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ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE RORAIMA FUNDO ESPECIAL DO PODER LEGISLATIVO - FUNESPLE RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA

BALANÇO ORÇAMENTÁRIO ORÇAMENTO FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL JANEIRO A DEZEMBRO: 2015 / BIMESTRE:JANEIRO—FEVEREIRO/2015

RREO - ANEXO I (LRF, Art. 52, Inciso I, alíneas "a" e "b" do Inciso II e §1º - Anexo I) R$ (reais) 1,00

RECEITAS

PREVISÃO ANUAL RECEITAS REALIZADAS REALIZAR SALDO A

INICIAL ATUALIZADA (a) No Bimestre (b) % (b/a) Até o bimestre

(c) % (c/a) (a-c) RECEITAS CORRENTES 60.000,00 60.000,00 ___ ___ ___ ___ 60.000,00 TRANFERÊNCIAS CORRENTES 60.000,00 60.000,00 ___ ___ ___ ___ 60.000,00 Transferências Intragovernamentais 60.000,00 60.000,00 ___ ___ ___ ___ 60.000,00 ___ ___ ___ ___ ___ RECEITAS DE CAPITAL 246.844,00 246.844,00 ___ ___ ___ ___ 246.844,00 TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL 246.844,00 246.844,00 ___ ___ ___ ___ 246.844,00 Transferências Intragovernamentais 246.844,00 246.844,00 ___ ___ ___ ___ 246.844,00 ___ ___ ___ ___ ___

SUBTOTAL DAS RECEITAS (I) 306.844,00 306.844,00 ___ ___ ___ ___ 306.844,00

DÉFICIT (II) ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___

TOTAL (I) + (II) 306.844,00 306.844,00 ___ ___ ___ ___ 306.844,00

DESPESAS PREVISÃO ANUAL DESPESAS EMPENHADAS DESPESAS LIQUIDADAS SALDO (b-f)

INICIAL (a) ATUALIZADA (b) No Bimestre (c) Até o Bimestre(d) No Bimestre (e) Até o Bimestre ( f) % ( f/b)

DESPESAS CORRENTES 60.000,00 60.000,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 60.000,00

Pessoal/Encargos Sociais ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___

Outras Despesas Correntes 60.000,00 60.000,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 60.000,00

DESPESAS DE CAPITAL 246.844,00 246.844,00 ___ ___ ___ ___ ___ 246.844,00

Investimentos 246.844,00 246.844,00 ___ ___ ___ ___ ___ 246.844,00

INVERSÕES FINANCEIRAS ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___

SUBTOTAL DAS DESPESAS (I) 306.844,00 306.844,00 306.844,00

SUPERÁVIT (II) ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___

TOTAL (I) + (II) 306.844,00 306.844,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 306.844,00

Fontes:THEMA e FIPLAN –Gerência de Contabilidade/ALE Obs: Valores sujeito a alterações.

Dep. Gerson Chagas 1º Vice-Presidente da ALE

Gerson da Silva de Melo Diretoro Financeiro

Cristiane Romênia Fonseca de Almeida Controladora Geral ALE/RR

PODER LEGISLATIVO

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE RORAIMA FUNDO ESPECIAL DO PODER LEGISLATIVO - FUNESPLE RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA

BALANÇO ORÇAMENTÁRIO ORÇAMENTO FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL

JANEIRO A DEZEMBRO: 2015 / BIMESTRE: JANEIRO – FEVEREIRO/2015 R$ (reais) 1,00 FUNÇÃO/SUBFUNÇÃO DOTAÇÃO INICIAL DOTAÇÃO ATUALIZADA (a) DESPESAS EMPENHADAS DESPESAS LIQUIDADAS

No Bimestre (b) Até o Bimestre (c) No Bimestre (d) Até o Bimestre (e) % (e/total a)

LEGISLATIVA 306.844,00 306.844,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Ação Legislativa 306.844,00 306.844,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 TOTAL 306.844,00 306.844,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

FONTES: THEMA E FIPLAN- Gerência de Contabilidade/ALE

Obs: Valores sujeito a alterações.

