- QUARTA APLICACSO
(CONT.)
I Z ; T . I POPULAÇSO I EMPREGOS I I I EM SERUIÇOS I TOTAIS I 28 I 3 4 2 5 . I 5 38 . I 587. I 29 I 3 51 0 . I 5 0 9 . I 540 . I 30 I 3 1 3 8 . I 196. I 211 . I 31 I 3 2 7 8 . I 257 . I 259 . I 32 I 1620 . I 6 02 . I 676 . I 33 I 3687 . I 9 83 . I 983. I 34 I 6 2 0 0 . I 1 031 . I 1085. I 35 I 6 9 1 5 . I 0. I 481 . I 36 I 3 0 1 2 . I 0. I 263. I 37 I 7 4 9 9 . I 125 9. I 1454 . I 38 I 3 4 4 5 . I 129 1. I 1365. I 39 I 2 5 6 4 . I 1 48 3. I 1575. I 40 I 9 4 6 9 . I 149 5. I 2 29 6 . I 41 I 5 5 8 9 . I 1 54 8. I 1596. I 42 I 4151 . I 1 35 0. I 1370. I 43 I 4011 . I 142 2. I 1662. I 44 I 5 5 3 8 . I 1 4 3 1 . I 1558. I 45 I 7 5 5 9 . I 141 5. I 1614. I 46 I 2 6 1 0 . I 0. I 151 . I 47 I 6 634 . I 695 . I 695 . I 48 I 3 9 04 . I 4 79 . I 498 . I 49 I 3 1 5 2 . I 3 1 3 . I 381 . I 50 I 1696 . I 2 6 7 . I 271 . I 51 I 4866 . I 1 29 4. I 1428. I 52 I 3 5 9 6 . I 1 06 6. I 1179 . I 53 I 0 . I 1 270 . I 1401 . I 54 I 1562 . I 129 0. I 1319 . I 55 I 5 8 4 6 . I 1 34 4. I 1505. I 56 I 8 4 1 1 . I 113 1. I 1245. I 57 I 5 8 3 8 . I 1 32 8. I 1362. I 58 I 3 8 10 . I 1 17 6. I 1236 . I 59 I 1 819. I 2 6 7 . I 325 . I 60 I 1 413 4. I 1 37 3. I 1662. I 61 I 9 0 9 5 . I 155 1. I 2 19 2. I 62 I 6 4 4 8 . I 1 18 7. I 1222. I 63 I 4074 . I 5 60 . I 584 . I 64 I 5 3 4 0 . I 4 70 . I 560 . I 65 I 2 6 0 0 . I 2 8 0 . I 3 16 . I 66 I 6 7 7 2 . I 9 6 5 . I 965 . I 67 I 2 0 3 3 . I 8 3 7 . I 913 . I 68 I 5 7 7 9 . I 4 37 . I 450. I 69 I 2 2 3 9 . I 3 1 4 . I 368. I 70 I 163 2 . I 2 2 9 . I 2 29 . I 71 I 1 00 13 . I 1 09 6. I 1277 . I 72 I 5 6 1 8 . I 1 16 9. I 1257.
O modelo com resiriçBes de inegualdades fornece uma _ distribuição espacial de atividades ao mesmo tempo em que leva em conta a influência das acessibilidades entre residências e locais de empregos e residências e centros _ de serviços. Presta-se, pois, para análise de cenários de planejamento estratégico urbano.
Nas quatro aplicaçSes complementares a calibração do modelo foi devidamente alcançada para os niveis de precisão pré-estabelecidos. Evidencia-se, pois, que a generalização
pretendida do modelo atesta sua robustez operacional,
qualificando” o, também, como um modelo de uso-do-solo e transportes.
CAPITULO VI CONCLUSÕES
6.1 - Conclusses
O p r e se n te trabalho a p re s e n t o u um método de calibração
dos parâm etros de impedância em modelos de uso do solo e
t r a n s p o r t e s , onde e s s e s p arâ m etros ap arecem de form a explicita na composição das m a tr ize s de acessibilidade das zo n a s residenciais a o s locais de trabalho e ao s cen tro s de serviços.
A s m odificaçSes intro duzidas no processo de calibração dos parâ m etros de impedância perm itiram que e s te s últimos fo sse m determ inados sim ultaneam ente à distribuição espacial de em pregos e de população.
A aplicação d este m étodo de calibração a uma situação real, envolvendo os municípios que com pSem o Aglomerado Urbano de Florianópolis, sendo e s t e s r e p re s e n ta d o s por um conjunto de 72 zo n a s de trá feg o , m ostrou que o m étodo é operacional. O s valores o b serv ad o s de população e em p rego s, jun tam en te com os tem pos médios de viagens a trabalho e s e rv iç o s, fo ram todos reproduzidos pelo modelo e nos níveis de precisão pré- estabelecidos.
