A siilura complete
da bexipa alnda esiA
eicestitdo cas observances
publicadas ale cniiio
n
3o
sfioe o ne
hidan tes .
Ale Itnje ella
nao tcm side COroada do successes
seniio mnilorarn
-nicnle (\)
.
Na nuirparte
dos casosnao
sd clla.tern fait
)ado, cmnoainda,o
‘
jin'6
iuBnilami'iiic
mais grave, ella inn dado logar a compJIcafOes doutna
extrema
gravid ode, tendo sidemuites vczes
seguida doinBiira
&fiosub -
perilrmeal. E
'ovidoute qua so a
possibilidailo deurn
igual aeoideiite bustapara
condemnin' absolutementea
stiliira tola!,a qua
! paraser boa precisaser
perfeilumenlehermetic
;!- E comn esta con
(ll$ao alnda nao
foirigorosaineiitc rcalizuila do
moilo a
dar uonslaiUenienLcuma seguran
^ a
complela,
c
cmquantoella nao
formodilicada
de maneiraa
perderos
sens peripns <• itironverdealea, a cystorraphia total
nao tnereccrA
, enlrarna
pralica,c as
vaiitagcns ijuc ella pdde darse
limiLamcm
dcfluilivaa apressar
acura
de algous dins,nao contrabalancando
entrelantoos
sens paigos
e inrunvi’
nieiil^s.
Guyonj gniaclo
par sua tonga
pralica,e
partldario cbnvicto dose
-gundn ineilimlo
,
isto e,
da drenagem pelohypogastrio efTeciuada com o
anxllio de dons lubes,
e dcclara abertemente quo
eslcmcltiodo
is iiiltni * lain elite superiora
occlusan complete, lulai du bexipa.J\
un
venlade n o quo mais raningens offercce aclaalineate, e o qua
cmiln maipr
numoro
do adeplos,sobrcludo
depoisdos
aperfeifoamentosrcalizados
pelo illuslre professor do hospital decker.
0 citralivo, lal enrim
e coticcbldo o
feitopor
Guyon,
proonchotodas as
imiicacucs, istoa
, pOea
fetida
aD abrign do coutacto da urina,assc
-gnrando
o
sou escoamenlo coiitiniioo
facil, favorecca
rieairi/.
;n;
atire
-gular
e
permitteobter - se
uma cicatrixrosislcnte .
Ella compoe - se do
sipltonttgeu
debieics
auxiliurcs deslimidosa
as-segurar o sen runctiniiumoiitii u
;rfeilo
,os
quaessao a
sulura partialciu pianos
on andarcs (
etages) ia
ferlda hypogastricae
os anihsepticos* parlicuhirinenleo
Todciformio.
0 giphona.
gtda
hexipa ,que
constiluo unidos (dementos mais imp
u tantes
do curativo, t*rcalizado
no hospital Xockercom o
auxilio de lit bos Unpins unidos.
I
?oi Perierquem
priinciro levea Idea
dc drenar a hexigacom o
auxilio de dons giussos lull »s,
insiiirado
pela drenagem pleural preconi-zadn por Moutard
-
Martin, segumlo dizemuns
,ou por mcro acaso
,se
-giindo
outre
®, Sejacomo for
, fnj ollco
primeiroa empregar esse
meio.
Quasi
siinultancamenle
, Guyon,a cunvitede sou
collega, comecou tam
-i
!
i I
k
i I
-P <1) V. a mom. de Tufiier : Da \a t* hyp in .4/iinffteff Uc Gayon dc 1831, S07,
K,
\
M 6
bom
a
cmprogal- os .
A principio olios oratn fixadoscom o
auxilio docurative, mais larde
Guyon
Love a idea de suluraUosna
pello, o quoturnon
son fimeciouairmulu nniilo mais regular, assoguvando de limit maueiracerta
a sita lixidoz.
