma de uniformizar o desempenho das Unidades Escolares, considerando que as metas estipuladas pela SEE são móveis: caso uma escola não alcance a meta em um determinado ano, no ano seguinte a meta a ser alcançada não será a mesma que não fora alcançada naquele ano, mas sim uma outra baseada no desempenho observado, podendo então haver uma meta a ser alcançada menor do que a anterior.

Segundo a Secretária Estadual da Educação de São Paulo essa forma de cálculo faz com que as escolas tenham desafios novos todos os anos, sempre condizentes com a realidade da unidade escolar, mantendo dessa forma o estímulo. Apesar de não haver uma metodologia oficial sobre qual será o incremento a cada edição do IDESP, é possível fazer uma estimativa de qual foi o acréscimo entre a nota observada pelas escolas e as metas fixadas para a edição seguinte, conforme Tabela 02:

Tabela 02

Incremento médio na meta em relação ao IDESP do ano anterior das 57 escolas (números absolutos)

Fonte: Elaboração Própria a partir do Boletim Saresp 2007 a 2018

Não foi observado uma relação direta entre um maior ou menor incremento a ser alcançado com o percentual de escolas que cumpriram a meta, considerando que um baixo percentual de escola atingindo a meta, em tese, poderia requerer um incremento maior na meta do IDESP como forma de compensar o baixo desempenho no ano anterior. De todo, o formado utilizado para a definição de meta é sempre em relação ao IDESP observado na edição anterior, tenha ela aumentado ou diminuído, o que gera distorções, conforme citado anteriormente.

Independentemente das metas intermediárias, a meta a ser alcançada até 2030 para Ensino Médio é 5 (cinco) e, sendo importante verificar o comportamento médio da escola ao longo do período de análise para que se

visualize o hiato entre o desempenho médio e a média a ser alcançada em 2030, mensurando o esforço necessário para que a meta seja atingida. Quanto menor for a média da unidade escolar, tão maior será o esforço necessário para que se alcança a meta, no sentido contrário, quanto maior for média da escola menor, será o esforço da unidade escolar para alcançar a meta.

A escola que apresentou a melhor média (EE AUGUSTO PAES D AVILA, REVERENDO em Praia Grande) obteve o índice IDESP MÉDIO de 2,73 e a com menor desempenho alcançou o índice IDESP MÉDIO 1,16 (EE JOSE DE ALMEIDA PINHEIRO JUNIOR, PROFESSOR, em São Vicente). Estes dados apenas ilustram o desempenho médio e de forma isolada não possibilitam que sejam analisados o avanço ou recuo dos índices, sendo então necessário observar os resultados ao longo da série histórica, observando-se o comportamento ano a ano.

Nas 2 escolas inicialmente analisadas o IDESP máximo e mínimo alcançada são observados da seguinte forma:

EE AUGUSTO PAES D AVILA, REVERENDO: o desempenho mínimo foi de 0,68 observado no primeiro ano do IDESP; desempenho máximo observado no ano de 2018 quando a escola alcançou o IDESP 4,72, muito próximo da média 5 a ser alcançada até 2030.

EE JOSE DE ALMEIDA PINHEIRO JUNIOR, PROFESSOR: desempenho mínimo no ano de 0,88 alcançado no 1º ano do IDESP em 2007; o desempenho máximo alcançado foi no ano de 218 quando o IDESP foi 1,68, ainda muito aquém da média 5 a ser alcançada.

Importante ressaltar que das 10 Unidades Escolares com melhor IDESP MÉDIO, 04 (quatro) são Escolas do Programa de Ensino Integral (PEI). São elas:

- EE AUGUSTO PAES D AVILA REVERENDO, localizada em Praia Grande, com o 4º melhor IDESP MÉDIO (2,43). A Unidade Escolar foi a primeira a ter o Programa Ensino Integral implantado na Diretoria de Ensino – Região São Vicente, no ano de 2012;

- EE CARMEN MIRANDA, em Peruíbe, classifica-se com o 4º melhor IDESP MÉDIO (2,21), contando com o Programa de Ensino Integral desde 2015.

- EE ZULMIRA DE ALMEIDA LAMBERT, PROFESSORA, no município de São Vicente, apresenta o 6º maior IDESP MÉDIO (2,29), tendo o sistema de Ensino Integral implanto em 2013;

- EE JARDIM BOPEVA, no município de Praia Grande, tem o 7º melhor IDESP MÉDIO no período analisado. A Unidade Escolar teve o modelo de Ensino Integral em 2015.

As Escolas do Programa de Ensino Integral terão uma especial atenção mais à diante neste trabalho, em função de suas metodologias e especificidades.

