CAP 4 – RESÍDUOS SÓLIDOS DOMICILIARES, COMERCIAIS E DE PRESTADORES DE SERVIÇOS (RSDC)
4.4 TRIAGEM, COMPOSTAGEM E RECICLAGEM DOS RSDC
Define-se triagem, compostagem e reciclagem como formas de procedimentos destinados a reduzir a quantidade ou o potencial poluidor dos resíduos sólidos. A adoção de um sistema de segregação dos RSDC, seja pela iniciativa de cada cidadão, pela coleta seletiva ou nas unidades de triagem de resíduos, traz benefícios ao meio ambiente, reduzindo a carga de material disposto nos vazadouros a céu aberto e em aterros sanitários, além de possibilitar a geração de renda às pessoas que dependem da segregação desses resíduos para sobrevier, proporcionando uma melhor qualidade de vida.
Para que haja um tratamento eficiente são necessários estudos preliminares dos municípios, determinando características que interferem na produção de resíduos. Uma das principais características é a composição gravimétrica, que consiste nos quantitativos percentuais dos componentes dos resíduos gerados para cada município.
A fim de destacar os possíveis dados quantitativos dos resíduos secos passíveis de reciclagem gerados no Polo 01 foram utilizados os dados de composição gravimétrica para diagnosticar o potencial de geração diária de resíduos recicláveis (ver subcapítulo 4.2). Neste sentido destaca-se o município de Campo Grande/MS com 105.551,21 toneladas anuais de resíduos potencialmente recicláveis. Já com relação à estimativa da destinação de materiais recicláveis à reciclagem foi utilizado um estudo do IPEA, também utilizado no Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos de São Paulo (2014), no qual foi estimado que apenas 2% dos resíduos passíveis de reciclagem são reciclados (ABRAMOVAY & MENDONÇA, 2013). Com isso a estimativa de destinação anual de materiais recicláveis à reciclagem é de 11.367,62 toneladas (Tabela 2).
Tabela 2 – Estimativa da geração de resíduos recicláveis e passíveis de reciclagem para o Polo 01 – Região de Campo Grande.
Municípios Quantidade de RSDC (t/ano) Potencial da Geração de materiais recicláveis (t/ano) Percentual Estimado de recuperação dos recicláveis (%) Estimativa da destinação de materiais recicláveis à reciclagem (t/ano) Bandeirantes 894,25 247,35 2,00% 4,95 Campo Grande 302.439,00 105.551,21 2,00% 2.111,02 Corguinho 251,85 69,66 2,00% 1,39
Dois Irmãos do Buriti 704,45 194,85 2,00% 3,90
Jaraguari 299,30 82,79 2,00% 1,66
Nova Alvorada do Sul 5.380,10 1.488,14 2,00% 29,76
Ribas do Rio Pardo 3.974,85 1.300,57 2,00% 26,01
Rochedo 401,50 111,05 2,00% 2,22
Sidrolândia 5.172,05 1.692,29 2,00% 33,85
Terenos 2.124,30 750,30 2,00% 15,01
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A partir das estimativas apresentadas, verifica-se que Campo Grande e Sidrolândia/MS geram os maiores quantitativos de materiais recicláveis que, se corretamente gerenciados, serão encaminhados para reciclagem. Contudo, no que tange às unidades de triagem, apenas os municípios de Dois Irmãos do Buriti, Nova Alvorada do Sul e Terenos possuem este sistema em funcionamento. O fato de a maioria dos municípios do Polo 01 não terem unidade de triagem de resíduos operantes, incluindo-se nesta situação Campo Grande (que gera 94,03% dos RSDC do Polo) evidencia o enorme potencial do setor de comércio, beneficiamento e reciclagem dos materiais secos a ser aproveitados nas região.
Em Dois Irmãos do Buriti a prestação de serviços de segregação de materiais na Unidade de Triagem (UTR) localizada no atual vazadouro a céu aberto é realizada pela Associação de Catadores em parceria com a Prefeitura Municipal (Figura 14), caracterizado por um serviço de cooperação informal, uma vez que não existe contrato de prestação de serviços entre a referida Associação e a Prefeitura Municipal, a qual possui a origem dos resíduos triados através da coleta seletiva
convencional. Já em Nova Alvorada do Sul uma empresa terceirizada é responsável pela operação da UTR localizada na área do vazadouro a céu aberto e os resíduos triados são originários da coleta convencional. Quanto ao município de Terenos, a Unidade de Triagem, operada por uma empresa terceirizada, fica localizada em uma área específica e recebe os resíduos oriundos da coleta convencional.
