Acredito ter sido suficiente informado à respeito das informações que li ou que foram lidas para mim, descrevendo o estudo “UNIVERSIDADE, POLITICA CULTURAL
E JUVENTUDE: O SABER, O FAZER DA EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA NAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO”.
Concordo voluntariamente em participar deste estudo e poderei retirar o meu consentimento a qualquer momento, antes ou durante o mesmo, sem penalidade ou prejuízo ou perda de qualquer benefício que eu possa ter adquirido.
___________________________________ Data _______/______/______ Assinatura do entrevistado Nome: RG. Fone: ( ) __________________________________ Data _______/______/______ Assinatura do(a) pesquisador(a)
APENDICÊ III
ENTREVISTA
A) Para os professores que trabalham na Extensão e/ou desenvolvendo propostas culturais.
1. Identificação: Formação acadêmica. Onde trabalha. Cargo/função que desenvolve. Qual o envolvimento com a extensão universitária atualmente. E no passado.
2. Contar um pouco da trajetória de como se constituiu o grupo de cultura nas regionais de pró-reitores.
3. Qual o objetivo e as propostas deste grupo? Qual a representatividade dele, ou seja, quais pró-reitores participam? Quais as ações que vem desenvolvendo? 4. Como efetivam as suas idéias com o MINC, qual o diálogo estabelecido com o
MEC e MINC, e a o Fórum Nacional de Pró-Reitores? 5. Quais os avanços que já foram realizados?
6. Qual a trajetória que a universidade percorreu para realização de uma política cultural? Como foi construída?
7. Atualmente qual o órgão institucional que é responsável pelo desenvolvimento da cultura dentro desta universidade?
8. Existe uma política cultural nesta universidade?
9. Quais os mecanismos para realização da proposta de cultura na universidade hoje?
10. Há registro das ações da Extensão na ação cultural institucionalizada? Como em PDI, planejamentos da área de extensão, programas, projetos, documentos de avaliação das ações? Órgãos para eventos? Entre outros?
11. Há algum vínculo com a Extensão Universitária? Como se realiza?
12. De que forma buscam trabalhar conforme as diretrizes do Plano Nacional de Extensão no eixo da cultura?
13. A cultura é entendida hoje como eixo para formação educativa. Há uma proposta na universidade que atenda esta concepção? Como ela acontece?
ANEXO I
I. PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº 1, DE 4 DE OUTRUBRO DE 1007. Diário Oficial da União Seção 1, Nº 215, quinta-feira, 8 novembro de 2007, p. 8.
8 ISSN 1677-7042
1
Nº 215, quinta-feira, 8 de novembro de 2007Ministério da Ciência e Tecnologia .
CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO
COORDENAÇÃO-GERAL DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS
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DESPACHO DO COORDENADOR-GERAL Em 7 de novembro de 2007
81ª Relação de distribuição de cota para importação - LEI 8.010/90
PROCESSO ENTIDADE VALOR US$
0016/1990 Universidade Federal do Rio Grande do Sul 10.000,00 0818/2001 Museu Paraense Emílio Goeldi 6.481,00
0824/2001 Associação Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada 38.009,10 0933/2005 Fundação Parque de Alta Tecnologia da Região de Iperó e Adjacências 4.180,00
CLÁUDIO DA SILVA LIMA
Substituto
GABINETE DO MINISTRO
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PORTARIA No- 713, DE 7 DE NOVEMBRO DE 2007 O MINISTRO DE ESTADO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 9o- do Decreto no- 98.830, de 15 de janeiro de 1990, e o item 39 da Portaria MCT no- 55, de 14 de março de 1990, resolve:
Art. 1º. Prorrogar a autorização concedida pela Portaria/MCT no- 621, de 20 de setembro de 2006, ao representante da contraparte brasileira, Dr. Marcus Barreto Conde, do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho/UFRJ, para dar continuidade à remessa de dados
clínicos, no âmbito do processo de Expedição Científica (Remessa) RMX 016/04, intitulado "Estudo da eficácia e da tolerabilidade do esquema com rifapentina/isoniazida semanalmente por três meses versus isoniazida diária por nove meses para o tratamento de tuberculose infecção latente", para o Dr. Richard Ernest Chaisson, contraparte estrangeira, da Johns Hopkins University, EUA, por mais um ano, contado a partir da data da publicação desta Portaria no Diário Oficial da União.
