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TOTAL DO ACTIVO

(Montantes expressos em milhares de Euro)

CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO CAPITAL PRÓPRIO:

Capital social 9 162.245 162.245

Reservas Legais 57.329 57.329

Outras Reservas 186.824 178.680

Resultados Transitados 495.875 495.875

Resultado líquido do período 27.647 54.964

TOTAL DO CAPITAL PRÓPRIO 929.920 949.093

PASSIVO:

PASSIVO NÃO CORRENTE:

Empréstimos obrigacionistas - líquidos da parcela de curto prazo 10 74.652 74.550

Total de passivos não correntes 74.652 74.550

PASSIVO CORRENTE:

Empréstimos bancários de curto prazo 11 52.171 15.000

Empréstimos obrigacionistas - parcela de curto prazo 10 (102) (96)

Empréstimos obtidos de empresas do grupo 12 45.638 220.812

Outras dívidas a terceiros 13 4.273 7.749

Estado e outros entes públicos 6 59 1.127

Outros passivos correntes 14 4.350 7.860

Total de passivos correntes 106.389 252.452

1.110.961 1.276.095

O Técnico Oficial de Contas

TOTAL DO CAPITAL PRÓPRIO E DO PASSIVO

O Anexo faz parte integrante da Demonstração da Posição Financeira do exercício findo em 31 de Dezembro de 2009.

O Conselho de Administração

____________________________ ________________________________

DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS POR NATUREZAS PARA OS PERÍODOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009 E 2008

Notas 31.12.09 31.12.08

Proveitos operacionais:

Outros proveitos operacionais 9 226

Total de proveitos operacionais 15 9 226

Custos operacionais

Fornecimentos e serviços externos (358) (157)

Custos com o pessoal (1.373) (997)

Outros custos operacionais 16 (125) (88)

Total de custos operacionais (1.856) (1.242)

Resultados operacionais (1.847) (1.016)

Proveitos e ganhos financeiros 17 10.998 23.515

Custos e perdas financeiras 17 (8.415) (21.769)

Resultados financeiros 2.583 1.746

R lt d l ti i ti t 17 26 669 54 042

(Montantes expressos em milhares de Euro)

Resultados relativos a investimentos 17 26.669 54.042

Resultado antes de impostos 27.405 54.772

Imposto sobre o rendimento 18 242 193

Resultado depois de impostos 27.647 54.965

Resultado líquido do período 27.647 54.965

O Técnico Oficial de Contas

O Anexo faz parte integrante desta Demonstração dos Resultados do exercício findo em 31 de Dezembro de 2009.

O Conselho de Administração

Notes 31.12.09 31.12.08

Resultado do período 27.647 54.964

Variação no justo valor dos instrumentos financeiros derivados de

cobertura -

-Imposto diferido relativo à variação no justo valor dos instrumentos

financeiros derivados -

-Outros -

-Outro rendimento integral do período -

-Total rendimento integral do período 27.647 54.964

Sonae Sierra, SGPS, S.A.

O anexo faz parte integrante destas demonstrações do Rendimento Integral do exercício findo em 31 de Dezembro de 2009.

DEMONSTRAÇÕES DO RENDIMENTO INTEGRAL

PARA OS PERÍODOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009 E 2008 (Montantes expressos em milhares de Euro)

O Técnico Oficial de Contas O Conselho de Administração

___________________________________ ___________________________________

Capital Reservas Outras Resultados

Notas Social legais Reservas Transitados Resultado líquido Total

Saldo em 1 de Janeiro de 2008 162.245 57.329 194.571 495.875 33.856 943.876

Reservas

DEMONSTRAÇÕES DAS ALTERAÇÕES NO CAPITAL PRÓPRIO PARA OS PERÍODOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009 E 2008

(Montantes expressos em milhares de Euro)

Aplicação do resultado de 2007:

Dividendos distribuídos - - (15.890) (33.856) - (49.746)

Transferência para resultados transitados - - - 33.856 (33.856)

-Resultado líquido do período findo a 31 de Dezembro de 2008 - - - - 54.964 54.964

Saldo em 31 de Dezembro de 2008 162.245 57.329 178.680 495.875 54.964 949.093

Saldo em 1 de Janeiro de 2009 9 162.245 57.329 178.680 495.875 54.964 949.093

Aplicação do resultado de 2008:

