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Parte II – Projetos desenvolvidos

2. Tosse e antitússicos

2.7. Tosse e antitússicos: conclusão

A tosse continua a ser um sintoma menosprezado por muita gente, que a encara como apenas um sintoma, não procurando a sua causa. Na sua base estão muitas vezes patologias crónicas, de maior ou menor gravidade, que devem primeiramente ser tratadas antes de se recorrer a antitússicos. Neste contexto, a estimativa da duração do episódio de tosse pode revelar-se de extrema importância para fins de diagnóstico, uma vez que a duração está muitas vezes relacionada com causas específicas, sendo assim mais fácil a sua avaliação. A correta distinção entre tosse produtiva e não produtiva também é importante, pois auxilia os profissionais de saúde, nomeadamente o farmacêutico, na indicação da opção terapêutica mais adequada. São ainda de salientar as medidas não farmacológicas ao alcance de cada um para controlo e alívio da sintomatologia, e que por vezes fazem a diferença antes de se recorrer, por vezes desnecessariamente, à toma de medicamentos.

Conclusão Final

Apesar de curtos, posso dizer que os 4 meses que passei na FMC foram repletos e verdadeiramente enriquecedores a nível pessoal e profissional. O contacto com as várias vertentes do ato farmacêutico a nível comunitário mostrou-me a pluralidade da profissão, que não passa apenas pela dispensa de medicamentos, mas por todo um conjunto de intervenções singulares que afetam diretamente a população, ficando bem patente a importância e o valor que o farmacêutico

comunitário tem na sociedade, como prestador de cuidados de saúde e o profissional de saúde mais acessível à população em geral.

Cada dia desta jornada foi um desafio. Foi gratificante colher diariamente os frutos da minha aprendizagem, e ao fim de 4 meses aperceber-me da minha evolução, não só a nível técnico e científico, como também a nível pessoal, pois melhorei em muito a minha capacidade de comunicação e de adaptação às mais diversas e caricatas situações. Contudo, sei que muito está ainda para vir e muito mais terei de aprender. Servir a comunidade implica sensibilidade, responsabilidade, e sobretudo uma atualização constante do conhecimento, de modo a não ficar preso a um presente que num ápice se torna passado, que é bastante caraterístico do mundo atual. De forma a preparar-me para essa realidade em muito contribuíram os projetos que desenvolvi durante o estágio, uma vez que me ajudaram a desenvolver as minhas capacidades de comunicação, pesquisa e pensamento crítico.

O futuro é construído passo a passo, e esta experiência, apesar de curta, contribuiu em muito para a minha formação enquanto pessoa e futuro profissional, e recordá-la-ei sempre como um dos passos que para mim foi mais interessante e gratificante.

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Anexos

Anexo I: Cronograma das atividades realizadas durante o estágio

Atividade Maio Junho Julho Agosto Setembro

Receção de encomendas X X X X X

Verificação de stocks e validades X X

Outros serviços prestados na farmácia X X X X

Atendimento X X X X

Projetos desenvolvidos X X

Anexo II: Campanha promocional da marca Chicco®

RELAT Ó RI O

D E EST Á GI O

M

2016- 17

REALIZADO NO ÂMBITO DO MESTRADO INTEGRADO EM CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS

Instituto Português de Oncologia do Porto Francisco Gentil, E.P. E.

Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto

Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas

Relatório de Estágio Profissionalizante

Instituto Português de Oncologia do Porto Francisco Gentil, E.P.E.

Março e Abril de 2017

João Paulino Dourado Pereira

Orientadora: Dra. Florbela Braga

_________________________________

Declaração de Integridade

Eu, João Paulino Dourado Pereira, abaixo assinado, nº 201207600, aluno do

Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas da Faculdade de Farmácia da

Universidade do Porto, declaro ter atuado com absoluta integridade na elaboração deste

documento.

Nesse sentido, confirmo que NÃO incorri em plágio (ato pelo qual um indivíduo,

mesmo por omissão, assume a autoria de um determinado trabalho intelectual ou partes

dele). Mais declaro que todas as frases que retirei de trabalhos anteriores pertencentes a

outros autores foram referenciadas ou redigidas com novas palavras, tendo neste caso

colocado a citação da fonte bibliográfica.

Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto, ____ de __________________ de

______

Agradecimentos

Antes de mais quero agradecer à Dra. Florbela Braga pela oportunidade que me concedeu de poder estagiar num dos hospitais de referência a nível nacional, o IPO do Porto, bem como por toda a disponibilidade e atenção demonstradas, e também pela boa integração que me proporcionou, quer com a equipa, quer no contexto hospitalar em geral.

