ASSENTA NAS ORIENTAÇÕES
DO COMMITTEE OF SPONSORING
ORGANIZATIONS (COSO) OF THE
TRADEWAY COMMISSION.
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interna tem vindo a promover a sistematização da avaliação dos riscos e dos sistemas de controlo interno ao nível das diferentes unidades de negócio. Estas análises, efectuadas em conjunto com as diversas unidades de negócio, têm por âmbito os riscos identifi cados pelas mesmas e cuja gestão é responsabilidade dessas unidades de negócio.
Como os riscos inerentes e a efi cácia dos controlos internos são função de variáveis endógenas e exógenas, este processo não é estático no tempo. Assim, é prudente que sejam
realizadas reavaliações periódicas de risco aos principais negócios do Grupo, para que se possa garantir que existe um alinhamento entre o perfi l de risco decidido pela comissão executiva e a resposta aos riscos pelas unidades de negócio, de modo a reduzir a probabilidade de ocorrência de eventos potencialmente negativos ou mesmo catastrófi cos para o Grupo.
Genericamente, as avaliações de análise de risco e controlo interno começam por identifi car e classifi car os principais riscos que se colocam à prossecução dos objectivos das unidades de negócio, bem como os sistemas de controlo instituídos para os mitigar. No âmbito da avaliação da efi cácia da carteira de controlos implementados, afere-se os riscos residuais enfrentados e, em seguida, verifi ca-se a existência de eventuais desvios em relação à apetência para o risco defi nida para a unidade. Por fi m, as unidades de negócio pronunciam-se quanto ao risco residual, comprometendo-se com um plano de resposta ao risco desenhado para minorar, transferir, evitar ou aceitar o risco residual. Este processo está de acordo com o método ilustrado pelo seguinte gráfi co, onde se apresenta a sequência e as dependências das diversas actividades que a compõem:
Implementação de um programa de gestão de riscos
5. Avaliação do risco residual 6. Decisão sobre o risco residual 7. Monitorização da gestão do risco 2. Identificação do risco 3. Avaliação do risco inerente 4. Identificação das actividades de controlo 1. Identificação dos objectivos
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Como ilustra o gráfi co exposto, a gestão de riscos no Grupo é assumida como um processo multidireccional e interactivo, em que as várias componentes do processo se infl uenciam mutuamente.
As avaliações de risco e controlo interno adoptadas nas unidades de negócio, assim como os respectivos planos de resposta ao risco, são reportados ao presidente do conselho de administração e a todos
os membros da comissão executiva. Garante-se assim uma comunicação adequada a estes órgãos sociais acerca do nível de risco assumido pelos gestores das várias unidades de negócio.
Monitorização
Cabe ao conselho fi scal supervisionar a adopção pela Sociedade de princípios e políticas de identifi cação e gestão dos principais riscos de natureza fi nanceira e operacional ligados à actividade da Galp Energia, bem como de medidas destinadas a monitorizar, controlar e divulgar tais riscos.
No âmbito da actividade conduzida pela direcção corporativa de auditoria interna, são realizadas auditorias operacionais, de conformidade, fi nanceiras e revisões ao sistema de informação que visam testar a efi cácia dos controlos internos instituídos. É defi nido anualmente um plano de auditoria baseado nos resultados da avaliação do risco residual para os diferentes processos e unidades de negócio, que é aprovado pelo presidente do conselho
de administração. Os relatórios de auditoria são reportados ao presidente do conselho
de administração e a todos
os membros da comissão executiva. Uma síntese da actividade semestral da direcção corporativa de auditoria interna é reportada ao presidente do conselho de administração, à comissão executiva e ao conselho fi scal. Em 2010, foram conduzidas cerca de 70 auditorias nas diversas unidades de negócio, unidades de serviço e sociedades participadas da Galp Energia.
No âmbito das suas funções, o revisor ofi cial de contas e os auditores externos, com vista à emissão da certifi cação legal de contas e relatório de auditoria relativos às
demonstrações fi nanceiras individuais e consolidadas da Galp Energia, avaliam os mecanismos de controlo interno dos principais ciclos funcionais das empresas do grupo Galp Energia com efeitos no relato fi nanceiro, não emitindo qualquer relatório específi co sobre esta área.
Informação e comunicação
No âmbito das suas funções, o revisor ofi cial de contas e os auditores externos, com vista à emissão da certifi cação legal de contas e relatório de auditoria relativos às
demonstrações fi nanceiras individuais e consolidadas da Galp Energia, avaliam os mecanismos de controlo interno dos principais ciclos funcionais das empresas do grupo Galp Energia com efeitos no relato fi nanceiro, não emitindo qualquer relatório específi co sobre esta área.
O processo de divulgação de informação fi nanceira pela
Galp Energia é acompanhado, tanto pelos órgãos de administração
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e fi scalização, como pelas unidades de negócio e serviços corporativos. Os documentos de apresentação de informação fi nanceira ao mercado de capitais são elaborados pela direcção de relações com investidores e
comunicação externa, com base na informação disponibilizada pelas unidades de negócio, pela direcção
de contabilidade e tesouraria e pela direcção de planeamento e controlo corporativo. Antes da sua divulgação, este documento é enviado aos órgãos de administração e de fi scalização. Deste modo, todos os documentos
de apresentação de informação fi nanceira são aprovados por estes dois órgãos antes de serem divulgados.
A alteração de procedimentos pretende garantir, de forma clara e efi ciente, a plena independência entre os órgãos sociais e entre estes e a Sociedade, assim como assegurar a idoneidade profi ssional e pessoal dos membros daqueles órgãos.
Neste sentido, em Julho de 2009 foi aprovado o Código de Ética, cuja fi nalidade é orientar a conduta pessoal e profi ssional de todos os
colaboradores da Galp Energia, bem como regular o relacionamento entre