7 VENTILADORES CRITÉRIOS DE SELEÇÃO
H) SISTEMAS DE ABATIMENTO DE ORGÂNICOS VOLÁTEIS
Os contaminantes orgânicos presentes no ar são completamente oxidados a CO2e água, em presença de catalisadores e de uma fonte de temperatura
São os sistemas de purificação mais modernos para vapores orgânicos e estão em pleno desenvolvimento
I) SISTEMAS DE REMOÇÃO DE ORGÂNICOS VOLÁTEIS
• Os vapores organicos principalmente de tanques sao recuperados na sua forma líquida original
• Métodos de remoção:
Condensação por resfriamento: eficiência de 70%
Absorção de vapores em líquidos combinado com adsorção em carvão ativado: eficiência de 97%
8 PURIFICADORES DE AR
9. CAPELAS DE EXAUSTÃO Objetivo:
Enclausurar um equipamento ou processo muito tóxico ou inflamável com o objetivo de proteger o trabalhador e os demais ambientes de trabalho.
Capela de Fluxo Laminar:
Evita o escoamento turbulento ar que pode causar a saída do produto tóxico para o ambiente de trabalho.
ACGIH, Industrial Ventilation - A Manual of Recommended Practice, 1995
9. CAPELAS DE EXAUSTÃO
Componentes da Capela :
Placa defletora trazeira vertical com inclinação na parte superior: para produzir escoamento laminar
Fenda de exaustão abaixo da placa trazeira
Fenda de exaustão superior
Fenda central
Duto de exaustão superior
Portas frontais transparentes com abertura vertical deslizante com contrapeso, podendo ter painéis deslizantes horizontais
Material frontal: policarbonato, acrílico ou vidro temperado
Abertura mínima da porta frontal para escoamento contínuo
Luminária com vedação para proteger contra a atmosfera no interior da capela
Interruptor de luminária e exaustão externos
9. CAPELAS DE EXAUSTÃO
Componentes opcionais da Capela :
Insuflamento: é fundamental em capelas em ambientes com ar condicionado para não criar vácuo no ambiente e não anular o processo de exaustão
Revestimento para atmosferas corrosivas
Medidor de velocidade do ar na face frontal com alarme
Linha de gases e vácuo no interior
By-pass do ar ambiente que abre quando a porta frontal estiver muito fechada
9. CAPELAS DE EXAUSTÃO
Teste de Qualificação de Capelas:
1. Nível de exaustão: medir velocidade de face = 0,4 a 0,5 m/s com abertura de 20 a 40 cm (de acordo com a toxicidade). Se o ambiente é fechado, medir na pior condição de admissão de ar (portas e janelas fechadas). Medir em 04 ou 06 regiões da face.
2. Nível de ruído: medir pressão sonora na altura do operador (160 cm do piso) e porta da capela com abertura de 40 cm. (70 dB(A)) (NBR10152, 50 dB(A), conforto acústico)
(www.designslaboratorio.com.br/imagens/capelas/Palestra)
3. Nível de luminosidade: medir iluminância no interior em pelo menos 02 pontos. (NBR5413, mínimo 300 Lux)
9. CAPELAS DE EXAUSTÃO
Teste de Qualificação de Capelas:
4. Tempo de residência da fumaça: medir o tempo de exaustão total da neblina formada com bomba de fumaça. Formar a neblina até opacidade total do gabinete com exaustão e insuflamento desligados (http://www.comteclab.com.br/pr_capelas_kit.html)
5. Teste externo de fumaça: teste de exaustão fluxo de neblina perpendicular ao fluxo de ar da capela a 30 cm.
(http://www.comteclab.com.br/pr_capelas_kit.html)
9.
