e.i
>
onde
-P
2.fe(e
pp
l x-g
p xe.p
1 +e
xp
l p)+p
2 p(e
xp
1.fe-fe
xe.p
1)
C» =
= 4{e.p
2r(fe.Gp
1.G-G
2p
1.fe+fe.Gp
1.G)
--p
2.fe(e.Gp,.G-G e.p •2
1+e.Gp
1.G)+p
2.G(e.Gp,.fe-fe.Ge.p
1)
+P
2.G(k.Ge.p
1-e.Gp
1.fcfl-G fe
6 2
--p2.k (e . p ^ e «Pj^+e .px) + (e - 'fee *pl "e *P2P1
= 4Í2p1.G(e.p2fe.G-p2.fee.G)+G (e e
C^.rGPGX-G2gpXl = 0
Portanto,
O quarto termo é igual a:
4(p
rfeHp
2.fe)
onde
= 4{e.p2[fep(fexe.p1-exp1.fe)-fep(exp1.fe -fexe.p1)+fep(fexe.p1-exp1.fe)+fep(fexe.p1-exp1
.fe)J-+ep(fexe.p1-exp1.fe)+fep(exe.p1-exe.p1+plx)-ep(exp1.fe-fexe.p1)
7 6
-
-63--8|2(fepe.p2-epp2.fe)(feAe.p1-exp1.fe)+P1.fe(p2Xfep-gpXP2.fe)'
Temos então que:
+P1.fep2.Gfe.G-p1.p2(fe.G)
Dl'. FGpGÀ-G2gp Xl = 8(fe.G)
P o r t a n t o ,
^ j ^ . f c ) [2(fe.Ge.p
2-e.Gp
2.fe)
..fe)+p1.fep2.Gfe.G-(fe.G)
O quinto termo é igual a:
onde
6 4
-4«p(fexp1.fe+fexp1.fe)-fep(eAp1.fe+fexe.p1)+fep(feAe.p14«xp1.fe)
-= 0
Portanto
• - PTTF [G2P2-fe+2fe.Gp2.G] .
O sexto termo é igual a:
e.p, e.p.
-65-onde
+gp Ae.p1)+e.p2(feppl x-fexpl p +gp Xp1.fe)-P1.p2(eAfep-epfeA)
4Íê,fert-e fe.l .
|_ A p p AJ
Temos então que
F£. [G
pG
A-G
2g
pX] =
e.po e.p.= 0
(P
2.fe)j
Portanto
O sétimo termo é igual a:
e.p7 e.p , e.p9 e
onde
6 6
-|_ P X X p j
Temos então que
rGpGA-G2gpX"l=4r2p1.G(fe.Ge.p2-e.Gp2.fe)+G2(p:L.fe) (p2-fe)
e.p, e.p..
•• r.pGx_G2g Px-| m Qm
] •
Portanto, _
H1.
rG
pG
A-G
2g
p X] =
! J
O oitavo termo é igual a:
.p2 e .P j
l
onde
80 6 7 80
-+ e
4Íe fc-.-e-.fc~l[_ p X A pj
Temos então que:
l£.rGpGX-G2gp X~-4r2p2.G(fc.Ge.p1-e.Gp1.fe)-G2(p; L.fe)
e.p2 e.p.
Ll * = 0 .
Portanto
O nono termo é igual a:
p"~l ~TF ~ pTTfe"'
onde
-68-LJ
= 4g,
Temos então que
= 4pp
1.Gp
2.G+G'
:L£.jG
PG
A-G
2g
pA] = 4[-3G
2J
Portanto
e.p2 e.P ]
Para os cálculos dos traços no caso vetorial usamos a seguinte regra
2 3 4 5 6 7 8 5 y - y5y 6fi y_ yy 7y 8f i
= ig x3
-g T +g
q •"• w T
onde os T já foram definidos anteriormente.
Então a eq. (2.4.10) torna-se:
T
-e.Gp2.fe)(fe.Ge.p,-e.Gp,.fe)+fe.G(p1.fep2.G+p1.Gp2.fe)-G
8 2
-
-69-e.p2 e.Pj
-(fe.G) (p1.p2-m1m2) - e.p.
e.
e.p,e.p_ e.p, e.p,
} , (2.4.11)
e reduz-se (*) a:
| ( m2- m2) }fi+4G2+(fe.G) 2 |"2G2 (* *)
+(m
1-m
2)
2l/(p
1.fe)(p
2.fe)
(**
)(2.4.12)
Para o caso pseudo-vetoriai (a =3) a eq. (2.4.3) torna-se:
e.p2 e.p, _
+ ( £• i.) y Y j (ji, +1 2 1 J ( * )
(**)
P a r a se r e d u z i r a e q . ( 2 . 4 . 1 1 ) ã e q . ( 2 . 4 . 1 2 ) f o i u s a d o o f a t o de q u e : pr. G=p.. . p _ - p2 - p1 .k. ; p0 . G=p2-p ",p - p . k; fe . G=p, •fe-p1 .fe e p o r u l t i m o e . G = e . p2~ e . p ^ .
ft f o i d e f i n i d o n a e q . ( 2 . 4 . 7 )
-70-e .p2 e .P l
(2.4.13)
Fazendo os cálculos explicitamente vemos que, os ter mos A3, B3, C3... são iguais aos termos do caso vetorial exce to os fatores B_, D, e L-, que são
r f e
f
( p 2.
f e )[2(fe.Ge.