Transferência para outras reservas 20 - - 8.143 (8.143) -

-Dividendos distribuídos 20 - - - (46.820) - (46.820)

Transferência para resultados transitados - - - 54.964 (54.964)

-Resultado líquido do período findo a 31 de Dezembro de 2009 - - - - 27.647 27.647

Saldo em 31 de Dezembro de 2009 162.245 57.329 186.824 495.875 27.647 929.920

O Técnico Oficial de Contas O Conselho de Administração

O Anexo faz parte integrante destas Demonstrações das alterações no Capital Próprio do exercício findo em 31 de Dezembro de 2009.

31.12.09 31.12.08 ACTIVIDADES OPERACIONAIS

Pagamentos ao Pessoal 1.169 1.373

Fluxo Gerado Pelas Operações (1.169) (1.373)

Pagamento/recebimento imposto sobre o rendimento (1.039) 5.428

Outros recebimentos/pagamentos relativos à actividade operacional (167) (111)

Fluxo das actividades operacionais [1] (297) (6.912)

ACTIVIDADES DE INVESTIMENTO Recebimentos provenientes de:

Juros e Proveitos Similares 12.339 23.488

Dividendos Recebidos 26.669 52.884

39.008 76.372

Pagamentos respeitantes a:

Investimentos financeiros - 60.000

Variação de empréstimos concedidos 122.354 1.135

Sonae Sierra, SGPS, S.A.

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA

(Montantes expressos em milhares de Euro)

PARA OS PERÍODOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009 E 2008

122.354 61.135

Fluxo das actividades investimento [2] (83.347) 15.237

ACTIVIDADES DE FINANCIAMENTO Recebimentos provenientes de:

Empréstimos bancários obtidos 37.171 90.000

37.171 90.000

Pagamentos respeitantes a:

Juros e custos similares 12.018 13.712

Dividendos Pagos 46.820 49.746

Variação de empréstimos obtidos - accionistas (175.174) 9.557

234.012 53.902

Fluxo das actividades de financiamento [3] (196.841) 36.098

Variação de caixa e seus equivalentes (280.485) 44.422

Efeito das diferenças de cambio -

-Caixa e seus equivalentes início periodo 280.722 236.300

Caixa e seus equivalentes no fim do período 237 280.722

Variação de caixa e equivalentes de caixa (280.485) 44.422

O Técnico Oficial de Contas

O Anexo faz parte integrante desta Demonstração dos Fluxos de Caixa do exercício findo em 31 de Dezembro de 2009.

O Conselho de Administração

__________________________ ________________________________

1. NOTA INTRODUTÓRIA

2. PRINCIPAIS POLÍTICAS CONTABILÍSTICAS

2.1. Bases de apresentação

SONAE SIERRA, SGPS, SA

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009 (Montantes expressos em milhares de Euro - kEuro)

A Sonae Sierra, SGPS, SA. ("Empresa"), é uma sociedade anónima, com sede em Lugar do Espido - Via Norte que tem como objecto social a gestão de participações sociais.

As demonstrações financeiras anexas são apresentadas em Euro, sendo esta divisa igualmente a moeda funcional da Empresa, dado que esta é a divisa utilizada preferencialmente no ambiente económico em que a Empresa opera.

A Empresa, preparou igualmente demonstrações financeiras consolidadas, as quais são apresentadas em separado e apresentam de uma forma mais apropriada a posição financeira, o rendimento integral das suas operações e os seus fluxos de caixa do conjunto formado pela Empresa e suas subsidiárias e associadas.

As principais políticas contabilísticas adoptadas na preparação das demonstrações financeiras anexas são as seguintes:

As demonstrações financeiras anexas foram preparadas de acordo com as Normas Internacionais de Relato Financeiro ("IFRS"), tal como adoptadas na União Europeia, em vigor para exercícios económicos iniciados em 1 de Janeiro de 2009.

Estas correspondem às Normas Internacionais de Relato Financeiro emitidas pelo International Accounting Standards Board (“IASB”) e interpretações emitidas pelo International Financial Reporting Interpretation Committee (“IFRIC”) ou pelo anterior Standing Interpretation Committee (“SIC”), que tenham sido adoptadas na União Europeia.