Bern
quo os resultedos oblidos
assim ja fossem muilo salisfactorios, Lodavia cxisliam ccrlositiconvenieiilcs que sao cdmbaLidos polos tubos
-sipliOes quo elle mandou Aubry faimcnr
.
Primilivamenle
cram
cmprcgados IUIJOS do caoutchouc de8 a
10
nun
tic diametroc
independcntes am, dooutro .
Para obviar
os
inconvonieiilesoffnrecidos por
esles tubos,
Guyonmandou consiruil - os
de cnniuturu fixit e unidos out stia exlremidade vesicalem
tuna exlensfmde
10 a 14cent .
Esla soldudura cfeila
se-gundo o piano do
curvature
, de sorle quoo
Lubocollocado
dotado
da concavidade loin nmacircumfereuria
do ralornenor quo
o milro. Graces
a
sua
superposigilo ellosmxnpam
pmico logaro
nao torntondencia
aafaslar
os labios
daferida . lilies sao
largameulo abortusna sua exlrenii
-dade o apicsenlam
atom
dissn, cada um,urn
ollio collocado do lado daconvexidade
paraolubo
exceutrico edo lado
daconcavidade para
osou congenere . o sou
diametroc
tiecerca
do 8*10 mins,c
correspondcpouco
maison
inenosao n .
30 da lieiraCharriere .
Peroelie
- se
facilmeulcquaes sao as vantagens
d’estes
tubos decm
-vaiura fmi
.
Os orilicios op|iostos tun anoutro
permittemao
liqnidoinjcctado na ltexiga circular primeiro
ua cavidat e do orgao antes
desaliir polo ollio daotilra sonda
.
Gracas a curvalura tixa. a
exlremidade dos tubus rienhuma tendoncia tom a dcixar o baixo-
fuudo, islo e, opouto mcsmo
cm que a uriua chegaa
boxiga polosuretcres
:o
conlactocom
a ferula vesico-
abdominalnaose
faz mais doque por um
pouto ii-miiailo, oqiiivalomlo
apcnas
aespessura
deum
s6 lubo, vislocomo
ellessao
superpostos,c
liiialmontc estcs tubusnao se
dobraui,mmca sc aco
-lovellain, qualquer
que
seja o cmativo emprcgado.
Eguaes vantagens
nao
offereccm enlrelauloos
siphoes-
Pcrier, cujosinconvenienles
die rnesmo procnra
combater.
A’
s
modilicagoes feitas por Guyonuos
lulios-
siphSes ainila propdeo lir
.
Guiard ( I) maisuma
quo actiamos racional.
A scegiio, ao nivelda aborlura vesical, d’
esses tubos
unidosrepresents um 8
decon
la,cujos angulos reintrantes
sao
vazios. Res u I
la disloque o bordo
daferida
vesical, mais
on monos
tonso, passa
deum
sobre
ooutre como uma
ponto, deixamlo tie
cada
lado urnespago
triangular, muilopequeno sem
tluvida,
porcra sulTicioiite para
dar passagein a uriua.
Seria bom, dizdie, ij
ue
os dons sulcos lateraes fossem clieiosem uma ox
Lonsao
tie il-g u u s coiitimclnts, dc mancira
a
dar,ao
nivel daabertura vesical
,uma ragutarmente
osliibos
ovular-
Guyoncnao associados em 8
dcaconta
sulura.
»parcialAssim cuustruiopporao a
-pela ferida
uma
barreira quasi insuperavel.
\
M
« sccgao
dos, diz Guiard,
sabiJa da uriua
(I F
.
P-
Guiard. —
Contribution it I'CLLUIC dc la Tailio bypogft3trii]UC.
Annates dcGuyon, Itiiil, p, 1G&
.
v ' i S
5
Conhecidas
eslas modifi caches
dos siphSes, vejamosagora como se
pratica o curative da cyslolomia hvpogaslrica
.