P2-e.G
P2.fe)(fe.Ge.
Ple.Gp1.fe)+fe.G(p1 . k p2.G+p1.Gp2.fe)-G2p1.fep2.fe-(fe.G)2
(prp2
-G V > (p
rfc)(p
2.fe)
-e.Gp^.k) +p1.fep2.Gfe.G- (k.G) ( p ^ . p2+m.in2)~]
Assim,
_ 4 , - 2 1 1 ,
E, finalmente
2r>J
J(m2-m2) }íH4G2+(k.G) 2 Í~2G
+ (m1+m2)2l/(p1.fe) ( p2. (2.4.14)
1 2 1 2 2 2
(p,.fe)- y G - £-(m,+m,jG
8 4
-
-71-2
r G
2- (fe.G)
2rG
2+4(p
1.p
2)l/(p
1.fe)(p
2.fe)-4G
2P
2.G~j
(2.4.15)Aqui nós estamos interessados no espectro da partícu-la 2, ao contrário do que na probabilidade de transição diferen c i a i . Assim, o próximo passo ê integrar sobre o momento do fó -ton.
Isso leva a uma integral invariante k
-/•max e .p2 e.p 4ir
e
(2.4.16)
que é mais conveniente trabalhar na representação de Goester*—' do campo méson v e t o r i a l na qual tratamos k como um 4-momento de um méson v e t o r i a l de massa X . e energia e, e somamos sobre todas as direções de polarização dos mésons v e t o r i a i s .
Nesse caso, a soma da forma E(M.e)(M.e) é sobre as 3 direções de polarização e pode ser expressada de acordo com B e r m a n — , como
(M.e) (M.e)= - M2+ (M.fe) (2.4.17) min
Se M.e é o elemento de matriz para o bremsstrahlung interno,M.fe é de ordem X . de modo que para pequeno X . podemos desprezar o segundo termo da d i r e i t a da eq. (2.4.17). É mais conveniente
7 2
86 7 3 86
-A integração sobre k pode ser facilmente realizada se escolher-mos v-k/e como nova variável.
Temos nesse caso que,
(1-v2) e
= W
1-v1 xl/2 ( 1 - vAmin2)3/2 d vSubstituindo na eq. (2.4.18) resulta:
1
onde os parâmetros a, b, c, d, e são para ser determinados. Os cálculos mostram que eles são iguais a:
a=
-74-R
edv = eR e finalmente
J (1-v )
o
Nesta última integral, transformamos o integrando para cv+d
-88-
-75-fe - +/Í2 - +A
/ 2 ^ 2 I.. +
max min max I ' T W - * •«»
TY1-X2. mm
max min; + . /"max "max "mln » 2 . 2 I
max min
i +/fe +X . ) + ( z - y )
max max mm * max min min
No limite fe2ax » A2.n , portanto
f ( c v + y d v = d £ n ( 2 i ! ) + c i l n ( f e ) - ( c + d ) J l n X . n
J / •• 2.. max max mm (c+d) Jln
min
S u b s t i t u i n d o todos e s s e s v a l o r e s na e q . ( 2 . 4 . 1 9 ) , obtemos
I = io + c onde
*o~? m i n dx (2.4.21)
7 6
-+ à E - ^ - L ( i í â l ] (2 - 4 * 22)
onde a função L(x) é definida na eq. (2.2.17).
Integrando agora a eq. (2.4.21) e levando em conta a conservação de energia-momento presentes nas e q s . (2.4.6)
(2.4.15), temos
b2=2D+ 2Qf2(coshcü-cosh6) Z 3(coshcú-cosh9)cosh)+2senh 8 ~ + C (2.4.26) Y = (10/3) (9ootghe-l) + jj[5/3)ooshw+ l l (6/senh0) (2.4.30)
„ 1 Scoshoj . 5 „ . . fi 5 senhoi . s e n h 2~(c0"6) / o . . . .
1 = 6 "iSaíê- + 6 6 c o t9h e- 3 - ün-hê £ n B . 1 . +M ' (2.4.31) senh y(w+9)
-77-É importante notar que na expressão para D existe um fator, £n(l-e ) , que ê logariticamente divergente no final do espectro (6 - co) .
Uma excelente aproximação, como é mostrado na ref.(lá)
é considerarmos -/
í £n(l-e6 w)d3p=Jin{l-e0~tü+e0~1(p;L.Ap2)/ii^ senh8)
p-Ap (2.4.32)
0 resultado final do cálculo do bremsstrahlung é en -tão dado pela eq.(2.4.24) ,ff., onde na expressão para D, trocamos o fator &n(l-e u) pelo lado direito da eq. (2.4.32).
Observamos que as divergências do infravermelho sur -gindo dos fótons virtuais são compensadas por termos similares originários do cálculo do bremsstrahlung interno.
CAPÍTULO III
APLICAÇÕES A PROCESSOS FUNDAMENTAIS
Agora utilizaremos os resultados dos cálculos das cor reções radiativas, a dois processos fundamentais de decaimento, do muon, do beta do neutron e calcularemos novamente essas cor-reções para um processo de espalhamento, no caso o do elétron--neutrino.