Sonae Sierra SGPS - 2009 1/15

Novas normas contabilísticas

Norma/Interpretação

IAS 23 – Custos de empréstimos 01-Jan-09

As demonstrações financeiras anexas foram preparadas no pressuposto da continuidade das operações e tomando por base o custo histórico excepto para os instrumentos financeiros que se encontram registados pelo justo valor, a partir dos livros e registos contabilísticos da Empresa, mantidos de acordo com as Normas Internacionais de Relato Financeiro, tal como adoptadas na União Europeia.

Até à data de aprovação destas demonstrações financeiras, foram aprovadas (“endorsed”) pela União Europeia as seguintes normas contabilísticas, interpretações, emendas e revisões, com aplicação obrigatória ao exercício económico da Empresa iniciado em 1 de Janeiro de 2009:

Data de eficácia (exercícios iniciados em ou após)

Estas emendas abordam a mensuração do custo de investimentos em subsidiárias, entidades conjuntamente controladas e associadas na adopção inicial das IFRS e o reconhecimento do rendimento de dividendos provenientes de subsidiárias, nas demonstrações financeiras separadas da empresa-mãe.

IAS 39 – Emendas (Reclassificação de activos financeiros)

01-Jul-08

Esta revisão vem introduzir a obrigatoriedade de capitalização dos custos de empréstimos relacionados com IFRS 1/IAS 27 – Emendas (Custo de

um investimento numa subsidiária, entidade conjuntamente controlada ou associada)

01-Jan-09

Estas emendas vêm permitir, em condições limitadas, a reclassificação de instrumentos financeiros não derivados das categorias de justo valor por resultados e de disponíveis para venda para outras categorias.

IAS 39 – Emendas (Itens cobertos 01-Jul-09 Trata-se de clarificações relacionadas com os seguintes aspectos da contabilidade de cobertura: (i) identificação da inflação como um risco coberto e (ii) cobertura com opções.

IFRS 2 – Emendas (Condições de aquisição e cancelamentos)

01-Jan-09 Consiste na clarificação da definição de condições de atribuição (vesting conditions), na introdução do conceito de non-vesting conditions e no esclarecimento do tratamento de cancelamentos.

p ç p

activos que se qualificam, sendo, consequentemente, eliminada a opção de registo dos mesmos em resultados no período em que são incorridos.

Sonae Sierra SGPS - 2009 1/15

IAS 32/IAS 1 – Emendas (Instrumentos financeiros com uma opção put e obrigações decorrentes de uma liquidação)

IFRIC 13 – Programas de fidelização de clientes

01-Jul-08

01-Jan-09

01-Jan-09 Estas emendas vieram alterar o critério de classificação de um instrumento financeiro entre instrumento de capital próprio e passivo financeiro, permitindo que alguns instrumentos financeiros que podem ser recomprados sejam classificados como instrumentos de capital próprio.

A IFRS 8 consiste numa norma que trata exclusivamente de divulgações e que veio substituir a anterior IAS 14. A IFRS implicou uma redefinição dos segmentos relatáveis da entidade e da informação a relatar nos mesmos.

IFRS 7 – Emendas (Divulgações sobre mensurações pelo justo valor e sobre o risco de liquidez)

01-Jan-09 Estas emendas à IFRS 7 vâm alargar as divulgações requeridas relativamente ao justo valor de instrumentos financeiros e ao risco de liquidez.

IFRS 8 – Segmentos operacionais

Melhoramentos das normas internacionais de relato financeiro – 2007

IAS 1 Apresentação de

demonstrações financeiras (revista)

01-Jan-09 A revisão de 2007 da IAS 1 introduziu alterações de terminologia, incluindo novas designações para as peças das demonstrações financeiras, assim como alterações ao nível do formato e conteúdo de tais peças.

Esta interpretação vem dispor que bónus atribuídos a clientes como parte de uma transacção de venda sejam registados como uma componente separada da transacção.

Várias (usualmente 1-Jan-09)

Este processo envolveu a revisão de 32 normas contabilísticas.

Norma/Interpretação

IFRIC 12 – Acordos de concessão de serviços

01-Jan-10 Esta interpretação é de aplicação obrigatória nos exercícios iniciados em ou após 1 de Janeiro de 2010 e vem introduzir regras de reconhecimento e mensuração por parte do operador privado envolvido na prestação de serviços de construção de infraestruturas e de operação no âmbito de concessões do tipo público-para-privado.

