ırito
“O pr ´
oprio esp ´
ırito d ´
a testemunho com o nosso esp ´ ırito de que somos filhos de Deus.” — ROM. 8:16.
C ˆ
ANTICOS: 109, 108
DE ACORD O COM ESTES TEXTO S, COMO ALGU ´
EM SE TORNA UNGID O?
2 Cor. 1:21, 22; 2 Ped. 1:10, 11 Rom. 8:15, 16; 1 Jo ˜
ao 2:20, 27
sala do andar de cima de uma casa em Jerusal´
em, onde “per-sistiam em ora ¸c ˜
ao”. (Atos 1:13-15) Estava para acontecer com eles algo muito mais importante do que as coisas que ocor-riam no templo. Tratava-se de algo que tinha rela ¸c ˜
ao direta com o que o sumo sacerdote fazia no Pentecostes todo ano e que cumpriria uma profecia feita pelo profeta Joel uns 800 anos antes. (Joel 2:28-32; Atos 2:16-21) O que aconteceria de t˜
ao importante assim?
3 Leia Atos 2:2-4. O esp´
ırito santo de Deus foi derramado sobre aquele grupo de crist ˜
aos. (Atos 1:8) Eles come ¸caram a profetizar, ou dar testemunho, sobre as coisas maravilhosas que tinham visto e ouvido. Logo se juntou uma multid˜
ao, e o ap ´
ostolo Pedro explicou o significado e a import ˆ
ancia do que tinha acontecido. Da´
ı ele disse: “Arrependam-se, e cada um de voc ˆ
es seja batizado em nome de Jesus Cristo, para o perd˜ ao dos seus pecados, e voc ˆ
es receber ˜
ao a d ´
adiva do esp ´
ırito san-to.” Naquele dia, cerca de 3 mil pessoas aceitaram o convi-te, foram batizadas e receberam o prometido esp´
ırito santo.
— Atos 2:37, 38, 41.
4 Por que o Pentecostes de 33 EC ´ e t˜
ao importante para n ´
os? Porque nesse dia Jesus Cristo, como o grande Sumo Sa-cerdote, tornou realidade as coisas que o sumo sacerdote fazia
4. (a) Por que devemos nos interessar pelo que aconteceu no Pentecos-tes de 33 EC? (b) Que outro acontecimento importante talvez tenha ocor-rido no mesmo dia muitos anos antes? (Veja a nota no fim do artigo.)
no templo em Jerusal´
em, que eram apenas uma
representa-¸c ˜
ao.[1]O sumo sacerdote oferecia a Jeov´
a dois p ˜
aes simb ´
olicos.
Esses p ˜
aes, que continham fermento, representavam os disc´ ı-pulos ungidos, escolhidos da humanidade pecaminosa para se tornar filhos adotivos de Deus. Nesse dia, abriu-se o caminho para que os crist ˜
aos ungidos, como “prim´
ıcias” da humanida-de, por fim fossem para o c ´
eu e fizessem parte do Reino, que trar ´
a in ´
umeras bˆ en ¸c ˜
aos para o restante da humanidade obe-diente. (Tia. 1:18; 1 Ped. 2:9) Sendo assim, os acontecimen-tos daquele dia t ˆ
em um grande impacto na nossa vida — quer nossa esperan ¸ca seja viver no c ´
eu com Jesus, quer seja viver para sempre no Para´
ıso terrestre!