3.1 - Correções para o Decaimento do Muon Polarizado
Primeiramente, consideremos o efeito das correções ra diativas ao espectro de decaimento de muons completamente pola-rizados. Nos restringiremos apenas no caso da teoria de duas com ponentes do neutrino onde, somente as interações V e A estãopze sentes. Para obtermos esse resultado precisamos fazer algumas modificações nos resultados obtidos no capítulo anterior.
*A primeira delas, ê considerarmos o limite de pequena massa, i.e. E >> m onde E e m representam a energia e a mas_
sa do elétron respectivamente, nos resultados a, , e b, , dados pelas eqs. (2.3.21), (2.3.23) e (2.4.25). A segunda ê conside -rarmos o problema da polarização nos cálculos da probabilidade de transição tanto para os fõtons virtuais quanto para o bremss trahlung interno.
Assim, o espectro de decaimento de muons
completamen-
-79-t e polarizados é dado, para ordem a, por:
dN(x,9) = | A { 3 - 2 X + ^ f
(3.1.1) onde, x=2p /m , 6 é o ângulo entre o momento do elétron e do muon,
A = (
IO
1" 4>
8[
l gl '
2 + l g3
| 2] (3.1.2)
2
+ IgJ
2] 0.1.3) - jjg
3[
2- | g j
2/ |g
3l
= 2Re(g*g3)/[|g
3|
2+ IgJ
2] . (3.1.4)
As constantes A, ç e c, estão em inteira analogia com (23)
. - :- a formula dos t r ê s parâmetros de Michel — para o espectro de decaimento do.muon não corrigido. Observa-se que o termo propor cionala(m /m ) anula no caso da interação puramente (V-A).
As quantidades £(x) e g(x) representam as correções radiativas para os termos isotrópico e cos6 da eq. ( 3 . 1 . 1 ) , res_
pectivãmente.
* Temos que:
f (x) = (6-4x)R(x)+(6-6x)&nx+ i^||(5+17x-34x2) (tü+Anx)-22x+34x2 | 3x
(3.1.5)
(w+S,nx)+3-7x - 32x2
-80-R(x)
n=l n
- 2 + (ú Hr (^)
|-+ (3£nx - 1 - ±) (3.1.7)
3.2 - CorreçSes Radiativas para o Decaimento Beta
Para o caso do decaimento beta, temos que a interação fraca é descrita por meio da lagrangeana efetiva
L =
• 2
(3.2.1)
onde p = - G j . / ^ , Gv e GA são as constantes de acoplamento veto-r i a l polaveto-r (Feveto-rmi) e axial vetoveto-r (Gamow-Telleveto-r), veto- respectivamen-t e .
Assim os cálculos são feitos não para a teoria exata (V-A), i . e . , quando p=l, mas para (V-1.2A), onde o fator 1.2 ad vem da corrente hadrônica presente na interação.
Fazendo algumas mudanças nos.resultados obtidos rio ca pítulo anterior; desprezando termos de ordem ctE/m , av e aE/X mas mantendo todas as contribuições de ordem am /X (E e v são a energia do elétron e a velocidade do nucleon, respectivamente e X é o cutoff do u l t r a v i o l e t a ) , o espectro de decaimento beta ê
8 1
A função C(r,p) tem a propriedade assintõtica, lim C(r,p) = 0. Essa função dependente do cutoff corresponde a
2 2 2 escolher o regulador de Feynman como X /(X -k ) .
3.3 - Correções Radiativas para o Espalhamento Elétron-Neutrino Os processos de neutrinos são bastante importantes em Cosmologia e Astrofísica Nuclear. Em particular na Astrofísica, onde o espalhamento elétron-neutrino torna-se importante nos úl timos estágios de evolução e s t e l a r , como é mostrado por Bahcall, ref. <J_X.
Acredita—se, geralmente, que as estrelas se originam de tênue.s nuvens de gás (principalmente de H) , que se contraem por motivo da auto-gravitação.
(*)
Para estrelas de massas entre 4 a 10 fC , o ultimo
8 2
-lerada) pela emissão de neutrinos.
No caso da explosão de supernova, segundo Colgate e
( 2 4 )
White — , o que ocorre e o seguinte: os neutrinos emitidos do caroço denso transferem energia para as camadas mais externas da estrela por deposição. O calor produzido dá origem a violen-tas ondas de choque que vão lançar esviolen-tas camadas ao espaço. Tal fenômeno é conhecido por explosão de supernova.
A correção radiativa, apesar de alterar pouco o pro -cesso, é importante para estimarmos a variação da seção de cho-que do espalhamento e, então, u t i l i z á - l a no cálculo do modelo de explosões de supernovas. Como existem muitas ambigüidades no cálculo estimativo hidrodinâmico da taxa de captura de elétrons por núcleos, t a l pequena correção não foi considerada até ago -ra. Entretanto, para futuro cálculo será necessário u t i l i z a r este processo, porque a correção radiativa altera a dependência da opacidade em temperatura. Nesta seção aplicamos o cálculo do capítulo II para o processo de espalhamento elétron-neutrino.
