• Nenhum resultado encontrado

CAPÍTULO 5 – CONCLUSÕES

5.3 Sugestões para trabalhos futuros

Como o trabalho em questão trata da proposta conceitual de análise de cenários prospectivos e o uso da IC, temos como recomendações para trabalhos futuros os estudos sobre a implantação do processo de IC e a conseqüente análise dos resultados de um processo implantado.

É importante também que se façam estudos sobre o uso da TI na implantação do processo de IC na empresa, tanto na coleta e processamento, como também na análise e disseminação, pois a medida que as decisões precisam ser tomadas de forma rápida e coerente, aumenta a necessidade de utilização da TI no processo de IC, visando garantir a qualidade das informações, que é fundamental para a tomada de decisões.

REFERÊNCIAS

ANDERSON, Joe. Technology foresight for competitive advantage. Long Range Planning, v. 30, n. 5, p. 665-677, 1997.

BORGES, Mônica Erichsen Nassif. A informação como recurso gerencial das organizações na sociedade do conhecimento. Revista Ciência da Informação. v. 24, n. 2 1995.

BUARQUE, Sérgio C. Metodologia e técnicas de construção de cenários globais e

regionais: Texto para discussão. Brasília: IPEA, 2003. n. 939

CAIXA ECONOMICA FEDERAL. Relatório de administração: exercício de 2007. Brasília, 2007.

CANONGIA, Cláudia et al. Foresight, inteligência competitiva e gestão do conhecimento: instrumentos para a gestão da inovação. Revista Gestão & Produção, v. 11, n. 2, p. 231-238, mai./ago. 2004.

CARDOSO JÚNIOR, Walter Félix. A inteligência competitiva aplicada nas organizações

do conhecimento como modelo de inteligência empresarial estratégica para

implementação e gestão de novos negócios. Florianópolis. 2003. Tese (Doutorado em

Engenharia de Produção) – Universidade Federal de Santa Catarina, 2003.

CARVALHO, Hélio Gomes. Inteligência competitiva tecnológica para PMES através da

cooperação escola-empresa: proposta de um modelo. Florianópolis, 2000. Tese (Doutorado

em Engenharia de Produção) – Universidade Federal de Santa Catarina, 2000.

CHOO, Chun Wei. A organização do conhecimento: como as organizações usam a informação para criar significado, construir conhecimento e tomar decisões. São Paulo: Senac, 2003.

DRUCKER, Peter F. Sociedade pós-capitalista. São Paulo: Pioneira, 2001.

FAHEY, L., NARAYANAN, V. K. Macroenvironmental analysis for strategic

FERREIRA, Rosalbo. Estratégias de orientação para o mercado em organização de

serviço como forma de ganhar vantagem competitiva. Florianópolis, 2006. Tese

(Doutorado em Engenharia de Produção) – Universidade Federal de Santa Catarina, 2006.

FERREIRA, Rubens da Silva. A sociedade da informação no Brasil: um ensaio sobre os desafios do Estado. Ciência da Informação. v. 32, n. 1, p. 36-41, jan./abr. 2003.

FREITAS, Henrique M. R. de, KLADIS, Constantin M. O processo decisório: modelos e dificuldades. Revista Decidir, Rio de Janeiro, ano 2, n. 08, p. 30-34, mar. 1995.

GODET, Michel. Manual de prospectiva estratégica – da antecipação à ação. Lisboa: Dom Quixote, 1993.

GOMES, Elisabeth; BRAGA, Fabiane. Inteligência competitiva: como transformar informação em um negócio lucrativo. Rio de Janeiro: Campus, 2001.

HERRING, Jan P. Tópicos fundamentais de inteligência: processo para identificação e definição de necessidades de inteligência.Competitive Intelligence Review, v. 10, n. 2, p. 4-

14, 1999.

KAHANER, Larry. Competitive intelligence. New York: Simon & Schuster, 1996.

LEMOS, Ângela Denise; PORTO, Antonio Carlos. Technological forecasting techniques and competitive intelligence: tools for improving the innovation process. Industrial

Management & Data Systems, p. 330–337, 1998.

MARCIAL, Elaine Coutinho. Aplicação de metodologia de cenários no Banco do Brasil no

contexto da inteligência competitiva. Marseille, 1999. Dissertação (DEA) – Université de

Droite et dês Sciences d’Aix Marseille, 1999.

MARCIAL, Elaine Coutinho, GRUMBACH, Raul José dos Santos. Cenários prospectivos: como construir um futuro melhor. Rio de Janeiro: FGV, 2005.

