Formação inicial qualificante de jovens
Apoio à transição de jovens para a vida activa Formação de docentes e outros agentes
Desenvolvimento do ensino pós-secundário e superior
OBJECTIVOS
Assegurar a fiabilidade dos procedimentos adoptados e a validade dos critérios subjacentes à análise da despesa certificada;
Verificar a forma como os órgãos de gestão ou as suas estruturas garantem a fiabilidade dos documentos constantes das candidaturas, asseguram a recolha da informação necessária à caracterização das componentes dos projectos ou acções e asseguram a eficácia do acompanhamento da execução dos projectos ou acções.
PRODUTOS/RESULTADOS ESPERADOS
Relatórios regionais anuais de síntese da actividade de controlo (Delegações Regionais); Relatório nacional anual de síntese.
METODOLOGIA
Determinação conjunta pela Inspecção Geral de Finanças e entidade coordenadora (IGFSE) das linhas gerais do plano de controlos para o ano seguinte tendo por base a informação enviada pela IGE, os controlos realizados e em curso e os critérios de selecção definidos pelo PRODEP;
Programação, em articulação com o PRODEP e o IGFSE, da actividade anual de controlo de 1.º nível de acordo com as linhas gerais aprovadas;
Realização dos controlos às entidades que compõem a amostra construída de acordo com os critérios de selecção elaborados pela IGF, em articulação com o IGFSE, e utilizando os métodos e instrumentos fornecidos por estas entidades;
Elaboração, com periodicidade trimestral, de relatório de execução do plano anual de controlo;
Elaboração do relatório anual com a síntese da actividade de controlo desenvolvida.
COLABORAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OUTROS SERVIÇOS
Unidade de Gestão do PRODEP III, Direcção-Geral do Ensino Superior (DGESup), Departa- mento do Ensino Secundário (DES), Direcções Regionais de Educação (DRE), Fundo Social Eu-
ropeu (FSE), Inspecção-Geral de Finanças (IGF), Sistema de Controlo Interno da Administração Financeira do Estado (SCI) e Inspecção-Geral do Fundo Social Europeu.
RECURSOS HUMANOS
Intervenientes
Coordenador: Rui Leonardo Silva
Equipa de Trabalho dos Serviços Centrais: Arnaldo Neves, Rui Gonçalves e João Ramalho Interlocutores das Delegações Regionais:
• DRN — Maria Antónia Ramos
• DRC — Manuel Cruz
• DRL — Maria Helena Ribeiro
• DRA — Graça Maria Marques Fernandes
• DRAlg — Marília Fernandes
Volume
Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 3.870 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 5,69 %
RECURSOS FINANCEIROS
Valor absoluto (total) — € 816.966 • Aquisição de bens e serviços — 0
• Despesas com pessoal — € 816.966
CRONOGRAMA
Ano 2001 2002 2003
Meses
Acções Dez. Jan. Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Jan.
Responsável Elaboração dos relatórios anuais de síntese do ano anterior Delegações Regionais Elaboração do relatório anual de síntese, 2001 Serviços Centrais Realização das intervenções de controlo Delegações Regionais Manutenção do sistema de informação Serviços Centrais e Delegações Regionais Elaboração dos relatórios trimestrais de execução do plano anual de controlo Serviços Centrais e Delegações Regionais Programação da actividade de controlo de 2003 Serviços Centrais
INSTRUMENTOS DE TRABALHO
Roteiros de inspecção
A V A L I A Ç Ã O D A S E S C O L A S
DEFINIÇÃO/OBJECTIVOS
A avaliação integrada da realização da educação escolar tem como finalidade descrever de forma sistémica o desempenho das escolas, identificar pontos fortes e pontos fracos do seu funcionamento, compreender especificidades e emitir juízos de valor sobre a qualidade educativa.
Esta descrição apoia-se em critérios que permitem a formulação de juízos de valor, dos quais a sistematicidade na recolha de informação é o mais recorrente.
A sistematicidade inclui a regularidade dos intervalos de tempo na recolha de dados, bem como a definição de uma metodologia que garanta a validade e a fiabilidade das observações.
No caso da avaliação integrada, a sistematicidade implica a selecção de uma amostra em cada ano, de modo a garantir a cobertura do universo em oito anos, a utilização de instrumentos e de procedimentos constantes, tais como o uso de roteiros de observação, a constituição de equipas de inspecção e o tratamento e análise dos dados recolhidos.
A avaliação procura efeitos formativos sobre os actores, isto é, não se limita a uma recolha e tratamento de dados. A avaliação assenta também num protocolo entre avaliadores e avalia- dos para precisão dos objectivos e das condições da realização do processo. Pretende-se, assim, que os avaliados sejam postos em situação de reflexão sobre si próprios, quer solicitando informação quer devolvendo-lhes um olhar exterior sobre essa informação. Pretende-se que a reflexão conduza necessariamente à acção.
De forma sucinta pode dizer-se que os objectivos específicos deste programa são: valorizar a qualidade dos desempenhos e das aprendizagens;
criar maiores níveis de exigência no funcionamento das escolas; tornar claro o que acontece no interior das escolas;
induzir processos de auto-avaliação e acção nas escolas. Com este programa pretende-se assegurar:
a melhoria da qualidade das aprendizagens e do funcionamento das escolas através da indução de práticas de auto-avaliação centradas na análise dos resultados educativos dos alunos e do desempenho das escolas;
a prestação de contas do desempenho do sistema escolar no que se refere à sua eficiência e eficácia;
a disponibilização de informação sobre a qualidade do sistema escolar; a criação de práticas de auto-avaliação.
ACTIVIDADES
Avaliação integrada dos jardins de infância e das escolas dos ensinos básico e secundário
a) Avaliação integrada b) Intervenção sequencial
III.1
Serviço de informação sobre avaliação de escolas III.2
SERVIÇOS ENVOLVIDOS
Núcleo de Inspecção Técnico-Pedagógica (NITP) com colaboração do Núcleo de Inspecção Administrativo-Financeira (NIAF).
RECURSOS A AFECTAR
HUMANOS
Dias úteis de trabalho inspectivo (valor absoluto) — n.º 16.207 Dias úteis de trabalho inspectivo (valor relativo) — 23,82 %
FINANCEIROS
Valor absoluto (total) — € 3.438.626
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