Dep. Gerson Chagas 1º Vice-Presidente da ALE

Gerson da Silva de Melo Diretor Financeiro

Cristiane Romênia Fonseca de Almeida Controladora Geral ALE/RR

Tribunal de Contas do Estado de Roraima

Poder Legislativo

ATA DA QUINTA SESSÃO ORDINÁRIA DO TRIBUNAL PLENO REALIZADA EM 18/03/2015

Aos dezoito dias do mês de março do ano de dois mil e quinze, às nove horas, no Plenário do TCERR, localizado no edifício da rua Agnelo Bittencourt, esquina com a rua Coronel Pinto, Centro, nesta cidade de Boa Vista, reuniu-se em Sessão Ordinária o Pleno do Tribunal de Contas do Estado de Roraima, sob a Presidência do Conselheiro Henrique Manoel Fernandes Machado. Presentes os Conselheiros Manoel Dantas Dias, Cilene Lago Salomão e Célio Rodrigues Wanderley, o Procurador Geral de Contas, Dr. Paulo Sérgio Oliveira de Sousa e o Diretor de Fiscalização das Contas Públicas, Dr. Roberto Riverton de Souza Veras. Conselheiros ausentes: Marcus Rafael de Hollanda Farias, Essen Pinheiro Filho e Joaquim Pinto Souto Maior Neto. Havendo quorum, o

Conselheiro Presidente declarou aberta a Sessão. 1. DISCUSSÃO E APROVAÇÃO DE ATAS: Ata da 1ª Sessão Extraordinária do Pleno / 2015; Ata da 4ª Sessão Ordinária do Pleno / 2015; Ata da 2ª Sessão Administrativa do Pleno / 2015. Aprovadas

2. JULGAMENTO DE PROCESSO:

O Conselheiro Presidente convidou a Conselheira Vice-Presidente, Cilene Lago Salomão, para assumir a Presidência, em vista de ser Relator destes autos:

PROCESSO Nº: 0349/2014; ASSUNTO: AUDITORIA OPERACIONAL; ÓRGÃOS: PREFEITURA MUNICIPAL DE ALTO ALEGRE; PREFEITURA MUNICIPAL DE AMAJARI; PREFEITURA MUNICIPAL DE BONFIM; PREFEITURA MUNICI- PAL DE CANTA; PREFEITURA MUNICIPAL DE CARACARAI; PREFEITURA MUNICIPAL DE CAROEBE; PREFEITURA MUNICIPAL DE IRACEMA; PREFEITURA MUNICIPAL DE NORMANDIA; PREFEITURA MUNICIPAL DE PACARAIMA; PREFEITURA MUNICIPAL DE RORAINÓPOLIS; PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO JOÃO DA BALIZA; PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO LUIZ DO ANAUÁ; PREFEITURA MUNICIPAL DE UIRAMUTÃ; SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE BOA VISTA; SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE; RESPONSÁVEIS: JOSÉ ARIMATÉIA DA SILVA; MOACIR JOSÉ