COMO ALGU ´
EM SE TORNA UNGID O
5 Sobre a cabe ¸ca de cada um daqueles disc´
ıpulos, surgiu algo parecido a uma pequena chama. Se voc ˆ
e fosse um deles, nunca se esqueceria daquele dia. Nunca teria d ´
uvidas de que foi ungido por esp´
ırito santo, principalmente se tamb´
em tives-se recebido o dom milagroso de falar numa l´
ıngua estrangei-ra. (Atos 2:6-12) Mas ser ´
a que todos os ungidos por esp´ ırito santo recebem a un ¸c ˜
ao da mesma maneira impressionante que aqueles 120 disc´
ıpulos? N˜
ao. Naquele dia, havia outras pes-soas em Jerusal ´
em que foram ungidas, mas n˜
ao havia chamas
5. Como sabemos que nem todos os ungidos recebem a un ¸c˜
ao da mesma maneira?
em sua cabe ¸ca. Elas foram ungidas no momento do seu batis-mo. (Atos 2:38) Al ´
em disso, nem todos os crist ˜
aos ungidos re-cebem a un ¸c ˜
ao ao ser batizados. Os samaritanos, por exemplo, foram ungidos por esp´
ırito santo algum tempo depois de seu batismo. (Atos 8:14-17) J´
a o caso de Corn´
elio e das pessoas de sua casa foi uma exce ¸c ˜
ao, pois eles foram ungidos por es-p´
ırito santo mesmo antes de ser batizados. — Atos 10:44-48.
6 Portanto, nem todos s˜
ao ungidos da mesma maneira.
Pode ser que alguns percebam sua chamada de repente, ao pas-so que outros se d ˜
ao conta disso aos poucos. Mas, n ˜
ao impor-ta como ocorre a un ¸c ˜
ao, cada ungido recebe o que o ap ´ osto-lo Pauosto-lo descreveu: “Depois de terem crido, Deus os seosto-lou por meio dele com o prometido esp´
ırito santo, que ´
e uma garan-tia da nossa heran ¸ca.” (Ef´
e. 1:13, 14) Assim, o esp´
ırito santo age de uma maneira especial, como se fosse um sinal ou uma garantia de pagamento. Por causa dessa garantia, o crist˜
ao un-gido passa a ter convic ¸c ˜
ao da sua chamada. — Leia 2 Cor´ ın-tios 1:21, 22; 5:5.
7 Ser ´
a que essa garantia que o crist ˜
ao ungido recebe de ir para o c ´
eu ´
e definitiva? N ˜
ao. Ele tem certeza de que foi con-vidado, mas s ´
o vai receber sua recompensa no c ´
eu se conti-nuar fiel `
a sua chamada. Pedro deu a seguinte explica ¸c ˜ ao:
6. O que todos os ungidos recebem, e que efeito isso tem neles?
7. O que cada crist˜
ao ungido deve fazer para receber sua recompensa no c´
eu?
“Portanto, irm ˜
aos, sejam ainda mais diligentes em se assegu-rar da sua chamada e escolha, pois, se voc ˆ
es persistirem em fazer essas coisas, n ˜
ao falhar˜
ao jamais. De fato, dessa forma lhes ser ´
a concedida uma entrada gloriosa no Reino eterno do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.” (2 Ped. 1:10, 11) As-sim, cada crist˜
ao ungido deve se esfor ¸car para se manter fiel;
sen˜
ao, sua chamada, ou convite, celestial n˜
ao ter ´
a nenhum va-lor. — Heb. 3:1; Apo. 2:10.
COMO A PESSOA SABE?
8 A grande maioria dos servos de Deus hoje talvez ache di-f´
ıcil entender como algu´
em se torna ungido, e com raz˜
ao. Afi-nal, eles n˜
ao passam por esse processo. O prop ´
osito original de Deus era que a humanidade vivesse para sempre aqui na Terra. (G ˆ
en. 1:28; Sal. 37:29) N ˜
ao fazia parte desse prop ´ osito que alguns fossem escolhidos para governar no c ´
eu como reis e sacerdotes. Isso ´
e uma exce ¸c ˜
ao. Essa chamada causa uma grande mudan ¸ca no modo de pensar e na esperan ¸ca de algu ´
em que foi ungido. — Leia Ef´
esios 1:18.
9 Mas como a pessoa sabe que tem a chamada celestial?
Como ela sabe que realmente recebeu essa garantia especial?
