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SPARQL

No documento Web Semântica (páginas 45-76)

SparQL (SPARQL Protocol and RDF Query Language)

o XML e RDF não são suficientes para tornar toda a Web entendível por um computador;

o SPARQL surge em 2008 devido à necessidade de extrair as informações a partir das triplas RDF;

o Consultar arquivos RDF através de uma linguagem parecida com SQL;

o Realizar uniões complexas de datasets diferentes em uma única e simples consulta.

SPARQL

Principais Cláusulas:

o SELECT, FROM, WHERE, PREFIX, FILTER, ORDER BY, UNION, BASE, LIMIT, OFFSET, OPTIONAL, UNBOUND

Algumas consultas:

o SELECT ?voo WHERE{ ?voo rdf:type :Voo}

o SELECT ?passagem ?preco WHERE{ ?passagem rdf:type :Passagem.

?passagem :preco ?preco} ORDER BY ?preco

SPARQL

DBPedia

o Versão em RDF da informação do Wikipedia o Contém quase 2 bilhões de triplas RDF

o http://dbpedia.org/sparql

Mais consultas:

o SELECT DISTINCT ?concept WHERE {?s rdf:type ?concept . } LIMIT 50

SPARQL

Exemplo de Consulta

Selecione todos os países sem litoral com uma população maior que 15 milhões

SPARQL

Exemplo de Consulta

Diferentes traduções para o mesmo país. Especificando uma linguagem:

“Ontologias são modelos conceituais que capturam e explicitam o vocabulário utilizado nas aplicações semânticas, servem como base para garantir uma comunicação livre de ambiguidades. “ (Breitman, 2005)

“Ontologias fornecerão o vocabulário necessário para a comunicação entre os agentes e as páginas da web, definindo as relações entre os conceitos.”

(Dziekaniank e Kirinus, 2004)

Ontologias

Representação do conhecimento

Expressividade Semântica

Compartilhamento de Conhecimento

Integração de Dados

Mesma palavra e significados diferentes o Usar diferentes URIs

Ontologias

• Usos

oRecuperação de Informação na Internet oProcessamento de Linguagem Natural oGestão do Conhecimento

oWeb Semântica

• Benefícios

oComunicação oFormalização

oRepresentação de Conhecimento e Reutilização

Ontologias

Ontologias

Ontologias

Limitações

Ontologias são difíceis de criar, implementar e manter;

É difícil inferir conhecimentos que envolvam associações entre várias propriedades;

Podem ser enormes, com muitos conceitos e relações.

OWL = Web Ontology Language

“A linguagem OWL foi projetada para aplicações que necessitam processar o conteúdo da informação em vez de apenas apresentar informações em nós. “ (Smith et al., 2004)

OWL

Desenvolvida pelo Web Ontology Working Group do W3C;

Permite a criação de Ontologias complexas;

Fundamental para garantir a interoperabilidade semântica na Web;

Baseada em XML e RDF, oferecendo mecanismos para uma semântica formal.

Descreve classes, propriedades, relacionamentos;

Permite definir restrições de cardinalidade;

Possui operadores de União, Interseção e Complementação

OWL

OWL

O W3C estabelece na OWL três diferentes sub-linguagens:

OWL Full

o Possibilita o máximo de expressividade;

o Podem ser violadas restrições da Lógica Descritiva com o objetivo de ser compatível com o maior número possível de bancos de dados e sistemas de representação do conhecimento.

OWL

OWL DL (Description Logic)

o Suporta implementações baseadas em Lógica Descritiva;

o Fornece um subconjunto que possui propriedades desejáveis em sistemas que necessitem ontologias com um maior nível de detalhamento e restrições.

OWL Lite

o Permite uma fácil implementação;

o Fornece aos usuários um subconjunto funcional baseado em classificações hierárquicas e restrições simples;

o Possibilita a migração de sistemas baseados em tesauros e taxonomias para o formato de ontologias.

OWL

Estrutura do Documento OWL

De acordo com o W3C, pode-se dividir a estrutura de um documento OWL baseando-se nos seguintes elementos básicos:

Namespaces;

Cabeçalhos;

Classes;

Indivíduos;

Propriedades;

Restrições.

OWL

Estrutura do Documento OWL

Namespaces

Permite identificar sem ambiguidades a localização dos vocabulários correspondentes ao conjunto de conceitos utilizados na ontologia.

OWL

Estrutura do Documento OWL

Cabeçalho

Utilizados para registrar comentários, controlar a versão da ontologia e a inclusão de conceitos e propriedades de outras ontologias.

OWL

Estrutura do Documento OWL

Classes e Subclasses

São abstrações que caracterizam o que se quer representar. Podem surgir a partir de união, interseção, complemento de outras classes. Assim como as subclasses permitem definir a hierarquia da taxonomia através de generalizações/especializações.

OWL

Estrutura do Documento OWL

Indivíduos

São as ocorrências de cada conceito.

Atributos

São características aplicáveis indivíduo. Podem ser simétricas, transitivas, etc.

OWL

Estrutura do Documento OWL

Restrições

Uma restrição é utilizada para definir limites para indivíduos pertencentes a uma determinada classe.

Podem ser divididas basicamente em três tipos:

Restrições que utilizam quantificadores;

Restrições de cardinalidade;

Restrições do tipo hasValue(“tem valor de”).