Ainda, foi verificado que nos municípios de Bandeirantes e Corguinho, existem galpões de triagem abandonados. Já no município de Sidrolândia, existe uma estrutura completa de uma UTR, inclusive com esteira separadora e prensa para enfardamento de materiais, porém todas em péssimas condições de uso, conforme visto na Figura 15.
Figura 14 – Estrutura física da UTR localizada em Dois Irmãos do Buriti/MS.
Figura 15 – Respectivos Galpões de Triagem abandonados de Bandeirantes (A) e Corguinho (B) e Unidade de Triagem abandonada de Sidrolândia (C).
Fonte: Deméter Engenharia Ltda., 2014.
Já Campo Grande/MS, conta atualmente com um Galpão de Triagem operado por duas Cooperativas de Catadores e uma Associação de Catadores do município, recebendo apenas resíduos sólidos provenientes da coleta seletiva. Ainda, está previsto a construção de uma Unidade de Triagem ao lado da atual área do Galpão de Triagem, que será construída pela empresa terceirizada responsável pela coleta convencional e seletiva, com previsão de término para o começo do ano de 2015 (Figura 16).
(A)
(B)
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Figura 16 – Galpão de Triagem localizado no município de Campo Grande/MS. Fonte: Deméter Engenharia Ltda., 2014.
Contudo, na maioria dos municípios do Polo 01 ocorre uma triagem informal e reaproveitamento dos materiais recicláveis, realizado por catadores informais que posteriormente realizam a comercialização deste material.
Neste sentido, um dos instrumentos da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei Federal nº 12.305/2010) previsto em seu Art. 8º inciso IV é o incentivo para criação e desenvolvimento de cooperativas ou de outras formas de associação de catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis. Entretanto, apenas os municípios de Campo Grande e Dois Irmãos do Buriti contam com tais cooperativas/associações formalizadas.
Em Campo Grande existem duas cooperativas e uma associação, sendo elas: Cooperativa de Catadores de Materiais Recicláveis dos Aterros Sanitários de Mato Grosso do Sul (COOPERMARAS), Cooperativa de Catadores Dom Antônio Barbosa de Mato Grosso do Sul (CATAMS) e Associação dos Trabalhadores de Materiais Recicláveis dos Aterros Sanitários de Mato Grosso do Sul (ATMARAS), todas operando o Galpão de Triagem do município. Após a conclusão das obras da UTR, a operação desta ficará a cargo das referidas cooperativas e associação.
Já Dois Irmãos do Buriti/MS possui a Associação Buritiense de Agentes de Recicláveis (ABAR), a qual é responsável pela operação da Unidade de Triagem do município em parceria com a Prefeitura Municipal em uma cooperação informal.
Ainda, em Terenos/MS existe a Associação de Catadores de Terenos (ACATE), contudo a mesma não encontra-se formalizada.
No intuito de identificar a existência de triagem, características das estruturas de triagem dos municípios, tais como a presença de galpão, prensa, esteira, mesa separadora, baias para acondicionamento e rampa para descarte de resíduos, foi elaborado o Quadro 5.
Quadro 5 – Existência de triagem, característica das estruturas de triagem e estruturas presentes em cada uma para os municípios do Polo 01.