BEZERRA MOTA; LISETE SPIES; ROSENY CRUZ ARAÚJO; ENILDO DANTAS DIAS NOVO JÚNIOR; PAULO CÉSAR GOMES ORTIZ; RARYSON PEDROSA NAKAYAMA; JOSUÉ JESUS PANEQUE MATOS; JAIRO AMILCA DA SILVA CAMPOS; ALTEMIR DA SILVA CAMPOS; ADILSON SOARES; JOSÉ DIVINO PEREIRA LIMA; EDSON PEREIRA LEITE; ELIÉSIO CAVALCANTE; MARCELO DE LIMA LOPES; KALIL GILBRAN LINHARES COELHO; RELATOR: CONSELHEIRO HENRIQUE MANOEL FERNANDES MACHADO. RESUMO DO VOTO DO RELATOR: Recomendar à Secretaria de Estado da Saúde (SESAU) que: Planeje as ações estaduais considerando o estabelecimento de metas de saúde de maneira regionalizada e conforme as necessidades de saúde dos usuários; Preste apoio institucional aos Municípios no processo de levantamento das necessida- des de saúde da população (equipes de Saúde da Família, necessidade de atendimento próximo, perfil epidemiológico), de maneira regionalizada, com vistas à elaboração de diagnóstico referente às necessidades de saúde dos usuários; Programe ações para coordenar a implementação do COAP no Estado (fortalecer a regionalização e hierarquização); Elabore e implemente os fluxos de integração regionalizada (referência, contrarreferência e regulação) da atenção básica com os demais níveis de atenção; Crie mecanismos que institucionalize o preenchimento/registro da contrarreferência; Apoie os Municípios no estabelecimento de controles (tempo médio de retorno por encaminhamento, percentual de encaminhamentos da atenção básica para a média e alta complexidades), monitorar e consolidar os resultados; Implemente estratégia regional de atendimento visando ampliar e melhor distribuir a estrutura de média e alta complexidades; Aprimore os sistemas de informação, articulando-se com as Secretarias Municipais de Saúde, com vistas à integração entre as ferramentas de referência, contrarreferência e regulação; Implemente estratégias para o desenvolvimento do apoio matricial (NASF); Articulem-se por meio da Comissão Intergestores Bipartite (CIB) para o estabelecimento de fluxos claros e atualizados de integração da atenção básica com os demais níveis de atenção, implementando políticas para o fortalecimento da rede regionalizada e hierarquizada; Pactue na CIB o tema alocação de recursos destinados à atenção básica; Reconheça o passivo decorrente da ausência de repasses aos municípios, no período 2009 a 2014 e inserir no Plano Estadual da Saúde e no orçamento estadual, o efetivo pagamento desses valores; Efetue os repasses de forma tempestiva e na forma e valores em que foram definidos na CIB; Procure articular e pactuar em CIB e CIT a concepção de critérios que busquem a equidade e a efetiva distribuição de recursos para os municípios; Emita demonstrativos contábeis e gerenciais que sejam mais claros e detalhados e que permitam aos órgãos de fiscalização e ao controle social uma visualização do que foi planejado e executado em cada bloco de financiamento da atenção básica; Promova a articulação entre a SESAU e as Secretarias Municipais, por meio dos atores envolvidos no processo, tais como: CIES, CIR, CIB, para discutir e elaborar o plano de educação permanente em saúde, que contemple as especificidades regionais; Garanta, para os municípios com menos de 100 mil habitantes, a oferta dos cursos introdutórios para as ESF implantadas; Garanta a organização e oferta dos processos de educação permanente para os municípios com menos de 100 mil habitantes; Atue como facilitadora do processo de educação permanente para SMSA de Boa Vista; Oferte cursos de formação e capacitação continuada de acordo com as necessidades dos gestores e profissionais da AB, conforme plano de educação permanente; Promova ações e capacitações para fortalecer a cultura de monitoramento e avaliação para os municípios e no âmbito da própria SESAU; Dote a SESAU com pessoal capacitado e suficiente, com base em critérios previamente definidos, para o desenvolvimento das ações de monitoramento e avaliação da AB; Adeque a estrutura organizacional da SESAU, contemplando as atividades de monitoramento e avaliação da AB; Aprimore os mecanismos de levantamento de dados para compor os indicadores, incluindo sistemática para verificar a confiabilidade dos dados; Implante e utilize portfólio de indicadores de processos de trabalho para o aprimoramento da gestão da AB; Promova a divulgação dos resultados das ações de saúde gerados no processo de monitoramento e avaliação da AB; Apoie tecnicamente os municípios para o uso de metodologia de indicadores voltados ao monitoramento e avaliação da AB; Elabore um diagnóstico da estrutura de TI que reflita as necessidades demandadas para a realização de monitoramento e avaliação da AB, inclusive pessoal necessário para atividade; Adeque a estrutura de TI para atendimento das necessidades levantadas no diagnóstico; Articule com o MS e as administrações municipais, por intermédio da CIT, a melhoria da infraestrutura para fornecimento de energia elétrica e melhoria na qualidade da internet; Recomendar à Administração Municipal de Boa Vista, por intermédio da Secretaria Municipal de Saúde (SMSA) que: Promova articulação com o governo estadual e federal por meio da CIB e CIT, visando à elaboração de diretrizes para o levantamento das necessidades de saúde da população; Desenvolva e/ou aprimorar ações para fomentar a participação dos conselhos de saúde no planejamento das ações municipais de saúde; Induza e/ou fortaleça a estrutura de apoio matricial (NASF); Crie mecanismos que institucionalize o preenchimento/registro da referência; Estabeleça controles do tempo médio de retorno por encaminhamento, e também do percentual de encaminhamentos da atenção básica para a média e alta complexidades, através de indicadores específicos; Articulem-se por meio da Comissão Intergestores Bipartite (CIB) e das Comissões Intergestores Regionais (CIR) para o estabelecimento de fluxos claros e atualizados de integração da atenção básica com os demais níveis de atenção, implementando políticas para o fortalecimento da rede regionalizada e hierarquizada; Promova articulação com os Governos Estadual e Federal, por meio da CIR, CIB, COSEMS, CONASEMS e CONASS, para discutir, programar e estabelecer uma política de financiamento da atenção básica que seja adequada à sua realidade; Emita demonstrativos contábeis e gerenciais que sejam mais claros e detalhados e que permitam aos órgãos de fiscalização e ao controle social uma visualização do que foi planejado e executado em cada bloco de financiamento da atenção básica; Desenvolva ações que promovam a permanência dos profissionais na AB, a exemplo de: realização de concursos públicos para suprir com UBS/ESF as áreas descobertas; instituição de gratificações e outros incentivos; melhores condições de trabalho aos profissionais (equipamentos, materiais, insumos, mobiliários, estrutura física); Elabore e mantenha atualizado o diagnóstico das necessidades de capacitação e formação dos gestores e profissionais da AB; Restruture o plano de educação permanente; Oferte cursos de formação e educação permanente de acordo com as necessidades dos gestores e profissionais da AB, em conformidade com o plano de educação permanente; Promova ações e capacitações para fortalecer a cultura de monitoramento e avaliação para os municípios; Adeque a estrutura organizacional das secretarias, contemplando as atividades de monitoramento e avaliação da AB; Aprimore os mecanismos de levantamento de dados para compor os indicadores, incluindo sistemática para verificar a confiabilidade dos dados; Implante e utilize portfólio de indicadores de processos de trabalho para o aprimoramento da gestão da AB; Promova a divulgação dos resultados gerados no processo de monitoramento e avaliação da AB; Elabore um diagnóstico da estrutura de TI que reflita as necessidades demandadas para a realização de monitoramento e avaliação da