A resposta fica clara nas palavras de Paulo aos irm ˜
aos ungi-dos em Roma, que tinham sido “chamaungi-dos para ser santos”.
8, 9. (a) Por que ´ e dif´
ıcil para a maioria das pessoas entender o que acontece quando algu´
em ´
e ungido? (b) Como algu´
em sabe que foi convi-dado a ir para o c´
eu?
Ele lhes disse: “Voc ˆ es n ˜
ao receberam um esp´
ırito de escravi-d ˜
ao, que causasse novamente temor, mas receberam um esp´
a testemunho com o nosso esp ´
ırito de que somos filhos de Deus.” (Rom. 1:7;
8:15, 16) Dito de modo simples, Deus usa seu esp´
ırito santo para deixar claro `
a pessoa que ela foi convidada para se tor-nar um futuro herdeiro no Seu Reino. — 1 Tes. 2:12.
10 Aqueles que receberam esse convite especial de Deus n ˜ ao precisam de nenhum outro tipo de confirma ¸c ˜
ao. Eles n˜
ao pre-cisam perguntar isso a ningu ´
em. Jeov ´ a n˜
ao deixa nenhuma d ´ u-vida na mente e no cora ¸c ˜
ao deles. O ap ´
ostolo Jo ˜
ao diz o seguinte aos crist ˜
aos ungidos: “Voc ˆ es t ˆ
em uma un ¸c ˜
ao que re-ceberam daquele que ´
e santo, e todos voc ˆ es t ˆ
em conhecimen-to.” Depois, acrescenta: “Quanto a voc ˆ
es, a un ¸c ˜
ao que recebe-ram dele permanece em voc ˆ
es, e n˜
ao precisam que algu´
em os mentira, lhes ensina todas as coisas. Assim como ela os ensi-nou, permane ¸cam em uni˜
ao com ele.” (1 Jo ˜
ao 2:20, 27) Os ungidos precisam de instru ¸c ˜
ao espiritual assim como qualquer outra pessoa. Mas eles n˜
ao precisam que ningu´
em confirme sua un ¸c ˜
ao. A for ¸ca mais poderosa do Universo lhes deu essa convic ¸c ˜
em os ensine?
ELES ‘NASCEM DE NOVO’
11 Quando o esp´
ırito santo d ´
a essa convic ¸c ˜
ao, o crist ˜
ao que
´e ungido passa por enormes mudan ¸cas. Jesus descreveu esse
processo interno como ‘nascer de novo’ ou ‘nascer do alto’.[2]
(Jo ˜
ao 3:3, 5; nota) Ele explicou depois: “N ˜
ao se espante por-que eu lhe disse: Voc ˆ
es t ˆ
em de nascer de novo. O vento sopra para onde quer, e ouve-se o som dele, mas n ˜
ao se sabe de onde ele vem nem para onde vai. Assim ´
e com todo aquele que nas-ce do esp´
ırito.” (Jo ˜
ao 3:7, 8) Fica claro que ´
e imposs´
ıvel ex-plicar totalmente essa chamada pessoal a quem n ˜
ao a rece-beu.
12 Aqueles que receberam esse convite talvez se perguntem:
‘Por que eu fui escolhido? Por que eu, e n ˜
ao outra pessoa?’
Pode ser que eles cheguem a questionar se s ˜
ao dignos. Mas eles n ˜
ao questionam o fato de terem sido convidados. Seu co-ra ¸c ˜
ao fica cheio de alegria e gratid ˜
ao. O que eles sentem ´
e bem parecido ao que Pedro sentiu quando disse, sob inspira ¸c ˜
ao:
“Louvado seja o Deus e Pai do nosso Senhor Jesus Cristo, pois, segundo a sua grande miseric ´
ordia, ele nos deu um novo nascimento para uma esperan ¸ca viva por meio da ressurrei ¸c ˜
ao de Jesus Cristo dentre os mortos, para uma heran ¸ca imperec´
ı-vel, sem mancha e que n ˜
ao se apaga. Ela est ´
a reservada nos c ´
eus para voc ˆ
es.” (1 Ped. 1:3, 4) Quando os ungidos leem
es-11, 12. O que um crist ˜
ao ungido talvez se pergunte, mas do que ele nun-ca duvida?
sas palavras, eles n ˜ ao t ˆ
em nenhuma d ´
uvida de que seu Pai ce-lestial est´
a falando diretamente com eles.
