Os estudantes entenderam que seria importante uma avaliação sobre a audiência do podcast, bem como captar a opinião do público sobre o trabalho desenvolvido.
Acho que, por exemplo, se for postado num lugar como o Spotify, a gente conseguiria ver se as visualizações estão aumentando. Se estiver é porque as pessoas estão encaminhando umas para as outras, escutando mais de uma vez. Se, por exemplo, fossem enviados para as mães de bebês que chegam lá, aí teria que ouvir a opinião delas mesmo, fazer algo mais qualitativo, tentar extrair, pedir para falarem a verdade, se gostou mesmo, se mudaria alguma coisa, como a gente está fazendo aqui (E1).
Dependendo da plataforma que você coloque aquele áudio, ele vai dizer qual a percentagem do tempo que ele foi ouvido, assim a média, diz 65%, então a média das reproduções está parando em 65% do áudio. A gente consegue ter acesso a esse dado, que ajudaria bastante, quanto mais interessante mais próximo a 100% isso chega (E4).
Questionários para avaliação do aprendizado dos ouvintes, bem como a avaliação do desenvolvimento das crianças após aplicação dos métodos aprendidos com base no material didático foram apresentados como ideias para avaliação em longo prazo da eficacácia da metodologia e para medição da curva de aprendizado dos ouvintes.
Poderia também aplicar algum questionário sobre questões que foram tratadas no podcast para aquele grupo e tentar ver depois do podcast se tem alguma diferença, se elas realmente aprenderam alguma coisa do conteúdo (E2).
Talvez fazer uma média de desenvolvimento das crianças, tipo quando que elas estavam acima ou abaixo quantas já tinham atraso no desenvolvimento neuropsicomotor antes e depois do podcast ser divulgado e se isso melhorou em algum aspecto. Talvez seja muito trabalhoso, não sei a viabilidade disso (E3).
Foi demonstrada certa insatisfação com a escolha de tema muito específico, sendo entendido que o uso da ferramenta focado em problemas mais prevalentes e de maior impacto na saúde da população constituiria numa relevância maior para o trabalho.
Acho também que num próximo poderiam ter temas mais abrangentes. Acho que o tema que a gente fez foi algo muito especifico que é essa questão do desenvolvimento que a maioria dos bebês se desenvolve bem sem maiores preocupações para tentar [...] sem necessidade de a mãe tentar fazer algo a mais do que ela já faz, acho que eu me preocuparia com outras coisas que a gente vê que são mais problemáticas, que a pessoa tem mais dúvidas, talvez seja até mais simples de repassar (E6).
Por fim, o tempo do podcast foi relatado como limitante para a adesão do ouvinte à ferramente proposta, propiciando uma reflexão entre o tema desenvolvido e a duração adequada do podcast.
Acho que se for ficar temas mais longos, tem que ser dividido assim, em arquivos diferentes. Porque ficar 5, 10 minutos é uma coisa, mas meia hora, 50 minutos é inviável para a maioria das pessoas (E8).
Acho mais fácil da gente se comunicar nesse sentido, deixando as coisas mais objetivas, e realmente fazer um tempo curto para facilitar a divulgação e para facilitar mesmo que a informação chegue a quem precisa, escutar num tempinho e perceber que a informação é relevante naquele curto espaço de tempo.
6 DISCUSSÃO
Embora tenhamos discorrido acerca desse processo na metodologia, faz-se necessária uma discussão mais elaborada a respeito dos assuntos abordados nos discursos colhidos no grupo focal e sobre observações feitas durante o processo de confecção do produto. Para descrever o caminho trilhado, desde o planejamento até a elaboração do produto final, foram realizadas reuniões com o orientador do projeto, sendo elaborado o esboço e construídos os objetivos e características do trabalho.
A escassez de uma metodologia didática bem fundamentada usando podcast como estratégia de ensino em saúde voltado para a população fez com que métodos tradicionais e já consagrados fossem adaptados e inseridos nesse novo conceito para que o desenvolvimento das atividades pudesse acontecer, tendo como foco principal a criação e a gravação de áudio como metodologia didática a ser estudada.