Neste processo, usando a teoria do tipo (V-A), a i n t e ração corrente-corrente usual é do tipo
^ (3.3.1) Por uma transformação de F i e r z — obtemos: (ver apêndice C)(25)
= JZ [ V / l + Y ^ J ^ Y ^ l W
5) ^ (3.3.2)
Dessa forma, podemos u t i l i z a r o método empregado no capítulo I I , onde neste caso, a eq. (2.1.6) torna-se
-83-= in — -83-= 0m1
(3.3.3) porque no espalhamento nu = m_.
No sistema centro de massa temos que:
IPI K = K1
e E, = E , = /p +m , onde p, , E-, p,, E_, k e k1 são o momen -to-energia dos elétrons 1 e 2 e os 4-momentos dos neutrinos, res_
pectivãmente. K e K representam as energias dos neutrinos inci-dente e espalhado.
Assim a eq. (2.1.5) fica
cosh8
p +m -p cosO,, p (l-cos0^)+m
ml m2
onde 0/v é o ângulo de espalhamento.
A energia t o t a l no S.C.M. é
8 4
-A probabilidade de transição para o espalhamento ê da do por
P d3p2= ( d3p / 2 (2ir)
onde Ma =
p A
/4) Tr
, para o caso (VA). 1 e 3 repre -sentam os termos vetor e axial, respectivamente e M continua sen do dado por Y ° M+Y ° .
Quando calculamos essa probabilidade para o espalha -mento no S.C.M. fixamos a entrada do neutrino incidente, com is_
so, a integral nos neutrinos já não é feita mais levando em con ta todas as possibilidades de direções dos. neutrinos portanto , resulta numa não simetria, i.e., 0 pode ser diferente de o'.Es sa é uma diferença importante para o caso do decaimento.
Assim,
Jy v= d3k ' d3k ô4(P l- p2+ k - k ' ) k ^ kvA2
= Ô (E ] L- E2 +E -E
JL 4 *
(3.3.6)
x\
o n d e
(3.3.7)
Então
8 5
-Tr
onde
T r ( l ) + T r ( 2 ) + T r ( 3 ) + T r ( 4 ) = T r
+Tr M
(2ir>
M( o ) 3(|í'1+m)M{o)
r x ÍO) i ^ n
Tr(5) = TrUp\,+m)]vr ' ^.+m)AM = Tr (e2/27r)
onde F = (S - j T + 6/senh9 + rx)
e S, T, r, e A estão definidos no capítulo II, eqs. (2.2.24), (2.2.25), (2.2.29) e (2.2.31), respectivamente.
Tr(6) (e2/27r)
8 6
-onde E = (S- j T - 8/senh9 + r^) e AX é definido na eq.(2.2.31).
Tr(7) = (e2/2ir)
Tr(8) = Tr AM1 (j^+in) M( o ) 3
YAY5
(e2/2n)
= - 4(e2/27r)i F p j p j £ 6 p T A
Tr (9) = Tr jj^2+m) M(o} 3 AM1 j - Tr te2/2Tr) (FyX
P Y 5
Tr(l(T = AM3 | = Tr[~(y
|j
2+m)» (e2/2Tr) (EyAY5
= 4(e2/27r){E^ppA-(p1.p2+m2)gp X+pXpP]+
T r ( l l ) = T r (y~+m)AM (y,+m)Mv ' = Tr(jzC+m) (e /2TT)
= -4(e-2/2TT) I E p j P^ e8 p T X
8 7
-T r (12) = -Tr AM3 M = Tr
(EYPY5+AP> í^+nD
Somando
T r ( 5 ) + T r ( 7 ) + T r ( 8 ) + T r ( 9 ) = 4 (e2/2Tr)
T r ( 6 ) + T r ( 1 0 ) + T r ( l l ) + T r ( 1 2 ) = 4 (e2/2Tr) 2m2gpXE
+ m
Assim,
P( V"A )d3p2
íd
3p
2/(2^)
5E
2Jô(E
1-E
2+K-K
I){p
1.kp
2.k
I[l+(e
2/2Tr) (F4E)~[
-88-- k.k' (p2.B + (3.3.8)
onde
B = Ao-A4 e Y = Ao+A4 .
Podemos observar aqui que na probabilidade de transi-ção, dada pela eq. (3.3.8), está incluida a probabilidade não corrigida dada por B a h c a l l — .
Desenvolvendo todos os termos que aparecem na eq.
(3.3.8), temos:
onde
B = y =
B = ± _ L _
1 m (1-coshe)
B2 " m (1-coshe) senh8 2 9cotgh8 A cinemãtica é dada por:
el = el
= e, (E,p_)
vl =
= Vo (K,-po) Daí
P1.k = EK + p P2.k' = EK + p2
Pj^.k1 = EK + p2 + m2(l-cosh9) P2.k = EK + p2 + m2(l-cosh0)
Assim sendo, a probabilidade de transição corrigidapa ra o espalhamento elétron-neutrino ê dada por:
Pd3p =
(8-Fj^) ootgh9-2ü)< (l-6cotgh6) 6senh6
1-cosh9 r, = - 2 .
