No caso de motores equipados com um sistema DPF, o sistema OBD deve monitorizar os seguintes elementos a fim de garantir um funcionamento adequado:
a) Substrato DPF: presença de substrato DPF – monitorização da inoperacionalidade total; b) Rendimento do DPF: obstrução do DPF – total inoperacionalidade;
c) Rendimento do DPF: processos de filtragem e regeneração (p. ex., acumulação de partículas durante o pro cesso de filtragem e remoção de partículas durante um processo de regeneração forçada) – monitorização do rendimento (por exemplo, avaliação das propriedades mensuráveis do DPF tais como a contrapressão ou a pressão diferencial, o que poderá não ser suficiente para detectar todos os defeitos susceptíveis de reduzir o rendimento do filtro).
RUBRICA 3
MONITORIZAÇÃO DA REDUÇÃO CATALÍTICA SELECTIVA (SCR)
Para efeitos desta rubrica, SCR significa redução catalítica selectiva ou outro dispositivo catalisador de NOx de mistura pobre. No caso de motores equipados com um sistema SCR, o sistema OBD deve monitorizar os seguintes elementos a fim de garantir um funcionamento adequado:
a) Sistema de injecção de reagente activo/intrusivo: a capacidade do sistema para regular correctamente a injecção de reagente, quer se trate de uma injecção no escape ou nos cilindros - monitorização do rendimento;
b) Reagente activo/intrusivo: a disponibilidade de reagente a bordo e consumo adequado do reagente, se este não for o combustível (p. ex., ureia) – monitorização do rendimento;
c) Reagente activo/intrusivo: na medida do possível, a qualidade do reagente, se este não for o combustível (p. ex., ureia) – monitorização do rendimento;
d) Eficiência de conversão do catalisador SCR: a monitorização da capacidade do catalisador SCR para con verter os valores-limite de emissões NOx.
RUBRICA 4
COLECTOR DE NOX DE MISTURA POBRE (LNT OU ADSORVEDOR DE NOX)
No caso de motores equipados com um sistema LNT, o sistema OBD deve monitorizar os seguintes elementos a fim de garantir um funcionamento adequado:
a) Capacidade LNT: a capacidade de um sistema LNT para adsorver/armazenar e converter NOx – monito rização do rendimento;
b) Sistema de injecção de reagente activo/intrusivo LNT: a capacidade do sistema para regular correctamente a injecção de reagente, quer se trate de uma injecção no escape ou nos cilindros – monitorização do rendimento.
RUBRICA 5
MONITORIZAÇÃO DOS CATALISADORES DE OXIDAÇÃO (INCL. CATALISADOR DE OXIDAÇÃO DIESEL – DOC)
Esta rubrica aplica-se a catalisadores de oxidação que sejam distintos de outros sistemas de pós-tratamento. Os catalisadores que façam parte de um sistema de pós-tratamento são abrangidos por outra rubrica adequada do presente apêndice.
No caso de motores equipados com um catalisador de oxidação, o sistema OBD deve monitorizar os seguintes elementos a fim de garantir um funcionamento adequado:
a) Eficiência da conversão dos HC: a capacidade dos catalisadores de oxidação para converter os HC a mon tante de outros dispositivos de pós-tratamento - monitorização da inoperacionalidade total;
b) Eficiência da conversão dos HC: a capacidade dos catalisadores de oxidação para converter os HC a jusante de outros dispositivos de pós-tratamento - monitorização da inoperacionalidade total.
RUBRICA 6
MONITORIZAÇÃO DO SISTEMA DE RECIRCULAÇÃO DOS GASES DE ESCAPE (EGR)
No caso de motores equipados com um sistema EGR, o sistema OBD deve monitorizar os seguintes elementos a fim de garantir um funcionamento adequado:
DIESEL GÁS
a1) Caudal EGR baixo/elevado: a capacidade de o sistema EGR manter o caudal EGR prescrito, detectando tanto o caudal insuficiente como o caudal excessivo — monitorização dos
valores-limite de emissão; X
a2) Caudal EGR baixo/elevado: a a capacidade de o sistema EGR manter o caudal EGR pres crito, detectando tanto o caudal insuficiente como o caudal excessivo — monitorização do rendimento;
(este requisito de monitorização deverá ser objecto de um exame mais aprofundado)
X
b) Resposta lenta do dispositivo de accionamento EGR: a capacidade de o sistema EGR alcan çar o caudal prescrito num dado intervalo de tempo após o accionamento, determinado
pelo fabricante - monitorização do rendimento; X X
c) Rendimento do banho de arrefecimento do sistema EGR: a capacidade de o sistema de arre fecimento EGR alcançar os resultados prescritos pelo fabricante em matéria de arrefeci
mento — monitorização do rendimento. X X
RUBRICA 7
MONITORIZAÇÃO DO SISTEMA DE COMBUSTÍVEL
No caso de motores equipados com um sistema de combustível, o sistema OBD deve monitorizar os seguintes elementos a fim de garantir um funcionamento adequado:
DIESEL GÁS
a) Controlo da pressão do sistema de combustível: a capacidade de o sistema de combustível alcançar a pressão de combustível prescrita em circuito fechado – monitorização do rendi
mento; X
b) Controlo da pressão do sistema de combustível: a capacidade de o sistema de combustível alcançar a pressão de combustível prescrita em circuito fechado, no caso de sistemas que permitam o controlo da pressão independentemente de outros parâmetros – monitoriza ção do rendimento;
X
c) Regulação da injecção de combustível: a capacidade de o sistema de combustível alcançar a regulação de combustível prescrita pelo menos num dos eventos de injecção, no caso de o motor estar equipado com os sensores adequados – monitorização do rendimento. X d) Sistema de injecção de combustível: a capacidade para manter a relação ar/combustível pre
tendida (incl., mas não limitada a, características de auto-adaptação) – monitorização do ren
dimento. X
RUBRICA 8
SISTEMA DE CONTROLO DA ADMISSÃO DE AR E DA PRESSÃO/SOBREPRESSÃO NO TURBOCOMPRESSOR No caso de motores devidamente equipados, o sistema OBD deve monitorizar os seguintes elementos do sis tema de controlo da admissão de ar e da pressão/sobrepressão do turbocompressor:
DIESEL GÁS
a1) Turbo com pressão insuficiente/excessiva: a capacidade de o sistema do turbocompressor manter a sobrepressão prescrita, detectando tanto a “sobrepressão insuficiente” como a “sobrepressão excessiva” – monitorização dos valores-limite de emissão. X a2) Turbo com pressão insuficiente/excessiva: a capacidade de o sistema do turbocompressor
manter a sobrepressão prescrita, detectando tanto a “sobrepressão insuficiente” como a “sobrepressão excessiva” – monitorização do rendimento.