Art. 2o- Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
SERGIO MACHADO REZENDE
COMISSÃO TÉCNICA NACIONAL DE BIOSSEGURANÇA
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RETIFICAÇÕES
No Extrato de Parecer Técnico no- 1.107/2007, publicado no D.O.U. No- 185, de 25/09/2007, Seção 1, página 11; onde lê-se: "a quadra situada no maior nível foi construída em alvenaria. Nas outras quadras, foram construídas taipas duplas para evitar o vazamento da água de irrigação para fora da área de liberação. Na extremidade do canal de drenagem da água de irrigação, foi construída uma caixa de alvenaria (filtro), subdividida em três compartimentos contendo telas de diferentes gramaturas para filtragem de toda água, impedindo a disseminação de plantas ou de sementes para fora da área de liberação.", leia-se "as quatro quadras terão muretas construídas em
alvenaria nas cotas mais baixas (lado várzea). Nos pontos de saída d'água em cada quadra, serão construídos em alvenaria filtros subdivididos em três compartimentos contendo telas de diferentes gramaturas
para filtragem de toda água, impedindo a disseminação de plantas ou de sementes fora da área de liberação".
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No Extrato de parecer técnico de número 1108/2007 publicado no DOU Nº186 de 26 de setembro de 2007, onde lê-se: "Extrato Prévio: Número 1117/2007, publicado no DOU no-
95 de 18 de maio de 2007." Leia-se:"Extrato Prévio: Número 1017/2007, publicado no DOU no- 95 de 18 de maio de 2007." GABINETE DO MINISTRO
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PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº 1, DE 4 DE OUTUBRO DE 2007
Estabelece as diretrizes para cooperação entre o Ministério da Cultura e o Ministério da Educação, com o objetivo de definir critérios visando a integração e a implementação de ações comuns e a consolidação de uma agenda bilateral no âmbito do Programa Mais Cultura da Agenda Social.
O MINISTRO DE ESTADO DA CULTURA E O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso das atribuições conferidas pelo inciso II do parágrafo único do art. 87 da Constituição
Federal, e CONSIDERANDO que os artigos 205 e 215 da Constituição Federal definem a cultura e a educação como dever do Estado e direito de cada um, reforçando o compromisso de democratizar o acesso às atividades culturais como parte da formação integral de crianças, adolescentes, jovens, e da sociedade;
CONSIDERANDO que o artigo 26, § 2º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei n° 9.394, de 20 de dezembro de 1996, inclui o ensino de arte como componente obrigatório da educação básica;
CONSIDERANDO que o artigo 34 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei n° 9.394, de 20 de dezembro de 1996, determina a progressiva ampliação do período de permanência na escola;
CONSIDERANDO que a Lei nº 10.639, de 09 de janeiro de 2003, garante o ensino de história e cultura afro-brasileira e africana nas escolas de educação básica no currículo oficial da rede de ensino; CONSIDERANDO a Câmara Interministerial de Educação e Cultura, instituída pelo Ministério da Educação e o Ministério da Cultura por meio da Portaria Interministerial MEC/MINC Nº075, de 04 de setembro de 2006, com o propósito de balizar as ações conjuntas dos Ministérios da Educação e da Cultura;
CONSIDERANDO o Programa Mais Educação, instituído
pelo Ministério da Educação, o Ministério da Cultura, o Ministério do Esporte e o Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome por meio da Portaria Interministerial MEC/MINC/ME/MDS nº 17, de 24 de abril de 2007, com o propósito de fomentar a educação integral de crianças, adolescentes e jovens, por meio de apoio a atividades sócio-educativas no contraturno escolar;
CONSIDERANDO o Programa Mais Cultura, instituído pelo Ministério da Cultura por meio de Decreto Presidencial nº 6.226, de 04 de outubro de 2007;
CONSIDERANDO o caráter intersetorial das políticas de
inclusão social e de formação para a cidadania, a co-responsabilidade de todos os entes federados em sua implementação, bem como a necessidade de planejamento territorial das ações intersetoriais, de modo a promover sua articulação no âmbito local;
CONSIDERANDO a importância da formação cultural para o desenvolvimento social do País, o acesso às atividades culturais como meio de promoção da cidadania, o aprendizado da convivência democrática, a participação social e o exercício da cidadania; CONSIDERANDO a necessidade de garantir o acesso aos
bens culturais e meios necessários para a expressão simbólica, promovendo a auto estima, o sentimento de pertencimento, o protagonismo
social e a diversidade cultural;
CONSIDERANDO a urgência em qualificar o ambiente social das cidades e dos territórios de identidade do País e em ampliar a oferta de equipamentos e os meios de acesso à produção e a expressão cultural;
CONSIDERANDO que é preciso gerar oportunidades de trabalho, emprego e renda para jovens, trabalhadores, micro, pequenas e médias empresas e empreendimentos da economia solidária do mercado cultural brasileiro, resolvem:
Art. 1° Estabelecer as diretrizes para cooperação entre os
Ministérios da Educação e da Cultura, com o objetivo de implementar ações conjuntas, diretamente ou em articulação com Estados, Distrito Federal, Municípios e organizações sociais e culturais, nacionais, estrangeiras ou internacionais envolvidas.
