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Il T^rtal. E!1 1 |,L r I t \l, y.

V < o / (

j

( o )

119

d

figua into sOo perigosas por si mcsmas para a saude publiea; quando

pordn

isso aconleoo 6 em nizao tie que anas murgens se sece&o e a vasa fiea a descoberto

.

Assim pois si poder

-des conseguir

,

fazendo diegar ao

pantano

um rio

, ter

iimii camada dagua

constant

© $obre as superficies msalubres* e quo

esta

caiunda

, por

um

renovamento

incessant© nao seja cxposta a putrefazer

- se , tereis

olitiilo o

sanearaento

dese

-jado

.

» (

H . Itey ) .

Foi precisamente o quo fez

Lancisi

para s

us tar

o des

-envolvimento da epidemia causada pdas

exhalaroes

dos

fossos de Sac

Angelo

.

CULTURA

.

Quando por uma circumstancia qualqtier

,

nenlmm dos

meios

de quo

Int

pouoo fiillamos puder ser posto GIU prnticu

,

adm vie siuiear os pantanos

,

cumpre re*

correr

a planta

^

ilo de

gmmles

arvores

.

«

Essus

plantagoes

,

diz

Bourguet ,

nao constituirau quasi

sempre , 4

verdude

,

senflo um

simples

nieio pallinlivo; poreui niesmo assini, sua utilidade seu valor

nos

parecem ttssaz grandes para quo a ellas into deixemos do

recorrer

* »

o

Alem d'isso niesmo quando

depots

da escolha feita coni todo o

disccrmmoutu

c o einprego jmlicioso de um dos pro

-cessos

de

deseccauiento acinui

indicados cliegur

-

se a trium

-11liar dos

pautnnos ,

<

5

precise

,

para garantir

,

para perpetuur o sen

saneameuto

que esses trabalhos sejfto coroados com

a cnltum, Sem esta prcciiujao

,

no

dizer

de

Leon

Colin, so se obtera mdhormnentos

incoinpletos

e transitorios

.

« Cum

-pre

,

com effeito

,

diz die

,

n&o

esquecer

a feliz concordaucia

d'estes dous

termos ,

fertilidade e

salubridade

do solo

.

» (

'

)

0 que pdde a cultura para o mellioramento das condi

<5es

telluricas

e metoorologicas tic um paiz

,

nol

-

o ensina

<1) Linn Colin.

Tmit6 fWvtris lUT^rtnUl-cntoH.

P»rli 1B70.

V

120 Tncito pela descrip

^

Lo que nos logon da antiga

Germania .

A Allemanha lhe pareceria lioje mats

kibitavel , melhor

eul

-tivada e de clima mats ameno;

6

a milo do homem

quo

ope

-ron esta transfonirngtlu

. Fertilizer

a terra

, 4

sanenl

-

iu (r)

As plan

tables

do gmndes vegetaca

, reproduzimos

aqui

as palavnis do Sr

. Key

,

concorrem ,

por diversus maneiras

,

ao

saneamento

dos

terrenos pantanosos

; as

arvores tfirn

mais de- uma missao a cmnprir

, como

diz

E

. llurdel

. Com

eiTeito ,

alein dc

purifiearcm

a

atmosphere pela

absorp<jao do earboim e o despmnlimenlo iToxigemo

,

a1dm de prole

-ctoras

contra os art!ores do sol

,

o que diminite

a

inleusi

-dado das fermcntaeoes paludicas

,

as

arvores

nbsovvem, pelas raizes

,

a

Imnmhulc

do solo; e aindn por suos raizes

,

espe

-cie de tubos de drainage

naturaes

* que

elks

conduzem a ague alraves das eauiadns argilosus; pela

nccmnula

<

yao

pro

-longutk do

suns

folhas e

por

outrns perdas (euseas

,

aculeos

dos pinheiros

.

vores fonmlo

,

cm Ionto dos pan hinos, nma rede preserva

-dora, uma barreirn sanitaria quo impede a

propaga

^

tlo (las

eniamujOes

jicrigosas .

Ciunpre

,

povem,

pmeeder

com muilo criterio a

escolha

d'esses vognlaes. Uenlre as

arvores

*juo tern sido npregou

-dns polos nurtures cmim podondo sanear us ptiutsLitos,

toma

-se principalmenie digim de especial uiem;iIo limit,

pertencento

a familia das inyrtnecas

.

oujo rapido crescimonlu e proili

-ginso;

queremos

fall t r do £u- y l d m l v s

^ d*

essc

colosso do reino vegetal

,

oriundo da Tasmania H I Australia e des

-cripto por LnbilLirdi&re qmmdo Imscava Lipeyrousc

.

Sua donoudmuja t v improprin ; porquunto

osto

vocabolu

so deriva de

rucaty

/ jto (pie no grego signifiea vu cubro Lem

,

qnando entretanto subc

-

sc que o cuealt/phts cobrc mal

.

etc.},

elks

rceonstiUiom o s

* 51

o; endim as ar

-11 MMNAL J.orj.

TrolU dhj^ifrv' el

r*rb

1

V . 4

121

For introduzulo mi

Euro

pa e na Africa,

pelo respoitavel Kamel

quo

desde

1

S 53 tern eiupregmlo

toilos os

menus afiui de

propagin' sua

cttltura .