Como
ellrdove ser
method icarnenleexeculado eaubmettidn
aregras
precisas, descrevel
- o -
liemos lalcomo
e pralicado no hospital Wi ker,servimlo
- nos para
issndas excrllcnles
meniorias de Halle, dc Ouiard,ox -
inlernos dns liospilacs, o da ileClado c Noiirrio.
inlemosde
fluyon,os quaes tratam
ininuciosamenledesta
queslao. o
curalivn, lalcomo
vamos dcscrcver
, e applicavel a to/]os
nscasos , on so ten
ha pralicadoa operacao
por urn calculo
,corpo
exlranho,etc .
,on pur urn
neeplasmada hexiga
.
Assim, pois,suppomos lerminada a
nperagan,cm
qualqueruma
d'essas
hypotheses,c so restando o
norativo.
Lsle divide
- se em
immriUaioe
emmeuth-
o,
distinguindo- sc no
pri-me iro seis
lernpor,qne passamos
a descrcvcr:I ." TOILETTE DA HEXIGA.
— Uma voz lerminada
aopernean
, faz- sc a
toillck da bexiga, islne, lava
-
se alumdaiitemeutea
stia cavidndt;com
aso|m;fni borica a 4
%
aid quo o liquido s;iia porfeilainontc limpido, apesa espnlsfio do saiiguo liipiido mi dos niallios
ronlidos na
hexiga : istofeito, esponja
se
cuidatlosainenle uma ultimavez
amucosa
,com uma
espouja inipregitaila ilasnliifao
rorlt! de Lister pordm hem exprimida,para assegurnr
- so
de quo a pared* * vesical iiao sangracm
nenlium pout*,'
;depois semeia
- se o
indnformie linumenle pulvcrizmlo sobre as paries emquo
a operaglio foi mais especialmcnle dirtglda.
r . nyon
aconselhaser moderado no
etnprego d'eslepn
,porque uma
qnantidade nmilo grande poderia ilar logar
a
aggloinerncdes formamlo verdadoirosrect'ingrnviiiade pequenos
,pnrem
ealcnlospodoriamde indoFomiinconslituir quouin ,pina quouo
verdadoaccidonte,nao ,
olTocm -
-baraeando
ullcriormcntc *» drainage iirolhral.
0
quo
acahamos de dizerre
fere- sc
niais especialmenlc aoscasos
deLralamonlo lopico da
mucosa . Nos casos ,
basla
uma
simples lavagemluinor,
em
quoe
precis** utnpordm, ile calculus
,
corpus cxtranlios, etc.
da hexiga
.
Depois de ter enxupado dc
novo os
labios da fcriila vpsicalcom
uina esponja aseplicu, colloeam-se dons afastadores
de caila lado da lei'ida abdominal ile modea
exten-der
.
a abrir doccmcnte tnda a suporlicie *1*'secoan
, salvoos
hordes tlafcriila
vesical.
A parlir d’eslememo
itIn o papel dns lies suspeusores, ja propria operaticgrande, lornaparte- so
doscadaservices vez
majorquo
, nose o
proviamontc
collocados nas pa
redes 2.
° SUTUHA PARCIAL DA FERiDA VESICA!tilo considcravel
para a
lion* exile da sutura depende em prestam estes lies, os
quaes
ja foramvesicaes
para
facilitar as maimbras eperaterias.
urn
d'estes
lies,.
afaslasens
honlos, dievena
col-assim muito
ncces
-0 ajudante
, tomande separadamcnle
cadaligciramente a Fonda vesical e,
levanlamlo
oslncal
- us no
tncio docampo
eperalorie, tornande- os
£sivi
-
is an nperadnr.
Uslapcquena
mannbra 6 muito imporhirilo, e per-niille a oslo cnllecar o
sen
liono pooto
desejadn coin a maior fa* ilidade.
Loin
uma
agullia lina,
muito curiao uma
piiipa,
* * cirurgiaopassa
3VA < =
>} 43 JGV
Aft
on
ifiosdecalcut (Perier prefers aclina de Florence
) oper
ando do
baixopara cima e reservando, no angulo inferior da feriiia
,
o espaijo uecossariopara a
passagem
dos Uibos siphons.