McGEE, James; PRUSAK, Laurence. Gerenciamento estratégico da informação: aumente a competitividade e a eficiência de sua empresa utilizando a informação como uma ferramenta estratégica. Rio de Janeiro: Campus, 1994.

MILLER, Kent D., WALLER, H. Gregory. Scenarios, real options and integrated risk management. Long Range Planning, p. 93-107, 2003.

MORITZ, Gilberto de Oliveira. Planejando por cenários prospectivos: A construção de um referencial metodológico baseado em casos. Florianópolis, 2004. Tese (Doutorado em

Engenharia de Produção) – Universidade Federal de Santa Catarina, 2004.

NEUGARTEN, Michael L. Are we looking in the right direction? Futures 38. p. 894–907, fev. 2006.

NOGUEIRA NETO, Antônio. A relevância das informações gerenciais no planejamento

estratégico: paradigma nas tomadas de decisões empresariais. Florianópolis, 2003.

Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) – Universidade Federal de Santa Catarina, 2003.

PASSOS, Alfredo. Primeiros passos em inteligência competitiva. Série SCIP Brazil Chapter

– ESPM, n. 1, 2005.

PEREIRA, Lia K., DEBIASI, Fernanda e ABREU, Aline F. Inovação tecnológica e inteligência competitiva: um processo interativo. REAd. ed. 21, v. 7, n. 1, mai./jun. 2001.

PORTER, Michael E. Estratégia competitiva: técnicas para análise de indústrias e da concorrência. ed. 7, Rio de Janeiro: Campus, 1986.

PORTER, Michael E. Vantagem Competitiva: criando e sustentando um desempenho superior. Rio de Janeiro: Campus, 1996.

POWELL, J. H., BRADFORD, J. P. Targeting intelligence gathering in a dynamic

competitive environment. International Journal of Information Management. p. 181-195, 2000.

PRESCOTT, John E. e MILLER, Stephen H. Inteligência competitiva na prática: estudos de casos diretamente do campo de batalha. Rio de Janeiro: Campus, 2002.

RATNER, Henrique. Estudos do futuro: introdução à antecipação tecnológica e social. São Paulo: FGV, 1979.

SANTOS, Neri. Inteligência competitiva. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, 2007. Disciplina do Núcleo de Inteligência Competitiva do Programa de Pós-

Graduação em Engenharia de Produção. Disponível em:

<http://www.pg.cefetpr.br/ppgep/disciplinas/tico/Apostila-portugues.pdf>. Acesso em: 30 jul. 2007.

SANTOS, Tharcisio Bierrenbach de Souza. A organização do futuro: as macrotendências para os próximos 15 anos. Revista FAAP, São Paulo, ano I, n. 6. Disponível em:

<http://www.faap.br/revista_faap/revista/revista6/pontosimportantes.htm>. Acesso em: 27 jun 2006.

SCHOEMAKER, P.J.H.; HEIJDEN, C.A.J.M.. Integranting into strategic planning at

Royal Dutch/Shell: case study. Planning Review, p. 41-46, mai./jun. 1992.

SCHWARTZ, Peter. A arte da visão de longo prazo. São Paulo: Nova Cultural, 2004.

SLAUGHTER, Richard A. Foresight beyond strategy: social initiatives by business and government. Long Range Planning. v. 29, n. 2, p. 156-163, 1996.

VALENTIM, Marta Lígia Pomim. Inteligência competitiva em organizações: dado,

informação e conhecimento. DataGramaZero – Revista de Ciência da Informação. v. 3, n. 4, ago. 2002.

WEISS, Arthur. A brief guide to competitive intelligence: how to gather and use information on competitors. Business Information Review, v. 1, n. 2, p. 39-47, jun. 2002.

APÊNDICE A

PESQUISA SOBRE CENÁRIOS DE NEGÓCIOS

O propósito da presente pesquisa consiste em identificar como os cenários prospectivos foram montados na CAIXA e como a sua avaliação constante pode ser utilizada para as adequações ou redefinições do planejamento estratégico.

Pretendo estabelecer uma relação entre as avaliações constantes dos Cenários Prospectivos com a Inteligência Competitiva, visando mostrar que a estruturação de um processo decisório ágil possibilita a maximização das potencialidades da CAIXA, permitindo a obtenção e a manutenção de vantagem competitiva frente à concorrência.