Podemos considerar também que esta probabilidade é a soma de duas partes: uma divergente e outra não, i.e..
onde
9 0
-(1-COShe) j^i2-2 (EK+p2)]-2 (EK+p2) 2] } . ( 3 . 3 .11)
Agora,
Uma observação que podemos fazer, ê que todas as fór-mulas do capítulo II usadas nestes cálculos, foram feitas usan-do a condição para o espalhamento, i.e., o> = 0.
A seguir, vamos calcular o bremsstrahlung interno pa-ra este processo. Temos que.
3p d3
APYd3p2d3fe=
o,a'
(3.3.12)
onde
p,A 4 p+ Fp
e e,fe , 6> representam a energia,o momento e a polarização do fõ ton,respectivamente.
r0 . O
• O termo I ' , mantém-se inalterado mas J ê agora dado por
= ||d3kd3k164(p1-p2+k-k'-fe) k ^ / K K ' S3^
--K'-e) k'kv/KK' .
I
-91-Assim a única diferença entre os termos 1^? da proba bilidade de transição e do bremsstrahlung está na função delta
de energia.
Portanto,
Í (3.3.13)
N(V-A) =
pX 4
Tr p (1+Y5)
4(p2.fe)
P (1+Y5
4P2 7k
+Tr
.
4p2.feP;L.fe
4(Pl.fe)
.
9 2
-e.p2 e.p
(
+ T r
Para o cálculo desses traços foram usadas as seguin -tes relações:
yvpa__
gaygavgapgaa
gByg3vg$PgBa
g6yg6vgôpgô5
<*vpa__ gYVgYPgYCf
gÔ Vgô pg6 0
gô pg6 a
Notamos facilmente que os termos proporcionais a m , nos traços, dão zero porque, sempre resultam de um produto
(1 + Y5) d - Y5) •
9 3
-Então
-e.k'p
2.fe) (k. .kp
2.fe) (k
1.fce.
-k
l.fek.fep
1.p
2> +p
1.fe(2k
l.fep
2.k+2p
2.k'k.fe-3k'.kp
2.fe)+
•*P
2.fe(k».fep
1.k+k.fcp
1.k')]+ p ^ - ( í í | - ^ T > [ f . P
2( k
** £ X
+k* .
^
pf
(p~T! " p~rè) (p
2.k'(k.fee.
Pl-e.k
Pl.fe)
+p
2.k(k'.fee.
Pl-. k
P rf e ) J
+8 ( ^ | - ^ )
2 P l. k p
2. k ' } x
Somando em p o l a r i z a ç õ e s temos:
N (V-A) = ^
+ 4 (
P 2. k
P l. k ' + p
2. k ' p
1. k ) + 8 p
2. k p
2. k
l+ —^ 5 (k.kp^k '+k' .fep
1«k)
+2(k.fep
2.k+k' .fep
2.k)-4(p
1.kp
2.k
l+p
1.k
lp
2.k)-8p
1.kp
1.k
l+
p
l*
p2 P
+
«—K7!—W -12k',fek.fe+4(k.fep
n.k'+k
1.fep, .k)-4(k.fep
o.k'+k
l,fep
oj^
P* • Kp» • ic ^ X J. ^ ^S
, . , , "1 m
2H « « , 1
" 1 0 ^ 1 «A.p^ «Jt T p 4 \¥i •«'-P^ »K TJS. •'tp^ • Jí Í ° P i «Kp» «K "•
m
2 r
fc k,
+ k,
k k + 8 k'
k. l _
l l k.
k }
-94-O proximo passo seria integrarmos em d fe mas antes , vamos fazer um estudo da cinemática do processo.
Temos no S.C.M. o seguinte, (fig. 3.3.1 ) ,
S.C.M. 1 P2+k'+fe
E,,.. = A
min + K1 = + K
F i g . 3.3.J. - Uma visão da cinemática do processo de bremsstrah lung i n t e r n o no S.C.M.
ECM-° fecos6fo (A+m2) ± \E-Ã2+\2. '| /(A-m2) 2-4fe2m2sen2 e.'
! D-5= min
onde cos9t,=sen9^sen9, cos(|),+cos9/scos0,, <)>, é o ângulo azimutal e A = E-,,, -i ir!'
A s s i m
P1
.fe =
(3.3.15)
-95-.k = E,E - p,fc COS0, (3.3.16)
em N
Estamos interessados na parte que dá a divergência do ílho, deste modo, vamos inspeciona
que podem contribuir. Portanto,
infravermelho, deste modo, vamos inspecionar quais os fatores
(v-A»
Quando integramos agora em d k/c a expressão entre pa.
rêntesis à direita da eq. (3.3.17) ê semelhante àquela da eq.
(2.4.16) e calculando essa integral também no sistema de repou-so da partícula 1 resulta:
AP{V-A)d2p2 *
K
[d3p2/(2Tr)5E2J(e2/27r)p1.kp2.k'ô(E1-E2 + +E,, -Et, ) (2D+C) (3.3.18) onde D e C são dados pelas eqs. (2.4.27) e (2.4.22).
Assim vemos claramente que a divergência do infraver-melho cancela-se também para o espalhamento elétron-neutrino.