A sulura compreherulera loda a parede vesical,
menosamucosa , adianleda
qual dcveiii sahir os fins, do Lai modo cjue, ni> memento cm que ellcs vfio ser cecrados,
as dnas sti-perficies cruentas vir5o se p6r cm conlaclo perfcilo
.
Os tins scraocer
-rados
de
Citha para baixo,
do sorle que se p6de lirar o ultimo, o
queconfina com ns tubes
, casonao
seja suflicienle o espato ileixado para a suaintroducstio ,
Cada (ioque
uLravessa a parede vesical ilevo dear in loco lodo inteiro ale o Bm da sutura ;desla maueira ,
o ajmlniite exer-coudo uma ligeira traccao sobre o lio que acaha do see cerrado facilita singularmenLe
a
tarefa do operador, apresenlando os labios da furlda Vesicalcm
umaexcellent silnncao para
oseu affirm
tainenlo perfeito.
Os dons
labios
da ferida nao dovemser utravessados ao memo
tempopda agullia
,
pnrem successivamenlo.
Fcilo,
emlim, o cerramento dos Bosdo cima para
baixo ,
deixa-
se o ultimo livre para a collocagao dossipboes
.
Per nirio da sutura pjicial proenra-se obier nao so
uma
reuniao por primeira intensao douma
parte da fonda vesical,
como tambomestreitar-
o
orilkio que dovem atravessnr os drains,
dc maiieira a obter-so urn siphonatfe Lao perfeiloquanto possivol.
3
. “
IxmonuccAO DOS DRENS.
C-OOII os pibod siphdes do L
’
oricr, e hoje so emproga us sjpbocs docurvaltiraduceao d'cslesfixa
,
tubus Fiftons quaes llioiniporlaiUe quetom dado excelgonsiiiueurnkmles rusulladosverdudeiro.
A tempointro-a parte do curative da
tatba
hypogaslrica.
E' aimla
aos
tins suspcnsorcs qua sorecorro
para abrir a parteinferior da ferida vesical
.
0 ajudniile levants detada Indo os hordesd
’eSta ferida eos
afasla por fncio ii'essos Bos.
DVsLa maueira,
a fendavesical alargada pennillc ao operador ver o quo die faz
. Caracas
a snacurvalura
,
a cxlrcmidado dos Ltihns vein naturalrnentc sc cotlocar ao nivel doposican baixo-
fiJiulo;c para mais seguraitea o operador vcrificara a suacorn o dedo
.
Nao e precise qim a sun exlremiilade exerya pres-sao sobre a parede vesical, o item inosmo local
-
a.
« ils do!vent aflhmrer,
diz Gnyon,el non pas toudior
.
» E’ uma cuinlicao esscncial para o sonbom
fimccioimmentn .
Assim collocados
, olios
soriio alravessados por urnBo
de prala o suturados cada uincm
um dos labios da ferida abdominal. Gramas
aesta lixacao
,
;i boa posfi;ao doslubos <
5deBnilivamente
garantidacom
grande vantagem para o curalivo
.
Neste inomnitpccrra -
se o ultimolio do catent
,
case a ferida nao cslejasulBcienlemeiHo
oslreita.
Umavex tenniuadaasutura vesical
,
esponja-
sudenovo
loda a super-iicie da feridacom n atixiliodo uma esponjn hem destufeclada;di;pois pol
-villia
-
so coniiodoforinin
tin1 i n que A apparent/} tie superfide
vesical.
Forconsegniute deve
-
se levantar docemenlc de cada ladu o piano muscular e polvilhar abaixo d’elle.
13’ este oinellior meio de evitar asuppura
^
aoComo ja viiiios, Gnyon aperfei
-4T
k
perivesical, quo
e mais paraso
lamer nataiha liypogastriea
do quoa infillracSo
.
4- “ SUTURA PARCIAL DOS Jtl'SCULOS A11DOM1NAES
.
