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ANEXOS

A

n e x o

I - A

lg u m a s

D

e f i n i ç õ e s d e

P

o l í t i c a

I

n d u s t r i a l

E

n c o n t r a d a s n a

L

i t e r a t u r a

Definições

— Política industrial significa a iniciação e coordenação de iniciativas governamentais para alavancar a produtividade e competitividade da economia e de indústrias particulares (Johnson 1984).

— A política industrial é a tentativa governamental de modificar a aplicação de recursos para setores específicos, considerados importantes para o crescimento econômico futuro (Krugman & Obstfeld 2016).

— A política industrial representa um conjunto de medidas direcionadas a indústrias específicas e destinadas a alcançar resultados que o estado considere eficientes para a economia como um todo (Chang &

Amsden 1994).

— Política industrial congrega medidas de reestruturação a favor de atividades mais dinâmicas sejam elas industriais ou não (Rodrik 2004).

— Política industrial é sinônimo de política de governo motivada por problemas de setores específicos (Zysman & Tyson 1984).

— A política industrial é toda forma de intervenção estatal que afete a indústria como parte distinta da economia (Foreman-Peck & Federico 1999).

— Política industrial refere-se às políticas de intervenção no mercado que alterem preços relativos a favor de regiões, indústrias ou empresas (Amadeo 2002).

— Políticas industriais são ações e instrumentos utilizados com o objetivo de fomentar o setor industrial e aumentar as taxas de crescimento econômico (Coronel et al. 2014).

— Política industrial é definida como intervenção governamental seletiva com o objetivo de alterar a estrutura de produção em favor de setores com melhores perspectivas de crescimento que não seriam alcançadas pelo livre mercado (Pack & Saggi 2006).

— Política industrial representa um conjunto de medidas cuja finalidade é promover o desenvolvimento da estrutura industrial, especificamente de atividades inovativas (Melo et al. 2015).

— Política industrial não é meramente uma política para a indústria, mas uma política de estruturação, reestruturação, aprimoramento e desenvolvimento das atividades econômicas e do processo de geração de riquezas (Suzigan & Furtado 2006b).

Fonte: elaboração própria baseada em N audé (Naudé 2010), Aiginger (2007), W hite & W arwick (2013).

A

n e x o

II - P

r in c ip a is

C

a r a c t e r ís t ic a s d a s

P

o l í t i c a s

I

n d u s tr ia is provisão de bens e serviços (Vasconcelos et al. 2011). Tais circunstâncias se manifestam, principalmente, sob os seguintes formatos: (i) concentração de mercado na mão de poucos produtores e/ou consumidores; (ii) existência de informação incompleta ou assimetria informacional; (iii) presença de externalidades negativas; (iv) ausência de bens públicos socialmente desejáveis. Em qualquer um dos casos, as políticas industriais seriam necessárias para devolver ao mercado sua condição de operação, dimensionando as correções necessárias para o restabelecimento do equilíbrio entre o ótimo privado e social (Castro 2009; Schapiro 2013).

121 De acordo com essa perspectiva, quanto maior a quantidade de empresas exportadoras, maior o nível de aprendizagem pela prática (learning by doing) e maior o efeito transbordamento (spillover) para toda economia nacional por meio da disseminação de informações e geração de conhecimento. Da mesma forma, a entrada de investimentos estrangeiros no país pode resultar em transbordamentos de conhecimento para empresas locais, trabalhadores e consumidores. No entanto, devido aos altos custos inerentes a atividade de exportação e atração de investimentos, o desenvolvimento industrial pode ser subóptimo, necessitando intervenção governamental (Naudé 2010).

122 Indústrias nascentes normalmente não possuem economias de escala para produzir de maneira competitiva, principalmente, em nível internacional. Em termos gerais, economias de escalas são eventos que resultam simultaneamente em diminuição dos custos e aumento da produção. Internamente, tais acontecimentos dependem da racionalização da atividade produtiva via processos intensivos de organização e especialização do trabalho, garantindo controle de qualidade e uniformidade dos produtos. Países em processo de desenvolvimento industrial normalmente possuem setores que ainda não alcançaram níveis de produção com economias internas de escala satisfatórias. Nesse sentindo, o conceito está por trás da ideia de proteção à indústria em formação (ou indústria nascente), pois certos setores não alcançariam o tamanho suficiente para trabalhar com economias de escala competitivas se não recebessem proteção (Amadeo 2002).

