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TEXTOS E TRADUÇÕES

No documento "A vida por um fio". Inovando em recital (páginas 39-45)

Capítulo IV – O trabalho com Catarina Rosa

ANEXO 2 TEXTOS E TRADUÇÕES

Ombra mai fu Ombra mai fu di vegetabile cara ed amabile, soave più. Cara ed amabile, ombra mai fu di vegetabile cara ed amabile, soave più. Nunca a sombra Nunca a sombra de uma planta foi tão querida e amável, tão suave. Querida e amável, nunca a sombra de uma planta foi tão querida e amável, tão suave. Im wunderschönen Monat Mai,

Im wunderschönen Monat Mai, als alle Knospen sprangen, da ist in meinem Herzen die Liebe aufgegangen. Im wunderschönen Monat Mai, als alle Vögel sangen, da hab' ich ihr gestanden mein Sehnen und Verlangen.

No maravilhoso mês de Maio, No maravilhoso mês de Maio, Quando todos os rebentos brotavam, Então no meu coração

Desabrochou o amor. No maravilhoso mês de Maio, Quando todos os pássaros cantavam, Então confessei-lhe

Os meus anseios e desejos.

Die Rose, die Lilie, die Taube, die Sonne, Die Rose, die Lilie, die Taube, die Sonne, die liebt' ich einst alle in Liebeswonne. Ich lieb' sie nicht mehr, ich liebe alleine die Kleine, die Feine, die Reine, die Eine; sie selber, aller Liebeswonne,

ist Rose und Lilie und Taube und Sonne.

A rosa, o lírio, a pomba, o sol, A rosa, o lírio, a pomba, o sol,

Todos amei outrora em enlevos de amor. Já não os amo mais, amo apenas A pequena, a bela, a pura, a única; Ela própria, enlevo de todo o meu amor, É rosa e lírio e pomba e sol.

It was a lover and his lass Era um amante e sua moça It was a lover and his lass,

With a hey, and a ho, and a hey nonino That o'er the green corn-field did pass, In the spring time, the only pretty ring time, When birds do sing, hey ding a ding a ding; Sweet lovers love the spring.

Between the acres of the rye,

With a hey, and a ho, and a hey nonino, These pretty country folks would lie, In the spring time, the only pretty ring time, When birds do sing, hey ding a ding a ding; Sweet lovers love the spring.

This carol they began that hour, With a hey, and a ho, and a hey nonino, How that a life was but a flower

In the spring time, the only pretty ring time, When birds do sing, hey ding a ding a ding; Sweet lovers love the spring.

And therefore take the present time With a hey, and a ho, and a hey nonino, For love is crownéd with the prime

In the spring time, the only pretty ring time,

Era um amante e sua moça,

Com um hey, e um ho, e um hey nonino, Que sobre o verde campo de milho passaram, Na Primavera, o único tempo belo e reluzente, Quando os pássaros cantam, hey ding, ding; Os doces amantes amam a Primavera. Entre os campos de centeio,

Com um hey, e um ho, e um hey nonino, Estas belas gentes do campo se deitariam, Na Primavera, o único tempo belo e reluzente, Quando os pássaros cantam, hey ding, ding; Os doces amantes amam a Primavera. Este canto começaram naquela hora, Com um hey, e um ho, e um hey nonino, De como a vida era apenas uma flor

Na Primavera, o único tempo belo e reluzente, Quando os pássaros cantam, hey ding, ding; Os doces amantes amam a Primavera. E, portanto, aproveitaram o momento Com um hey, e um ho, e um hey nonino, Pois o amor é coroada com as primícias Na Primavera, o único tempo belo e reluzente,

When birds do sing, hey ding a ding a ding;

Sweet lovers love the spring. Quando os pássaros cantam, hey ding, ding; Os doces amantes amam a Primavera. Take, o take those lips away Leva, ó leva contigo esses lábios

Take, o take those lips away, That so sweetly were forsworn; And those eyes, the break of day, Lights that do mislead the morn: But my kisses bring again;

Seals of love, but sealed, but sealed in vain!