Web Semântica e RI

A Web Semântica é mais vista e estudada sob o aspecto de aperfeiçoar a recuperação da informação.

Possibilitando recuperação mais eficiente no contexto digital.

Permitindo que as buscas obtenham respostas mais relevantes ao interesse de seu usuário.

Web Semântica e RI

Ontoweb

• Fruto de um projeto de desenvolvimento científico(2001-2004);

• Utilizando engenharia de ontologias, semânticas e estruturas valorativas para contextualizar as buscas e refinar os resultados.

Web Semântica e RI

Globo.com

Foram criadas entidades semânticas, para o relacionamento das notícias com essas entidades.

Utiliza o Virtuoso (Base de Triplas), onde são salvas as relações.

Web Semântica e RI

GOOGLE KNOWLEDGE GRAPH

Esta proposta surgiu com a ideia de inserir semântica ao processo de busca realizado pela Google.

Desenvolvido a partir da necessidade dos buscadores irem além da busca por palavras chaves, ou textos, e conseguir realizar a busca por entidades;

O mapeamento utiliza base de dados de informações abertos da Web, como: Wikidata, Wikipedia e CIA World Factbook.

Web Semântica e RI

GOOGLE KNOWLEDGE GRAPH

Melhora a busca de três modos:

Sem ambiguidade de resultados;

Obtenção do melhor resumo do tema e;

O usuário pode adquirir novos conhecimentos, indo além da pesquisa inicial.

Web Semântica e RI

GOOGLE KNOWLEDGE GRAPH

Web Semântica e RI

Limitações

Não se mostrou possível o desenvolvimento de ontologias tão avançadas que pudessem dar conta de todos os campos do conhecimento existentes;

Até o momento a implementação efetiva da Web Semântica só se mostrou possível em domínios restritos ou específicos.

Conclusão

Web Semântica

Estruturação de conteúdo solto na web

Componentes em desenvolvimento

Obstáculos

o Adoção de novas tecnologias o Descentralização

Referências

1. GILLIES, J.; CAILLIAU, R. How The Web was Born. New York: Oxford University Press, 2000.

2. BERNERS-LEE, T. Information Management: a proposal. CERN, Genebra, mar. 1989. Disponível em: <http://www.w3.org/History/1989/proposal.html>. Acesso em: 16 out. 2016.

3. BOSAK, J. XML, Java, and the future of the Web. 1997. Disponível em:

<http://www.ibiblio.org/pub/sun-info/standards/xml/why/xmlapps.htm>. Acesso em: 16 out.

2016.

4. W3C. Semantic Web. https://www.w3.org/standards/semanticweb/. Acesso em: 16 out. 2016.

BERNERS-LEE, T. Semantic Web - XML2000. 2000. Disponível em:

<https://www.w3.org/2000/Talks/1206-xml2k-tbl>. Acesso em: 16 out. 2016.

5. MILLER, E. The semantic Web. 2004. Disponível em: <https://www.w3.org/2004/Talks/0120-semweb-umich/Overview.html>. Acesso em: 16 out. 2016.

Referências

6. Silva, R.; Santos, P.; Ferneda, E. 2013 MODELOS DE RECUPERAÇÃO DE INFORMAÇÃO E WEB

SEMÂNTICA: A QUESTÃO DA RELEVÂNCIA. Disponível em:

<http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/viewFile/12822/pdf_3>.

Acesso em: 15 de outubro de 2016.

7. Santarem, J.; Souza, J.; Coneglian, C. 2015. WEB SEMANTICA: INTRODUÇÃO A RECURSOS DE VISUALIZAÇÃO DE DADOS EM FORMATO GRÁFICO. Disponível em:

<http://www.ufpb.br/evento/lti/ocs/index.php/enancib2015/enancib2015/paper/viewFile/27 80/1174>. Acesso em: 15 de outubro de 2016.

8. Dissertação de Mestrado. Rogério Aparecido Sá Ramalho. 2006. Web Semântica: aspectos interdisciplinares da gestão de recursos informacionais no âmbito da Ciência da Informação.

Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – UNESP, Campus de Marília.

Disponível em:

<https://www.marilia.unesp.br/Home/Pos-Graduacao/CienciadaInformacao/Dissertacoes/ramalho_ras_me_mar.pdf>. Acesso em: 15 de outubro de 2016.

Referências

9. Silva, G.; Lima, T. 2001. RDF e RDFS na Infraestrutura de Suporte à Web Semântica. Disponível em: <http://www2.ic.uff.br/~gsilva/slreic.pdf>. Acesso em: 14 de outubro de 2016.

10. Slide Web Semântica. Carlos Eduardo Martins Barbosa. 2013 - UFPE

11. Slide Web Semântica. Daniel Costa, Gustavo Oliveira, Leandro Aguiar, Winícius Santos.

12. Pickler, M. 2007. WEB SEMANTICA: Ontologias como ferramentas de representação do

conhecimento Disponível em:

<http://knowtec.com/wp-content/uploads/2014/06/websemantica_artigo.pdf>. Acesso em: 15 de outubro de 2016.

13. W3C Schools . XML. Disponível em: <http://www.w3schools.com/xml/> Acesso em: 16 de outubro de 2016.

No documento Web Semântica (páginas 45-76)

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