As seguintes normas contabilísticas, interpretações, emendas e revisões, com aplicação obrigatória em exercícios económicos futuros, foram, até à data de aprovação destas demonstrações financeiras, aprovadas ("endorsed") pela União Europeia:

IFRS 3 – Concentrações de actividades

empresariais e IAS 27

Demonstrações financeiras consolidadas e separadas (revisão de 2008)

Data de eficácia (exercícios iniciados em ou após)

01-Jul-09 Esta revisão é de aplicação obrigatória nos exercícios iniciados em ou após 1 de Julho de 2009 e vem trazer algumas alterações ao nível do registo de concentrações de actividades empresariais, nomeadamente no que diz respeito: (a) à mensuração dos interesses sem controlo (anteriormente designados interesses minoritários); (b) ao reconhecimento e mensuração subsequente de pagamentos contingentes; (c) ao tratamento dos custos directos relacionados com a concentração; e (d) ao registo de transacções de compra de interesses em entidades já controladas e de transacções de venda de interesses sem que de tal resulte a perda de controlo.

Revisões da IFRS 1 – Adopção pela primeira vez das normas internacionais de relato financeiro

01-Jan-10 Esta norma foi revista no sentido de agrupar as várias emendas que foram ocorrendo desde a sua primeira versão.

Estas normas, interpretações, emendas e revisões foram aplicada pela primeira vez em 2009, não tendo as mesmas representado impactos significativos nas demonstrações financeiras anexas, com excepção das alterações ao nível de apresentação, decorrentes da entrada em vigor da IAS 1 "Presentation of financial statements (Revised)".

IFRIC 15 – Acordos para a construção de imóveis

01-Jan-10 Esta interpretação vem abordar a forma para avaliar se um acordo de construção de um imóvel está no âmbito da IAS 11 – Contratos de construção ou no âmbito da IAS 18 – Rédito e como o correspondente rédito deve ser reconhecido.

Norma/Interpretação

Transferências efectuadas em ou após

01-Jul-09

Esta interpretação propicia orientação sobre a contabilização pelos operadores de activos fixos tangíveis

“dos clientes”.

Estas normas apesar de aprovadas (“endorsed”) pela União Europeia, não foram adoptadas pela Empresa no exercício de 2009, em virtude de a sua aplicação não ser ainda obrigatória. Não são estimados impactos retrospectivos significativos nas demonstrações financeiras da Empresa, decorrentes da adopção das mesmas.

As seguintes normas contabilísticas e interpretações foram emitidas pelo IASB e não se encontram ainda aprovadas (“endorsed”) pela União Europeia:

IFRIC 18 – Transferências de activos provenientes de clientes

IFRIC 17 Distribuições aos proprietários de activos que não são caixa

01-Jul-09 Esta interpretação propicia orientação sobre a correcta contabilização de activos que não caixa distribuídos aos accionistas como dividendos

Várias (a mais cedo será 01-Data de eficácia (exercícios

iniciados em ou após)

Estas emendas vêm clarificar em que circunstâncias são permitidas a reapreciação subsequente da obrigatoriedade de separação de um derivado embutido.

IFRIC 16 Coberturas de um investimento líquido numa unidade operacional estrangeira

01-Jul-09 Esta interpretação vem fornecer orientações sobre a contabilidade de cobertura de investimentos líquidos em operações estrangeiras.

Data de eficácia (exercícios iniciados em ou após)

Sonae Sierra SGPS - 2009 3/15

01-Jan-10

2.3. Activos e passivos financeiros

a)

As contas a receber não têm implícito juro e são apresentadas pelo respectivo valor nominal, deduzidas de perdas de imparidade estimadas.

Relativamente a estas normas e interpretações, emitidas pelo IASB mas ainda não aprovadas (“endorsed”) pela União Europeia, não se estima que da futura adopção das mesmas decorram impactos significativos para as demonstrações financeiras anexas.

Os empréstimos concedidos a empresas do Grupo, são registados no activo pelo respectivo valor nominal.

Activos financeiros e passivos financeiros são reconhecidos quando o Grupo se torna parte na respectiva relação contratual.