Leva, ó leva contigo esses lábios, Que tão docemente foram renegados; E esses olhos, o romper do dia, Luzes que induzem em erro a manhã: Mas os meus beijos traz de novo;

Selos de amor, mas selados, mas selados em vão! A formosura desta fresca serra

A formosura desta fresca serra, E a sombra dos verdes castanheiros, O manso caminhar destes ribeiros, Donde toda a tristeza se desterra; O rouco som do mar, a estranha terra, O esconder do sol pelos outeiros, O recolher dos gados derradeiros Das nuvens pelo ar a branda guerra. Enfim, tudo o que a rara natureza Com tanta variedade nos oferece, Me está, se não te vejo, magoando. Sem ti, tudo me enoja e me aborrece; Sem ti, perpetuamente estou passando Nas mores alegrias mor tristeza.

Erster Verlust Primeira Perda

Ach, wer bringt die schönen Tage, Jene Tage der ersten Liebe, Ach, wer bringt nur eine Stunde Jener holden Zeit zurück? Einsam nähr' ich meine Wunde, Und mit stets erneuter Klage Traur' ich ums verlorne Glück, Ach, wer bringt die schönen Tage, Jene holde Zeit zurück!

Ah, quem trará de volta aqueles belos dias Aqueles dias do primeiro amor?

Ah, quem trará de volta uma hora apenas Daquele tempo maravilhoso?

Sozinho, eu nutro a minha ferida

E com lamentos constantemente renovados Eu choro a minha felicidade perdida. Ah, quem trará de volta aqueles belos dias, Aquele tempo maravilhoso!

Ein Jüngling liebt ein Mädchen Um jovem amava uma rapariga Ein Jüngling liebt ein Mädchen,

Die hat einen andern erwählt; Der andre liebt eine andre, Und hat sich mit dieser vermählt. Das Mädchen nimmt aus Ärger Den ersten besten Mann, Der ihr in den Weg gelaufen; Der Jüngling ist übel dran. Es ist eine alte Geschichte, Doch bleibt sie immer neu; Und wem sie just passieret, Dem bricht das Herz entzwei.

Um jovem amava uma rapariga Que tinha escolhido um outro O outro gosta de outra E com esta se casou

A rapariga aceitou, de zangada O primeiro homem

Que com ela se cruzou no caminho O rapaz tem pouca sorte

É uma velha história

Porém permanece sempre nova E, precisamente, a quem ela acontece Parte-se-lhe o coração.

Del Ciel d'amore Do Céu do Amor Del Ciel d'amore

sorte sì bella, chi mai sperò! Per mio splendore qual fu la stella, che lampeggiò!

Do céu do Amor Uma sorte tão boa Que jamais esperei! Para o meu esplendor Qual foi a estrela Que brilhou! [?]

Vous qui faites l’endormie Vós que fingis dormir - Fausto Vous qui faites l‘endormie,

N‘entendez-vous pas, N‘entendez-vous pás? Ô Catherine, ma mie N‘entendez-vous pas, Ma voix et mes pas? Ainsi ton gallant t‘appelle Ainsi ton gallant t‘appelle Et ton coeur l‘en crois. Ah! N‘ouvre ta porte, ma belle, Que la bague au doigt!

Catherine que j‘adore, Pourquoi refuser

A l‘amant qui vous implore Pourquoi refuser un si doux baiser? Ainsi ton gallant supplie Ainsi ton gallant supplie Et ton coeur l‘en croit. Ah! Ne donne un baiser, ma mie Que la bague au doigt!

Vós que fingis dormir, Não ouvis,

Não ouvis?