Art. 2º As ações mencionadas no artigo primeiro, e na pauta
para o desenvolvimento de ações e projetos para uma gestão integrada, estabelecida pela Câmara Interministerial MinC/MEC, e anexa a este instrumento, os Ministérios da Educação e da Cultura observarão as seguintes diretrizes:
I - priorizar a presença das artes, da cultura e da educação
patrimonial no ensino formal e na comunidade, mediante programas de atividades socioeducativas e abertura de editais específicos para a geração de conteúdos;
II - ampliar o acesso à radiodifusão, à TV pública, ao cinema, ao audiovisual e à tecnologia digital e de conteúdos como educação e cultura, nos espaços escolares, nas sedes de associações, praças e parques;
III - fomentar a qualificação da esfera pública e a construção de inteligência estratégica para o desenvolvimento cultural do País; IV - promover a formação professores, gestores, estudantes e comunidades para a valorização, reconhecimento e regulamentação dos saberes tradicionais, da diversidade étnico-racial, social e cultural e do patrimônio material e imaterial, mediante atividades que garantam resultados práticos, como publicações, audiovisuais, exposições e novas metodologias;
V - fomentar a integração da escola e comunidade no contexto cultural nacional e internacional, mediante fóruns, encontros, seminários e outras formas de intercâmbio cultural; VI - colaborar para a construção de política pública integrada para as populações indígenas e afro-brasileiras;
VII -promover a formação e o desenvolvimento da pesquisa nas áreas de artes e cultura, por, meio de editais e premiações; VIII - ampliar a presença brasileira no mundo, por meio das instituições educacionais e de cultura, garantindo a concessão de bolsas para a formação e pesquisa em cultura, em parceria com o MinC;
IX - ampliar o acesso ao livro e a leitura na escola e na comunidade, em parceria com o MinC;
X - ampliar a participação do MinC no Programa Mais Educação;
XI - fomentar a constituição de espaços públicos adequados para as atividades culturais na escola e na comunidade e a educação patrimonial.
Parágrafo Único - Para as ações a serem implementadas no âmbito da educação básica serão consideradas as diretrizes e critérios definidos pelo Fórum Mais Educação do Programa Mais Educação do qual o Ministério da Cultura é participante.
Art. 3º Na execução das etapas de implantação dos espaços e atividades culturais ou infra-estrutura cultural nos espaços escolares e na comunidade participarão:
I - o Ministério da Cultura, na qualidade de parceiro; II - o Ministério da Educação, na qualidade de parceiro; III - os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, na
qualidade de proponentes, diretamente ou por meio de órgãos de sua administração;
IV - as organizações sociais e culturais, locais, estaduais ou regionais reconhecidas por sua atuação no campo cultural e V - as organizações públicas e privadas, governamentais e não-governamentais, nacionais, estrangeiras ou internacionais. Art. 4° Os Ministérios da Cultura e da Educação se responsabilizarão conjuntamente pela aprovação e acompanhamento da
execução dos projetos, bem como da elaboração da metodologia de capacitação e qualificação;
Art. 5º O Ministério da Educação subsidiará o Ministério da Cultura na análise dos projetos, disponibilizando informações para a implementação das diretrizes a que se refere o artigo 2º desta Portaria. Art. 6º A Câmara Interministerial para a EDUCAÇÃO e
CULTURA instituída pelo Ministério da Educação e o Ministério da Cultura ficará encarregada de promover a troca de informações e de estabelecer a prioridade dos projetos apresentados, considerando as diretrizes estabelecidas nesta Portaria.
Art 7º. Esta Portaria entra em vigor na data da sua publicação.
FERNANDO HADDAD
Ministro de Estado da Educação
GILBERTO GIL MOREIRA