123 Como demonstrado por Chang (2004 p. 26), “o fomento à indústria nascente [...] foi a chave para o desenvolvimento da maioria das nações”. Nesse sentido, proteção de indústrias ainda incipientes ou inexistes se constitui como a fonte de argumentação mais utilizada para justificar intervenções públicas na área. Tais defesas geralmente se baseiam em observação histórica na qual as maiores economias do mundo foram submetidas a processos de industrialização que protegiam segmentos industriais incipientes em território nacional.

124 Para Naúde (2010), existe certo consenso na literatura econômica de que a indústria é diferente por gerar efeitos sobre outros setores produtivos. Para ser mais específico, o setor industrial é visto como repleto de

“externalidades marshallianas” devido a knowledge spillovers, dynamic economies of scale e linkages backward andforward (Naudé 2010). A primeira e a segunda externalidades, knowledge spillovers e dynamic economies of scale, referem-se ao poder que a indústria possui de transferir conhecimento para outras indústrias e para economia como todo.

Devido aos transbordamentos de conhecimento, uma empresa ou indústria pode obter informações sobre determinado produto ou serviço sem incorrer em custos de pesquisa e desenvolvimento. A terceira externalidade, linkages backward andforward, diz respeito à ideia de que a indústria tem efeitos multiplicadores sobre atividades que utilizam de seus produtos. Nesse sentido, a indústria geraria efeito de encadeamento “para trás” (backward linkage) quando sua demanda possibilitasse uma empresa “a montante” (upstream) estabelecer-se com uma escala mínima de produção. Já os efeitos “para frente” (forward linkages) dizem respeito à capacidade de uma indústria reduzir os custos dos consumidores potenciais localizados “a jusante” (downtream) (Villela &

Correa 1995).

125 Conceitualmente, economias de aglomeração constituem um caso especial de economias de escala em que há redução de custos e transbordamento de conhecimentos com a concentração geográfica de indústrias afins (Sandroni 1999). Por se constituírem como spatial clustering ou hub industrial, as economias de aglomeração podem também reter mão de obra qualificada na mesma região, gerando o fenômeno chamado labour pooling.

Assim, medidas de política industrial que incentivem a concentração geográfica de indústria podem também estimular a aglomeração de indivíduos qualificados, o que atrairia ainda mais indivíduos qualificados, beneficiando as empresas localizadas na região (Pack & Saggi 2006; Warwick 2013).

Características Política industrial liberal Política industrial intervencionista coordenação126

Papel do

Estado Reduzido, atuando basicamente na

regulação (Estado regular) Amplo, atuando com certo ativismo (Estado indutor)

Form a de

atuação estatal Passiva e reativa127, atuando somente

sobre falhas de mercado Ativa e antecipatória128, planejando e apoiando a industrialização

Escopo dos instrum entos

Os instrumentos são normalmente voltados ao combate a (i) concentração de mercado na mão de poucos produtores e/o u consumidores; (ii) existência de informação incompleta ou assimetria informacional; (iii) presença de externalidades negativas;

(iv) ausência de bens públicos socialmente desejáveis

Norm almente todos os instrum entos de política econômica (cambial, monetária e fiscal) são colocados a serviço do objetivo industrializante. Além disso, políticas de todas as áreas, como educação, ciência e tecnologia, são com um ente acionadas.

Planejamento Ausência de program a industrializante, ou seja, não há planejamento de ações direcionadas especificamente ao

setor-Presença de um program a industrializante, ou seja, há planeam ento e divulgação pública de um docum ento

Fonte: elaboração piópiia baseada em N audé (2010), Stiachm an (2009a; 2009b); Fonseca (2015); M aitins et al. (2015).

126 p ara esse viés de defesa, as indústrias isoladamente têm dificuldades em agir de form a coordenada e, nesse sentido, o Estado deve agir focando na oferta de infraestrutura e serviços de suporte em determinada área geográfica, por exemplo (Naudé 2010). Como observa Rodrik (2004), a coordenação pode ser alcançada sem a necessidade de grandes desembolsos financeiros para subsídios diretos. Muitas vezes, a informação, a comunicação, a persuasão e as garantias do governo podem desbloquear o investimento do setor privado simultaneamente necessário.

127 Política passiva e reativa (negativa ou ex post) é destinada a resolver problemas já existentes ou consolidados (Strachman 2009a; Strachman 2009b).

128 Política ativa e antecipatória (positiva ou ex ante): procura agir com antecedência ao aparecimento de dificuldades subsequentes (Strachman 2009a; Strachman 2009b).