Depois da su-tara vesical
,
ncciipar-
sc-
ha do suLurar osnuisculos redos egaalmcnlc coin ocatcui.
0nurnoro de
lies necessaries variant naturalinente corn a cxLcnsito da ferida.
Esta scgunda scrie de pontosdc sutura edestibada
avaLuraprevinir(ixua, cventragiio
,
c c foila lambcin aleao nivcl dos tubos decur
-N'osto moiiiriUo, porem n’cste momonlo somonie, pddc
- se
lavar afetida
coni
a solugao pbenicada forte (5%
).
porque deve-
se evilar ocontado abmulanle d’esto
liqoldo
com a mucosa vesical; a longa pra-'
l1-
Miymillm 0‘inl-
i !it'i>lrailu [iciviiiplnmiurnle quo olio suppmta muilo inal osle anliseplieo.
Ifldoforiua - se
de novo a ferula ao nivcl das suliiras c nos pontoscm qno os drains devcm cslar cm conLacto dirccto
com
clla.
Guyunfa1Iando da pratica, daqual rjfto sc devo abusar
,
seja dido depassagein,
qnc cmjsistc cm ioiloftiriiiar siiecessivamcnic cada um dos orgHos que Hie sntura (hcxiga, mnsculos
,
teciilo cellular e pellc), diz que colloca alii smtinelias untiseplicas,Terminado
esle tempo,
eis n novo agpeclo que apresentaa
feridaItypogaslrica: Km ciina,
encontra-
se a feridacutanco
-
cellular deixaodo vercnlre nssens
labios a sutura dns rnnscnlosabdominacs; mais em
haixo
, o oriOcio atravessado peios siphdes, c de cado lado os dons Oos suspunsorcs,
que padom sorre
itratios d’
aqui perdianlc
.
oi] aiiula lixados na pellc emu collodion,
sc sc leme arettrada
muilo rapida da hexiga ii a inllllrarao quo d’ahi poderia resullar
.
Estaprccaugfut pfldo ser lomada quando o operado fftr mmtogordo
.
Ella comprehcmlera
a pelier o tecido c lliilar scli
-
ciUaiicu c a aprmovrose anterior da bainliados redos
.
Dopois do convcrueiilemonle iotlofonuadu a ferida, alravcs-sa
-
sc successivemenLe cadabordo com
a agulha do Reverdine
do degrain d
>
m,
Lcndo-
se o niidltdo de tomar as Ires camadas siunillanoa-iiir
-
nto.
Em gcral, 4 lios bastam,
pndendo- se
lodavla pftr pontoscom
-plementers
.
A sutura cutanea se Icrmina egualmcntc ao nivcl dos siplioes.
S
.
° SUTURA PAHCIAI.
DA UAREDE Annojnvwi em massepnrquo cllada paroleexpoeabdominala cventragao
,
prali- ,
muilo itienos solida do quo a foniecida Alton d
’
isso. corao
c ne-lios para faster a sulura em
massa ,
pfido d’
ahia sccgao partial da parede abdominal
,
se os lios nao forem ti-rados cedo
.
ou plienomcbosinflammaloncis
ao longo do sou trajcclo pro-fmido
.
E e aiiula por estus duns ultimas ruzdes que u sutura da camadaciiianeo cdltilar deve ser feita com fio de grata lino eperto dos labios da ferida (2 cent, pemeo maismi
menos ) .
Eis crufiin as vaiitagcns (la sutura a S andares dc Guyou: I
.
" Re-ditcgao da ferida abdominal para o bom rnnccionamcnlo dos Syplioes; 2
.
* cicatrizagSo isolada da parede vesical,
d’ouiie auscncia doadberencias
Guyon ahaiulniimi a siitm
cada pda gencralidade *Ios ciriirgiues,
6a cicatrix que d'ella rosulla e
pels sutiira em andares ou pianos (elagee)
.
cessaiio applicar grosses resnltar
V A 5 ) 4
<2 T v
4
»
da
bexiga a paroticabdominal
:3 .