Uma outra análise possível foi verificar qual foi o incremento realizado a cada ano do IDESP e para isso optou-se por observar o ponto de partida (2007) e o desempenho alcançado nas edições seguintes. O valor encontrado será a variação percentual e será considerado avanço ou retrocesso do IDESP em relação ao ano imediatamente anterior. Também é apresentado o crescimento médio do período.

Os dados são apresentados na Tabela 03 a seguir:

continua Tabela 03

Crescimento percentual do IDESP – 2007 a 2018

MUNICÍPIO UNIDADE ESCOLAR IDESP

2007

continuação

Fonte: Elaboração Própria a partir do Boletim Saresp 2007 a 2018

A Tabela 03 apresenta o crescimento percentual do IDESP ano a ano de cada Unidade Escolar. Como o IDESP teve início em 2007, só é possível uma base de comparação a partir de 2008. Na tabela, os quadrantes em verde representam os anos em que houve crescimento do IDESP de uma edição para outra, os quadrantes em vermelho quando houve redução no índice e os quadrantes sem coloração quanto o resultado não sofreu alteração. Na última coluna é apresentada a média de crescimento no período, sendo a tabela classificada segundo a média observada. Importante ressaltar que o crescimento em si não significa que a escola alcançou a meta estipulada, mas sim que houve avanço em relação ao desempenho do ano anterior. Esta ótica permite que seja verificado o processo e a tendência de crescimento. Mesmo que uma escola não alcance a meta, mas tenha incremento no desempenho é uma sinalização de avanço, mesmo que não seja no ritmo necessário, mas de todo modo demonstra um aumento no desempenho. Ademais, como já citado anteriormente, em função de a meta anual ser pensada a cada edição do IDESP e de ser móvel, pode ocorrer de uma escola atingir uma meta em um determinado ano que é menor do que foi a média estipulada 3 anos atrás, por exemplo. Por isso a análise de incremento ano a ano se mostra mais consistente do que o alcance da meta em cada um dos anos.

Cumpre notar que mesmo o uso do crescimento anual, pode gerar certa discussão na medida em que uma queda considerável em um ano pode ser facilmente recuperada na edição subsequente, uma vez que a base de comparação foi drasticamente reduzida. Para ilustrar esse raciocínio a EE FRANCISCO MARTINS DOS SANTOS do ano de 2009 para 2010 teve um crescimento de 60,21% (Tabela 02) tendo o IDESP saltando de 1,01 para 3,06 (Tabela 01). Na edição seguinte, em 2011, houve queda de 50,33%, tendo o IDESP saído de 3,06 para 1,52. Nas 5 edições seguintes foram observados crescimentos de 11,84% em 2012 (IDESP 1,70), 2,94% em 2013 (IDESP 1,75), 17,71% em 2014 (IDESP 2,06), 5,83% em 2015 (IDESP 2,18) e 24,31% em 2016 (IDESP 2,71). Entretanto, todos esses aumentos seguidos no IDESP fizeram o indicador chegar em 2,71, abaixo do índice alcançado em 2010. Essa sequência de dados do IDESP nessa unidade escolar indica que o indicador de 3,06 em 2010 foi um ponto fora da curva, pois até a edição de 2018 a escola não alcançou

um resultado minimamente próximo. Mesmo com essa observação a ideia principal é que seja verificada se a tendência aumento ou quedas no desempenho das unidades escolares no IDESP.

A opção pela análise crescimento médio também possibilita que seja verificada a consistência do crescimento do IDESP. É preferível que uma escola apresente crescimento de maneira módica, mas de forma consistente do que um crescimento considerável seguido de uma queda brusca.

Nota-se que nenhuma escola conseguiu crescimentos ininterruptos no período analisado, mesmo que representasse um crescimento mínimo não foi observado tal consistência no crescimento do IDESP em nenhuma unidade escolar.

Os destaques com 5 incrementos seguidos no IDESP são as escolas EE FRANCISCO MARTINS DOS SANTOS entre 2012 e 2016, EE ZULMIRA DE ALMEIDA LAMBERT PROFESSORA entre 2012 e 2016 e EE YOLANDA CONTE PROFESSORA entre 2014 e 2018. No sentido inverso, com de quedas seguidas no desempenho se apresentam as escolas: EE LEOPOLDO JOSE DE SANT’ANNA PROFESSOR, de 2009 a 2013 (5), EE SILVIA JORGE POLLASTRINI PROFESSORA , de 2009 a 2012 (4), EE RUBENS PAIVA DEPUTADO, de 2009 a 2011 (3), EE MILTON MARTINS POITENA, de 2012 a 2014 (3), EE AGENOR DE CAMPOS, de 2015 a 2017 (3), EE ZULMIRA DE ALMEIDA LAMBERT PROFESSORA, de 2009 a 2011 (3), EE ARACY DA SILVA FREITAS PROFESSORA, de 2012 a 2014 (3) e EE ANTONIO MOREIRA COELHO DEPUTADO, de 2009 a 2011 (3).