9. CAPELAS DE EXAUSTÃO
Operação Adequada:
- Fazer dentro da capela toda atividade que emite contaminantes que podem ultrapassar o limite TLV
- Trabalhar com produtos e equipamentos a 15cm da face frontal em direção ao fundo (usar fita marcadora na superfície da bancada) - Manusear os produtos com abertura máxima definida (geralmente
altura de 40cm com teste de velocidade de face) - Fixar aviso quando deixar processo em operação
- Manter a capela fechada (na altura mínima) sempre que não estiver manuseando no seu interior
- Minimizar o movimento de pessoas em frente à capela
- Equipamentos devem ter elevação de pelo menos 5 cm da base, de modo a permitir o escoamento do ar por baixo, pelos lados e por cima
9. CAPELAS DE EXAUSTÃO
Normas:
- Bsi BS 7258, part 1, 2, 3, 4 - EN 14175
- ANSI-ASHRAE 110-1995 - ANBT NBR 5410 (Elétrica)
- ABNT NBR 5413- Níveis de iluminância
Capelas Especiais:
- Capelas para Ácido Perclórico e Ácido Fluorídrico - Capelas para Agentes Biológicos
9.1 Armazenagem de produtos químicos inflamáveis e voláteis
• Armazenamento de produtos químicos com exaustão e armários fechados e trancados.
Os produtos podem ser organizados nos seguintes grupos:
9.2 Coifas com paredes laterais com equipamentos (Coifas não são recomendadas para quimicos tóxicos)
• O ideal éque a capela funcione com a porta parcialmente fechada, com abertura para manter a velocidade de face ideal.
• Usar mantas anti-chama próximo aos destiladores.
9.3 Equipamentos em capela (ideal)
• Capela envolvendo totalmente os equipamentos.
9.4 Dispositivos da capela
• Capela com medidor de velocidade do ar e alarme, marca TEL, modelo AFA 500 (air flow monitor).
Captação do ar para medição
Batentes para indicar abertura máxima e mínima
10. AVALIAÇÃO DE SISTEMAS DE VENTILAÇÃO
Roteiro: Projeto
Instalação: seguir o projeto
Avaliação do Sistema Instalado PROJETO
1. Captor
Tipo adequado: tipo, flanges, “plenum”
2. Velocidade de Captura (ou de Controle)
Distância Fonte-Captor
3. Vazão do Captor para Exaustão
Tipo do processo, Taxa de Contaminante
Velocidades de Áreas do Captor e do “Plenum”
PROJETO 4. Dutos
Velocidade e dimensionamento
Tipos de dutos: resistência à corrosão
Perdas de Carga: Captor, Dutos, Acidentes 5. Equipamento Purificador do Ar
Tipo, Dimensionamento, Perda de Carga 6. Ventilador
Dimensionamento/ Seleção: Eficiência
7. Suprimento de Ar Novo e Desgarga de Ar Contaminado
Vazões iguais:pressão ambiente uniforme =atmosférica 10. AVALIAÇÃO DE SISTEMAS DE VENTILAÇÃO
AVALIAÇÃO DE SISTEMAS INSTALADOS 1. O Tipo de Captor é Adequado ?
Geometria e dimensões do sistema
Tipo de escoamento e de processo
Posição do trabalhador e correntes laterais de ar
10. AVALIAÇÃO DE SISTEMAS DE VENTILAÇÃO
FUNDACENTRO, Fernando Vieira, Ventilação Local Exaustora em Galvanosplatia, 1996
AVALIAÇÃO DE SISTEMAS INSTALADOS 2. O Escoamento de Ar é Adequado ?
Teste da Fumaça
3. As Velocidades de Ar são Adequadas ?
Velocidade da fenda ou face: média de vários pontos
Velocidade de Captura: na Fonte de Geração
Velocidade na Câmara de Equalização (“Plenum”)
Velocidade nos Dutos
Velocidade de Correntes Cruzadas 4. Dutos e Equipamento Purificador do Ar 5. Ventilador, Suprimento e Desgarga de Ar
10. AVALIAÇÃO DE SISTEMAS DE VENTILAÇÃO
AVALIAÇÃO DE SISTEMAS INSTALADOS 6. MÉTODOS DE MEDIÇÃO DE VELOCIDADES DE AR
Pressões com Tubo de Pitot
Velocidade com Anenômetro de Fio Quente(velômetro) 10. AVALIAÇÃO DE SISTEMAS DE VENTILAÇÃO
ACGIH, Industrial Ventilation - A Manual of Recommended Practice, 1995
CONVERSÃO DE UNIDADES
Temperatura: (C/5) = (F-32)/9
Diferença de temperatura: DF= (9/5) DC
o F = 1,8 oC
Comprimento: 1 ft = 0,3048 m 1 ft = 12 pol 1 pol = 2,54 cm 1 pol = 0,0254 m
Área: 1 m2= 10,76 ft2 1 m2= 1550 pol2