* cicatrizagfiopor primeira inlensSo
da ni6 r
parlcde lodaa cspossura
da parcdc abdominal ; i.
°cicatrix ge
-ral
solida podomloso
oppdr&
evenlragiioo a
flstulizagao.
Tcrmitiada a sulura, !
ava - se
denovo com
agna plienicadaocampo
opcralorio,
iodoforma - se
,c
colloca- se
muponco d
'esle p6 enlreos
tuhoseoslabiosda ferida, sobrctndo
no
angulo inferior.
Antes ilcso cun
-ptotar o curalivo
devc- se
experimental'ns
tubos,injeclainloagua
boricadaalternalivamcnle cm urn c
oulro,e
cslabuleccuduuma correntc queoses
-corva .
A parin'd
'essa
momenloelles vao
fimccionar regular-mcnte .
0 .
°Ci
RATIVO PROPIUAMENTE Diem—
Aspcgas
do ciirativo devemser
collocadas da scguinle maneira : cm cima e cm liaixoos
lubossao
isolados da feridapor
meio da gazeioiloformatla . qoo
dovescr inlrodu
-zida a
uma
cerla profumlidadena
parlc inferior daferidn .
Dcbaixo dactirvalnra dos lubos collocam
-
se depois algnmas ctjinprcssas douvsma
gaze de modo
quo
eslesrepousem
sohre ellas : cobre- se cm
seguidaloda a superficie da ferida. Por cima d'cslas priiw’iras
perns
do curalivo colloca- sc gaze
[dicuicada amarrolada, depoiscompnssas
ale aeima doiimbigo
. c
lima grandepoga
de mackintosh corcadade gaze
plienicadae furada
nasua
parteinferior para a passagem
dos drains.
Ella
sera
disposta de maneira a cobrir os organs genitaes e os 2/ 3
inlenms
do
abdomen.
So se olioempregou
agaze
amarrolada (chiffon-m
e), pode-
seno
macldnlosh col!near
dua;on
Ires espuujus destimulns a fazercompressao
decada ladodos lablos da ferida. 0 lodnsera
manlidopor nma
alatlora de larlalana midbada passamlo eni spicaao
nival tlas virillias.
Por cima
d 'esta
parlc do curalivo coltnca- sc nma
cerla quaulidade dc algodao plionicado, quese
cobre com uma aladiira decorpo
modcra-datnenle apertada
.
Antes de levar-
seodoeniepara
nsen lcito
,examiua- se
os
lubosnma
ultimavez .
Se elles corrcin regularmente goila a gotla. o
tine
e a regra , e IIIUTIL
injectal-
os denovo . No caso cm que
ellesnao
ostejam
finiccionando
,serao
denovo
escnrvndos, injeclamlo- sedoceioeiile
urnd
'elles.
Tal
e ocuralivo metkodico
da tallia hypogastiica, isto e,o
conjunclodos moios deslinados a
preservara
feridado
contaclo da urina, a op-por
-
sc a inlillragaoe
a iiillaimnagao do lecidocellular
sub perilonoal, aassegurar no
mais breve espai; o
dc tempo pnssivcluma
cicalrizacao sulida da ferida vesico- abdominal .
Curativos consecutivos
No
ilia
daoperacao devc - sc
lavara
bexiga pelomeuos
qualrnvezes
:a primeira vez, antes dc
se
Invar ndoculcpara
osen
leilo: a segnnda, dues boras depois ; a lerceira,a
larde,c
a quarla, a uoile.
Estas lava-gens, quo
devem ser
fcilascom
cuidado, sao uteis purcausa
da ligeiraIranssudagao que orditiariamcnte
appareee
no dia daopera
$ao , e
lambeinservo ra para
(lesembaraonr os lubos
iloscoathns que
algamas vexes
SBforntam cm seu Interior
,aqua sc oppoem a
$sim ao seu funccionamento
regular
. Nos dias
seguinles, tluas
atres
lavagenssao
snfficienles, ha-veiulo inesmo.
cases cm
|rue a
litnpitloze a
ijoa qnaliilatledas
urinas periniUcm disponsalas .