As Unidades Escolares em que foi observada a maior quantidade de edições em que houve crescimento em relação a imediatamente anterior foram:

- EE FRANCISCO MARTINS DOS SANTOS, em 9 de 11 edições (82%);

- EE LUIZ ABEL, EE JOAQUIM LOPES LEAO PASTOR, EE ALFREDO REIS VIEGAS DOUTOR, EE MARLENE LEITE DA SILVA PROFESSORA, EE MARTIM AFONSO, em 8 de 11 edições (73%);

As Escolas em que apresentam a maior quantidade de queda em relação ao ano imediatamente anterior foram:

- EE SILVIA JORGE POLLASTRINI PROFESSORA, 7 de 11 edições (64%);

- EE ANTONIO LUIZ BARREIROS, EE VILMA CATHARINA MOSCA LEONE PROFESSORA, EE FRANCISCO PEREIRA DA ROCHA DOUTOR, EE AGENOR DE CAMPOS, EE LEOPOLDO JOSE DE SANT ANNA PROFESSOR, EE ADELAIDE PATROCINIO DOS SANTOS, EE ARACY DA SILVA FREITAS PROFESSORA, EE ANTONIO MOREIRA COELHO DEPUTADO, EE MARGARIDA PINHO RODRIGUES em 6 das 11 edições (55%)

De uma forma geral, considerando as 57 escolas houve crescimento em 59 % das comparações, 41% de queda no período analisado e 0,3 de resultados inalterados. Quando é analisado o grupo de escolas que obtiveram aumento no desempenho de um ano imediatamente após o outro é observado comportamento conforme o gráfico abaixo:

Gráfico 01

% de escolas com crescimento no IDESP por ano

Fonte: Elaboração própria a partir do Boletim Saresp 2007 a 2018

Quando se verifica o conjunto de 57 escolas, nota-se que não há um crescimento consistente. Com exceção de 2008 (98%), 2015 (81%) e 2018 (74%), nos demais anos cerca de metade das escolas não apresentaram

98%

47%

28%

53% 54%

47%

54%

81%

53%

60%

74%

0%

20%

40%

60%

80%

100%

120%

IDESP 2008 IDESP 2009 IDESP 2010 IDESP 2011 IDESP 2012 IDESP 2013 IDESP 2014 IDESP 2015 IDESP 2016 IDESP 2017 IDESP 2018

crescimento no IDESP em relação às edições imediatamente anteriores. Há alguns períodos de crescimento, como em 2011 (53% ante 28% em 2010) e 2012 (54%), mas em seguida com uma queda para 47% em 2013, mesmo padrão de 2009. Em 2014, há um novo crescimento para 54%, no mesmo nível de 2012 e saltando para 81% em 2015. Entretanto, em 2016 há uma nova queda para 53%, no mesmo nível de 2011 sendo seguida de períodos de crescimento em 2017 (60%) e 74% em 2018. De uma forma geral há crescimentos e recuos reiteradamente, o que está longe de ser um padrão esperado visando a busca do alcance da meta de média 5 em 2030.

É importante ressaltar que o gráfico ilustra tão somente se houve crescimento em relação ao ano anterior, não entrando no mérito de qual era o valor do índice do IDESP e nem se a meta estabelecida foi alcançada. Essa observação é pertinente na medida em que há escolas com o ponto de partida mais elevado e em outras a base de partida é baixa, o que, em tese, facilitaria a obtenção de um melhor índice na edição subsequente. Entretanto a comparação neste instante se refere ao desempenho das escolas em relação a si mesma e não uma comparação entre escolas, pois o que se mede é o esforço da unidade escolar com o seu próprio desempenho.

A Tabela 04 a seguir ilustra a percentagem que as unidades escolares atingiram em relação a meta de IDESP nota 5 a ser alcançada em 2030.

continua

Tabela 04

% de cumprimento da meta de média 2030

MUNICÍPIO UNIDADE ESCOLAR IDESP

2007

continuação

MUNICÍPIO UNIDADE ESCOLAR IDESP

2007

Fonte: Elaboração própria a partir do Boletim Saresp 2007 a 2018

Quando se considera uma meta de longo prazo, é de esperar que haja um incremento ano a ano, ainda mais considerando que o grupo analisado não é o mesmo, mas sim são outros alunos que estão em séries anteriores, o que, em tese, proporcionaria a possibilidade de que fossem realizados ajustes no método de ensino que possibilitem um melhor desempenho dos alunos. O IDESP do Ensino Médio avalia apenas os alunos do 3º ano, o que significa que no ano seguinte serão avaliados os alunos que estão atualmente no 2º ano e no ano seguinte os que atualmente estão no 1º ano. Isso, novamente em tese, possibilitaria uma “curva de aprendizagem” que seria refletida no desempenho das escolas.