Temos que, tanto na probabilidade de transição quanto no bremsstrahlung interno fica s a t i s f e i t a a condição de espalha mento, i s t o é, u - 0.
Os resultados dos nossos cálculos da probabilidade de
9 6
-transição e do bremsstrahlung interno, são dados (3.3.9) e (3.3.14), a saber:
Para se obter a seção de choque deve-se integrar a primeira expressão em relação ao elétron e a segunda em relação ao fóton e ao elétron e depois dividir tudo pelo fluxo.
A integral em relação ao fóton da eq.(3.3.14) pode ser f e i t a , termo por termo, se escolhemos, para cada um deles, um sistema de referências apropriado.
CAPÍTULO IV
COMENTÁRIOS E CONCLUSÕES
Em relação aos decaimentos do y e do 3 dados no capí-tulo III ê interessantei em primeiro lugar, discutirmos porque o cálculo da correção radiativa ê finito para o primeiro, en -quanto que é divergente para o segundo. Senão vejamos:
Na teoria V-A a lagrangeana dscrevendo o "y-decay" ê
w
(4.1)
Fazendo uso da transformação de Fierz isso pode ser também escrito como
w
,(y)
7T
(4.2)* Nessa expressão o segundo covariante faz o papel de um campo externo neutro enquanto que as duas partículas carrega das estão acopladas no primeiro covariante através de y. (1+y ) .~ 5
A
Primeiro consideremos a correção radiativa da parte vetorial ^"eY^*u« Aqui a única diferença comparada ao caso da E.Q. é a troca de massa do campo espinorial para o ponto espa
-
-98-cem (que surgem das renormalizaçoes de vértice e função de on-da) são logarítmicas e seus coeficientes são números independen tes das massas espinoriais. Assim, como essas divergências do ultravioleta cancelam no caso da E.Q. elas devem cancelar tam -bém no caso do muon, para primeira ordem em G e para todas as ordem em a.
0 fato de que um cancelamento similar deve ocorrer pa_
ra o termo ILY-VYc *„ pode ser visto a seguir. A transformação
e A (J
formal ¥ -*• y V , m -> -m mantém invariantes as lagrangeanas
6 3 6 6
eletromagnética e livre quando transformamos *eYXY ^u e m
Assim as correções para a interação ¥ YT, Y Y podem ser obtidas daquelas afetando a interação trocando o sinal de
Como os coeficientes das infinidades logarítmicas sur gindo das renormalizaçoes do vértice e da função de onda são in dependentes de m , as divergências do ultravioleta das corre -çoes para Y^Y devem anular-se como no caso de y^.~ 5
Por outro lado, no caso do decaimento do neutron a l£
grangeana fraca tem a forma
(4.3)
Se fizermos uso de uma transformação de Fierz para jtn tar os campos do proton e do elétron num mesmo covariante, ao invés do acoplamento Y^d+Y )/ obtemos uma combinação linear de S e P (escalar e pseudoescalar).
Como os acoplamentos S e P não têm nenhuma semelhança
-99-na E.Q. não devemos esperar que um cancelamento similar ocorra.
Até agora tratamos apenas com processos fundamentais mas, no caso de considerarmos o problema de muitos corpos, e.g.
o decaimento beta nuclear, aparecem várias dificuldades. A mais importante delas, está relacionada ao fato de que se quizermos calcular o processo real de muitos corpos temos de saber as funções de onda de todos os estados que contribuem no processo, inclusive os intermediários por causa dos propagadores. A outra ê que o valor de p , no caso de muitos corpos, não ê necessária mente igual a m como no caso de partícula livre. Assim o que se faz ê considerar a contribuição individual de cada nucleon que decai. Portanto, temos duas maneiras de associarmos as correções radiativas: uma é aditiva, i.e. consideramos as corre -ções como um termo somado ao elemento de matriz e a outra, mui ti plicativa, é quando consideramos as correções como uma porcentia gem associada ao elemento de matriz.
Esse assunto tem sido tratado explicitamente ou impli^
- . (26-30) - ~
citamente por varxos autores — — e ate agora nao esta resol-vido, pois ainda apresenta alguma ambigüidade.
Uma outra característica que difere o espalhamento do decaimento no caso leptônico, está ligada ao fato de que quando tratamos com interação do tipo (V-A) pura não temos no segundo termos cruzados, i.e. do tipo VA, mas o temos no primeiro. Va-mos explicar melhor:
Se temos corrente do tipo j=(V-A), tanto a taxa de transição quanto o bremsstrahlung são proporcionais a
-100-Assim
Pa (4.5)
Como vimos, no decaimento, guando integramos no ço dos neutrinos como eles tem todas as possibilidades no espa-ço para decairem o resultado da integral é simétrico em a,a'.
Portanto os termos I ™ e IA V são nulos, isso implica que a parte imaginária nos traços desaparece, daí:
pa
C
1W
+ IA A ]
Temos que Iw = 1 ^ , então
2 I
Mas a probabilidade de transição tem que ser real, então são também nulos.
Finalmente,
Pa2 M
A A ]
(4.6)No caso do espalhamento chegamos também a eq. (4.5) , mas o resultado da integral nos neutrinos agora não é simétrica portanto, existe uma contribuição dos termos I e IAV«
Eles são imaginários mas, como os termos MyA e
-101-tarribém o são, o produto dos dois ê real e portanto contribuem para a taxa de transição.