Os juros obtidos correspondentes, são registados na demonstração dos resultados de acordo com o principio da especialização dos exercícios, encontrando-se os montantes vencidos e não recebidos à data da posição financeira, classificados na rubrica de “Outros activos correntes”.

Amendments to IFRS 2 - Group Cash - settled Share - based payments transactions

Amendment to IAS 32 Classification of Rights Issues Amendment IAS 24 Related Party Disclosures

Prepayments of a Minimum Funding Requirement - amendments to IFRIC 14 and IAS 19

IFRIC 19 - Extinguishing Financial Liabilities with Equity Instruments IFRS 9 - Financial Instruments

Os investimentos financeiros em empresas do grupo e associadas, encontram-se registados ao custo de aquisição, deduzido quando aplicável, de perdas de imparidade estimadas.

Empréstimos concedidos a empresas do Grupo

b) Contas a receber

c) Empréstimos

Várias (a mais cedo será 01 01-09) Amendments to IFRS 1 - Additional exemptions for Firts Time Adopters

Improvements to IFRS (2008)

Os empréstimos são registados no passivo pelo valor nominal recebido líquido de despesas com a emissão desses empréstimos.

) p

Sonae Sierra SGPS - 2009 3/15

Os encargos financeiros com juros bancários e despesas similares (nomeadamente imposto de selo), são registados na demonstração dos resultados de acordo com o princípio de especialização dos exercícios encontrando-se os montantes vencidos e não liquidados à data da posição financeira, classificados na rubrica de "Outros passivos correntes".

e) Caixa e equivalentes a caixa

Os critérios para classificar os instrumentos financeiros derivados de cobertura como “cash flow hedges” são os seguintes:

Os montantes incluídos na rubrica de Caixa e equivalentes de caixa correspondem aos valores de caixa, depósitos bancários, depósitos a prazo e outras aplicações de tesouraria, vencíveis a menos de três meses, e que possam ser imediatamente mobilizáveis com insignificante risco de alteração de valor. Para efeitos da demonstração dos fluxos de caixa, a rubrica de

"Caixa e equivalentes a caixa", compreende também os descobertos bancários incluidos na posição financeira na rubrica de

"Empréstimos bancários".

O Grupo está exposto ao nível de risco financeiro, fundamentalmente a flutuações de taxa de câmbio e de taxa de juro, utilizando o Grupo instrumentos financeiros derivados na gestão dos seus riscos financeiros relacionados com flutuação de taxa de juro, unicamente como forma de garantir a cobertura desses riscos.

Os instrumentos financeiros derivados de cobertura utilizados pelo Grupo respeitam a instrumentos de cobertura de taxa de juro (“cash flow hedges”) de empréstimos bancários, correspondendo essencialmente a “swaps” e de taxa de juro. O montante dos empréstimos, prazos de vencimento dos juros e planos de reembolso dos empréstimos subjacentes a esses instrumentos financeiros de cobertura de taxa de juro são em tudo idênticos às condições estabelecidas para os empréstimos contratados correspondentes, pelo que configuram relações perfeitas de cobertura.

f) Intrumentos financeiros derivados

desses empréstimos, encontrando-se classificados, a deduzir à rubrica de ”Empréstimos bancários”.

As contas a pagar não vencem juros e são registadas pelo seu valor nominal.

d) Contas a pagar

2.4. Provisões

2.5. Activos e passivos contingentes

Nas situações em que existam derivados embutidos em outros instrumentos financeiros ou outros contratos de acolhimento, os mesmos são tratados como derivados separados nas situações em que os riscos e características não estejam intimamente relacionados com os contratos de acolhimento e nas situações em que os contratos de acolhimento não sejam apresentados pelo seu justo valor com os ganhos ou perdas não realizadas registados na demonstração dos resultados.

As provisões são reconhecidas, quando e somente quando, a Empresa tem uma obrigação presente (legal ou implícita) resultante de um evento passado, seja provável que para a resolução dessa obrigação ocorra uma saída de recursos e o montante da obrigação possa ser razoavelmente estimado. As provisões são revistas na data da posição financeira e são ajustadas de modo a reflectir a melhor estimativa a essa data.

Os passivos contingentes não são reconhecidos nas demonstrações financeiras, sendo os mesmos divulgados no Anexo, a menos que a possibilidade de uma saída de fundos afectando benefícios económicos futuros seja remota, caso em que não são objecto de divulgação.