(este requisito de monitorização deverá ser objecto de um exame mais aprofundado).
X
b) Resposta lenta da turbina de geometria variável (VGT): a capacidade de o sistema VGT alcan çar a geometria prescrita num intervalo de tempo determinado pelo fabricante – monito
rização do rendimento. X X
c) Arrefecedor do ar de sobrealimentação: o rendimento do sistema de arrefecimento do ar de
RUBRICA 9
SISTEMA VARIÁVEL DE REGULAÇÃO DE VÁLVULAS (VVT)
No caso de motores equipados com um sistema variável de regulação de válvulas (VVT), o sistema OBD deve monitorizar os seguintes elementos a fim de garantir um funcionamento adequado:
a) Erro no objectivo VVT: a capacidade de o sistema VVT alcançar a regulação de válvulas prescrita - moni torização do rendimento.
b) Resposta lenta VVT: a capacidade de o sistema VVT alcançar a regulação de válvulas prescrita num inter valo de tempo determinado pelo fabricante, no seguimento da monitorização do rendimento da regulação.
RUBRICA 10
DETECÇÃO DE FALHAS DE IGNIÇÃO
DIESEL GÁS
a) Não há prescrições. X
b) As falhas de ignição podem causar danos no catalisador (por exemplo, mediante a moni torização de uma certa percentagem de falhas de ignição num certo lapso de tempo) – monitorização do rendimento.
(este requisito de monitorização deverá ser objecto de um exame mais aprofundado junta mente com as rubricas 6 e 8).
X
RUBRICA 11
MONITORIZAÇÃO DO SISTEMA DE VENTILAÇÃO DO CÁRTER
Não há prescrições.
RUBRICA 12
MONITORIZAÇÃO DO SISTEMA DE ARREFECIMENTO DO MOTOR
O sistema OBD deve monitorizar os seguintes elementos do sistema de arrefecimento do motor a fim de garan tir um funcionamento adequado:
a) Temperatura do líquido de arrefecimento do motor (termóstato): os fabricantes de termóstatos bloquea dos em posição aberta não precisam de monitorizar o termóstato se a avaria não afectar outros monito res OBD – inoperacionalidade total.
Os fabricantes não precisam de monitorizar a temperatura do líquido de arrefecimento do motor nem o sen sor de temperatura do líquido de arrefecimento do motor, se a temperatura ou o sensor em causa não forem utilizados para efeitos de controlo em circuito fechado de quaisquer sistemas de controlo de emissões e/ou não desactivarem nenhum outro monitor.
Os fabricantes têm o direito de suspender ou retardar o monitor o tempo necessário para atingir a tempera tura de activação do controlo em circuito fechado, se as condições do motor forem susceptíveis de falsear os resultados do diagnóstico (por exemplo, se o motor funcionar em marcha lenta sem carga durante mais de 50 % a 75 % do tempo de aquecimento previsto).
RUBRICA 13
MONITORIZAÇÃO DOS SENSORES DE GASES DE ESCAPE E DE OXIGÉNIO O sistema OBD deve monitorizar:
DIESEL GÁS
a) No caso de motores que disponham deste equipamento, os componentes eléctricos dos sen sores de gases de escape para garantir um funcionamento adequado de acordo com a
rubrica 1 do presente apêndice – monitorização dos componentes. X X b) Os sensores de oxigénio primários e secundários (controlo do combustível). Estes sensores
são considerados como sensores de gases de escape cujo correcto funcionamento convém monitorizar de acordo com a rubrica 1 do presente apêndice – monitorização dos compo nentes.
X
RUBRICA 14
MONITORIZAÇÃO DO SISTEMA DE CONTROLO DA MARCHA LENTA SEM CARGA
O sistema OBD deve monitorizar os componentes eléctricos dos sistemas de controlo da marcha lenta sem carga para garantir um funcionamento adequado de acordo com a rubrica 1 do presente apêndice.
RUBRICA 15