Uma conclusão que podemos tirar então, é que no caso do decaimento não importa se utilizamos a interação (V-A) ou não, pois o resultado é puramente W ou AA o que já não aconte_
ce com o espalhamento onde o problema da quebra de paridade tem que ser levado em consideração.
Outra característica bastante importante nos cálcu los de correção radiativa é que, a divergência do infraverme -lho que aparece na probabilidade de transição (fõtons virtuai^
ê cancelada por um termo similar que advém do bremsstrahlung in_
terno (fõtons reais), o que foi confirmado nos nossos cálculos do espalhamento.
Vimos aqui que um cálculo de correção radiativa para decaimento beta não é renormalizave1, i.e., não sabemos quan-tos resultados sensíveis podem ser extraídos das infinidades surgindo de tal cálculo.
Assim,é de nosso interesse extender o presente traba_
lho para teorias mais recentes, nas quais o cálculo para decai mento beta é renormalizave1, por exemplo, Teoria de Gauge.
Uma comparação qualitativa pode ser feita entre os nossos resultados, do espalhamento, e os feitos por Bahcall — , em termos do comportamento do espectro do espalhamento em relíi ção ã energia incidente. Notamos que o espectro com correções radiativas tem um comportamento similar do espectro sem corre-ções dado por esse autor.
APÊNDICE A
REDUÇÃO PADRÃO NA E.Q.
O elemento de matriz da correção de vértice para fó tons virtuais ê dado por:
(A.l)
Multiplicando e dividindo o integrando da eq. (A.l)por ). obteinos
Aa
4fe = (ge2/4ui)
/' 2 2
2 2 2 2
Usando o fato de que Pj^m, ? P 2= m2 f resulta
(A. 2)
d*fe (A. 3)
k fe*-2p
1.fe
No sentido de calcular a integral (A.3), esta pode
-103-ser escrita como uma soma de três termos (desde que sim
(A. 4)
onde
que quando integrados em d fe resultam
AaM<*>
(A.5)
agora Jn . 2 a * 3 c n ) eqs. (2.2.3)-(2.2.'6).
APÊNDICE B
UM MfiTODO PARA RESOLVER AS INTEGRAIS J(l;2a;3aT)
Consideremos para exemplo a integral
(dy/Py2) £n (B.l)
fazendo as substituições
2 2 2 2 2 2 2" 2 2
y=boothoi+a; a = - ( p2. q ) / q ; b =a -m2/<3 ' Py = b *3 cosech a
a eq. (B.l) torna-se
1/2 £n —y
(B.2)
1/2 Jln
o s e n h j ( u - e )
O p r i m e i r o termo do i n t e g r a n d o da e q . (B.2) pode s e r i n t e g r a d o usando a forma exponencial de senha. O r e s u l t a d o é
, , , (B.3)
|t o ( ) +2L ( e~8) -2L ( -e6)
-105-onde L(x) I uma das funções de Spence e usando as relações _
L(x) = - I x
n/n
2, x < 1
L(x) = -n=l
I
+ |(£nx)2+£n(-l)
L (x) = Jtn (1-x) In (x) - ~ - L (1-x) , 0 < x <_
passamos a forma das egs. (2.2.11) a (2.2.15)
APÊNDICE C
TRANSFORMAÇÃO DE FIERZ
Temos que os invariantes de Lorentz formado por qua -tro espinores é
( ?
1r
i¥
2) (?
3r
lii'.
4) (c.i)
e pode ser expandido em termos dos invariantes do tipo escalar - S - 1
Pelos coeficientes C1 3 dados pela eq. (C.3) vemos que fazendo-se uma transformação de Fierz para a teoria (V-A),a for ma da interação se mantém, i.e., continua (V-A).
REFERÊNCIAS
1) - J.M. Jauch and F. Rohrlich; "The Theory of Photons and Electrons", Addison Wesley, (1955).
2) - J.D. Bjorken and S.D. Drell; "Relativistic Quantum Mecha_
nics", McGraw-Hill, New York, (1964).
3) - T. Kinoshita and A. Sirlin; "Radiative Corrections to Fer_
mi-Interactions", Phys. Rev., 113 (1959) 1652.
4) - A. Sirlin; "Generalization of the Radiative Corrections to 3 and y Decays in the SU(2)L x U(l) Gauge Model",Nucl.
Phys.,B100 (1975) 291.
5) - J.N. Bahcall; "Neutrino Opacity I. Neutrino Lepton Scat-tering", Phys. Rev., 1_36 (1964) B1164.
6) - T.D. Lee and C.N. Yang; "Question of Parity Conservation in Weak Interactions", Phys. Rev., 104 (1956) 254.
7) - E. Fermi; "Versuch einer Theorie der 0-Strahlen. I", Z.
Physik, 8j$ (1934) 161.
8) - G. Gamow and E. Teller; "Selection Rules for' the $-Disiii tegration", Phys. Rev., 49_ (1936) 895.
9) C.S. Wu et. al.; "Experimental Test of Parity Conserva -tion in Beta Decay", Phys. Rev., 105 (1957) 1413.