Na Tabela 04 nota-se que a escola que teve a maior nota de partida, em 2007, foi a EE MARIA PACHECO NOBRE, PROF, atingindo 52% da meta, já a unidade escolar com menor percentual foi a EE LUIZ ABEL com 8% da meta. A importância desse ponto de partida se dá na medida em que representará o quanto de esforço a escola precisará dispender para alcançar a meta de nota 5 em 2030. De outro modo, significa que esses alunos avaliados em 2007 ingressaram no Ensino Médio em 2005 tiveram percursos de aprendizagem diferentes durante os anos escolares que antecedera a avaliação do IDESP. Na última edição em análise do IDESP, em 2018, a EE MARIA PACHECO NOBRE, PROF havia atingido 60% da meta, um aumento de 8 pontos percentuais. Já a escola EE LUIZ ABEL apresentou, no IDESP 2018, 43% da meta atingida, o que representa um aumento de 35 pontos percentuais. Evidente que, mesmo com um percentual menor em relação a meta de 2030, o avanço da EE LUIZ ABEL é muito maior do que a EE MARIA PACHECO NOBRE, PROF. São desafios diferentes, para realidades distintas, buscando alcançar uma mesma meta de longo prazo, o que requer abordagens diferentes.

Quando observado, na mesma Tabela 04, o resultado do ano de 2018, percebe-se que algumas escolas estão em estágios bem avançado em relação à meta a ser alcançada em 2030: EE CARMEN MIRANDA atingiu 97% da meta, EE AUGUSTO PAES D AVILA REVERENDO com 94% da meta cumprida, EE JARDIM BOPEVA alcançou 85%, ZULMIRA DE ALMEIDA LAMBERT PROF, com 72% de cumprimento da meta e ALFREDO REIS VIEGAS DOUTOR, tendo alcançado 71% da meta alcançada. Importante ressaltar que todas essas

escolas são do Programa Ensino Integral – PEI, que oferece uma metodologia diferenciada.

A crítica de que as avaliações em larga escala podem levar a um processo em que a educação é voltada para o resultado, considerando-se os dados analisados, não tem se concretizado. Caso houvesse tal direcionamento do ensino para o teste, como consequência os resultados esperados deveriam ser de incremento nos indicadores educacionais. Entretanto não há evidências, a partir dos dados que possibilitem tal afirmação. Há, então, duas hipóteses: 1) as escolas não estão direcionando para o teste, não se importando com os resultados apresentados, mesmo que isso implique no não recebimento da bonificação por resultado; 2) as escolas direcionam para o teste e mesmo assim não estão alcançando os resultados esperados.

A tabela 05 a seguir apresenta a meta estipulada, o resultado do IDESP e o cumprimento ou não dela. Há também o total de edições em que a meta foi cumprida, o número máximo de edições seguidas em que a meta foi alcançada e número máximo de vezes seguidas em que a meta não foi alcançada. Os quadrantes em verde representam os anos em que a meta foi cumprida ou superada e os quadrantes em vermelho os anos em que a meta não foi alcançada. A tabela está ordenada pelo número de edições em que o IDESP teve a meta cumprida.

continua 1 SÃO VICENTE ZULMIRA DE ALMEIDA LAMBERT PROFESSORA 1,91 2,51 2,60 1,65 1,76 1,36 1,53 1,25 1,42 1,59 1,70 2,46 2,58 3,08 3,19 3,54 3,63 3,63 3,73 3,18 3,32 3,59 7 5 3 2 SÃO VICENTE JOAQUIM LOPES LEAO PASTOR 0,59 1,08 1,18 1,20 1,30 1,29 1,45 0,99 1,14 1,16 1,26 1,37 1,50 1,31 1,45 1,51 1,66 1,71 1,89 1,66 1,86 2,10 7 2 2 3 ITANHAÉM JOSE ANTONIO DE AFFONSECA ROGE FERREIRA 0,97 1,99 2,09 1,55 1,66 0,92 1,06 1,22 1,39 0,92 1,02 1,05 1,17 1,65 1,79 2,00 2,15 1,91 2,09 1,78 1,97 2,08 6 3 2 4 PRAIA GRANDE LIONS CLUBE CENTRO 1,37 1,86 1,97 2,15 2,25 2,30 2,49 2,21 2,41 1,63 1,74 2,77 2,88 2,48 2,61 1,44 1,59 3,08 3,21 2,02 2,21 2,83 6 3 2 5 PRAIA GRANDE REYNALDO KUNTZ BUSCH DOUTOR 1,26 1,83 1,94 1,55 1,65 1,51 1,68 1,93 2,12 2,13 2,24 2,32 2,45 2,25 2,39 2,96 3,08 2,97 3,11 3,42 3,54 3,37 6 3 2 6 SÃO VICENTE JOSE DE ALMEIDA PINHEIRO JUNIOR PROFESSOR 0,97 1,11 1,21 1,27 1,37 0,92 1,06 1,13 1,29 0,98 1,08 1,13 1,26 0,97 1,10 1,21 1,36 1,03 1,19 1,68 1,88 1,63 6 2 1 7 PRAIA GRANDE AUGUSTO PAES D AVILA REVERENDO 0,76 1,43 1,53 1,37 1,47 1,69 1,87 1,55 1,73 2,92 3,01 3,63 3,71 3,40 3,49 3,81 3,89 3,78 3,87 3,81 3,91 4,72 6 2 2