A todos os membros dos serviços farmacêuticos o meu muito obrigado por todos os momentos perdidos na tentativa de me fazer crescer enquanto profissional, por toda a generosidade demonstrada no esclarecimento de qualquer dúvida, e por me fazerem sentir não só como mais um estagiário apenas, mas como um futuro colega de profissão.

Aos professores da comissão de estágio, por todo o trabalho realizado e tempo perdidos na tentativa de nos proporcionar um estágio de final de curso de qualidade.

E por último, mas não menos importante, quero agradecer à minha família e aos meus amigos, por toda a paciência que tiveram, bem como todo o apoio que me prestaram nos momentos mais difíceis, e por todas as alegrias que comigo partilharam ao longo desta jornada.

Resumo

O Instituto Português de Oncologia do Porto Francisco Gentil, Entidade Pública Empresarial destacou-se e tem-se vindo a destacar em muitas áreas, sendo considerado um dos hospitais de referência em termos oncológicos a nível nacional. Aí tive a oportunidade de estagiar durante 2 meses, onde pude conhecer os vários setores dos serviços farmacêuticos hospitalares, aos quais cabe a execução das atividades farmacêuticas, bem como a dinâmica a eles associada e a sua importância no contexto hospitalar. De entre as várias fases do circuito do medicamento (seleção, aquisição, receção, distribuição, administração) contactei mais de perto com a distribuição, no entanto, pude perceber que todas elas atuam de forma sinérgica no sentido de suprir as necessidades do hospital em termos medicamentosos, e garantir a qualidade, segurança e eficácia dos tratamentos efetuados aos doentes. No que toca à da distribuição propriamente dita esta assume diversas vertentes: a distribuição tradicional, a distribuição individualizada diária em dose unitária, a distribuição em regime de ambulatório, e ainda a distribuição de medicamentos cuja legislação a eles associada impõe maiores restrições no manuseamento e dispensa. Outra das áreas com a qual contactei mais de perto foi a farmacotecnia, onde se procede à preparação de medicação para o doente de forma individualizada, quando o mercado não dispõe de alternativas viáveis. Para isso, os serviços farmacêuticos contam com as unidades de preparação de não estéreis e estéreis e a unidade centralizada de quimioterapia. Durante a minha passagem pelo IPOPFG, E.P.E. tive ainda a possibilidade de contactar com áreas mais específicas como a dos ensaios clínicos e da radiofarmácia, e também de perceber o caráter interventivo do farmacêutico em termos de prestação de informações relativas ao medicamento a outros profissionais, e como membro de comissões hospitalares, nomeadamente da Comissão de Farmácia e Terapêutica.

Índice

Declaração de Integridade ... iii Agradecimentos ... iv Resumo ... v Índice ... vi Lista de abreviaturas ... viii Lista de tabelas ... ix Lista de anexos ... ix 1. Introdução ... 1 2. Instituto Português de Oncologia do Porto Francisco Gentil, Entidade Pública Empresarial ... 1 3. Serviços farmacêuticos ... 2 3.1. Localização e organização das instalações ... 2 3.2. Horário de funcionamento ... 3 3.3. Recursos humanos ... 3 3.4. Sistema informático ... 3 4. Gestão de medicamentos, produtos farmacêuticos e dispositivos farmacêuticos ... 4 4.1. Seleção ... 4 4.2. Aquisição ... 4 4.3. Receção... 5 4.4. Armazenamento ... 5 5. Sistemas de distribuição de medicamentos ... 5 5.1. Distribuição tradicional ... 6 5.2. Distribuição individualizada diária em dose unitária ... 6 5.3. Distribuição de medicamentos sujeitos a legislação restritiva ... 8 5.3.1. Psicotrópicos e estupefacientes ... 8 5.3.2. Hemoderivados ... 9 5.3.3. Eritropoietinas ... 9 5.3.4. Fármacos de justificação obrigatória, extra-formulário, ou de valor económico elevado ... 9 5.3.5. Fármacos que necessitam de um formulário de autorização de prescrição ... 10 5.3.6 Fármacos sem autorização de introdução no mercado (AIM) em Portugal ... 10 5.3.7. Medicamentos de EC ... 10 5.4. Distribuição em regime de ambulatório ... 10 6. Farmacotecnia ... 12 6.1. Unidade de preparação de medicamentos não estéreis ... 12 6.2. Unidade de preparação de medicamentos estéreis ... 13

6.3. Unidade Centralizada de Quimioterapia ... 15 6.4. Unidade de reembalagem de doses unitárias sólidas ... 17 7. Unidade de ensaios clínicos ... 17 8. Serviço de informação de medicamento ... 19 9. Radiofarmácia ... 19 10. Comissões técnicas hospitalares ... 19 10.1. Comissão de farmácia e terapêutica ... 19 11. Conclusão ... 20 Referências Bibliográficas ... 21 Anexos... 23