Dinâmica: Você deverá responder, na sua visão, as questões sobre os cenários de negócios na

CAIXA.

QUESTIONÁRIO

1. Descreva, com suas próprias palavras, como a CAIXA construiu os cenários do

ambiente de negócios.

2. Qual foi a metodologia utilizada na construção dos cenários?

3. Qual foi a participação das áreas de negócio na construção dos cenários?

4. Quais informações do mercado e dos principais concorrentes foram utilizadas durante

o processo de construção dos cenários?

5. Descreva a estratégia global da organização para cada mercado e os fatores chaves de

sucesso nesses mercados.

6. Quais foram os principais dificultadores na implantação dos cenários prospectivos na

CAIXA?

7. Como vocês monitoraram o presente e as tendências para saber se os cenários

realmente iriam ocorrer?

8. O processo de utilização dos cenários prospectivos está consolidado na CAIXA? 9. Um sistema de inteligência é um processo que engloba a obtenção e tratamento de

informações, visando embasar a tomada de decisão, gerando recomendações que consideram eventos futuros e não somente relatórios para justificar decisões passadas.

Como um sistema de inteligência poderia fazer diferença significativa para a tomada de decisões?

10. A Inteligência Competitiva, que tem como objetivo permitir que os tomadores de

decisão se antecipem sobre as tendências dos mercados e a evolução da concorrência visando a conquista de vantagem competitiva. Como a Inteligência Competitiva poderia ser utilizada em conjunto com os Cenários Prospectivos?

APÊNDICE B

PESQUISA SOBRE INFORMAÇÕES E AMBIENTE DE NEGÓCIOS

O propósito da presente pesquisa consiste em identificar como as informações são utilizadas pelos tomadores de decisão na CAIXA.

Visa mostrar que a estruturação de um processo decisório ágil possibilita a maximização das potencialidades da empresa, permitindo a obtenção e a manutenção de vantagem competitiva frente à concorrência.

Dinâmica: Você deverá responder, na sua visão, como as informações são utilizadas na

CAIXA para a tomada de decisão.

QUESTIONÁRIO

1. Descreva, com suas próprias palavras, o negócio pelo qual é responsável e suas

perspectivas sobre os mercados em que está competindo.

2. Descreva a estratégia global da organização para cada mercado e os fatores chaves de

sucesso nesses mercados.

3. Quem você acredita são nossos principais concorrentes e o que você considera ser a

mais forte vantagem competitiva desses concorrentes?

4. Que tipo de informações competitivas são mais importantes para você? 5. Como você monitora os mercados em que atua e seus concorrentes? 6. Que tipo de informações competitivas você recebe regularmente? 7. Que tipo de análise você realiza a partir dessas informações? 8. Que situações competitivas estão lhe tirando o sono?

APÊNDICE C

PESQUISA SOBRE RESULTADOS DO AMBIENTE DE NEGÓCIOS

O propósito da presente pesquisa consiste em identificar como foi o desempenho da CAIXA nos anos de 2005 e 2006 no segmento de crédito e se foram atingidas as metas definidas no planejamento estratégico.

Visa mostrar que a estruturação de um processo decisório ágil possibilita a maximização das potencialidades da empresa, permitindo a obtenção e a manutenção de vantagem competitiva frente à concorrência.

Dinâmica: Você deverá responder, na sua visão, as questões sobre como as informações são

utilizadas na CAIXA para a tomada de decisão.

QUESTIONÁRIO

1. Qual foi sua participação na construção dos cenários e na formulação das metas para

os Desafios Estratégicos?

2. Quais os resultados alcançados em cada indicador sob sua responsabilidade nos anos

de 2005 e 2006?

3. Descreva quais foram as causas para esse resultado.

4. Durante o período houve necessidade de revisão ou alteração de estratégia?

5. Se houve, quais foram as decisões tomadas e com base em quais informações foram

tomadas?

6. As decisões tomadas atingiram os objetivos previstos?

7. As decisões foram tomadas de forma correta ou não? Como o processo decisório

poderia ser melhorado?

8. Um sistema de inteligência é um processo que engloba a obtenção e tratamento de

informações, visando embasar a tomada de decisão, gerando recomendações que consideram eventos futuros e não somente relatórios para justificar decisões passadas. Como um sistema de inteligência poderia fazer diferença significativa para a tomada de decisões?

9. Qual foi o desempenho dos concorrentes no mesmo período?

10. Os concorrentes tiveram que alterar a estratégia durante o mesmo período para atingir