Além disso, o constante desenvolvimento de tecnologias da informação faz crescer também a necessidade de adaptação dos métodos de ensino-aprendizagem, de modo que o aprender independente ganha espaço (54). Para tanto, foram realizadas pesquisas nas mais diversas bases de dados científicos como: LILACS, PUBMED, SciELO, BVS (Ministério da Saúde), BIREME etc., norteando o projeto e mostrando sua viabilidade.
A metodologia utilizada neste trabalho de mestrado profissional de ensino em saúde foi esboçada em seis etapas, a saber: aula dialogada, criação de roteiro, gravação de podcast, edição de podcast, divulgação do produto aos estudantes e usuários do CEPS, e formação de grupo focal. A contribuição dos alunos de medicina nesta pesquisa foi aceita, inicialmente, com muita facilidade, considerando a possibilidade de trabalho com uma mídia moderna e conhecida por muitos deles. Para os que desconheciam esse tipo de mídia, suscitou a curiosidade de procurar podcasts já existentes a fim de entender seu funcionamento, e como essa linguagem poderia proporcionar um ensino efetivo à população.
Nesse processo, a ideia de explicar para a população aspectos complexos da saúde em um arquivo de áudio sem a possibilidade de uso de imagens foi entendido como um obstáculo por muitos alunos, mas, ao longo da prática, demonstrou-se como um desafio interessante a ser transposto.
A decisão pela produção de arquivos digitais sem imagens, utilizando-se apenas de áudio para comunicar informações, foi tomada levando-se em consideração a oportunidade de aprendizado durante a execução de tarefas corriqueiras do cotidiano da população. A escolha pela criação de vídeos pelos alunos para a população foi aventada como possibilidade de recurso a ser empregado no trabalho, a fim de criar um material com recursos visuais que facilitariam os aspectos pedagógicos do produto proposto. Entretanto, essa possibilidade foi descartada, considerando que o tempo de produção de arquivos de vídeo triplica se comparado a podcasts. Ademais, vídeos demandariam mais velocidade de conexão com a internet e mais capacidade de armazenamento de dados (55).
O contato próximo com o preceptor por meio de conversas informais e descontraídas acerca de temas especificos durante as etapas de aula dialogada e a criação de roteiro e gravação de podcast contribuíram para a aproximação real desses atores, enriquecendo o processo de ensino-aprendizagem, além de estimular a busca por conhecimento pelo enriquecimento das fontes de aprendizado (56). Além disso, o desafio de lidar com a metodologia não convencional permite ao estudante vivenciar o aprender a aprender, já que o ato de aprender consiste em agir sobre determinadas técnicas de maneira alternativa daquela com que está habituado (57).
A oportunidade dada a estudantes de passar os conhecimentos técnicos de forma simplificada à comunidade reforça a construção da cidadania no futuro profissional de saúde. Afinal, os limites mútuos entre cidadania e ensino misturam-se, visto que todo instruir tem por objetivo edificar uma energia que põe o indivíduo e a coletividade em ação de cidadania, e toda ação cidadã constitui uma força para o saber (57).
O design do podcast parece influenciar bastante a experiência de aprendizado dos estudantes de medicina (54). A maioria dos podcasts é apresentada como uma conversa informal, como uma roda de conversas ou como um diálogo programado, em que normalmente existe um mediador e outros participantes que possam contribuir com o assunto elaborado. Além disso, no Brasil, o podcast ainda se apresenta como uma mídia pouco acessível para pessoas com baixa renda familiar, sendo apenas 5,1% (cinco vírgula um por cento) dos ouvintes pessoas com renda familiar até R$ 1.000,00 (mil reais), e 15,9% (quinze vírgula nove por cento) dos ouvintes possuem nível médio como maior grau de escolaridade (58). Esse fato foi observado com
preocupação pelos participantes, pois causou dúvida em vários grupos sobre a compreensão da informação veiculada e sobre o acesso dos ouvintes ao material.