Oh Catarina, minha querida Não ouvis,

A minha voz e os meus passos? Assim o teu amor te chama Assim o teu amor te chama E o teu coração acredita. Ah! Não abras a tua porta, minha bela, Até o anel estar no teu dedo! Catarina que eu adoro Porquê recusar

Ao amante que vos implora Porquê recusar um tão doce beijo? Assim o teu amor suplica

Assim o teu amor suplica E o teu coração acredita. Ah! Não dês um beijo, minha querida Até o anel estar no teu dedo!

Chanson romanesque Si vous me disiez que la terre À tant tourner vous offensa, Je lui dépêcherais Pança: Vous la verriez fixe et se taire. Si vous me disiez que l'ennui Vous vient du ciel trop fleuri d'astres, Déchirant les divins cadastres, Je faucherais d'un coup la nuit. Si vous me disiez que l'espace Ainsi vidé ne vous plaît point, Chevalier dieu, la lance au poing. J'étoilerais le vent qui passe. Mais si vous disiez que mon sang Est plus à moi qu'à vous, ma Dame, Je blêmirais dessous le blâme Et je mourrais, vous bénissant. Ô Dulcinée.

Canção romanesca Se me dissésseis que a terra De tanto girar vos ofendeu Mandar-lhe-ia Sancho Pança: Vê-la-íeis quieta e calada. Se me dissésseis que o tédio

Vos vem do céu demasiado florido de astros, Rasgando os divinos cadastros

Eu cortaria dum golpe a noite Se me dissésseis que o espaço Assim esvaziado não vos agrada nada Cavaleiro-deus, de lança em punho Semearia de estrelas o vento que passa Mas se dissésseis que o meu sangue É mais meu que vosso, minha Senhora, Empalideceria de vergonha

E morreria abençoando-vos, Ó Dulcineia.

Dover Beach A Praia de Dover The sea is calm to-night.

The tide is full, the moon lies fair

Upon the straits; —on the French coast the light Gleams and is gone; the cliffs of England stand, Glimmering and vast, out in the tranquil bay. Come to the window, sweet is the night-air! Only, from the long line of spray

Where the sea meets the moon-blanch'd land, Listen! you hear the grating roar

Of pebbles which the waves draw back, and fling, At their return, up the high strand,

Begin, and cease, and then again begin, With tremulous cadence slow, and bring The eternal note of sadness in. Sophocles long ago

Heard it on the Ægæan, and it brought Into his mind the turbid ebb and flow Of human misery; we

Find also in the sound a thought, Hearing it by this distant northern sea The Sea of Faith

Was once, too, at the full, and round earth's shore Lay like the folds of a bright girdle furl'd. But now I only hear

Its melancholy, long, withdrawing roar, Retreating, to the breath

Of the night-wind, down the vast edges drear And naked shingles of the world.

Ah, love, let us be true

To one another! for the world, which seems To lie before us like a land of dreams, So various, so beautiful, so new,

Hath really neither joy, nor love, nor light, Nor certitude, nor peace, nor help for pain; And we are here as on a darkling plain

Swept with confused alarms of struggle and flight, Where ignorant armies clash by night.

O mar está calmo esta noite

A maré está cheia, a lua repousa bela

Sobre os estreitos; - na costa francesa a luz cintila e desaparece; os penhascos de Inglaterra erguem-se Vastos e bruxuleantes, sobre a baía tranquila. Vem à janela, doce é o ar da noite!

Somente, desde a longa linha de espuma

Onde o mar encontra a terra branqueada pela lua, Escuta! Tu ouves o estrondo triturador

De calhaus que as ondas puxam para si, e arremessam, De regresso, pela praia a cima,

Começa, e pára, e de novo recomeça, Numa cadência lenta e trémula, e dá a deixa Para a eterna nota de tristeza.

Sófocles há muito

Ouviu-o sobre o [mar] Egeu, e trouxe-lhe À memória o vaivém turvo

Da miséria humana; nós

Encontramos também no som um pensamento, Ouvindo-o junto a este distante mar do norte O Mar da Fé

Esteve em tempos, também, em maré cheia, e a [redonda costa da Terra Estendia-se como as dobras de uma brilhante cinta

[enrolada. Mas agora apenas ouço

O seu troar longo e melancólico desaparecendo, Retirando-se, para o hálito

Do vento-da-noite, pelos vastos e tristonhos penhascos E pelos seixos nus de todo o Mundo.