AB, inclusive pessoal necessário para atividade; Adeque a estrutura de TI para atendimento das necessidades levantadas no diagnóstico; Difunda o conhecimento das orientações contidas na PNAB entre os gestores; Avalie as condições do mobiliário e dos equipamentos existentes nas UBS para ver a possibilidade de substituição e de manutenção; Faça levantamento dos materiais e insumos utilizados nas UBS, de modo que não se adquira materiais e insumos que não serão usados e/ou se deixe de adquirir materiais e insumos essenciais. Recomendar às Administrações Municipais de Alto Alegre, Amajari, Bonfim, Cantá, Caracaraí, Caroebe, Iracema, Mucajaí, Normandia, Pacaraima, Rorainópolis, São João da Baliza, São Luiz e Uiramutã, por intermédio das Secretarias Municipais de Saúde que: Promova articulação com o governo estadual e federal por meio da CIB e CIT, visando à elaboração de diretrizes para o levantamen- to das necessidades de saúde da população; Desenvolva e/ou aprimore ações para fomentar a participação dos conselhos de saúde no planejamento das ações municipais de saúde; Promova a implantação ou aperfeiçoamento dos canais de comunicação entre usuários e as Secretarias Municipais de Saúde/UBS, de modo que as necessidades dos usuários sejam contempladas no planejamento; Induza e/ou fortaleça a estrutura de apoio matricial (NASF); Crie mecanismos que institucionalize o preenchimento/ registro da referência; Estabeleça controles do tempo médio de retorno por encaminha- mento, e também do percentual de encaminhamentos da atenção básica para a média e alta complexidades, através de indicadores específicos; Articulem-se por meio da Comissão Intergestores Bipartite (CIB) e das Comissões Intergestores Regionais (CIR) para o estabelecimento de fluxos claros e atualizados de integração da atenção básica com os demais níveis de atenção, implementando políticas para o fortalecimento da rede regionalizada e hierarquizada; Faça levantamento do montante que o Estado deveria ter repassado ao município durante o período analisado (2012 a 2014) e cobrar o efetivo repasse; Promovam articulação com os Governos Estadual e Federal, por meio da CIR, CIB, COSEMS, CONASEMS e CONASS, para discutir, programar e estabelecer uma política de financiamento da atenção básica que seja adequada à sua realidade; Emita demonstrativos contábeis e gerenciais que sejam mais claros e detalhados e que permitam aos órgãos de fiscalização e ao controle social uma visualização do que foi planejado e executado em cada bloco de financiamento da atenção básica; (Subtítulo 2.3.3); Realize o diagnóstico das necessidades de alocação de pessoal da AB, considerando o perfil epidemiológico, a população a ser coberta por equipe e a composição das equipes multiprofissionais; Desenvolva ações que promovam a permanência dos profissionais da AB, a exemplo de: realização de concursos públicos para suprir com UBS/ESF as áreas descobertas; instituição de planos de cargos, carreiras e remuneração, que contemple os cargos de nível superior; instituição de gratificação e outros incentivos; melhores condições de trabalho aos profissionais (infraestrutura: estrutura física, equipamentos, materiais, insumos, mobiliários); Elabore e mantenha atualizado o diagnóstico das necessidades de capacitação e formação dos gestores e profissionais da AB; Elabore o plano de educação permanente; Promova ações e capacitações para fortalecer a cultura de monitoramento e avaliação para os municípios; Adeque a estrutura organizacional das secretarias, contemplando a atividades de monitoramento e avaliação da AB; Aprimore os mecanismos de levantamento de dados para compor os indicadores, incluindo sistemática para verificar a confiabilidade dos dados; Implante e utilize portfólio de indicadores de processos de trabalho para o aprimoramento da gestão da AB; Promova a divulgação dos resultados gerados no processo de monitoramento e avaliação da AB; Elabore um diagnóstico da estrutura de TI que reflita as necessidades demandadas para a realização de monitoramento e avaliação da AB, inclusive pessoal necessário para atividade; Adeque a estrutura de TI para atendimento das necessidades levantadas no diagnóstico; Difunda o conhecimento das orientações contidas na PNAB entre os gestores; Avalie as condições do mobiliário e dos equipamentos existentes nas UBS para ver a possibilidade de substituição e de manutenção; Faça levantamento dos materiais e insumos utilizados nas UBS, de modo que não se adquira materiais e insumos que não serão usados e/ou se deixe de adquirir materiais e insumos essenciais. Determinar à Secretaria de Estado da Saúde (SESAU) que: Apresente a este Tribunal de Contas Plano de Ação, modelo em anexo às fls. 422/423 dos autos, nos termos do Documento TCU: Padrões de Monitoramento (Anexo A) – PORTARIA – SEGECEX Nº 27, de 19/10/2009 – BTCU Nº 06, no prazo de 120 (cento e vinte) dias, em consonância com o art. 3º, IX, c/c art. 12 da RESOLUÇÃO Nº 016/2012 – TCERR-PLENO, quanto às recomendações descritas no Subtitulo 8.1, alíneas “a” a “ad”, deste relatório, constando do respectivo cronograma as ações que serão adotadas para o cumprimento dessas recomendações, indicando os responsáveis e os prazos a serem considerados em cada uma das etapas de implementação das medidas, para fins de posterior Auditoria de Acompanhamento e Monitoramento por parte desta Corte de Contas. Determinar à Administração Municipal de Boa Vista, por intermédio da Secretaria Municipal de Saúde (SMSA) que: Apresente a este Tribunal de Contas Plano de Ação, modelo em anexo às fls. 422/423 dos autos, nos termos do Documento TCU: Padrões de Monitoramento (Anexo A) – PORTARIA – SEGECEX Nº 27, de 19/10/2009 – BTCU Nº 06, no prazo de 120 (cento e vinte) dias, em consonância com o art. 3º, IX, c/c art. 12 da RESOLUÇÃO Nº 016/2012 – TCERR-PLENO, quanto às recomendações descritas no Subtitulo 8.2, alíneas “a” a “v”, deste relatório, constando do respectivo cronograma as ações que serão adotadas para o cumprimento dessas recomendações, indicando os responsáveis e os prazos a serem considerados em cada uma das etapas de implementação das medidas, para fins de posterior Monitoramento por parte desta Corte de Contas. Determinar às Administrações Municipais de Alto Alegre, Amajari, Bonfim, Cantá, Caracaraí, Caroebe, Iracema, Mucajaí, Normandia, Pacaraima, Rorainópolis, São João da Baliza, São Luiz e Uiramutã, por intermédio das Secretarias Municipais de Saúde que: Apresentem a este Tribunal de Contas Plano de Ação, modelo em anexo às fls. 422/423 dos autos, nos termos do Documento TCU: Padrões de Monitoramento (Anexo A) – PORTARIA – SEGECEX Nº 27, de 19/10/2009 – BTCU Nº 06, no prazo de 120 (cento e vinte) dias, em consonância com o art. 3º, IX, c/c art. 12 da RESOLUÇÃO Nº 016/2012 – TCERR-PLENO, quanto às recomendações descritas no Subtitulo 8.3, alíneas “a” a “x”, deste relatório, constando do respectivo cronograma as ações que serão adotadas para o cumprimento dessas recomendações, indicando os responsáveis e os prazos a serem considerados em cada uma das etapas de implementação das medidas, para fins de posterior Monitoramento por parte desta Corte de Contas. Remeter cópias desse acórdão, bem como do voto e do Relatório Final de Auditoria Operacional nº 001/2015 que o fundamentam, ao Tribunal de Contas da União, à Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde, bem como aos jurisdicionados: à Sra. Suely Campos, Governadora do Estado de Roraima (GERR); à Sra. Maria Teresa Saenz Surita Jucá, Prefeita do Município de Boa Vista; ao Sr. Kalil Gibran Linhares Coelho, Secretário de Estado da Saúde (SESAU); ao Sr. Marcelo de Lima Lopes, Secretário Municipal de Saúde de Boa Vista (SMSA); ao Sr. José de Arimatéia da Silva, Prefeito de Alto Alegre; ao Sr. Moacir José Bezerra Mota, Prefeito de Amajari; à Sra. Lisete Spíes, Prefeita de Bonfim; à Sra. Roseny Cruz Araújo, Prefeita de Cantá; ao Sr. Enildo Dantas Dias Novo Júnior, Prefeito de