8 PERUÍBE CARMEN MIRANDA 1,61 1,73 1,84 2,01 2,12 2,02 2,20 1,63 1,82 2,15 2,26 1,77 1,91 1,41 1,55 4,04 4,10 3,80 3,89 4,55 4,59 4,87 6 2 2

9 ITANHAÉM JOSE CARLOS BRAGA DE SOUZA DOUTOR 0,94 1,41 1,51 1,04 1,14 1,26 1,42 1,09 1,25 1,55 1,66 1,11 1,24 0,74 0,86 1,34 1,49 1,29 1,46 1,61 1,81 2,21 6 2 2 10 PRAIA GRANDE MAGALI ALONSO PROFESSORA 1,44 1,88 1,98 1,49 1,60 1,45 1,62 1,74 1,93 1,32 1,43 1,53 1,66 1,50 1,64 1,66 1,81 1,99 2,17 1,62 1,82 2,17 6 2 2 11 PRAIA GRANDE OSWALDO LUIZ SANCHES TOSCHI 1,07 1,55 1,66 1,89 2,00 1,29 1,45 1,65 1,84 1,98 2,09 1,93 2,06 1,92 2,06 2,21 2,36 2,13 2,30 2,33 2,51 2,47 6 2 2 12 PERUÍBE OTTONIEL JUNQUEIRA PROFESSOR 1,38 1,70 1,80 1,58 1,69 2,21 2,40 2,51 2,71 2,03 2,14 2,74 2,86 2,35 2,49 2,01 2,16 2,35 2,52 2,15 2,34 2,55 6 2 2 13 SÃO VICENTE PAULO DE ARRUDA PENTEADO PROFESSOR 1,00 1,51 1,62 1,93 2,04 1,52 1,69 1,88 2,07 1,77 1,88 1,44 1,57 1,62 1,76 2,45 2,59 2,52 2,68 2,99 3,14 2,91 6 2 2 14 PRAIA GRANDE PEDRO PAULO GONCALVES LOPES PROFESSOR 0,87 1,25 1,35 1,57 1,68 1,18 1,34 0,98 1,13 1,41 1,52 1,07 1,20 1,38 1,52 1,65 1,80 1,19 1,36 1,22 1,41 2,02 6 2 2 15 SÃO VICENTE ALBERTO AUGUSTO PASTOR 1,57 1,59 1,69 1,20 1,31 1,72 1,90 1,40 1,58 1,25 1,35 1,50 1,64 0,77 0,89 1,76 1,91 1,31 1,49 2,18 2,37 2,77 6 2 3 16 PRAIA GRANDE MARLENE LEITE DA SILVA PROFESSORA 1,03 1,49 1,60 1,60 1,71 0,92 1,06 1,30 1,47 1,50 1,61 1,07 1,20 1,49 1,63 2,25 2,40 1,96 2,14 2,07 2,26 2,17 6 2 3 17 ITANHAÉM MILTON MARTINS POITENA 0,86 1,23 1,33 1,50 1,61 1,15 1,30 1,49 1,67 1,47 1,58 1,29 1,42 0,98 1,11 1,25 1,40 1,14 1,31 1,78 1,97 2,05 6 2 3 18 PRAIA GRANDE FRANCISCO MARTINS DOS SANTOS 1,62 1,82 1,93 1,91 2,01 3,06 3,24 1,52 1,70 1,70 1,81 1,75 1,89 2,06 2,20 2,18 2,33 2,71 2,86 1,83 2,02 2,77 6 1 1 19 SÃO VICENTE LUIZ D AUREA PROFESSOR 1,63 1,73 1,84 1,39 1,49 1,86 