Ah, amor, sejamos verdadeiros

Um com o outro! Porque o mundo, que parece Estender-se à nossa frente como uma terra de sonho, Tão diverso, tão belo, tão novo,

Na verdade não tem alegria, nem amor, nem luz, Nem certezas, nem paz, nem alívio para a dor; E nós estamos aqui como numa planície que anoitece Perturbados por alarmes confusos de luta e de fuga, Onde exércitos ignorantes se confrontam na noite.

Die alten, bösen Lieder As antigas e cruéis canções

Die alten, bösen Lieder, die Träume bös' und arg, die laßt uns jetzt begraben, holt einen großen Sarg. Hinein leg' ich gar manches, doch sag' ich noch nicht was. Der Sarg muß sein noch größer, wie's Heidelberger Faß. Und holt eine Totenbahre, von Bretter fest und dick; auch muß sie sein noch länger, als wie zu Mainz die Brück'. Und holt mir auch zwölf Riesen, die müssen noch stärker sein als wie der starke Christoph im Dom zu Köln am Rhein. Die sollen den Sarg forttragen, und senken in's Meer hinab; denn solchem großen Sarge gebührt ein großes Grab. Wißt ihr warum der Sarg wohl so groß und schwer mag sein? Ich senkt' auch meine Liebe Und meinen Schmerz hinein.

As antigas e cruéis canções, Os sonhos perversos e maldosos, Enterremo-los agora,

Vão procurar um grande ataúde. Dentro coloco muitas coisas, Porém ainda não digo o quê; O ataúde tem que ser maior Do que o tonel de Heidelberg. E vão procurar um caixão E tábuas firmes e grossas;

Também têm que ser mais compridas Do que a ponte de Mainz.

E buscai-me também doze gigantes Que têm de ser mais fortes Que o forte S. Cristóvão Da catedral de Colónia, no Reno. Eles deverão levar o ataúde E descê-lo para dentro do mar; Porque a tão grande ataúde É adequada uma grande sepultura. Sabeis porque é que o ataúde Tão grande e pesado há-de ser? Lá dentro coloquei não só o meu amor Como também a minha dor.

Come Away, Come Away, Death! Come away, come away, death! And in sad cypress let me be laid; Fly away, fly away, breath; I am slain by a cruel, fair maid. My shroud of white, stuck all with yew, O prepare it!

My part of death, no one so true, Did share it.

Not a flower, not a flower sweet, On my black coffin let there be strown; Not a friend, not a friend greet

My poor corpse, when my bones shall be thrown. A thousand, thousand sighs to save,

Lay me where

Sad true lover never find my grave, To weep there!

Come away, come away, death!

Vem daí, vem daí, morte! Vem daí, vem daí, morte!

E junto aos tristes cipreste deixa-me deitar; Voa para longe, voa para longe, ó fôlego; Sou imolado por uma cruel mas formosa donzela. A minha mortalha branca, toda presa com ramos de

[teixo, Oh prepara-a!

A minha parte na morte, ninguém tão verdadeiro, A compartilhou.

Nem uma flor, nem uma flor doce, Sobre o meu negro caixão seja lançada; Nem um amigo, nem um amigo saudará

O meu pobre cadáver, quando os meus ossos forem [atirados. Mil, mil suspiros para poupar,

Deita-me onde

[A minha] verdadeira e triste amada não encontre nunca [a minha sepultura, Para lá chorar!

Vem daí, vem daí, morte!

O menino de sua mãe No plaino abandonado Que a morna brisa aquece, De balas trespassado - Duas, de lado a lado - Jaz morto, e arrefece. Raia-lhe a farda o sangue. De braços estendidos, Alvo, louro, exangue, Fita com olhar langue E cego os céus perdidos. Tão jovem! Que jovem era! (agora que idade tem?) Filho único, a mãe lhe dera Um nome e o mantivera: «O menino de sua mãe.» Caiu-lhe da algibeira A cigarreira breve.