Municípios Existência de Triagem Característica da Estrutura de Triagem Estruturas Presentes G al pã o P rens a Es teir a M es a Baia s Ramp a
Bandeirantes Sim GT - desativado
Campo Grande Sim GT - em operação
Corguinho Sim GT - desativada
Dois Irmãos do Buriti Sim UTR - em operação
Jaraguari Não Não possui
Nova Alvorada do Sul Sim UTR - em operação
Ribas do Rio Pardo Sim Não possui
Rochedo Sim Não possui
Sidrolândia Sim UTR - desativada
Terenos Sim UTR - em operação
Fonte: a partir de informações de vistoria técnica in loco nos municípios do Polo 01 – Região de Campo Grande. Legenda
Estrutura em condições de uso
Estrutura em péssimas condições de uso UTR – Unidade de Triagem de Resíduos Sólidos GT – Galpão de Triagem
Quanto à recuperação de materiais compostáveis, foi verificado que é praticamente inexistente nos municípios do Polo 01, apesar da maioria dos levantamentos gravimétricos realizados apontarem para percentuais superiores a 50% da geração do total. Tais resíduos orgânicos são passíveis de reaproveitamento seja por meio de processos de compostagem ou utilizando-se biodigestor com reaproveitamento do biogás, seja por outras formas de reutilização desta fração dos resíduos, assim atendendo ao Art. 4º inciso II da Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC), que visa à redução das emissões antrópicas de gases de efeito estufa em relação às suas diferentes fontes. Atualmente esses resíduos são dispostos diretamente nos locais de disposição final de RSDC, incorrendo na redução da vida útil destas localidades.
Uma possibilidade para a recuperação destes materiais é através de Unidades de Compostagem. Neste sentido apenas os municípios de Nova Alvorada do Sul e Terenos/MS contam com infraestrutura para esta finalidade em funcionamento no sistema público de gerenciamento de resíduos sólidos, possuindo o pátio impermeabilizado através de concreto e operadas por uma empresa terceirizada (Figura 17). Ademais, a Unidade de Compostagem de Nova Alvorada do Sul está localizada na área do vazadouro a céu aberto e a de Terenos/MS encontra-se na mesma área da UTR. Ainda, os resíduos compostáveis são provenientes da coleta convencional de RSDC. É importante salientar que Dois Irmãos do Buriti conta com uma Unidade de Compostagem localizada no vazadouro a céu do município, porém encontra-se abandonada.
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Figura 17 – Pátio da Unidade de Compostagem de Terenos/MS. Fonte: Deméter Engenharia Ltda., 2014.
É importante observar que o município de Campo Grande/MS possui uma empresa particular que realiza o processo de compostagem, atuante na área de serviços de destinação dos resíduos orgânicos classe ll não inertes. Conforme PMSB de Campo Grande (2013) foram recebidos para tratamento cerca de 10.313 toneladas de resíduos no ano de 2013.
A partir dos dados apresentados referentes as Unidades de Triagem e Unidades de Compostagem fora elaborada a Figura 18, na qual são apresentadas ilustrativamente as informações referentes ao tema.
Figura 18 – Situação da triagem, reciclagem e compostagem dos RSDC. Fonte: Elaborado pelos autores.
Quanto à comercialização dos materiais segregados (Figura 19), o município de Campo Grande/MS configura-se como o principal destino para os materiais recicláveis
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Bandeirantes, Corguinho, Dois Irmãos do Buriti, Ribas do Rio Pardo, Rochedo, Sidrolândia e Terenos. Ademais, a capital do Estado de Mato Grosso do Sul destina os materiais para os Estados de Minas Gerais, Paraná e São Paulo.
Ressalta-se que nos municípios do Polo 01 as ações referentes ao manejo dos resíduos recicláveis são apenas de triagem (segregação dos materiais) e enfardamento, portanto não existem mecanismos de reciclagem propriamente ditos, pois segundo a Resolução CONAMA n.º 307/2002 este processo consiste na transformação dos materiais recicláveis.
Figura 19 – Principais fluxos dos materiais recicláveis do Polo 01 – Região de Campo Grande. Fonte: Elaborado pelos autores.
Nota (1): Não foi diagnosticado comércio de materiais recicláveis no município de Jaraguari e em Nova Alvorado do
Sul não foi informado em seu PMGIRS o destino para tais materiais. 4.5 DISPOSIÇÃO FINAL DOS RSDC
Conforme preconiza a Lei Federal nº 12.305/2010 a disposição final ambientalmente adequada dos resíduos sólidos deve obedecer à distribuição ordenada de rejeitos em aterros, observando normas operacionais específicas de modo a evitar danos ou riscos à saúde pública e à segurança e a minimizar os impactos ambientais diversos.
No Brasil destacam-se os aterros sanitários como a principal técnica de disposição final ambientalmente adequada de resíduos sólidos. Segundo a NBR 8.419/1992, aterro sanitário é uma técnica de disposição de resíduos sólidos urbanos no solo sem causar danos à saúde pública e à sua segurança, minimizando os impactos ambientais. Este método utiliza princípios de engenharia para confinar os resíduos sólidos à menor área possível e reduzi-los ao menor volume permissível, cobrindo-os com uma camada de terra na conclusão de cada jornada de trabalho, ou a intervalos menores, se for necessário.
