Tubulações e acessórios
151c) Juntas para flanges
2.7. Teste de estanqueidade e teste hidrostático de linhas
Antes dos testes devem ser executadas as Análises Preliminares de Risco (APR), detalhando as medidas necessárias de segurança, principalmente onde, em caso de falha, haja perigo para o pessoal ou para as instalações adjacentes.
O teste pneumático é aceitável para as linhas de ar de instrumentos e de serviço, porém, nos demais casos, só pode ser realizado com autorização da Petrobras, conforme procedimento específico previamente aprovado.
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O teste de pressão deve ser executado preferencialmente por sistemas de tubulações, ao invés de tubulações individuais. A quebra de continuidade, através da instalação de raquetes para o teste de pressão, deve ser reduzida ao mínimo, mantendo interligadas as tubulações e equipamentos passíveis de se submeterem à mesma pressão de teste.
No caso de o sistema se estender além dos limites da construção e de nesses limites não haver flanges, ligação roscada, ligação soldada ou válvula de bloqueio, o teste deve ser aplicado até o acessório de bloqueio mais próximo.
Alguns equipamentos, tais como vasos, trocadores de calor, separadores, filtros, bombas, turbinas ou qualquer outro equipamento instalado na linha, já testados, que não causem dificuldades ao teste do sistema de tubulações, podem ser novamente testados simultaneamente com o sistema de tubulações a que estiverem conectados. Atenção especial deve ser dada à possibilidade desse teste vir a propagar não- conformidades subcríticas nos equipamentos. A pressão de teste não deve exceder em nenhum ponto a pressão de teste permitida para os equipamentos e deve atender à norma de projeto da tubulação específica.
Antes do teste, os seguintes equipamentos e acessórios devem ser removidos:
Purgadores; •
Separadores de linha; •
Instrumentos (inclusive válvulas de controle); •
Controladores pneumáticos; •
Todos os dispositivos que causem restrição ao fluxo (tais como •
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Os discos de ruptura e as válvulas de segurança e alívio devem ser isolados do sistema ou removidos. Todas as partes retiradas devem ser substituídas por peças provisórias, se necessário.
É importante que haja uma previsão para a instalação de filtros temporários.
Em tubulações que possuam linhas de aquecimento, estas devem ser testadas preferencialmente com vapor, a fim de se verificar a estanqueidade e a garantia de fluxo em todos os pontos do sistema e sua flexibilidade.
Nos limites do sistema de teste, o fluido de teste deve ser bloqueado através de flange cego, raquete, tampão, chapa de bloqueio ou bujão. Os bloqueios devem ser executados nos pontos indicados pelo projeto. As raquetes devem ser selecionadas de acordo com a norma Petrobras N-120. As chapas de bloqueio são selecionadas através do código ASME Section VIII - Division 1, conforme o detalhe utilizado. As ligações existentes nos limites do sistema, bem como aquelas situadas na entrada de equipamentos, devem ser verificadas durante a pré-operação.
As válvulas de retenção devem ser pressurizadas no sentido da abertura. Se isso não for possível, deve-se travar a parte móvel na posição aberta. Todas as outras válvulas devem ser mantidas na posição totalmente aberta durante o teste.
As juntas de expansão, quando se constituem no elemento mais fraco do sistema, do ponto de vista de resistência à pressão de teste, devem ser isoladas ou substituídas por carretel temporário. Quando submetidas ao teste devem ser travadas e suportadas temporariamente, para evitar excessiva distensão e abaulamento do fole.
É importante que seja feita uma inspeção de todo o sistema de suportes das tubulações para se avaliar previamente o seu
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Tubulações projetadas para vapor ou gás que sejam testadas com água, em geral necessitam que se usem suportes provisórios adicionais. A verificação da necessidade ou não desse suporte adicional deve fazer parte da APR.
É obrigatória a instalação de no mínimo dois manômetros, sendo um no ponto de maior elevação e outro no ponto de menor elevação do sistema. Os manômetros devem ser adequados à pressão de teste de tal forma que a leitura da pressão esteja entre 1/3 e 2/3 da escala e que as divisões sejam, no máximo, de 5 % da pressão do teste, com mostrador de diâmetro mínimo igual a 75 mm. Além disso, os manômetros precisam estar em perfeitas condições, testados e aferidos a cada três meses.
Em tubulações novas, todas as junções (por exemplo: juntas soldadas, flangeadas e roscadas) devem ser deixadas expostas, sem isolamento ou revestimento, para exame durante o teste, sendo permitida a pintura conforme ASME B31.3. O mesmo critério se aplica às juntas reparadas ou modificadas de tubulações em serviço. As tubulações enterradas devem ficar com as ligações expostas, exceto as ligações enclausuradas em concreto que já tiverem sido testadas previamente de acordo com esta norma. No entanto, as tubulações que operam enterradas devem, durante o teste, ser adequadamente suportadas. Os dispositivos de teste de pressão devem ser de classe de pressão igual ou superior à da linha a ser testada e devem atender ao código ASME B31.3.
Onde não houver possibilidade de execução de teste hidrostático, os ensaios alternativos previstos na norma de projeto aplicável devem ser executados.
atenÇÃo
Toda dispensa de teste de pressão tem que ser fundamentada pelo executante e aprovada pela Petrobras.
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1) Classifique os materiais a seguir, usados para a fabricação de tubos, colocando M para os metálicos e NM para os não-metálicos:
( ) Aço-inoxidável. ( ) Chumbo. ( ) Acrílico. ( ) Ferro forjado. ( ) Poliéster. ( ) Alumínio. ( ) Concreto-armado.
2) Coloque verdadeiro (V) ou falso (F) nas afirmativas a seguir a res-