13 Antes de receberem esse testemunho pessoal do esp´ ırito de Deus, esses crist˜
aos gostavam muito da esperan ¸ca terrestre.
Eles aguardavam com expectativa o dia em que Jeov´
a purifi-caria a Terra e queriam presenciar esse futuro maravilhoso.
Pode at´
e ser que se imaginassem recebendo de volta seus pa-rentes e amigos ressuscitados. Eles n ˜
ao viam a hora de morar em casas que eles mesmos construiriam e de comer frutos de
´arvores que eles mesmos plantariam. (Isa. 65:21-23) Por que
eles mudaram seu modo de pensar? N˜ ao ´
e que eles ficaram descontentes com essa esperan ¸ca. Tamb ´
em n˜ ao ´
e por causa de estresse ou problemas emocionais. Eles n˜
ao desistiram do nos-so planeta, como se de repente tivessem achado que viver para sempre na Terra seria cansativo ou entediante. Nem ´
e o caso de eles quererem ir para o c ´
eu simplesmente para explorar no-vos horizontes. Em vez disso, o motivo dessa mudan ¸ca ´
e a atua ¸c ˜
ao do esp´
ırito de Deus — que n˜
ao apenas os chamou, ou convidou, mas tamb ´
em mudou sua esperan ¸ca e seu modo de pensar.
14 Ent ˜
ao, ser ´
a que devemos concluir que os ungidos querem morrer? Sob inspira ¸c ˜
ao, Paulo deu a seguinte resposta: “Na
13. Como o modo de pensar de algu´
em muda quando ´
e ungido, e o que causa essa mudan ¸ca?
14. Como os ungidos encaram sua vida na Terra?
verdade, n ´
os, que estamos nesta tenda, gememos oprimidos, pois n ˜
ao queremos nos despir dela, mas queremos nos reves-tir da outra, para que aquilo que ´
e mortal seja consumido pela vida.” (2 Cor. 5:4) Eles n ˜
ao perderam interesse por esta vida, querendo que ela acabe logo. Pelo contr´
ario, eles querem mui-to aproveitar cada dia para servir a Jeov´
a ao lado de amigos e parentes. Mas, n ˜
ao importa o que estejam fazendo, eles nunca se esquecem de sua gloriosa esperan ¸ca para o futuro. — 1 Cor.
15:53; 2 Ped. 1:4; 1 Jo ˜
ao 3:2, 3; Apo. 20:6.
VO C ˆ
E FOI CHAMAD O?
15 Voc ˆ
e talvez esteja se perguntando se recebeu esse convi-te maravilhoso. Se voc ˆ
e acha que recebeu, pense nestas per-guntas importantes: Voc ˆ
e acha que o seu zelo no minist ´ erio ´
e maior do que o normal? ´
E um estudante aplicado da B´ ıblia que ama explorar “as coisas profundas de Deus”? (1 Cor. 2:10) Tem visto Jeov´
a aben ¸coar de modo especial seu minist´ erio?