Neste sentido, apenas o município de Campo Grande dispõe de um aterro sanitário licenciado, operado por uma empresa terceirizada, para a disposição final dos RSDC (Figura 20). É importante frisar que este aterro sanitário recebe os RSDC do município de Terenos, ou seja, no Polo 01 apenas os municípios de Campo Grande e Terenos possuem disposição final
adequada de resíduos sólidos domiciliares, comerciais e de prestadores de serviços. Os demais municípios utilizam locais inadequados (vazadouros a céu aberto) para dispor os resíduos gerados. Ainda, o município de Jaraguari realiza o descarte de seus RSDC no vazadouro a céu aberto de Bandeirantes.
Figura 20 – Aterro Sanitário de Campo Grande/MS, com destaque para o dreno de gás. Fonte: Deméter Engenharia Ltda., 2014.
Ademais, o município de Bandeirantes planeja a construção de um aterro sanitário no Posto São Pedro, o qual também abrangeria de forma consorciada os municípios de Camapuã e Jaraguari, contudo de acordo com informações das municipalidades de Jaraguari durante vistoria técnica in loco, foi verificado a intenção deste município em destinar seus RSDC ao aterro sanitário de Campo Grande/MS.
É importante observar que o Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos para a Sub-Bacia do Rio Taquari (PGIRS-BAT) previu a instalação de um aterro sanitário consorciado no Posto São Pedro incluindo Bandeirantes como possível município a se consorciar, mesmo este não sendo objeto do referido Plano, por questão de viabilidade técnico-financeira. Ainda, de acordo com o PGIRS-BAT o aterro sanitário consorciado é previsto para abranger Bandeirantes, Camapuã e São Gabriel do Oeste/MS.
Com relação a Corguinho, o PIGIRS-CIDEMA propôs a criação de um aterro sanitário consorciado neste município, abrangendo também Rochedo e Rio Negro/MS. Ainda, durante vistoria técnica in loco realizada em Rochedo, foi exposta esta intensão, contudo o aterro sanitário consorciado ainda não tem previsão para início.
Quanto ao município de Dois Irmãos do Buriti/MS, o mesmo possuía um aterro sanitário licenciado, contudo a primeira célula foi encerrada e não foi concluída a construção de uma segunda, fazendo com que os resíduos não fossem depositados corretamente, transformando-o em um vazadouro a céu aberto, conforme apresentado na Figura 21.
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Figura 21 – Aterro sanitário (A) de Dois Irmãos do Buriti que foi transformado em vazadouro a céu aberto (B) devido a operação inadequada.
Fonte: Deméter Engenharia Ltda., 2014.
Para o município de Sidrolândia, a Prefeitura Municipal já possui uma área para a construção de um aterro sanitário na estrada para o Distrito de Quebra Coco, com previsão para possuir Unidade de Triagem e Unidade de Compostagem, todavia não possui licença junto ao IMASUL. Contudo, até o momento do diagnóstico, esta área estava sendo usada apenas para retirada de terra (Figura 22).
Figura 22 – Área que será destinada para implantação do Aterro Sanitário de Sidrolândia/MS. Fonte: Deméter Engenharia Ltda., 2014.
Do exposto, extrai-se que apenas os municípios de Nova Alvorada do Sul e Ribas do Rio Pardo não possuem planejamento ou previsão para construção de um aterro sanitário próprio ou consorciado.
Ademais, frisa-se que o Art. 54 da Lei nº 12.305/2010 dispõe que a disposição final adequada dos rejeitos deveria ter sido implementada em até quatro anos após a publicação da referida Lei (prazo este já finalizado), ou seja, tal legislação preconiza que até 02 de agosto de 2014 os municípios deveriam ter encerrado a disposição final em vazadouros a céu aberto. No que consiste à caracterização simplificada das atuais áreas de disposição final de resíduos sólidos dos municípios pode-se observar que apenas em Dois Irmãos do Buriti/MS a
distância do centro urbano até o local de disposição é inferior a 1 km. Já Jaraguari e Terenos consistem nos municípios onde atualmente existe um maior deslocamento entre o centro gerador (área urbana) e o local de disposição final, com aproximadamente 30 km de distância em ambos. Isso acontece porque Jaraguari e Terenos dispõe seus resíduos no vazadouro a céu aberto de Bandeirantes e aterro sanitário de Campo Grande, respectivamente. Em relação à existência de crianças nos locais de disposição final, foi verificado que não acontece em nenhum município (Quadro 6).