Caracaraí; ao Sr. Paulo César Gomes Ortiz, Prefeito de Caroebe; ao Sr. Raryson Pedrosa Nakayama, Prefeito de Iracema; ao Sr. Josué Jesus Paneque Matos, Prefeito de Mucajaí; ao Sr. Jairo Amilca da Silva Araújo, Prefeito de Normandia; ao Sr. Altemir da Silva Campos, Prefeito de Pacaraima; ao Sr. Adilson Soares, Prefeito de Rorainópolis; ao Sr. José Divino Pereira Lima, Prefeito de São João da Baliza; ao Sr. Edson Pereira Leite, Prefeito de São Luiz do Anauá; ao Sr. Eliésio Cavalcante, Prefeito de Uiramutã. Remeter cópias desse acórdão, bem como do voto e do Relatório Final de Auditoria Operacional nº001/2015 que o fundamentam, ao Departamento de Fiscalização de Atos de Pessoal (DEFAP), deste Tribunal de Contas, para conhecimento do assunto tratado no Subtítulo 2.2 do Relatório Final de Auditoria Operacional nº 001/2015; Arquivar, após cumpridas as formalidades legais, os presentes autos. VOTAÇÃO:À UNANIMI- DADE. DELIBERAÇÃO: ACÓRDÃO Nº 005/2015-TCERR-PLENO

