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e Trabalhos resultantes da implementação da fase 2 do texto

O Cavaleiro

Há muitos, muitos anos, um cavaleiro que vivia num castelo encantado, casou com uma princesa que se chamava Ana Sofia.

O cavaleiro era um príncipe muito poderoso e tinha poderes mágicos.

Um dia veio um dragão que lançou fogo a todas as casas da aldeia. As pessoas juntaram-se e foram pedir ao cavaleiro para fazer uma poção mágica para chover. Ele aceitou e fez a poção para apagar as chamas e disse:

– Perlimpimpim, perlimpimpim, cai chuva, cai chuva!

A chuva caiu e quando as chamas se apagaram as pessoas e o cavaleiro ficaram contentes. Todos agradeceram ao cavaleiro que lhes respondeu:

- Não têm de agradecer, eu só estou a fazer o meu trabalho que é salvar as pessoas todas da cidade.

No dia seguinte o cavaleiro

acordou muito contente por ter salvado as pessoas. Os construtores civis fizeram uma estátua ao cavaleiro D. Gonçalo, o cavaleiro do reino da fantasia.

A partir daqui passou a ser o melhor cavaleiro do reino da fantasia.

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O Cavaleiro

Num dia cinzento e tempestuoso, no castelo assombrado, o gato das Botas e as três princesas tomavam um chá.

Uma das princesas era a mulher do gato das Botas e as outras duas eram irmãs dela.

As três princesas agradeceram o chá e disseram que iam passear ao longo do caminho. Foram raptadas e levadas para uma caverna assombrada que pertencia ao malvado pirata da perna de pau.

Quando os ladrões as estavam a raptar, um amigo que as estava a vigiar viu para onde eles a levaram.

O amigo do gato das Botas pediu ao senhor que ia a conduzir para parar, mas ele não pôde.

O Gato das botas andava sempre com o mesmo fato, porque este tinha um botão que apitava quando alguém estava em apuros e assim, conseguia salvar toda a gente. E o botão apitou! É que as três

princesas estavam em apuros e de repente apareceu uma matilha de cães que se aproximava muito delas. Foi então que apareceu o gato das botas que salvou as três princesas do pirata da perna de pau.

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Um Coelho

Era uma vez um herói muito importante para o Paraíso dos Coelhos. O nosso querido Coelho vive na mata do Cochicho. Ele tinha um telescópio para ver todo o Paraíso dos Coelhos.

O nosso coelho chama-se Delgo.

Um dia, ao olhar pelo telescópio, pensou que nada poderia acontecer no Paraíso dos Coelhos, olhou uma segunda vez e viu uma coisa vermelha e com picos nas costas e disse assim:

- Só devo estar doido! Da primeira vez não vi nada mas, da segunda vez vi tudo!

Fechou o telescópio e foi até ao Paraíso dos Coelhos com o nariz todo empinado e com a cenoura na mão.

Quando lá chegou viu um enorme dragão vermelho com espinhos e asas douradas! O que tinha visto era verdade! O dragão tinha posto a casa de um amigo a arder e colocou o nosso coelho num labirinto mas, como o nosso coelho era esperto e o nosso dragão era burrinho, voou com um paraquedas. Nesse momento apareceu uma fada que deu uma planta ao dragão e ele adormeceu.

O dragão dormiu dois dias e quando acordou, o coelho pôs um chapéu mágico na cabeça e ficou invisível. Puxou o rabo ao danado do dragão malvado que andou às voltas a ver se encontrava o coelho Delgo! O dragão acabou por se cansar e foi-se embora para sempre.

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O Biólogo Marinho

Numa ilha muito distante, num dia de verão com um sol muito brilhante, o biólogo marinho foi tratar dos seus golfinhos no oceano Pacífico. No seu barco de madeira às riscas azuis e vermelhas levou ricos peixes para os alimentar.

Quando ele chegou ao oceano, ao local onde estavam os seus golfinhos, chamou o golfinho bebé para o ensinar a nadar de lado e de forma diferente.

Inesperadamente, apareceu um tubarão gigante e o golfinho disse-lhe que não podia estar no oceano Pacífico. O tubarão disse que podia lá estar, mas o golfinho disse que não e que ele era meio aparvalhado.

O tubarão ficou muito, muito chateado, e de repente preparava-se para dar uma dentada ao bebé golfinho mas, atrás de uma pedra muito grande estavam as sereias bonitas e elegantes que com a varinha mágica disseram:

- Plim, plim, plão, plum, cada estrela faz magia!

De repente, o tubarão ficou em estátua de ouro e o biólogo marinho guardou-a e levou-a para o seu barco.

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Um cavaleiro Um cavaleiro Um cavaleiro Um cavaleiro

Era uma vez um cavaleiro que vivia num castelo velho perdido num bosque escuro e muito frio.

Num dia tempestuoso de Inverno, tinha de encontrar a chave de um grande tesouro. Encontrou uma chave falsa, que não abria o tesouro. Sebastião é que tinha a verdadeira chave e não a queria

dar. Como era mau e inteligente conseguiu enganá-los e prendeu-os numa garagem muito velha.

Os animais da floresta souberam do acontecido, foram a correr e roeram a porta da velha garagem. Nessa mesma manhã, conseguiram salvar o cavaleiro e encontraram a chave que estava no meio de muito lixo.

O Sebastião ficou ainda mais furioso porque não conseguia encontrar a chave verdadeira no local habitual. Desta vez, não podia fazer nada!

O pequeno e pobre cavaleiro finalmente, abriu o tesouro. Ficou feliz e rico! Como estava rico e era muito generoso, o cavaleiro agradeceu aos seus amigos animais da floresta com uma festa no castelo.

Havia bolo em forma de cavaleiro, doces, bolachas e sumos. O cavaleiro abriu as portas do castelo a todos os habitantes que gostaram muito da festa.

E assim acaba a história de um pequeno, rico e generoso cavaleiro.

Anexo IV – Planificação da fase 3 do texto narrativo

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