Essa discussão ainda abrangeu o tempo de duração dos episódios, sendo colocado em pauta qual o tempo adequado para englobar todo o conteúdo proposto, e ao mesmo tempo prender a atenção do público durante todo o tempo de áudio. Nesse sentido, optou-se por confeccionar podcasts curtos, em torno de 10 minutos, visto que são mais fáceis de acompanhar e de melhor compreensão (56).
A solução encontrada por todos os grupos foi estabelecer situações programadas previamente em um roteiro, e simular a conversa entre profissionais de saúde e usuários. Dessa forma, os alunos passaram a atuar como personagens do cenário onde está inserido o Centro de Educação e Pesquisa Anita Garibaldi, adaptando o linguajar à realidade local.
A preocupação com o uso de linguagem que possibilitasse uma comunicação efetiva, respeitando crenças e práticas das pessoas às quais o podcast se destina foi um foco dos grupos já na elaboração dos roteiros. A expressão “competência cultural”, inclusive, foi bastante discutida nos grupos focais. Assim, os participantes refletiram sobre a importância de se formar profissionais capazes de interagir com indivíduos e populações culturalmente diferentes para que o sistema de saúde se torne mais inclusivo e democrático (59).
Além disso, muitos participantes trouxeram aspectos de sua vivência particular que enriqueceram a criação dos textos, como adotar o modelo de simulação visto em podcasts já existentes e consumidos pelos estudantes ou até a inclusão de personagens baseados em pessoas da própria comunidade ou em conhecidos dos próprios estudantes. A partir dessa perspectiva, pôde ser percebido que os estudantes entenderam a mídia podcast, não como uma plataforma amarrada a um linguajar próprio, mas como uma ferramenta versátil e com múltiplas possibilidades de utilização, sendo aberta à criatividade dos seus criadores para desenvolver produtos adaptados a contextos culturais diversos (22).
Outro aspecto explorado pelos estudantes foi a escolha do tema “estimulação de crianças” que precisava ser transmitido. Alguns grupos demonstraram dificuldade em encontrar novos materiais de fontes confiáveis além daqueles oferecidos como fonte de pesquisa. Apesar disso, pontuaram, durante discussões nos grupos focais, a oportunidade de aprendizado de temas não explorados nos bancos da faculdade (60).
Alguns alunos entenderam que a escolha de temas mais relevantes e mais abordados nos principais materiais didáticos da pediatria renderiam um conteúdo mais consistente e um aprendizado mais atraente, tanto para os discentes como para os ouvintes do produto final. Essa possível vantagem didática do podcast frente aos métodos tradicionais de ensino tem sido descrita em outros estudos sobre o assunto (61).
Embora a autoavaliação sobre a própria linguagem a ser utilizada com os pacientes tenha sido algo marcante no processo de elaboração do material, o formato escolhido neste projeto torna-se incompleto como experiência pedagógica isolada, por entender que o diálogo é algo inerente à prática de saúde. Afinal de contas, o cuidado acontece pela conexão entre serviços de saúde e usuários, em toda ocasião que seja viável compreender aquilo que o outro carrega no seu elo com sua vivência (62).
Embora a percepção de aprendizado dos pais sobre os assuntos veiculados fosse um objeto interessante de estudo para a pesquisa, a aplicação de estratégias para a melhoria do desenvolvimento infantil requer um longo período de tempo, considerando que a vivência prática dos conteúdos dependeria da evolução de forma progressiva e particular de cada criança. Assim, considerando a dinâmica de marcação de atendimento dos pacientes e a logística de agregar cada podcast para cada grupo de faixa etária específica, não haveria tempo hábil para a coleta desses dados na pesquisa proposta.
Considerando a avaliação em dimensões proposta por Filatro, e citada anteriormente neste trabalho, após o desenvolvimento do produto, pode-se descrever cada dimensão como sendo:
Na Dimensão técnica-científica, embora os assuntos escolhidos tenham sido bem dilimitados, e as fontes de conteúdos bem escolhidas, é importante frisar que a natureza dinâmica do desenvlvimento cientifico impede a atemporalidade do material a longo prazo, devendo-se perceber a necessidade de atualização periódica do produto (37).