Dui'anli1cioco dias Hmila - se
alaser
eslas lava-gens com a solutfao borica
a4 % . e a observer
ocuvalivo
,o
qoulsera
desfeilo no 5
® dia.
i*raras vexes sera
precisereuoval - o
maiscedo(
3' din ),vislo renia
gerulimente
6 sono
1" dia ijue n airaliveso mancha
pelos li-qnidos
cxtialados
pelalerida
,nao o atravess
&ndo
cnirelaotoa nfiua .
Sc
os tubos funccinnarem bem , sc lodas as
prccaiififes anli- scplicas
tivorem sido
minneiosameuiu observadas
,o
earallvobio
dovescr
iflan-cliadonidus poritem primairnpela itrina
ititenx new
&o nmpolopus
lottos:oslabios
as poniesda sutitmdoslerida devcm .
NesLeser reu mo -
-menlo
os lubos
ja podemscr rctirados e subsliluidos por uma sonda urethral
,e isio
variado 5
“ao 9
° dia,con
formeos progresses
da cicairi-zarfm
da ferula
;nao
&e
podendo acate
rcspeilOesliibclecer regras
absn-1ulas
.
0 cslado da bexiga.
want decriterion para a relirada
dos lulios.Em geral, isio
sc
farano 5
“ ilia, segundo Guyon ;e
acredilamesmo o
Dr
.
Goinrcl (|ue
, lodasas vexes
tjui; a suppressiiofuiiccionaUta
bexiga nao 10r
o Ihn principal da ojicracao, pdde- se
liraros
lubos-
siptiCies desdeo
3® diasem o mcnor inconvenient
®e com van
lagem mesmo .
Uma vex reliratlos
oslus, culloca- sc
a sonda de demora.
Guyonemprega
mintsonda acotoveflada ( bfiijnille )
degomma Ins
, 19e
20)apreseiilando
does largos nrificioscm sua extreraidade . Elle
prefereeslas
sondas as
docaoutchouc vnicanisado
porterem urn calibre
maiur,oriticios
mats amplose por
podcremsee
segoramonlemanlidas cm uma
posipUo flxa .
A
sonda
devescr collocada ao
gotta <iyoua ,
isioe
,cm
tuna po&igTlolal quo Ike
pormillarcccber
a urinaque
chegagotta a
gottaa
bexigapolos urelcres e cpoduzH
- a
immedialamonlepara
fora.
0que
indlcacsla boa [lostpao da
sonda o
prccisamentea
producoao dogotta
<L gottae por
regulartenlaiivase conliuuo .
Depois; a poe para - se se a
sondaoblel - a em 6 com
communicagaoa
seringana com mao urn
,recipients
collocado ao 1
-ado
dodocnle , por
inlermedio deurn
largo lubo decuon
icliouc.
Vejamos
agora qua
I o tratamenloque
convent applicar aferida abdo-minal
. Para sc
preveiilra tlesuniao dos
lal)ios da fcrlda, osQosdasuluranao
devemser
rctirados iiiuilo cedo ; basta deixal- os
aleo 8“ ou
9“
dia,sendu dies perrciuimonte supporladns, grafas
as
precau^ oes
lomadasno
momeuto
da operacao.
Qnanloao
oriliciodeixado
pelos lubos-
sipbdes,di
versos
lendsido os processus
oxperimentados jiara fechal- o c man
loras
I a
Idas da feridaapproximadus c om
perfdla conliguidade.
Quasi lodnsapreseulain algitm panto defeiluoso, cesle ponlo do curalivo ainda
pre
-occupa
a aitancao dos cinirgiOes, quo so csfor
^ am
por apcrfeigoal-
u.
A
compressao method
icanos ana
livescom o emprego de rolos
K. 7.