Quadro 6 – Caracterização sintética/simplificada das áreas de disposição final de resíduos sólidos dos municípios integrantes do Polo 01 - Região de Campo Grande.
Municípios Tipo Distância do núcleo urbano (km) Existência de catadores Presença de criança Presença de moradores Presença de animais Bandeirantes Vazadouro a
céu aberto 8,00 Sim Não Sim Sim
Campo
Grande Aterro Sanitário 1,00 Não Não Não Sim Corguinho Vazadouro a
céu aberto 1,50 Sim Não Não Sim
Dois Irmãos do Buriti
Vazadouro a
céu aberto 0,50 Não Não Não Não
Jaraguari
Vazadouro a céu aberto de
Bandeirantes
30,00 Sim Não Sim Sim
Nova Alvorada do Sul Vazadouro a céu aberto Não
informado Não Não Não
Não informado
Ribas do Rio Pardo
Vazadouro a
céu aberto 1,00 Sim Não Não Sim
Rochedo Vazadouro a
céu aberto 1,30 Sim Não Não Sim
Sidrolândia Vazadouro a
céu aberto 7,00 Sim Não Não Sim
Terenos
Aterro Sanitário de Campo
Grande
30,00 Não Não Não Não
Fonte: Elaborado pelos autores.
No intuito de ilustrar e identificar os locais e a situação dos vazadouros a céu aberto dos municípios pertencentes ao Polo 01 – Região de Campo Grande, foi elaborada a Figura 23.
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Figura 23 – Situação dos vazadouros a céu aberto e aterro sanitário dos municípios do Polo 01. Fonte: Deméter Engenharia Ltda., 2014.
Nota(1): Foto retirada a partir do Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PMGIRS) de Nova Alvorada
do Sul.
Nota(2): Os municípios de Jaraguari e Terenos destinam seus RSDC ao vazadouro a céu aberto de Bandeirantes e
aterro sanitário de Campo Grande, respectivamente.
Vazadouro a céu aberto de Corguinho Coordenadas: UTM
725.012,50 m E 7.808.146,88 m S
Vazadouro a céu aberto de Dois Irmãos do Buriti Coordenadas: UTM
680.614,62 m E 7.712.062,56 m S
Vazadouro a céu aberto de Nova Alvorada do Sul(1)
Coordenadas: UTM
Vazadouro a céu aberto de Ribas do Rio Pardo Coordenadas: UTM
215.096,71 m E 7.736.619,21 m S Vazadouro a céu aberto de Bandeirantes
Coordenadas: UTM 775.658,21 m E 7.804.248,76 m S
Aterro Sanitário de Campo Grande Coordenadas: UTM
743.750,40 m E 7.724.585,76 m S
Figura 23 – Situação dos vazadouros a céu aberto e aterro sanitário dos municípios do Polo 01 (continuação).
Fonte: Deméter Engenharia Ltda., 2014.
Nota(1): Foto retirada a partir do Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PMGIRS) de Nova Alvorada
do Sul.
Nota(2): Os municípios de Jaraguari e Terenos destinam seus RSDC ao vazadouro a céu aberto de Bandeirantes e
aterro sanitário de Campo Grande, respectivamente.
É importante destacar que em todos os municípios foram observados locais menores de disposição irregular de resíduos sólidos, principalmente de restos de poda e capina, resíduos da construção civil e em quantidades menores RSDC. Estes locais, no geral, são terrenos baldios em áreas menos habitadas das cidades e estradas vicinais onde ocorre a disposição e acúmulo dos resíduos acima mencionados.
Vazadouro a céu aberto de Rochedo Coordenadas: UTM
721.152,48 m E 7.789.913,09 m S
Vazadouro a céu aberto de Sidrolândia Coordenadas: UTM
710.355,61 m E 7.676.598,27 m S