A

n e x o

III - D

e t a l h a m e n t o d o s

A

r t i g o s

S

e l e c i o n a d o s

A utor/ ano N om e do artigo/capítulo

Almeida (2011) Alcance e lacunas da nova política industrial

Almeida (2009) Desafios da real política industrial brasileira do século XXI

Almeida (2013) Política industrial e empresas estatais no Brasil: BNDES e Petrobras Amadeo (2002) Política industrial: historiografia e condicionantes de seu sucesso Bresser-Pereira, Nassif e

Feijó (2016) A reconstrução da indústria brasileira: a conexão entre o regime macroeconômico e a política industrial

Canêdo-Pinheiro et al.

(2007) Por que o Brasil não precisa de política industrial Cano e Silva (2010) Política industrial do governo Lula

Castro (2009) A rica fauna da política industrial e a sua nova fronteira Castilhos (2005) Contradições e limites da política industrial do Governo Lula

Coronel et al. (2014) Política industrial e desenvolvimento econômico: a reatualizarão de um debate histórico

Coutinho (2002) Marcos e desafios de uma política industrial contemporânea Ferraz (2009) Retomando o debate: a nova política industrial do governo Lula Ferreira (2005) Sobre a inexistente relação entre política industrial e comércio exterior Gadelha (2011) Política industrial: uma visão neoschumpteriana sistêmica e estrutural Hamdan e Ferreira (2003) Política industrial no Brasil: ineficaz e regressiva

Kupfer (2003) Política industrial

Melo et al. (2015) Política industrial como política de inovação: notas sobre hiato tecnológico, políticas, recursos e atividades inovativas no Brasil

Noronha e Turchi (2005) Política industrial e ambiente institucional na análise de arranjos produtivos locais

Salerno (2004) A política industrial, tecnológica e de comércio exterior do governo federal Salerno e Daher (2006) Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior do Governo Federal

(PITCE): balanço e perspectivas

Schapiro (2015) Ativismo estatal e industrialismo defensivo: instrumentos e capacidades na política industrial brasileira

Suzigan e Furtado (2006b) Política industrial e desenvolvimento

Fonte: elaboração própria.

T~#

N om e Plano Grupo Instrum entos Alcance

Ampliação de encontros do Fórum A bertura de Capital PITC E D esenvolvim ento tecnológico e inovação Fom ento e investimento H orizontal Ampliação de orçam ento da Comissão Nacional de Energia N uclear PITC E Produção e investim entos Fom ento e investimento Vertical Ampliação de recursos da incubadora de Fundos Inovar PITC E D esenvolvim ento tecnológico e inovação Financiamento H orizontal

Ampliação de recursos do Finep Inovação PITC E D esenvolvim ento tecnológico e inovação Financiamento H orizontal

Ampliação de recursos do Fundo Nacional de D esenvolvim ento Científico e Tecnológico

(FNDCT)________________________________________________________________________________ PITC E D esenvolvim ento tecnológico e inovação Financiamento H orizontal Ampliação de recursos do Inovar Fórum Venture PITC E D esenvolvim ento tecnológico e inovação Financiamento H orizontal Ampliação de recursos do Program a Nacional de Atividades Espaciais PITC E Produção e investim entos Fom ento e investimento Vertical

Aprovação da Lei de Inovação PITC E D esenvolvim ento tecnológico e inovação Regulação H orizontal

Aprovação da nova Lei de Inform ática PITC E Produção e investim entos Regulação Vertical

Criação do Finep Prom ove PITC E D esenvolvim ento tecnológico e inovação Financiamento H orizontal

Criação da Agência de Prom oção de Exportações do Brasil (Apex-Brasil) PITC E Comércio exterior Fom ento e investimento H orizontal Criação da Agência N acional do Petróleo, Gás N atural e Biocombustíveis (ANP) PITC E Produção e investim entos Regulação Vertical

Criação da Rede E-conhecim ento PITC E D esenvolvim ento tecnológico e inovação Fom ento e investimento Vertical

Criação da Rede N acional de Agentes de Política Industrial (Renapi) PITC E Produção e investim entos Fom ento e investimento H orizontal Criação da Rede N acional de Inform ações sobre Investim ento (Renai) PITC E Produção e investim entos Fom ento e investimento H orizontal Criação de Bolsas Capes para áreas da PITC E PITC E D esenvolvim ento tecnológico e inovação Fom ento e investimento H orizontal