2,04 1,56 1,74 1,53 1,64 1,56 1,69 1,46 1,60 1,88 2,03 2,15 2,32 2,38 2,56 2,33 5 3 4 20 SÃO VICENTE LEOPOLDO JOSE DE SANT ANNA PROFESSOR 1,58 2,21 2,31 1,47 1,58 1,46 1,63 1,33 1,50 1,15 1,25 0,87 0,99 1,72 1,86 1,59 1,74 2,02 2,20 2,22 2,41 2,80 5 3 5 21 SÃO VICENTE YOLANDA CONTE PROFESSORA 1,59 1,85 1,96 1,82 1,93 1,60 1,78 1,71 1,90 1,81 1,92 1,62 1,76 1,97 2,11 2,34 2,48 2,64 2,80 2,74 2,9 3,14 5 3 5 22 PRAIA GRANDE ADELAIDE PATROCINIO DOS SANTOS 2,08 2,54 2,64 2,16 2,27 2,43 2,62 1,33 1,50 2,18 2,29 1,31 1,44 0,73 0,84 1,80 1,95 2,08 2,25 2,01 2,20 1,93 5 2 2 23 PRAIA GRANDE ALEXANDRINA SANTIAGO NETTO 1,29 1,30 1,41 1,68 1,79 1,23 1,39 1,03 1,19 1,64 1,75 1,61 1,75 1,73 1,87 2,21 2,36 1,79 1,97 1,95 2,14 2,24 5 2 2 24 SÃO VICENTE ANTONIO LUIZ BARREIROS 0,81 2,19 2,29 1,99 2,09 1,41 1,58 2,36 2,56 2,01 2,12 1,85 1,99 2,00 2,14 2,73 2,86 1,90 2,08 3,27 3,40 3,01 5 2 2 25 ITANHAÉM BENEDITO CALIXTO 1,79 2,05 2,15 2,04 2,15 1,57 1,74 1,76 1,95 1,67 1,78 1,27 1,40 2,16 2,30 2,42 2,56 2,46 2,62 2,31 2,49 2,52 5 2 2 26 SÃO VICENTE MARIA DULCE MENDES PROFESSORA 1,41 1,87 1,98 1,97 2,08 1,51 1,68 2,03 2,23 1,52 1,63 1,57 1,71 1,71 1,85 1,72 1,87 1,14 1,31 1,85 2,04 2,12 5 2 2 27 PERUÍBE VITALINO BERNINI PADRE PROFESSOR 1,28 1,59 1,69 1,59 1,70 1,23 1,39 1,60 1,79 1,88 1,99 1,75 1,89 1,34 1,48 2,36 2,50 1,90 2,08 2,35 2,53 2,49 5 2 2 28 PRAIA GRANDE ABRAHAO JACOB LAFER DOUTOR 2,13 2,56 2,65 2,84 2,93 2,58 2,77 2,40 2,60 2,42 2,52 2,88 2,99 2,48 2,61 3,14 3,25 3,21 3,34 2,65 2,82 3,32 5 2 3 29 MONGAGUÁ AGENOR DE CAMPOS 1,06 1,65 1,76 1,99 2,09 1,23 1,39 0,95 1,10 1,19 1,29 1,11 1,24 1,55 1,69 1,39 1,54 1,25 1,42 1,17 1,36 2,04 5 2 3 30 PRAIA GRANDE ALFREDO REIS VIEGAS DOUTOR 1,22 1,39 1,49 1,93 2,04 1,58 1,75 1,81 2,00 1,51 1,62 1,55 1,69 1,60 1,74 2,05 2,20 1,93 2,11 3,45 3,57 3,56 5 2 3

