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Foram realizados alguns testes com o software citado acima, testes estes que serão descritos e mostradas imagens para posteriormente fazer uma comparação com outro software.

1º Teste. Foi criada uma partição de 5 GB em um HD. Esta partição foi

formatada em NTFS e após isso foi copiado para esta partição uma pasta de 13 MB com seis arquivos do Word e três arquivos PDF, logo após esta partição foi formatada novamente. Depois desses procedimentos foi executado o software, a opção Drive Recovery foi escolhida, logo após, a partição a ser analisada foi escolhida e depois foi solicitada uma busca rápida de arquivos pela opção Quick Recovery.

Figura 11: Interface de recuperação Stellar Phoenix

Neste teste o esperado era que o software recuperasse de forma rápida os arquivos que estavam na partição antes da mesma ser formatada. E foi o que ocorreu, de forma ágil o software localizou os arquivos, após isso foi só marcar o que era para recuperar e escolher um local para salvar os arquivos, pronto, todos os dados recuperados e todos funcionando normalmente, e o principal, o software recuperou os arquivos e manteve os nomes dos mesmos, sem renomear nada. Abaixo imagem da tela do software neste teste.

Figura 12: Interface recuperação de dados Stellar Phoenix

Fonte: Print Screen Sistema Stellar Phoenix.

2º Teste. Onde o objetivo era recuperar os mesmos arquivos do teste

anterior, porém foram colocados outros arquivos nesta partição e a mesma foi formatada novamente. Desta vez utilizando o mesmo método, que é o Quick Recovery, não houve sucesso, não foram encontrados os arquivos que foram colocados na unidade para efetuar o primeiro teste. Então tentei utilizar a opção mais completa que o software oferece para esse tipo de problema, que é a Raw Recovery. O software localizou os arquivos, salvou os mesmos em uma pasta, mas os arquivos estavam corrompidos, ou seja, o software não obteve sucesso na

recuperação. Foi uma surpresa, pois esperava-se que o software tivesse a capacidade de recuperar os dados, pois é dado como um dos melhores do mercado, mas mesmo sendo poucos arquivos foram efetuadas duas formatações na partição e ainda foram colocados arquivos para sobrescrever os dados que precisavam ser recuperados, tornando a tarefa mais difícil.

3º Teste. Nos testes anteriores foram criadas situações para testar os

softwares, mas neste será abordada uma situação real, onde um usuário perdeu todas as fotos que estavam no cartão SD de sua câmera, pois o mesmo mandou formatar o cartão sem antes ter salvado suas fotos, como fator positivo, o usuário não utilizou mais o cartão após a formatação. O usuário informou que haviam algumas fotos tiradas em um show gospel, mas não sabia dizer quantas fotos eram. Também relatou que as fotos eram importantes para ele. Logo após isso, o cartão de 8 GB foi pego e colocado em um adaptador USB para poder conectá-lo ao computador e executar o software. A opção utilizada no software foi a Quick Recovery, que é a forma mais rápida de recuperação. Para surpresa, em menos de 60 segundos o software localizou vários arquivos, após isso os mesmos foram salvos em uma pasta (40 fotos). Logo após esse procedimento foi efetuado um novo processo utilizando a ferramenta Advanced Recovery, mas nada mudou, o software somente demorou mais tempo, cerca de 6 minutos analisando o dispositivo de armazenamento, mas encontrou o mesmo número de arquivos (40 fotos). Em ambos os processos, os 40 arquivos funcionaram corretamente, nenhum estava corrompido. Após mostrar as imagens para o usuário, proprietário do cartão SD, o mesmo disse que aparentemente eram aquelas fotos, que não lembra de ter tirado outras, sendo assim o software se portou bem e teve sucesso na recuperação dos dados.

4º Teste. No quarto e último teste foi tentado resgatar dados de um HD

Samsung de 320 GB de um notebook, que o Windows não conseguia mais abrir as partições e quando era solicitado abrir alguma partição do disco, o Windows solicitava a formatação da partição, mas mesmo autorizando a formatação não era possível concluir o processo. Foi usada neste disco a ferramenta S.M.A.R.T. que está disponível no Software Stellar Phoenix e a mesma escaneou o disco e localizou vários bad blocks, o que praticamente torna impossível a recuperação dos dados. Na figura a seguir podemos notar que o disco está muito danificado e nos setores em vermelho, que são os bad blocks, é impossível a recuperação dos dados, pois são

setores aonde há danos físicos no disco. Mesmo assim, pode-se notar que existem setores que não estão danificados e por isso o software Stellar foi utilizado para tentar recuperar alguma informação.

Figura 13: Scan disk efetuado no software Stellar Phoenix

Fonte: Print Screen Sistema Stellar Phoenix.

Foi utilizada a opção Raw Recovery, do software Stellar Phoenix neste teste para tentar recuperar alguma informação. O software começou a varrer o disco em busca de informações e logo após foi possível ouvir barulhos de cliques vindo do interior do disco. Em seguida o software parou de responder, tendo de ser reiniciado, mas para surpresa não localizou mais o disco. Então foi necessário reiniciar o computador e tentar realizar novamente o processo, então o software localizava o disco, mas quando era dada a ordem para escanear o disco em busca de informações o mesmo problema ocorria. O software parava de responder e não localizava mais o disco. Neste caso, como existem vários bad blocks, possivelmente a cabeça de leitura e gravação deve ter entrado em contato com os discos magnéticos e pode ter sido danificada.

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