Já na Dimensão Pedagógica, a compreensão dos usuários do Centro de Ensino e Pesquisa Anita Garibaldi como público-alvo do produto concebido proporcionou uma preocupação com a adequação da linguagem em todo o processo de elaboração do podcast como ferramenta acessível de aprendizagem (37).
Na Dimensão Comunicacional, houve preocupação com a utilização de linguagem acessível ao público-alvo, evitou-se o uso termos científicos e buscou-se um formato mais próximo da população ouvinte (37).
No tocante à dimensão Tecnológica, foi disponibilizado link para download dos arquivos, bem como o conteúdo para os sites agragadores de podcasts (37).
Por último, a Dimensão organizacional, o produto criado se mostrou de baixo custo e encontra-se disponível gratuitamente por tempo indeterminado em plataformas de download de podcasts para o público em geral (37).
7 APRESENTAÇÃO DO PRODUTO
Apesar de estarem hospedados em plataformas de podcast como o Spotify® e Apple Podcast®, foram criados arquivos de códigos QR (Figuras 2 a 5), que são uma espécie de código barras para leitura pela câmera do celular, para se ter acesso rápido aos arquivos de áudio. Para isso, o celular necessita ter um aplicativo leitor de códigos dessa natureza.
Figura 2 – Código QR para acesso ao primeiro podcast, sobre estímulos para crianças de 0 a 3 meses de idade.
Fonte: Oliveira Júnior, 2020.
Figura 3 – Código QR para acesso ao segundo podcast, sobre estímulos para crianças de 3 a 6 meses de idade.
Figura 4 – Código QR para acesso ao terceiro podcast, sobre estímulos para crianças de 6 a 9 meses de idade.
Fonte: Oliveira Júnior, 2020.
Figura 5 – Código QR para acesso ao quarto podcast, sobre estímulos para crianças de 9 a 12 meses de idade.
Fonte: Oliveira Júnior, 2020.
Também há a disponibilização do conteúdo dos arquivos produzidos por meio de links, quais sejam:
Episódio 01 – estimulação de 0 a 3 meses: https://anchor.fm/ruy-
oliveira-jnior/episodes/ANITACAST-EPISDIO-01---ESTIMULAO-DE-0-A-3-MESES- eav8t7;
Episódio 02 – estimulação de 3 a 6 meses: https://anchor.fm/ruy-
oliveira-jnior/episodes/ANITACAST-EPISDIO-02---ESTIMULAO-DE-3-A-6-MESES- eavddd;
Episódio 03 – estimulação de 6 a 9 meses: https://anchor.fm/ruy-
oliveira-jnior/episodes/ANITACAST-EPISDIO-03---ESTIMULAO-DE-6-A-9-MESES- eavdnn;
Episódio 04 – estimulação de 9 a 12 meses: https://anchor.fm/ruy-
oliveira-jnior/episodes/ANITACAST-EPISDIO-04---ESTIMULAO-DE-9-A-12-MESES- eavdv8;
8 APLICAÇÕES PRÁTICAS NA FORMAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA SAÚDE
A utilização de podcast como metodologia para educação em saúde da população gerou efeitos benéficos para os estudandes de medicina que participaram deste projeto de pesquisa. Ainda no desenvolvimento do roteiro, os alunos perceberam a importância da competência cultural e da adequação da linguagem científica para torná-la mais acessível e próxima à população, de modo que o conteúdo apresentado pudesse ser efetivamente absorvido pelo público-alvo.
Isso fez com que a discussão acerca da educação a distância como metodologia viável e importante para o ensino em saúde da população viesse à tona, conforme percebido nos grupos focais realizados. Eles, na condição de futuros profissionais de saúde, concluíram que a existência de material didático que possa ser amplamente difundido pode colaborar com o trabalho desenvolvido nas Unidades Básicas de Saúde sobre prevenção de doenças e promoção da saúde. Entenderam, ainda, que apesar de educar a população ser parte do trabalho a ser desenvolvido pelos profissionais de saúde nas unidades básicas, nem sempre se dispõe de estrutura e tempo adequados para desenvolver tal tarefa. Assim, podcasts pode ser um meio viável de disseminação de informação com embasamento científico para toda a população.