continuação

Fonte: Elaboração própria a partir do Boletim Saresp 2007 a 2018

31 PRAIA GRANDE ANTONIO NUNES LOPES DA SILVA PROFESSOR 1,26 1,65 1,75 1,01 1,11 1,78 1,96 1,32 1,49 1,41 1,52 1,17 1,30 1,37 1,51 1,65 1,80 1,60 1,78 1,73 1,93 2,36 5 2 3 32 ITANHAÉM DAGOBERTO NOGUEIRA DA FONSECA 1,30 1,52 1,62 1,27 1,37 1,24 1,40 1,38 1,56 1,82 1,93 1,22 1,35 1,59 1,73 1,60 1,75 2,09 2,26 2,72 2,89 2,02 5 2 3 33 PRAIA GRANDE JARDIM BOPEVA 1,30 1,78 1,88 1,70 1,81 1,55 1,72 1,56 1,74 1,90 2,01 1,72 1,86 1,79 1,93 3,47 3,57 3,95 4,03 3,73 3,83 4,23 5 2 3 34 PRAIA GRANDE JULIO SECCO DE CARVALHO 1,32 2,73 2,82 2,46 2,56 1,51 1,68 1,99 2,18 2,23 2,33 1,63 1,77 2,09 2,23 2,68 2,81 2,32 2,49 1,48 1,67 1,49 5 2 3 35 SÃO VICENTE MARIO COVAS JUNIOR GOVERNADOR 0,99 2,06 2,16 2,55 2,65 2,13 2,32 1,81 2,00 1,97 2,08 2,59 2,71 1,89 2,03 3,21 3,32 2,26 2,43 2,78 2,94 2,79 5 2 3 36 PRAIA GRANDE RUBENS PAIVA DEPUTADO 1,16 1,64 1,75 1,52 1,63 1,37 1,54 0,75 0,88 2,06 2,17 1,09 1,22 1,71 1,85 2,16 2,31 2,27 2,44 2,65 2,82 2,17 5 2 3 37 PRAIA GRANDE LAUDELINO FERNANDES DOS SANTOS PROFESSOR 1,43 1,73 1,83 1,59 1,70 1,40 1,57 1,48 1,66 1,33 1,44 2,13 2,26 1,58 1,72 2,25 2,40 2,59 2,75 2,48 2,66 3,21 5 2 4 38 SÃO VICENTE MARTIM AFONSO 1,42 2,17 2,27 2,26 2,36 2,26 2,45 1,89 2,08 2,06 2,17 2,22 2,35 2,29 2,43 2,69 2,82 2,41 2,58 3,03 3,18 3,46 5 2 4 39 ITANHAÉM ROSELIA BRAGA XAVIER PROFESSORA 1,30 1,78 1,89 1,34 1,45 1,54 1,71 1,61 1,80 1,36 1,47 1,39 1,52 1,10 1,23 1,37 1,52 1,93 2,11 1,67 1,87 1,87 5 2 4 40 PERUÍBE FRANCISCO PEREIRA DA ROCHA DOUTOR 0,97 2,32 2,42 2,00 2,11 1,82 2,00 2,11 2,31 1,77 1,88 1,32 1,45 1,64 1,78 1,53 1,68 1,88 2,06 1,52 1,71 1,78 5 1 2 41 ITANHAÉM JON TEODORESCO PROFESSOR 1,91 1,94 2,05 1,99 2,10 1,73 1,91 1,98 2,17 2,01 2,12 1,76 1,90 2,30 2,44 1,68 1,83 2,75 2,90 2,46 2,64 2,89 5 1 2 42 SÃO VICENTE MARIA THEREZA DA CUNHA PEDROSO PROFESSORA 0,84 1,34 1,45 1,39 1,50 1,62 1,80 1,36 1,54 1,19 1,29 2,28 2,41 1,06 1,19 2,20 2,35 2,02 2,20 1,44 1,63 3,11 5 1 2

43 PRAIA GRANDE VILA TUPI 1,47 2,24 2,34 1,96 2,07 1,25 1,41 1,64 1,83 1,54 1,65 1,57 1,71 1,74 1,88 1,86 2,01 2,11 2,28 1,61 1,81 3,18 5 1 2

44 PRAIA GRANDE BALNEARIO DAS PALMEIRAS 1,56 2,37 2,47 2,38 2,48 1,98 2,16 2,32 2,52 2,44 2,54 2,35 2,48 2,57 2,70 3,19 3,30 2,79 2,94 2,83 2,99 2,71 4 2 3 45 PRAIA GRANDE JULIO PARDO COUTO PROFESSOR 0,97 0,64 0,72 1,37 1,48 1,25 1,41 1,04 1,20 1,09 1,19 1,49 1,62 1,55 1,69 1,43 1,58 2,41 2,58 2,82 2,98 1,65 4 2 3 46 ITANHAÉM SILVIA JORGE POLLASTRINI PROFESSORA 1,68 1,94 2,04 1,73 1,84 1,38 1,55 1,28 1,45 1,14 1,24 1,63 1,77 1,32 1,46 2,33 2,48 2,61 2,77 2,56 2,73 2,39 4 2 4 47 MONGAGUÁ AIDA LEDA BAUER DAVIES PROFESSORA 0,80 1,16 1,26 1,79 1,90 1,45 1,62 1,61 1,80 1,53 1,64 1,58 1,72 1,67 1,81 2,06 2,21 1,40 1,58 1,67 1,87 1,66 4 2 5 48 PRAIA GRANDE SYLVIA DE MELLO PROFESSORA 0,79 1,62 1,73 1,92 2,03 1,50 1,67 1,54 1,72 1,35 1,46 1,42 1,55 1,31 1,45 1,87 2,02 1,50 1,68 1,59 1,78 2,00 4 2 5

49 PERUÍBE LUIZ ABEL 0,46 1,23 1,33 1,40 1,51 1,49 1,66 1,39 1,57 1,30 1,41 1,40 1,53 1,47 1,61 1,29 1,44 1,87 2,05 2,10 2,29 2,15 4 2 6