Lista de abreviaturas

AIM - Autorização de Introdução no Mercado AO – Assistente Operacional

AT – Assistente Técnico BPF – Boas Práticas de Fabrico CFL – Câmara de Fluxo Laminar

CFT – Comissão de Farmácia e Terapêutica DIB’s – Drug Infusion Ballons

DIDDU – Distribuição Individualizada Diária em Dose Unitária DT – Distribuição Tradicional

EC – Ensaio Clínico

FEFO – “first expired, first out” FH – Farmacêutico Hospitalar

FHNM – Formulário Hospitalar Nacional de Medicamentos FIFO – “first in, first out”

INFARMED – Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde

IPOPFG, E.P.E. – Instituto Português de Oncologia do Porto Francisco Gentil, Entidade Pública Empresarial

IRC – Insuficiência Renal Crónica

MICF – Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas OBS – Número de Observação Interno do Utente PCEA – Patient Control Epidural Analgesia SAL – Serviço de Aprovisionamento e Logística SCP – Serviço de Cuidados Paliativos

SF – Serviços Farmacêuticos

SIM – Serviço de Informação de Medicamento TDT - Técnico de Diagnóstico e Terapêutica UCQ – Unidade Centralizada de Quimioterapia UEC – Unidade de Ensaios Clínicos

UPE – Unidade de Preparação de Estéreis UPNE – Unidade de Preparação de Não Estéreis UTM – Unidade de Transplantação de Medula

Lista de tabelas

Tabela I: Calendarização do estágio realizado no IPOPFG, E.P.E.

Tabela II: Horário de funcionamento de alguns setores dos SF do IPOPFG, E.P.E.

Lista de anexos

Anexo I: Entrada principal do IPOPFG, E.P.E. Anexo II: Organização espacial da farmácia central

Anexo III: Exemplo de uma prescrição eletrónica da DIDDU

Anexo IV: Impresso para registo da dispensa de eritropoietinas a partir da DIDDU Anexo V: Justificação de medicação aprovada pelo Diretor de Serviço

Anexo VI: Justificação de medicação aprovada pela Direção Clínica Anexo VII: Impresso de registo dos pedidos de medicamentos urgentes Anexo VIII: Entrada para o cofre contendo os psicotrópicos e estupefacientes Anexo IX: Documentos para requisição de psicotrópicos e estupefacientes aos SF Anexo X: Impresso para registo de cedência de psicotrópicos e estupefacientes

Anexo XI: Impresso utilizado para realização do inventário dos psicotrópicos e estupefacientes Anexo XII: Local de armazenamento dos medicamentos hemoderivados

Anexo XIII: Via farmácia do modelo nº1804 relativo à dispensa de hemoderivados Anexo XIV: Via serviço do modelo nº1804 relativo à dispensa de hemoderivados Anexo XV: Farmácia de ambulatório do IPOPFG, E.P.E.

Anexo XVI: Exemplo de uma prescrição eletrónica da farmácia de ambulatório Anexo XVII: Exemplo de uma prescrição manual destinada à farmácia de ambulatório Anexo XVIII: Impresso para registo da devolução de medicação de EC

Anexo XIX: UPNE do IPOPFG, E.P.E.

Anexo XX: Exemplo de uma ficha técnica de preparação da UPNE Anexo XXI: Etiqueta de identificação de medicamentos citotóxicos

Anexo XXII: Etiqueta de identificação de medicamentos com necessidade de refrigeração Anexo XXIII: Exemplo de uma ficha técnica de preparação da UPE

Anexo XXIV: Sala branca da UPE

1. Introdução

No panorama atual, e com o plano de estudos em vigor, o Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas culmina com a realização de um estágio curricular de pelo menos 6 meses. Este pode incidir em várias vertentes, de entre as quais se destaca a hospitalar, que pela magnitude que adquire, desde o contacto com todo o tipo de doentes e profissionais, até às inúmeras valências necessárias em termos farmacêuticos, se torna uma área que todos os estudantes querem experienciar, e aproveitar como uma aproximação a uma possível carreira profissional.

No Instituto Português de Oncologia do Porto Francisco Gentil, Entidade Pública Empresarial (IPOPFG, E.P.E.) o estágio teve como primeira finalidade o enquadramento da profissão farmacêutica no contexto dos Serviços Farmacêuticos (SF), e o enquadramento destes em termos hospitalares. Seguiu-se um período de rotação de 2 meses pelos diversos setores dos SF (tabela I), abrangendo áreas como a gestão, distribuição e manipulação do medicamento, tendo em vista um contacto mais próximo com todas as vertentes da prática farmacêutica.

Tabela I: Calendarização do estágio realizado no IPOPFG, E.P.E.