10) - F.j\ Hasert, H. Faissner, W. Krenz, J. Von Krogh, D.Lanske, J. Morfin, K. Schultze and H. Weerts. Ill Physikalisches Institut der Technischen Hochschule, Aachen,Germany.
- G.H. Bertrand-Coremans, J. Leiaonne, J. Sacton, W. van Do_
ninck and P. Vilain. Interuniversity Institute for High Energies, U.L.B., V.U.B. Brussels, Belgium.
- C. Baltay, D.C. Cundy, D. Haidt, M. Jaffre. P. Musset , A. Pullia, S. Natali, J.B.M. Pattison, D.H. Perkins, A.
-108-Nguyen-Khac and P. Petiau. Laboratoire de Physique des
Hautes Energies, Ecole Polytechnique, Paris, France. I - E. Bellotti, S. Bonetti, D. Cavalli, C. Conta, E.Fiorini
and M. Rollier. Instituto di Fisica dell'Universita, M i - . lano and I.N.F.N. Milano, Italy.
- B. Aubert, L.M. Chounet, P. Heusse, Â. Lagarrigue, A.M.
Lutz and J.P. Vialle. Laboratoire de 1*Accélérateur Line aire, Orsay, France.
- F.W. Bullock, M.J. Esten, T. Jones, J.McKenzie, A.G. Mi-chette, G. Myatt, J. Pinfold and W.G. Scott. University College, University of London, England; "Search for Elas_
tic Muon-Neutrino Electron Scattering", Phys. Lett.,46B, (1973) 121.
i 11) - F.J. Hasert, S. Kabe, W. Krenz, J. von Krogh, D. Lanske,
J. Morfin, K. Schultze and H. Weerts. Ill Physikalisches
Instituí der Technischen Hochschule, Âachen, Germany. : •»
- G.H. Bertrand-Coremans, J. Sacton, W. van Doninck and P. j
Vilain. Interuniversity Institute for High Energies ,U.L.B., y V.U.B. Brussels, Belgium.
- D.Cs Cundy, D. Haidt, U. Camerini, R. Baldi, I. Danilchen_
co, W.F.- Fry, B. Osculati, R. Palmer, P. Musset, A.Pullia, S. Natali, T.B.M. Pattison, D.H. Perkins, A. Rousset , W.
Venus and H.W. Wachsmuth. CERN, Geneve, Switzerland.
- V. Brisson, B. Degrange, M. Haguenauer, L. Kluberg , U.
Nguyen-Khac and P. Petiau. Laboratoire de Physique des Hautes Energies, Ecole Polytechnique, Paris, France.
- E. JJellotti, S. Bonetti, D. Cavalli, C. Conta, E. Fiorini and M. Rollier. Instituto di Fisica dell'Univers itã, Mila^
no and I.N.F.N. Milano, Italy.
- B.-Aubert, L.M. Chounet, P. Heusse, A. Lagarrigue, A. M.
Lutz, J.P. Vialle, D. Blum, A. Orkin-Lecourtois. Labora - % toire de 1'Accélérateur Linéaire, Orsay, France.
- F.W. Bullock, M.J. Esten, T. Jones, J. McKenzie, A.G. M i - ' chette, G. Myatt and G. Scott. University College, Univer_
s i t y o f London, England; "Observation of Neutrino-Like Iri teractions Without Muon or Electron in the Gargamelle Heu trino Experiment", Phys. Lett., 46B (1973) 138.
-109-12) - R.P. Feynman and M. Ge 11-Mann; "Theory of the Fermi Inter_
action", Phys. Rev., 109^ (1958) 193.
13) - N. Cabibbo, "Unitary Symmetry and Leptonic Decays", Phys. ; Rev. Letters, JJ) (1963) 531.
14) - R.E. Behrends, R.J. Finkelstein and Â. Sirlin; "Radiative Corrections to Decay Processes", Phys. Rev., 101 (1956)866.
15) - S.M. Berman; "Radiative Corrections to Muon and Neutron De cay", Phys. Rev., _112_ (1958) 267.
16) - S.M. Berman and A. Sirlin; "Some Considerations on the
Radiative Corrections to Muon and Neutron Decay", Ann. i Phys., £0 (1962) 20.
17) - V.P. .Kuznetsov; "On Electromagnetic Corrections in u-e De_
cay", Soviet Phys. JEPT, 1£ (1960) 784.
18) - V.P. Kuznetsov; "Internal Bremsstrahlung and Electromagn£
tic Corrections to y-e Decay", Soviet Phys.JEPT, JL2_(196l) * 1202.
1 i 19) - R.P. Feynman; "Space-Time Approach to Quantum Electrodyna_ *•
mics", Phys. Rev., 7± (1949) 769.
20) - K. Mitchell; "Tables of the Function / -log|l-y[ d y^w i t h
an Account of Some Properties of this and Related Fun£
tions", Phil. Mag., 4£ (1949) 351.
21) - A. Lenard; "Inner Bremsstrahlung in y-Meson Decay", Phys.
Rev., 9£ (1953) 968.
22) - F. Coester; "Quantum Electrodynamics with Nonvanishing Php_
22) - F. Coester; "Quantum Electrodynamics with Nonvanishing Php_