Tem um forte desejo de fazer a vontade de Jeov ´
a? Sente a res-ponsabilidade de ajudar outros em sentido espiritual? Tem vis-to provas de que Jeov ´
a agiu pessoalmente em sua vida? Se voc ˆ e respondeu sim a todas essas perguntas, ser´
a que isso significa que voc ˆ
e tem a chamada celestial? N˜ ao, n˜
ao significa. Por que n ˜
ao? Porque n ˜ ao s ˜
ao apenas os que tˆ
em essa chamada que se sentem assim. O esp´
ırito de Jeov ´
a age com a mesma for ¸ca na-queles que t ˆ
em a esperan ¸ca de viver para sempre na Terra. Na
15. O que n˜
ao prova que algu´
em foi ungido pelo esp´
ırito santo?
verdade, se voc ˆ e est ´
a se perguntando se recebeu a chamada ce-lestial, isso ´
e suficiente para mostrar que voc ˆ e n ˜
ao recebeu. Os que s ˜
ao chamados por Jeov ´ a n ˜
ao se perguntam se foram con-vidados ou n ˜
ao. Eles t ˆ
em certeza!
16 A B´
ıblia est´
a repleta de exemplos de homens de f´ e que sentiram a atua ¸c ˜
ao do esp´
ırito santo; mesmo assim, eles n ˜ ao tinham a esperan ¸ca de ir para o c ´
eu. Jo ˜
ao Batista foi um de-les. Jesus o elogiou muito, mas disse que Jo ˜
ao n˜
ao faria parte do Reino celestial. (Mat. 11:10, 11) Davi tamb ´
em foi guiado pelo esp´
ırito santo. (1 Sam. 16:13) Ele era um homem muito espiritual e at ´
e foi inspirado a escrever partes da B´
ıblia. (Mar.
12:36) No entanto, Pedro disse que Davi “n˜
ao subiu aos c´ eus”.
(Atos 2:34) O esp´
ırito santo agiu de modo not´
avel nesses ho-mens, mas n ˜
ao lhes deu o testemunho especial de que haviam sido escolhidos para a vida celestial. Ser ´
a que isso quer dizer que eles n ˜
ao eram dignos ou que lhes faltava alguma coisa?
N ˜
ao. Isso simplesmente quer dizer que Jeov ´
a os ressuscitaria para a vida no Para´
ıso na Terra. — Jo ˜
ao 5:28, 29; Atos 24:15.
17 A grande maioria dos servos de Deus hoje n ˜
ao recebeu a chamada celestial. Eles tˆ
em a mesma esperan ¸ca que Davi, Jo ˜
ao Batista e outros homens e mulheres fi´
eis do passado ti-nham. Assim como Abra˜
ao, eles desejam muito ser governados
16. Como sabemos que nem todos que receberam o esp´
ırito de Deus fo-ram convidados a ir para o c´
eu?
17, 18. (a) Que recompensa a maioria dos servos de Deus hoje espera receber? (b) Que perguntas ser˜
ao respondidas no pr ´
oximo artigo?
Acessewww.jw.org ou capture o c´
odigo
5
pelo Reino. (Heb. 11:10) Neste tempo do fim, apenas um res-tante dos escolhidos para a vida celestial ainda vive na Terra.
(Apo. 12:17) Isso significa que a maioria dos 144 mil escolhi-dos j ´
a morreu.
18 Ent˜
ao, como os que t ˆ
em a esperan ¸ca terrestre devem en-carar algu ´
em que afirma ter a esperan ¸ca celestial? Se algu´ em em sua congrega ¸c ˜
ao come ¸ca a participar dos emblemas na Ceia do Senhor, como voc ˆ
e deve reagir? Deve ficar preocupado se houver um aumento no n ´
umero dos que dizem ter a chamada celestial? Essas perguntas ser ˜
ao respondidas no pr ´
oximo ar-tigo.
NOTAS:
[1] (par´
agrafo 4) ´
E poss´
ıvel que o Pentecostes correspondesse ao dia em que a Lei tinha sido dada no monte Sinai. ( ˆ
Exo. 19:1) Ent˜
ao, pode ser que Jesus tenha introduzido uma nova na ¸c ˜
ao, o Israel espiritual, no novo pac-to no mesmo dia em que Mois´
es introduziu o povo de Israel no pacto da Lei.
[2](par´
agrafo 11) Para mais detalhes sobre o que significa nascer de novo, veja A Sentinela de 1.° de abril de 2009, pp. 3-11.