4 Experimentos e Resultados
5.1 Trabalhos Futuros
O m´etodo proposto foi implementado e comparado com os demais m´etodos analisa- dos nesta disserta¸c˜ao em trˆes bases diferentes, a BaseT este com cem mil e um milh˜ao de elementos no v´ertice D e a BaseF ilmes apresentada no apˆendice C. Essa an´alise de- monstrou a validade da Modelagem Participativa, entretanto novos experimentos devem ser feitos considerando:
• outros Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados voltados a Grafos, como o Aran- goDB e o OrientDB, cujo uso vˆem crescendo entre os desenvolvedores;
• outros equipamentos, com arquiteturas diferentes, com maior mem´oria, outros pro- cessadores, etc;
• outras configura¸c˜oes do Java, variando o Page Cache Sizing, o Heap Sizing e o Number of Open Files;
• outras bases, aplicando a modelagem a bases reais, com dados n˜ao fict´ıcios;
• outras modelagens da BaseT este conforme a Modelagem Participativa, onde dife- rentes respostas do projetista aos parˆametros do Grau de Incorpora¸c˜ao das Entida- des geram bases com estrutura diferentes, determinando o impacto das respostas no desempenho de acesso ao banco.
Outro trabalho futuro ´e o desenvolvimento de uma aplica¸c˜ao para a migra¸c˜ao de uma base relacional para um base voltada a grafos, conforme os crit´erios do m´etodo M 05.
A constata¸c˜ao de que nenhum dos m´etodos ´e mais eficiente em todos os cen´arios dessa base teste que os demais traz a luz a ideia de um outro m´etodo de modelagem que pode ser estudado e depois, se vi´avel, proposto. Neste novo m´etodo deve-se fazer um estudo dos v´ertices e relacionamentos para identificar um particionamento do grafo em diferentes grupos, que, conforme suas caracter´ısticas, poder˜ao ser ora migrados de acordo com o m´etodo M 01, outro grupo pelo m´etodo M 03 ou M 04 ou M 05.
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