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TABELA RESUMO DAS PROPOSTAS PARA O GNL NO BRASIL

Tema Proposta Encaminhamento

Harmoniz aç ão regula tória es ta - dual

Criar um grupo de trabalho para (i) desenvolver um modelo de regulação estadual padronizado para propor aos estados, estabelecer benchmarks para subsidiar o processo de revisão tarifária e promover a transparência em processos tarifá- rios; e (ii) estabelecer uma “carta de princípios” para a regulação estadual do gás natural, visando garantir a independência das agências estaduais em relação às distribuidoras locais.

MME, ANP, Abegas e reguladores estaduais interessados Tr ans - port e

Priorizar junto à ANP o endereçamento e efetivação da Resolução nº 11/2016 MME; ANP

Swap

Buscar esclarecimento resolutivo junto ao Confaz, em particular com relação à separação do fluxo físico, sobre o qual é cobrado atualmente o ICMS, e o acordo contratual de compra e venda nos pontos de origem e destino pré-estabelecidos. A tributação sobre as previsões contratuais poderá ser controlada por meio de medições nos pontos de origem e destino.

MME; Confaz

Sugere-se também a constituição de um grupo de trabalho, envolvendo even- tuais carregadores interessados e as instâncias fiscais da esfera federal e esta- dual, para realizar o estudo de possíveis mecanismos de simplificação processual e tributária para o swap comercial.

Carregadores inte- ressados e instâncias fiscais da esfera fede- ral e estadual.

Mer

cados secundários

Em paralelo ao estudo dos aspectos regulatórios do armazenamento de GN no âmbito do grupo de trabalho da ANP que estuda o assunto, promover estudos da EPE para analisar a viabilidade econômica de projetos de armazenamento no Brasil.

ANP e EPE Desenvolver estudos de alternativas de suprimento e precificação para mercados

secundários de GNL para cargas não utilizadas pelo mercado primário termoelé- trico, em comparação com a possibilidade de reexportar o GNL para mercados internacionais.

Investidores em pro- jetos de térmicas a GNL.

Realizar, no âmbito das distribuidoras de gás, uma análise (i) da demanda poten- cial de gás no mercado automotivo brasileiro e (ii) da competitividade do GNL no

atendimento à demanda mapeada. Distribuidoras

Aspect os tribut ários e alf andeg á- rios

Em esfera federal, sugere-se padronizar a emissão de autorização de importação pelo MME, buscando manter, para cargas importadas via terminal de regaseifica- ção, um mesmo critério, seja de importação de GNL, seja de importação de GN (após a regaseificação do GNL). Em particular, sugere-se que o critério adotado seja o de emissão de licenças de importação de GN (após a regaseificação), de modo que se mantenha um único modelo de licença de importação no país, válida tanto para a importação via terminal de regaseificação como para a im- portação via gasoduto.

MME

Em esfera estadual, sugere-se igualar a alíquota interna de ICMS incidente sobre

Acesso e c ompartilhamen to de t ermi - nais de r eg aseific aç ão

Tanto do ponto de vista regulatório pela ANP quanto do ponto de vista contratual pelos agentes importadores, seria interessante desenvolver um estudo de melho- res práticas internacionais sobre compartilhamento de terminais de regaseifica- ção. Espera-se, desse modo, propor um modelo de acompanhamento regulatório, minuta de contrato com as principais cláusulas envolvidas e alternativas.

ANP, operadores de terminais de regasei- ficação, carregadores e importadores de GNL

Sugere-se que a ANP desenvolva regulação visando dar maior liquidez e trans- parência na operação de terminais de GNL, por exemplo: obrigatoriedade de publicação de capacidade eventualmente disponível e das condições comerciais de acesso a essa capacidade, proibição de acúmulo indevido de capacidade pelo operador do terminal e disposições obrigando ao uso da capacidade ou a sua perda (use it or lose it).

ANP In tegr aç ão c om o se tor elé tric o

Aumentar o prazo de despacho de térmicas a GNL de 60 para 90-120 dias. MME; EPE

Sugere-se a revisão pela EPE, Aneel e ONS do modelo de despacho termoelétrico e reavaliação dos impactos do despacho termoelétrico na base, incorporando à analise o custo de garantir um suprimento flexível de gás natural, seja pela expo- sição à variação de preços no mercado spot de GNL, seja pelo custo de desenvol- vimento de infraestruturas de armazenamento de gás.

EPE, Aneel, ONS

In tegr aç ão c om o c onsumidor indus trial

Consumidores industriais poderão procurar projetos-âncora, como as UTEs a GNL que possuem contratos de longo prazo de GNL, para contratar parcelas residuais de cargas não aproveitadas e criar spill over positivo no mercado de curto e médio prazo nacional.

Consumidores indus- triais

Consumidores industriais interessados em importar GNL poderiam formar um

pool de consumidores para agregar volumes comercialmente viáveis para impor-

tação e negociar condições de acesso a terminais existentes.

Consumidores in- dustriais e de médio porte de modo geral. Consumidores industriais deverão avaliar políticas de hedge para minimizar risco

de variações cambiais e de variação de preços do GNL. Consumidores indus-triais

Realizar estudo para avaliar a possibilidade de cessão da administração de con- tratos de terminais de regaseificação para agentes comercializadores, cuja função seria equilibrar um portfólio de consumidores.

Potenciais consumi- dores de GNL.

