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TICAS DE U% SACERDOTE

No documento Apostila Omo Ifa (páginas 30-33)

Ser ree"tiBo ao! en!ina(ento!

B )&n)&a de Ifá 9 a )&n)&a da K&da. +eKe,a os m&st9r&os ma&s &ntr&)ados e o)u,tos da eD&stn)&a )Psm&)a em todos os seus p,anos. ;on8e)-,a 9 )on8e)er os m&st9r&os da K&da e da morteA dom&ná-,a 9 deter os ar)anos da sa=edor&a. O ?@=á,áo deKe ter um &nte,e)to desenKo,K&do o suf&)&ente para a=sorKer e reg&strar tudo o ue a e,a d& respe&to. Vão 9 =astanteA no entantoA o )on8e)&mento r&tua,Cst&)oA mas pr&n)&pa,menteA o s&gn&f&)ado

do r&tua,A dos sCm=o,os e de tudo o ma&s. B )ompreensão dos m&st9r&os e a &nterpretação de suas a,egor&as são &nd&spensáKe&s para ue o =@=á,áo assuma toda a sua poten)&a,&dade sa)erdota,.

Z Ser i!ento #e "reoneito! #e ,al,er e!"*ie

O pre)on)e&to sea de ue forma se man&festeA 9 um e,emento desagregador. B função do ?@=á,áo 9 reun&r  em torno de Orunm&,á e dos Or&DásA todos os seres 8umanosA &ndependente de )redoA na)&ona,&dadeA raça e )ond&ção so)&a,. Bg&r de forma pre)on)e&tuosa resu,ta sempre na o=strução do o=et&Ko f&na,R a un&ão de todos.

[ Sa$er !er !eletiBo !e( (elin#rar

Fa=er se,e)&onar as pessoas ue faem parte do seu )onKCK&o 9 uma o=r&gação do ?@=á,áo. B prom&s)u&dade no re,a)&onamento será sempre no)&Ka ao =om desempen8o das funçEes sa)erdota&s e deKe-se ter em mente ue Huma maçã podre )ontam&na e apodre)em todas as outras dentro do )esto. Vo entantoA esta se,eção deKerá ser fe&ta de forma )u&dadosa e d&p,omát&)aA sem ue a sus)ept&=&,&dade da pessoa &ndeseáKe, sea fer&daA e sP deKerá ser adotada depo&s ue todos os re)ursos de re)uperação ten8am s&do esgotados. O  pr&me&ro re)urso 9 de&Dar a pessoa mu&to @ Kontade para Ker at9 onde e,a Ka& )om suas &d9&as e )omportamentos. Fegundo re)urso 9 o=serKar seu )aráterA suas &ntençEesA seu e&to de fa,ar e )ondu&r a K&da. B,9m d&ssoA o=serKando o ue e,a desea e está faendo )om a sua prPpr&a K&da e &nf,uen)&ando na K&da de seus ma&s prPD&mos. Ter)e&ro re)urso 9 )8amá-,a e &ndagá-,a so=re o ue rea,mente desea na sua K&da num todoA &sso sP a part&r do momento ue n&ngu9m ma&s t&Ker atençEes Ko,tadas para a pessoaA aK&sando-a ue está sa&ndo dos padrEes esta=e,e)&dos por IfáA atraK9s do ?@=á,@o. `uarto re)urso 9 se 8ouKer tempo 8á=&,A a pessoa deKe ser ,eKada perante IfáA então o ?@=á,áo deKe =us)ar respostas para sa=er se a pessoa está so= &nf,un)&as de a,guma man&festação esp&r&tua, ou se a s&tuação está sendo gerada pe,a prPpr&a pessoa-Or& em  perCodo<r% por desa,&n8o )om Ifá e Or&sa. O `u&nto re)urso 9 se a pessoa est&Ker so= a,guma &nf,un)&a ma,9f&)aA uando deKerá passar por <=PA as suas prPpr&as )ustas. Mas se a s&tuação est&Ker sendo gerada pe,a  pessoa e se )onstatando ue e,a á se perdeu e não a)e&ta ma&s se rea,&n8ar )om os )onse,8os do ?@=á,áo.

<ntão a ún&)a a,ternat&Ka do ?@=á,áo 9 ped&r ue e,a não Ko,te ma&s ao I,e-Ifá para eK&tar ma&ores  pro=,emas e transtornos para am=os. Lepo&s ue a pessoa for em=oraA o ?@=á,áo deKerá eDe)utar um t&po

de ,&mpea esp&r&tua, dentro do I,eA na f&na,&dade de ,&mpar os rastros da pessoa de&Dados no I,e e a part&r de entãoA todos deKem esue)-,a def&n&t&Ka e &med&atamenteA sem se uer ama&sA to)ar em seu nome nem mesmo )om =oas ,em=ranças. O ?@=á,áo ama&s deKerá a)e&tar o retorno desta pessoa apPs ta, ,&mpea. B  pessoa mau )aráter não mudaA e,a sP dá um tempo e Ko,ta a faer o p&or. Todos deKem ter )u&dado )om  pessoas sensCKe&s aos eDtremosA duK&dosasA &nsegurasA &mprudentesA )ontestadorasA pre)&p&tadasA fa,adoras e anaru&stas. <ssas são Kerdade&ros K(nda,os em um I,. O =om ?@=á,áo deKe ter I8a-rere =om )aráter/A I$Q8Q respe&to/AOl) 8onra/AA6 a,egr&a/. <,e sa=e o ue d&er )omo um =om )onse,8o e tam=9m a)e&tar  as d&ferenças entre )ada pessoa. cm ?@=á,áo não desrespe&ta outrem at9 ue e,e não sea desrespe&tadoA 9 uma pessoa proK&da de mu&ta )a,maA 9t&)aA pa)&n)&aA eDper&n)&aA sa=edor&a e mu&ta atenção.