- Espera-se que a cobertura seja altamente eficaz ao conseguir a compensação de alterações no justo valor ou nos fluxos de caixa atribuíveis ao risco coberto;

As provisões para custos de reestruturação são reconhecidas pela Empresa sempre que exista um plano formal e detalhado de reestruturação e que o mesmo tenha sido comunicado às partes envolvidas.

- A transacção prevista objecto de cobertura é altamente provável.

Os instrumentos financeiros de cobertura utilizados pelo Grupo na cobertura dos riscos de taxa de juro dos seus empréstimos são inicialmente registados pelo seu custo, se algum, e subsequentemente reavaliados para o correspondente justo valor. As alterações de justo valor destes instrumentos financeiros de cobertura são registadas no capital próprio na rubrica de “Reservas de cobertura”, sendo transferidos para resultados no mesmo período em que o instrumento objecto de cobertura afecta resultados.

A contabilidade de cobertura de instrumentos financeiros derivados é descontinuada quando o instrumento se vence ou é vendido. Nas situações em que o instrumento derivado deixe de ser qualificado como instrumento de cobertura, as diferenças de justo valor acumuladas e diferidas em capital próprio na rubrica “Reservas de cobertura” são transferidas para resultados do exercício, ou para o valor contabilístico do activo nas transacções objecto de cobertura que lhes deram origem, e as reavaliações subsequentes são registadas directamente nas rubricas da demonstração de resultados.

- A eficácia da cobertura pode ser fiavelmente mensurada;

- Existe adequada documentação sobre a transacção a ser coberta no início da cobertura;

Os activos contingentes não são reconhecidos nas demonstrações financeiras, mas divulgados no Anexo quando é provável a existência de um benefício económico futuro.

2.6. Imposto sobre o rendimento

As empresas que pertencem ao RETGS são as seguintes:

2.7. Classificação da posição financeira

A estimativa para impostos sobre lucros é calculada por cada uma das empresas englobadas no Regime Especial de Tributação dos Grupos de Sociedades (RETGS), com base na estimativa das referidas matérias colectáveis em sede de imposto sobre o rendimento. No cálculo da estimativa para impostos sobre lucros, teve-se em consideração os efeitos fiscais derivados do facto de a Empresa se encontrar abrangida pelo RETGS.

Clérigosshopping - Gestão de Centro Comercial, S.A; Estação Oriente - Gestão de Galerias Comerciais, S.A; Inparsa - Gestão de Galeria Comercial, S.A; Sierra Asset Management - Gestão de Activos, S.A; Sierra Corporate Services - Apoio à Gestão, S.A; Sierra Developments Ibéria - Promoção Imobiliária, S.A; Sierra Developments SGPS, S.A; Sierra Developments Promoções Imobiliárias, S.A; Sierra Investments SGPS, S.A; Sierra Mangement New Techonologies Business - Serviços de Comunicações em Centros Comerciais, S.A; Sierra Management Portugal - Gestão de Centros Comerciais, S.A; Sierra Management SGPS, S.A., Sierra Management II, S.A.

Os activos por impostos diferidos são reconhecidos unicamente quando existem expectativas razoáveis de lucros fiscais futuros suficientes para a sua utilização, ou nas situações em que existam diferenças temporárias tributáveis que compensem as diferenças temporárias dedutíveis no período da sua reversão. No final de cada exercício é efectuada uma revisão desses impostos diferidos, sendo os mesmos reduzidos sempre que deixe de ser provável a sua utilização futura.

Os impostos diferidos são registados como custo ou proveito do exercício, excepto se resultarem de itens registados directamente em capital próprio, situação em que o imposto diferido é também registado na mesma rubrica.

O imposto sobre o rendimento do exercício é calculado com base nos resultados tributáveis da Empresa e considera a tributação diferida.

Os impostos diferidos são calculados com base no método da responsabilidade de balanço e reflectem as diferenças temporárias entre o montante dos activos e passivos para efeitos de reporte contabilístico e os seus respectivos montantes para efeitos de tributação.

Os activos e passivos por impostos diferidos são calculados e anualmente avaliados utilizando as taxas de tributação que se

Os activos e passivos por impostos diferidos são calculados e anualmente avaliados utilizando as taxas de tributação que se