Distribuição em ambulatório De 1 a 13 de Março

DIDDU De 14 a 24 de Março e de 19 a 28 de Abril

UPNE / UPE De 27 de Março a 10 de Abril

UEC 11 de Abril

Trabalho no âmbito da CFT 12 e 13 de Abril

UCQ 17 e 18 de Abril

Radiofarmácia Manhã de 27 de Abril

2. Instituto Português de Oncologia do Porto Francisco

Gentil, Entidade Pública Empresarial

Fundado em 1974, o IPOPFG, E.P.E. (anexo I) destacou-se e tem-se vindo a destacar pela qualidade da atividade científica que realiza, pela boa formação que presta na área da oncologia em termos de ensino, e pelo empenho e competência que demonstra no acolhimento e tratamento dos doentes, que constitui aliás o maior objetivo do hospital [1]. Muitos foram os prémios e vitórias conquistados durante este percurso, das quais constam a acreditação pelo Ministério da Saúde, a acreditação pelo atual CHKS (Caspe Healthcare Knowledge Systems), a certificação e recertificação ISO para todos os seus serviços, a acreditação pela OECI (Organisation of

European Cancer Institutes) como Centro Abrangente de Oncologia, e a presença como membro

ativo na EORTC (European Organization of Research and Treatment of Cancer) [2]. Não há dúvida de que o Professor Francisco Gentil estaria, hoje, orgulhoso por todo o trabalho que realizou na criação e construção do Instituto Português de Oncologia, ao ver o IPOPFG, E.P.E.,

está ainda tudo feito, como tal a investigação ao nível da oncologia não pode parar. Com isso uma incessante procura por novos tratamentos e novas formas de tratamento ganha forma, e as expectativas da sociedade face à possível perda do estigma associado à palavra cancro aumentam, tudo isto constituindo desafios diários e permanentes com que a instituição se depara, sendo a única forma de os superar através do progresso e dinamismo constantes demonstrados até agora [1]. É para isso que a equipa de funcionários e colaboradores do IPOPFG, E.P.E. trabalha arduamente todos os dias, na tentativa de levar o barco a bom porto, tendo sempre presentes valores como a comunidade, integridade, excelência e qualidade [3].

3. Serviços farmacêuticos

Os SF são definidos como entidades existentes a nível hospitalar, às quais cabe a realização de um conjunto de atividades designadas por atividades farmacêuticas, que incluem:

 A escolha, adquirição, armazenagem e distribuição de medicamentos e outros produtos de saúde;

 A participação em ensaios clínicos (EC), exercendo as ações enunciadas no tópico anterior igualmente com os medicamentos experimentais e dispositivos a eles associados;

 A avaliação de matérias-primas, produção de medicamentos, e consequente análise do produto acabado;

 A integração em equipas multidisciplinares de cuidados de saúde e Comissões Técnicas;  A colaboração na elaboração de protocolos e na prescrição de nutrição entérica e parentérica, e sua preparação;

 A Farmácia Clínica, Farmacocinética, Farmacovigilância e a prestação de Cuidados Farmacêuticos;

 A promoção e colaboração em ações de formação, ensino e investigação [4].

A gestão dos SF é assegurada, obrigatoriamente, por um Farmacêutico Hospitalar (FH) e, apesar de serem dotados de autonomia técnica e científica, os SF ficam sujeitos à orientação geral dos órgãos de administração do hospital, e são responsáveis perante estes últimos pelos resultados decorrentes do seu desempenho [4,5]. No IPOPFG, E.P.E. a gestão dos SF é assegurada desde 2002 pela Dra. Florbela Braga [6]. Serão apresentadas nas próximas secções do presente

documento, um conjunto de informações relativas à atuação dos SF hospitalares, aplicadas à experiência vivida no IPOPFG, E.P.E. aquando da realização do estágio profissionalizante.

3.1. Localização e organização das instalações

Os SF do IPOPFG, E.P.E. são constituídos por duas unidades funcionais: a farmácia central e a farmácia de ambulatório. A primeira (anexo II) localiza-se no piso 1 do edifício central, e

Distribuição Tradicional (DT), Unidade de Preparação de Estéreis (UPE), Unidade de Preparação de Não Estéreis (UPNE), Unidade Centralizada de Quimioterapia (UCQ), e Unidade de Ensaios Clínicos (UEC). A secção de ambulatório situa-se no piso 2 do edifício das medicinas [7].

3.2. Horário de funcionamento

Cada setor tem um horário de funcionamento próprio, que se encontra estipulado tendo em conta as necessidades dos doentes e dos serviços do hospital (tabela II).

Tabela II: Horário de funcionamento de alguns setores dos SF do IPOPFG, E.P.E.

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