ANEXO J - TABELA RESUMO DO MARCO REGULATÓRIO PARA O GNL

Regulação refe- rente ao setor de

óleo e gás

Autorização de importação Portaria MME Nº 232/2012

Acesso a terminais Lei nº11.909/2009

Comercialização e registro de autoimportador Portaria nº 50/2011, nº 51/2011 e nº 52/2011 Autoprodutor, autoimportador e Consumidor Li-

vre Lei nº 11.909/2009; Decreto nº 7.382/2010; RANP nº

51/2011; Parecer 448-2013- PF_ANP-PGF-AGU

Transporte e Swap RANP nº 27 e 28/2005;

Consulta pública nº 7/2015, Nota técnica nº 016/ SCM/2015

Autorização de construção e operação Portaria nº 170/1998 (*em

revisão) Regulação refe-

rente ao setor elétrico

Portarias de leilões onde houve participação de

UTEs a GNL Portaria nº 169/2014 e nº 653/2014

LEN A-5 2016 Portaria nº382/2015

Credenciamento e habilitação para leilão de ener-

gia nova MME nº 21/2008; Portaria nº 42/2007 e nº 46/2007;

relatório EPE-DEE-159/ 2007-r11

Comprovação de lastro Decreto nº5.163/2004

Agradecimentos

Antonio Bacigalupo

Gerente Geral Quintero GNL S.A. Anne Sophie Corbeau

Pesquisadora Visitante KAPSARC (King Abdullah Petroleum Studies and Research Center)

Augusto Salomon

Presidente Executivo da Associação Brasileira das Empresas Estaduais Distribuidoras de Gás Canalizado, ABEGAS

Luis Henrique Guimarães

ex-Presidente da Companhia de Gás de São Paulo (Comgás) e Presiden- te da Raízem

Luis Alberto Amoroso

ex-COO e Business Development, Grupo Ebrasil Marcelo Menicucci

VP Comercial e de Estratégia, BG Brasil Howard Rogers

Diretor do Programa de Gás Natural, Oxford Institute for Energy Studies (OIES)

Chris Le Fevre

Senior Visiting Fellow (OIES) Antoni Peris Mingot

Diretor Executivo, Serviços Regulados, Gás Natural Fenosa Manu Kohli

Gerente Comercial, BP Petrochemicals, India Giovani Machado

Superintendente de gás natural, EPE Victor Santos Raposo

Gerente de Comercialização de GNL, Petrobras Kasciandro Senem

Gerente de Desenvolvimento de Produtos e Serviços, Petrobras Melissa Mathias

Especialista em regulação, ANP Luciana Estevão

Especialista em regulação, ANP Guilherme de Biasi Cordeiro Especialista em regulação, ANP CNI

Diretoria de Relações Institucionais Monica Messemberg

Diretora de Relações Institucionais Unidade de infraestrutura Wagner Cardoso

Gerente-Executivo de infraestrutura Francine Vaurof

Rodrigo Garcia Camila Schoti (Abrace)

Juliana Rodrigues de Melo Silva (Abrace) Mirella da Silva Rodrigues (Abrace) Equipe Técnica

DIRETORIA DE SERVIÇOS CORPORATIVOS – DSC Fernando Augusto Trivellato

Diretor de Serviços Corporativos

Área de Administração, Documentação e Informação – ADINF Maurício Vasconcelos de Carvalho

Gerente-Executivo de Administração, Documentação e Informação Gerência de Documentação e Informação – GEDIN Mara Lucia Gomes

Gerente de Documentação e Informação Alberto Nemoto Yamaguti

Normalização

_____________________________________________________________________

Consultores do Projeto

INSTITUTO DE ECONOMIA – UFRJ Grupo de Economia da Energia – GEE Prof. Edmar de Almeida (Coordenador)

Marcelo Colomer Sylvie D’Apote Olik Comunicação Produção Editorial

Matheus Bodnar

Coordenador geral de acompanhamento, desenvolvimento de mercado e produção, MME

Aldo Barroso Cores Junior

Coordenador geral de processamento, de infraestrutura e logística, MME Vanessa Viola

CNI

Diretoria de Relações Institucionais Monica Messemberg

Diretor de Relações Institucionais Unidade de infraestrutura Wagner Cardoso

Gerente-Executivo de infraestrutura Francine Vaurof

Rodrigo Garcia

Camila Schoti (Gerente de Energia - Abrace) Juliana Rodrigues de Melo Silva (Abrace) Mirella da Silva Rodrigues (Abrace) Equipe Técnica

DIRETORIA DE COMUNICAÇÃO – DIRCOM Carlos Alberto Barreiros

Diretor de Comunicação

Gerência Executiva de Publicidade e Propaganda – GEXPP Carla Gonçalves

Gerente-Executiva de Publicidade e Propaganda Olik Comunicação

Produção Editorial

DIRETORIA DE SERVIÇOS CORPORATIVOS – DSC Fernando Augusto Trivellato

Diretor de Serviços Corporativos

Área de Administração, Documentação e Informação – ADINF Maurício Vasconcelos de Carvalho

Gerente-Executivo de Administração, Documentação e Informação

Gerência de Documentação e Informação – GEDIN Mara Lucia Gomes

Gerente de Documentação e Informação Alberto Nemoto Yamaguti

Normalização

________________________________________________________________

Lavínia Hollanda – Coordenadora de Pesquisa FGV Energia Camilo Poppe – Pesquisador FGV Energia

Mônica Varejão – Pesquisadora FGV Energia Patrícia Vargas – Pesquisadora FGV Energia

Ricardo Cantarani – Pesquisador Secretaria de Energia de São Paulo Consultores