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3. REVISÃO DA LITERATURA

4.3 Procedimentos Iniciais

4.3.2 Treinamento auditivo Grupo Experimental

O pro Experiment recomenda foi compost

duração de utos de orientações sobre

o uso d cutados com a utiliz Processam acústica co as próteses Segue treinamento

stes nas regulagens, e/ou programações, foram determinados de m a necessidade estabelecida por cada indivíduo. Os

s foram realizados individualmente, e todos encorajados a próteses auditivas diariamente, nas diferentes situações do

grama de treinamento auditivo realizado com o Grupo al foi adaptado a partir dos procedimentos fundamentados nas ções determinadas por Musiek e Schochat (1998). O programa o por seis sessões de treinamento, sendo uma por semana, com 40 minutos cada, além de 10 a 20 min

as próteses e estratégias de comunicação. Estes foram exe

ação dos CD’s que fazem parte do livro sobre a avaliação do ento Auditivo proposto por Pereira e Schochat (1997); em cabina m fones, sendo que as quatro primeiras sessões ocorreram sem

, e as outras quatro sessões, com as próteses.

um resumo das tarefas aplicadas durante as sessões de :

¾

SI

ção de uma história). Primeiramente, esta foi s

¾

¾ mento temporal:

Treinamento da habilidade de figura-fundo:

• Identificação de sentenças com mensagem competitiva - P (Pediatric Speech Inteligibility test) - Esta é uma tarefa de reconhecimento de frases, através de identificação de figuras na presença de mensagem competitiva ipsilateral. Os indivíduos foram instruídos a apontar as figuras que representassem as sentenças ouvidas, sem prestar atenção à mensagem competitiva (narra

aplicada nas relações S/R + 15 dB e + 10 dB, com cinco frase em cada relação fala/competição. Em seguida, foram acrescentadas as relações S/R de 0 e - 10 dB, com dez sentenças.

Treinamento da habilidade de fechamento auditivo:

• Fala Filtrada - A tarefa de percepção de fala competitiva foi realizada nas duas condições: passa-alto e passa-baixo. Uma lista de 25 monossílabos foi apresentada em cada orelha, separadamente. Os indivíduos foram orientados a repetir cada vocábulo, conforme a compreensão.

Treinamento da habilidade de processa

• Padrão Tonal de Freqüência - Esta tarefa envolveu a discriminação de dois diferentes sons (grave e agudo) e foi dividida em três momentos: discriminação, ordenação, e resolução temporal. Para cada momento, foram utilizadas dez seqüências de dois sons. Foram computados os acertos da

tarefa de resolução temporal para a orelha direita e para a orelha esquerda, separadamente.

• Padrão Tonal de Duração: A tarefa foi similar ao treinamento em freqüência, porém com a apresentação de dois sons com durações diferentes – longo e curto, e a realização de onze

e sonora

ento da habilidade de separação e integração binaural:

ara cada orelha, alternadamente. Os indivíduos foram, seqüências para cada momento e para cada orelha treinada; • Treinamento em intensidade, através do uso do SISI (Short

Increment Sensitivity Index), desenvolvido por Jerger, Shedd e

Harford (1949). Foi apresentado a 20-30 dBNS, com incrementos de 5 dB. Os indivíduos foram instruídos a levantar uma das mãos sempre que um aumento na intensidad

fosse percebido. ¾ Treinam

• Treinamento Não-Verbal de Escuta Direcionada - Para tal, foram utilizadas três seqüências de seis estímulos sonoros para cada orelha. Nas duas primeiras, a intensidade foi aumentada em 10 dB p

então, instruídos a apontar as figuras que representassem os sons mais intensos percebidos. Na primeira seqüência, os indivíduos foram comunicados sobre o aumento da intensidade, o que não ocorreu da segunda vez. Na terceira, foi solicitada a identificação da atenção direcionada para cada orelha, sem aumento extra da intensidade sonora.

• Treinamento da habilidade de percepção de fala dicótica (SSW -

Staggered Spondaic Word Test) - A tarefa foi aplicada,

ias de quatro palavras, competitivas e não competitivas.

erros, omissões, e substituições.

óticas, e 50 dBNS, para dicóticas, com base no LRF de cada orelha e no nível de conforto relatado pelos indivíduos. Os procedimentos foram agendados de forma que, na maioria das sessões, essas tarefas pudessem ser aplicadas alternadamente, para que não houvesse vício. Foram computados os acertos e erros de cada tarefa apresentada.

protocolo utilizado apresentou variações mínimas, dependendo do indivíduo treinado.

Cada indivíduo possuiu um protocolo individual para registro de seu

dese são de treinamento

(Anexo H), além de um protocolo para o registro da pontuação de cada taref

primeiramente, com uma seqüência de três palavras, na qual a primeira palavra competitiva foi omitida, com o intuito de facilitar a compreensão. Num segundo momento, foram utilizadas seqüênc

Durante toda a tarefa, os indivíduos foram orientados a repetir os vocábulos na ordem de apresentação. Foram computados o número de acertos,

Todo o programa foi realizado em uma intensidade de 40 dBNS, para tarefas mon

O

mpenho, e para as dificuldades trazidas a cada ses

a (Anexo I).

O treinamento não foi realizado quando houve realimentação acústica ao colocar os fones do audiômetro nas orelhas protetizadas. A

realimentação acústica, segundo Almeida e Taguchi (2003), é o retorno de alguma energia do sinal de saída do receptor da prótese auditiva para o microfone. Nesse caso, a prótese atinge o ponto de oscilação e é produzida uma

do treina

ram também orientados a retornar, caso sentissem alguma dificuldade na continuidade do processo de adaptação.

saturação de saída contínua. Como resultado, ocorre um apito ou assobio com características tonais agudas, o que, possivelmente, causaria desconforto e interferiria no desempenho dos indivíduos durante o treinamento.

Na tentativa de resolver esse problema, foram realizados, quando necessários, ajustes nas próteses e ou na colocação dos fones, bem como, a verificação da inserção das próteses nas orelhas e a posição do controle de volume.

Em todas as sessões com o uso das próteses auditivas, os indivíduos foram orientados a trocar as baterias, preferencialmente, na data

mento ou próximo a ela.