A Conselheira Cilene Lago Salomão convidou o Conselheiro Presidente para reassumir os trabalhos da Presidência.

3. REFERENDO DE RESOLUÇÃO:

ASSUNTO: RESOLUÇÃO que “Dispõe sobre o recebimento, registro, autuação e instrução das Prestações de Contas e das Tomadas de Contas Especiais pelo TCERR e dá outras providências”. PROPONENTE: CONSELHEIRO PRESIDENTE HENRIQUE MANOEL FERNANDES MACHADO.

Após a distribuição antecipada, o Conselheiro Presidente submeteu ao referendo do egrégio Colegiado a RESOLUÇÃO Nº 004/2015-TCERR-PLENO, a qual foi referendada à unanimidade.

4. COMUNICAÇÕES:

O Conselheiro Célio Wanderley comunicou que encaminhou a todos os pares uma minuta do projeto de Instrução Normativa referente a implantação da Escola de Contas. A Conselheira Cilene Salomão, na qualidade de Coordenadora do projeto de inovação tecnológica do TCERR, deu conhecimento a todos que vem trabalhando para informatizar as rotinas do Controle Externo, e um dos sistemas que está pendente de implantação é o Sistema de Obras Públicas, em razão da demanda de recursos. Informou ainda que, a nível nacional, está sendo elaborado um sistema para fazer o acompanhamento de obras públicas com todos os TCE’s e um dos Auditores Fiscais do TCERR, o servidor Jonathas Coutinho da Silva foi convidado para ser um dos coordenadores desse grupo de trabalho. Finalizou congratulando o Controle Externo. O Conselheiro Presidente comunicou aos pares que, com relação ao curso de pregoeiro, já está providenciando a contratação do Professor Jacoby Fernandes, o qual realizará o

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