50 SÃO VICENTE ANTONIO MOREIRA COELHO DEPUTADO 1,43 1,73 1,84 1,64 1,75 1,47 1,64 0,89 1,04 1,37 1,48 1,27 1,40 1,79 1,93 1,43 1,58 1,50 1,68 2,48 2,66 1,68 4 1 3 51 SÃO VICENTE ARMANDO VICTORIO BEI 0,99 1,37 1,48 1,43 1,54 1,26 1,42 1,07 1,23 1,43 1,54 1,42 1,55 1,09 1,22 1,62 1,77 1,63 1,81 1,62 1,82 2,05 4 1 3 52 PRAIA GRANDE MARIA PACHECO NOBRE PROFESSORA 2,67 2,60 2,69 1,74 1,85 2,70 2,89 2,76 2,95 2,84 2,93 2,42 2,55 2,83 2,95 2,76 2,89 3,19 3,32 2,84 3,00 3,00 4 1 3 53 PRAIA GRANDE VILMA CATHARINA MOSCA LEONE PROFESSORA 1,04 2,29 2,39 1,32 1,43 1,21 1,37 2,05 2,25 1,50 1,61 1,94 2,07 1,84 1,98 2,15 2,30 2,03 2,21 2,04 2,23 1,73 4 1 3 54 SÃO VICENTE MARGARIDA PINHO RODRIGUES 1,57 1,56 1,67 1,64 1,75 1,50 1,67 1,11 1,27 1,70 1,81 1,52 1,65 0,95 1,08 1,25 1,40 1,22 1,39 0,91 1,08 1,38 3 1 4 55 SÃO VICENTE ALBINO LUIZ CALDAS PROFESSOR 1,18 1,67 1,77 1,46 1,57 1,56 1,73 1,65 1,84 1,49 1,60 1,41 1,54 1,53 1,67 1,60 1,75 2,34 2,51 2,63 2,80 2,41 3 2 7 56 SÃO VICENTE ESMERALDO SOARES TARQUINIO DE CAMPOS FILHO 0,92 1,40 1,50 1,48 1,59 1,16 1,32 1,09 1,25 1,54 1,65 1,27 1,40 1,35 1,49 1,20 1,35 1,33 1,51 1,70 1,90 1,86 3 1 4 57 MONGAGUÁ ARACY DA SILVA FREITAS PROFESSORA 1,31 2,37 2,47 2,26 2,36 1,53 1,70 1,61 1,80 1,56 1,67 1,41 1,54 1,37 1,51 2,15 2,30 1,52 1,70 1,89 2,08 1,96 3 1 6

MUNICÍPIO UNIDADE ESCOLAR META

Observando a Tabela 05 verifica-se uma enorme inconstância das escolas no cumprimento das metas. Há poucos casos de crescimento contínuo, o que denota que os resultados alcançados podem ter sido atingidos por mera especificidade das turmas avaliadas e não como resultado de um trabalho consistente da equipe gestora da unidade escolar. Tal impressão se ampara nos seguintes dados:

- em 12 escolas analisadas (21,1%) não houve um momento sequer em que a meta tenho sido alcançada por 2 edições seguidas, ou seja, a escola sempre que alcançava a meta, na edição seguinte não conseguia obter êxito;

- 38 escolas (66,7%) conseguiram atingir a meta por 2 edições do IDESP seguidas;

- 6 escolas (10,5%) atingiram a meta por 3 edições seguidas e

- uma única unidade escolar (1,8%), conseguiu cumprir a meta por 5 edições seguidas.

De outro modo, 88% das escolas conseguiram, no máximo, cumprir a meta por 2 edições seguidas o que reforça o argumento de falta de consistência pedagógica.

No outro extremo, ao ser analisado o quadro em que as escolas não conseguiram alcançar as metas de forma reiterada, encontra-se o seguinte resultado:

- 1 escola (1,8%) não atingiu a meta por 7 edições seguidas;

- 2 escolas (3,5%) não atingiram a meta por 6 edições seguidas;

- 4 escolas (7%) não atingiram a meta por 5 edições seguidas;

- 7 escolas (12,3%) não atingiram a meta por 4 edições seguidas;

- 19 escolas (33,3%) não atingiram a meta por 3 edições seguidas;

- 22 escolas (38,6%) não atingiram a meta por 2 edições seguidas e - 2 escolas (3,5%) não passaram mais do que uma edição sem atingir a meta.

Gráfico 02

Edições seguidas sem alcançar a meta do IDESP

Fonte: Elaboração própria a partir do Boletim Saresp 2007 a 2018

Esses dados demonstram que em 58% das escolas houve, no mínimo, 3 edições seguidas em que as metas não foram alcançadas. Não se trata, portanto, de algo pontual, mas sim de um padrão. Note-se que não há uma única escola em que a meta tinha sido atingida em todos os anos e apenas 2 não

Esses dados demonstram que em 58% das escolas houve, no mínimo, 3 edições seguidas em que as metas não foram alcançadas. Não se trata, portanto, de algo pontual, mas sim de um padrão. Note-se que não há uma única escola em que a meta tinha sido atingida em todos os anos e apenas 2 não

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