O diálogo com os estudantes ressalta, ainda, a escassez de metodologias didáticas existentes que contemplem o planejamento, a criação e a implantação de metodologias eficientes e de impacto significativo na educação em saúde da população. Assim, o desenvolvimento desse tipo de estratégia, considerando a ampla variedade de tecnologias da informação disponíveis, pode fomentar em estudantes e em profissionais de saúde a criação de novas ideias que possam impactar grupos populacionais específicos, respeitando seus aspectos socioculturais.
9 CONSIDERAÇÕES FINAIS
O uso podcast como ferramenta educacional e de divulgação científica tem crescido no Brasil e no mundo, sendo cada vez mais utilizado no ambiente universitário como forma de propagação de conhecimento. Num país de proporções continentais como o Brasil, e com tantos desafios a ser enfrentados para a melhoria da saúde pública, uma ferramenta como essa, de baixo custo de produção e distribuição, pode contribuir para a disseminação do conhecimento em saúde entre a população leiga.
A criação de desse tipo de mídia por acadêmicos de medicina para a educação em saúde da população demonstra ter potencial para contribuir na sua formação acadêmica. Sua natureza inovadora e relacionada às tecnologias populares atuais possibilita uma fácil adesão, tanto dos alunos – como produtores de conteúdo – quanto possivelmente da comunidade, como ouvinte.
O entendimento do podcast como ferramenta de divulgação de conhecimento, e não como uma estrutura de linguagem imutável, constitui uma potencialidade, proporcionando uma liberdade criativa e de linguagem a ser explorada por docendes que desejem utilizá-la. Apesar disso, alguns obstáculos deverão ser transpostos para a consolidação dessa ferramenta como mecanismo de ensino. Torna-se necessária a criação de um processo metodológico mais bem estruturado e fundamentado do ponto de vista pedagógico, a fim de atender o objetivo desejado. Além disso, o acesso limitado da população a tecnologias da informação e o desconhecimento por parte dela da mídia podcast pode dificultar o seu uso na educação em saúde de forma eficaz.
O material didático que versa sobre o desenvolvimento infantil criado por alunos do curso de medicina poderá resultar em um impacto social importante na comunidade, considerando a linguagem usada e a facilidade de divulgação e disseminação do produto, podendo, inclusive, ser usado para educação em saúde por outros serviços. Por sua vez, o estudo prévio dos assuntos abordados possibilitaram, ainda, um conhecimento pormenorizado e um aprendizado por parte dos alunos participantes, que passaram a conhecer detalhes a respeito do desenvolvimento infantil, contribuindo, assim, na formação dos futuros profissionais de saúde.
Outro aspecto relevante percebido pelos próprios alunos foi a importância do treinamento da linguagem e da cominicação com o usuário que a criação de podcast possibilitou. Com isso, eles puderam realizar uma análise individual e coletiva do discurso, ajudando, assim, o acadêmico a refletir sobre o próprio saber e sobre como compartilhar esse saber com o usuário.
Os grupos focais, etapa que aconteceu após a gravação dos podcasts, permitiram uma percepção geral sobre a visão dos estudantes envolvidos na criação do material. Desse modo, o pesquisador passou a entender a importância do treinamento da comunicação na técnica utilizada. Além disso, a tecnologia descontraída e inovadora facilitou a adesão dos alunos à produção do conteúdo.
REFERÊNCIAS
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3. Brasil. Ministério da Educação. DECRETO N.o 2.494, DE 10 DE FEVEREIRO DE 1998. Regulam o Art 80 da LDB (Lei no 9394/96) [Internet]. 1998; Available from: http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/tvescola/leis/D2494.pdf
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6. Relatório do Contrato de Gestão – Anual - 2018 [Internet]. Macaíba; 2019. Available from: http://www.institutosantosdumont.org.br/wp-
content/uploads/2019/03/Relatório-ISD-ANUAL-2018-ISD-compacto.pdf
7. Early Childhood Development in the UNICEF Strategic Plan 2018-2021. [Internet]. Nova Iorque: UNICEF; 2018. Available from:
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