Dera-lhe a mãe. Está inteira E boa a cigarreira.

De outra algibeira, alada Ponta a roçar o solo, A brancura embainhada De um lenço… dera-lho a criada Velha que o trouxe ao colo. Lá longe, em casa, há a prece: ―Que volte cedo, e bem!‖ (Malhas que o Império tece!) Jaz morto e apodrece O menino de sua mãe.

Fear no more the heat o' the sun Não temas mais o calor do sol Fear no more the heat o' the sun,

Nor the furious winter's rages; Thou thy worldly task hast done, Home art gone, and ta'en thy wages; Golden lads and girls all must, As chimney-sweepers, come to dust. Fear no more the frown o' the great; Thou art past the tyrant's stroke: Care no more to clothe and eat; To thee the reed is as the oak: The sceptre, learning, physic, must All follow this, and come to dust. Fear no more the lightning-flash, Nor the all-dreaded thunder-stone; Fear not slander, censure rash; Thou hast finished joy and moan; All lovers young, all lovers must Consign to thee, and come to dust. No exorciser harm thee!

Nor no witchcraft charm thee! Ghost unlaid forbear thee! Nothing ill come near thee! Quiet consummation have; And renownéd be thy grave!

Não temas mais o calor do sol, Nem as fúrias do raivoso Inverno; A tua missão terrena já terminaste, Estás em casa e recebeste o teu salário; Louros rapazes e raparigas, todos acabarão, Como limpa-chaminés, por tornar ao pó.

Não temas mais a ira dos poderosos; Já não te pode atingir o golpe do tirano: Não procures mais que comer ou que vestir; Para ti juncos e carvalhos são iguais: Soberanos, sábios, doutores, acabarão por Aceitar o seu destino e tornar ao pó.

Não temas mais o brilho do relâmpago Ou o trovão que todos aterroriza; Não temas a calúnia ou a censura;

Para ti terminaram tanto as alegrias como os lamentos; Todos os jovens amantes, todos acabarão por

Seguir-te e tornar ao pó. Nenhum exorcista te atormente! Nem nenhuma bruxaria te encante! Espíritos insepultos te deixem em paz! Nenhum mal se aproxime de ti! Seja sereno o teu fim; E famosa a tua sepultura!

O du, mein holder Abendstern Tu, minha cara estrela da tarde

Wie Todesahnung Dämm rung deckt die Lande, umhüllt das Tal mit schwärzlichem Gewande; der Seele, die nach jenen Höhn verlangt, vor ihrem Flug durch Nacht und Grausen bangt. Da scheinest du, o lieblichster der Sterne, dein Sanftes Licht entsendest du der Ferne; die nächt'ge Dämm rung teilt dein lieber Strahl, und freundlich zeigst du den Weg aus dem Tal. O du, mein holder Abendstern,

wohl grüsst' ich immer dich so gern: vom Herzen, das sie nie verriet, grüsse sie, wenn sie vorbei dir zieht, wenn sie entschwebt dem Tal der Erden, ein sel'ger Engel dort zu werden!

Como um presságio de morte, a noite cobre a Terra, abraçando o vale com um manto negro.

A alma, que anseia pelas alturas,

treme antes de partir, voando na escuridão. E então tu apareces, a mais querida das estrelas, enviando de longe a tua luz suave.

O teu raio abre a escuridão nocturna

e, como um amigo, mostra o caminho para fora do vale. Tu, minha cara estrela da tarde,

sempre te saudei com alegria. Do coração, que nunca a traiu, saúda-a quando ela passar por aí, quando ela deixar os vales desta Terra para se tornar um anjo junto de ti.

ANEXO 3

No documento "A vida por um fio". Inovando em recital (páginas 39-45)

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