Julio

Yerne , nuutor

sudos de

Inzer

,

a borigetias, elurfsifirado

eiijo

pancgyrioG

julgainiMlos dispcu

-lms diz quo o eucalyptus,

esse Ttara

doa

n'essu fumiliu

das rnurtas ,

cuja.s dif

-fcventos

ospooi

^

r4

mul

sc piidem emmierar

, 6

a iirvorc

pur

excellence da

flora

anstra liana,

L

Aiuda mam,

deserevcmio

as

hnmensas flor - estas

mtuadas

a

uma

milha dft estrada de Kilmore

( Australia

)

nos

da

noticin dessas intenninams

avontdas de eucalyptus de dn

-zentos p 4

s

de

aI turn, uujo

cortex

fungoso media a1.6 citico e

eujo

&

troneos

de

vinte pda

de

por uma resina odorifora se aleurite a pollegadas

dfcs

possum

,

contorno siilcndns

cento c

cincooula

pea aehnu do difu>

.

Oatrosim relcrc

o

lustuuavel costume dos squatters

ou

nos

euc

&tf/ ptuSj

selvugeria

essti

essas

magiiiliras

urvores .

quo dcs

-nppnreeeruf) cornu ns

vclbos

ccdroS do Libano

,

logo iiiepLn dos ncnnipnmentos

ftevenu

,

0 luuitu illuslmdu

Dr

-imlrgeiias

de

Iancarom fiigo

quo ncubarn por

destruir

a quern o

Ladis

Ian

?sTd.to diiigituluHSe

ini

eidftdc

de

Argot para

as

minus ilo Allas vio

e ubservau algumns

1805

cm

urvores

da especie

Eucalyptus

du ulhira

desoomimiiiitl

attingimlo

d 450

e

mesmo

a

JSO

pcs do a It Lira a respeito

dns

quaes diz: « riguremos uma

urvore

quo tenhn o

triple

do id,

turn

das torrgs da Can

-delaria e

cqjo tronco

met;si 2d pus de dianietro a um metro

e

teremos

uma idea do

quo

devem ser

Qimtrucuiltus 0 olontn p

£

s

a grande pyramido Cheops

,

o mars utfco mo

-numento

que

nos

legurno

as gem

^

ocs quo forao, >

0 pkntio

d

este

vegetal nos

pantanoss

6

,

com

effeito ,

ncinia

do suloi

es

^

es

piiuiogenitos

da

term

!

eon Ia Lambcm

10

122

de grande nl

ilklade

;

porqnanto ,

para

satisiazer

a esse des

-envnlvimenfco do cspantosa notlvidade

,

o eucalyptus globu

-lus, colosso da flora australianu, observe enorme quanfcidude do

agua

: elle

srSrve

o

pantnno

, para nos servir da expresslto do Sr

. Roy ,

quo admit le quo o eucaf//pfit$ p<5dc absorver

no polo

, em

24 boras

, 10

vczes sou

peso

d agmi

.

« A

safide

adquiro vigor extraordinario nas

locaiidndes

onde crcsce o eucalyptus

.

Nu Australia

,

as mof;ns que sof

-frem do

peito recuporao

a saude

respirando

o ar embalszi

-nmclo pdas emnnrujOes do eucalyptus

.

Denials, as febres intenniUrntes alii silo descwihecidas

.

Eis a razfui pda qual

,

dcsde

1861 ,

Rumd considerou o

eucalyptus

coino capaz de coiitnibalanqaif os

elTcitos

ilas

emanates

quo duo logur n

esses cstados morlmlos

.

» (*)

A salutar inllnonoia do eucalyptus

esta

hoje iilo reco

-o

govcrno

de Areel inscrcvia no sen

t\r rein mil francos pam ser destinadn

no plantm do eucalyptus nas loculi(lades quo ate entilo

cnio llngelladns pdas febres paludosas

.

(Tley)

.

No jomal

de

IlortieuUnra [nation

Porto ,

1871

em

22 de Janeiro o Sr, Alfredo Allen esorevin o segiiinte:

« Pclas

observances

do Sr, A

.

F

. Moller

em algumns espe

-cies de Etiatlffp/tat

,

na mnta do Valle de Cannas I Coimbra)

p<5do

-

sc aprociar o prodigio&o desenvolvimento d

estes

vege

-tucs e os que tonmo maior ou menor desenvolvimento

.

50

Eucalyptus globulus plantndos cm Dezembro dc JSOT

.

ternlo

nm ,

50

, modern

hoje

, termo m ^ dio , 8^ , 00

do altura eO”' ] f)

de diumetro

no

pe. Pergmita

-

rae

V .

o que tenho sabido dos Eucalyptus

.

Pouco mats do

que

se

tern

dito no sen inte*

ressantc

jomal* De 500 quo plantci no

outono

de

1869

1878, ubecida que cm

omnium

to

a

somma

(I? Rabmoiiu,

Ulimrtiti HI"Tlu

-

mpnuliqHfl flf Mutrujacologlfi.

fait* 1

u

123

em

montados

, no euncelho

de Sabrosu

, pouoos morrerllo

,

e

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