O modelo, no decorrer do processo de calibração, é
c a p az de estim ar m a trizes de viagens a trabalho e ao s ce n tro s de s e rv iç o s, com b ase residencial. E s t a s m a tr ize s , principalm ente a m a tr iz de viagens a o s c e n tr o s de serv iço s, receberam um
tra ta m en to simplificado n e s t a aplicação, conform e a form ulação teó rica a p re s e n ta d a no capitulo IV deste trabalho. A p e sa r disso, e s t a s m a trizes podem s e r usadas, p ara análise espacial de fluxo de p esso as a nível de planejam ento e straté g ico urbano. Um melhor tratam en to d e s t a s m a tr ize s , como mencionado no capitulo V d este t e x t o , pode am pliar de fo rm a significante, a con sistên cia teórica das mesmas.
Convém salie n ta r, ainda, a im portância de t e r sido fe it a uma aplicação prá tica do m étodo de calibração proposto. Aplicações p rá tic a s, de m aneira geral, se ja m com dados reads ou
m esmo hipo téticos, são de extrem a relevância, um a v e z que
perm item uma visão detalhada do real desem penho do método
proposto. E s te nivel de detalham ento, apresenta- se relativam ente prejudicado, quando é dado um tratam ento puram ente teórico.
Com is so , conclui-se que, a p e s a r d as várias
sim plificações que se fize r a m necessárias ao longo dos trabalhos, em fa c e da não obtenção de algumas inform ações e , em determ inados
m om entos, da relativa inconsistência dos dados disponíveis,
pode-se afirm ar que um a fo rm a de calibração do modelo de Lowry como e s t a m ostrada n e s t e trabalho, é viável, uma v e z que os resultado s obtidos fo ram con sistentes. O m étodo de calibração como um todo, m ostrou- se, pois, co e ren te , concluindo-se po rtanto que o mesmo poderá auxiliar nos trabalhos d estinado s à análise da
influência da acessibilidade n a distribuição espacial de
população e em pregos em á r e a s urbanas.
Após a realização d este trabalho, é possível sugerir- se tópicos que podem s e r alvo de fu t u r a s pesquisas. A s sugestEfes que s e seguem são tidas como a s m ais im portantes no sentido de obter- se um m aior aperfeiço am ento dos modelos de uso do solo e tra n sp o rtes.
- A prim eira delas diz respeito a um estud o m ais detalhado acerca das m a tr ize s de viagens, sim plificadas, g e ra d a s por e s t e modelo. P a r a o caso da m a triz de viagens a o s ce n tro s de serv iço s, em especial, poderia s e r dado um t r a ta m e n to m ais elaborado, no sentido de in co rp o rar, na su a form ulação, um a variável relativa a uma ta x a de geração d e ste s tip o s de v ia g en s, conform e mencionado anterio rm ente.
“ Um outro ponto que pode s e r analisado, re fe re- se a e s t r u t u r a tipicam ente gravitacional ap resentada pela form ulação de B atty p ara distribuição de população e em pregos em serv iç o s, como pôde s e r observado no capitulo IV deste t e x t o , n a seção 4.2.1. E s t a e s tr u tu r a poderia s e r trabalhada, tentando- se incluir os e fe it o s das oportunidades in terv e n ie n tes como com ponentes dos fa t o r e s de acessibilidade, uma v e z que e s ta s duas concepçSes s e complementam, dando origem a uma no va e s tr u tu r a p a r a o p ro cesso de distribuição de atividades.
- Uma o u tr a su g e stã o a p re se n ta d a , é relativ a a um a possível integração d este pro cesso de calibração com m étodos de alocação de fluxos em r e d e s de tra n sp o rtes. Is t o s e r ia fe it o ,
levando-se em c o n ta critério s b aseado s em equilíbrio de fluxos em r e d e s , p ara a p a r t ir dai definir- se um processo ite rativo e m ais dinâmico de distribuição espacial de atividades.
- Uma últim a su g estã o diz resp eito ao tra ta m en to das re striç S e s im postas so b re a alocação de atividades. S e r ia
relevante verificar- se a possibilidade de m anter e s sa s r e s t r iç S e s n a form a de inegualdades, como na versã o original do modelo,
considerando-as, d e sta fo rm a , como “variáveis de
plane ja m en to ".S eu s valores poderiam s e r obtidos, por exem plo, a p a rtir de critério s estabelecidos em leis de zoneam ento. Com isso , poderia-se analisar, de form a g eral, a consistência Has soluçSes g eradas pelo modelo.
6.3 - Referências Bibliográficas
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