\ Po!!ir (oral ili$a#a

B mora, do ?@=á,áo deKe ser ,&mpa e eDemp,ar. Vão 9 d&gno de )r9d&toA nem pode ,&derar um grupo re,&g&osoA o 8omem ue se entrega ao KC)&oA ue se de&Da dom&nar pe,a pregu&çaA ue eDp,ora e a=usa de mu,8eres ou prat&ue atos ue o )o,oue @ margem da ,e& dos 8omens. J pre)&so estar atento ao fato de ue a )orrupção 9 um dos atos ma&s &mora&s ue o ser 8umano pode prat&)ar. Fendo ass&mA o sa)erdote será sempre &n)orruptCKe, e ama&s tentará )orromper a uem uer ue sea. O ?@=á,áo não &nst&ga outrem para faer o ma,.

] Galar !o(ente a Ber#a#e e ltar "or ela

Nara um ?@=á,áoA a Kerdade estará sempre a)&ma de ua,uer outra )o&sa. Bs ment&rasA mesmo aue,as ape,&dadas de ment&ras p&edosasA sempre a)a=am sendo des)o=ertas e o resu,tado 9 a desmora,&ação de uem de,a fe uso. H]a,ar a KerdadeA somente a KerdadeA ordena um Itan em #sátura. < o ue 9 a Kerdade B Kerdade 9 a pa,aKra de Orunm&,á atuando so=re a Terra. Todo aue,e ue fa,a a KerdadeA nada ma&s ue a KerdadeA re)e=e o p,eno apo&o dos #rìs@.

^ Con#ir-!e o( reti#5o e( to#o! o! !etore! #a Bi#a

O )am&n8o reto 9 o )am&n8o do =em. O )am&n8o do =em 9 o )am&n8o do Kerdade&ro sa)erdote. Bue,e ue se desK&a do )am&n8o retoA tende a perder-se em sendas ata,8os/ ue podem de forma &,usPr&aA pare)er fá)e&s de serem tr&,8adasA mas ue )om o de)orrer do tempoA )onf&guram-se )omo tortuosas e garran)8entasA &mpossCKe&s de serem tr&,8adas )om d&gn&dade. O )am&n8o erradoA )omo determ&na o * Mandamento de IfáR /N5o o2ereer a "o!!i$ili#a#e #e retorno4 * ( a(inho !e( Bolta

_ Sa$er :ar#ar !e:re#o #a,ilo ,e * !e:re#o

O segredo 9 reKe,ado ao &n&)&ado eA somente e,eA pode )on8e)-,o. +eKe,ar segredos da re,&g&ão )orresponde a sa)r&,9g&oA a ue=ra de ta=u. Mas nem tudo 9 segredoA nem tudo deKe permane)er o)u,to do Ku,go. Bo )ontrár&oA mu&tas )o&sas deKem ser reKe,adas ao não &n&)&ado para uma me,8or )ompreensão da nossa re,&g&ão e tam=9m )omo artefato de defesa )ontra a ação dos fa,sos sa)erdotes.

` Sa$er (anter a al(a e o e,il@$rio

O ?@=á,áo não podeA em )&r)unst(n)&a a,gumaA perder a )a,ma e o )ontro,e so=re s& mesmo ou so=re a s&tuação. Bo ,&dar )om espCr&tos de d&Kersas ua,&dades e 8&eraru&asA poderá ser surpreend&do por )o&sas

assustadoras e ameaçadoras. B&nda ass&mA se mant9m )a,mo e dom&na a s&tuação eA para &stoA possuem me&os e re)ursos ue adu&re na prát&)a e na teor&a. Mesmo em s&tuaçEes do )ot&d&anoA a sua )a,ma 9 mant&da e as emoçEes )ontro,adas.

 Ser /ho(e( no !enti#o total e (ai! a("lo #o ter(o

B eDpressão Hser 8omem tem um s&gn&f&)ado mu&to ma&s profundo do ue pode pare)erA numa o=serKação apenas superf&)&a,. HFer 8omem 9 possu&r todas as ua,&dades esperadas num ser 8umano do seDo mas)u,&noA adm&t&ndo-se aC os peuenos defe&tos &nerentes @ naturea 8umana. HFer 8omem 9 sa=er ag&r  dentro de todos os d&tames anter&ormente des)r&tosA sem ue )om &sto a pessoa Ken8a a K&o,entar-se. HFer  8omem 9 sa=er respe&tar a mu,8er )omo representante do poder de pro)r&arA a ua, garante a perpetuação da esp9)&e 8umana e re)on8e)erA na sua aparente fraueaA a força de ue 9 portadora em tudo ue 9 super&or ao seDo mas)u,&no.

No documento Apostila Omo Ifa (páginas 30-33)

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