Cnação de Centros de Distribuição no Exterior PITC E Comércio exterior Fom ento e investimento H orizontal

Criação de program a de financiamento para incubadoras tecnológicas PITC E D esenvolvim ento tecnológico e inovação Financiamento H orizontal

Criação de program as de certificação de produto PITC E Comércio exterior Fom ento e investimento H orizontal

Criação do B N D ES Finame - aquisição de bens de capital PITC E Produção e investim entos Financiamento Vertical

Criação do B N D ES Funtec PITC E D esenvolvim ento tecnológico e inovação Financiamento H orizontal

Criação do B N D ES Proinco PITC E D esenvolvim ento tecnológico e inovação Financiamento H orizontal

Criação do Cartão B N D ES PITC E Produção e investim entos Financiamento H orizontal

Criação do Centro de Distribuição de Produtos Brasileiros no Exterior PITC E Comércio exterior Fom ento e investimento H orizontal Criação do Centro Regional de Ciências Nucleares do N ordeste PITC E Produção e investim entos Fom ento e investim ento Vertical Criação do Comitê de Financiamento e Garantia das Exportações (Cofig) PITC E Comércio exterior Fom ento e investimento H orizontal Criação do convênio Petrobrás-Sebrae no âmbito do Pronim p PITC E Produção e investim entos Fom ento e investimento H orizontal

Criação do Finep Inovar Semente PITC E D esenvolvim ento tecnológico e inovação Financiamento H orizontal

Criação do Finep M odernit PITC E D esenvolvim ento tecnológico e inovação Financiamento Vertical

Criação do Finep Prounfa PITC E D esenvolvim ento tecnológico e inovação Financiamento Vertical

Criação do Fórum Iniciativa N acional para Inovação (INI) PITC E D esenvolvim ento tecnológico e inovação Planejam ento H orizontal

Criação do GiroCA IXA PITC E Produção e investim entos Financiamento H orizontal

Criação do G rupo de Trabalho Perm anente para Arranjos Produtivos Locais PITC E Produção e investim entos Fom ento e investimento H orizontal

Criação do Portal Inovação PITC E D esenvolvim ento tecnológico e inovação Fom ento e investimento H orizontal

Criação do

Em prego eProgram a de Apoio ao Fortalecimento da Capacidade de Geração de

R enda (Progeren) PITC E Produção e investim entos Financiamento H orizontal

Criação do Program a Brasil E xportador PITC E Comércio exterior Incentivo H orizontal

37 Criação do Program a de Apoio à Pesquisa na Pequena Empresa. PITC E D esenvolvim ento tecnológico e inovação Financiamento H orizontal Indústria H orizontal 38 Criação do Program a de Apoio ao Desenvolvim ento da Cadeia Produtiva Farmacêutica

(Profarma) PITC E Produção e investim entos Financiamento Vertical Indústria D ifúsor

39 Criação do Program a de Capacitação Científica e Tecnológica para a M etrologia Científica

e Industrial do Inm etro (Prometro) PITC E D esenvolvim ento tecnológico e inovação Fom ento e investimento H orizontal Indústria H orizontal

40 Criação do Program a de Inclusão Digital PITC E Produção e investim entos Incentivo Vertical Comércio & Serviços N ão industrial

41 Criação do Program a de Mobilização da Indústria N acional de Petróleo e Gás N atural

(Pronimp) PITC E Produção e investim entos Fom ento e investimento Vertical Indústria Com modity

42 Criação do Program a de M odernização do Parque Industrial Nacional (Modermaq) PITC E Produção e investim entos Financiamento H orizontal Indústria H orizontal 43 Criação do Program a de Subvenção Econôm ica para atividades de inovação PITC E D esenvolvim ento tecnológico e inovação Incentivo H orizontal Econom ia H orizontal

44 Criação do Program a Juro Zero PITC E D esenvolvim ento tecnológico e inovação Financiamento H orizontal Indústria H orizontal

45 Criação do Program a N acional de Atividades Nucleares PITC E D esenvolvim ento tecnológico e inovação Fom ento e investimento Vertical Indústria D ifusor 46 Criação do Regime Especial de Aquisição de Bens de Capital para Em presas

Exportadoras (Recap) PITC E Comércio exterior Incentivo Vertical Indústria D ifusor

47 Criação do Regime Especial de Tributação para Em presas Exportadoras de Software

(Repes) PITC E Comércio exterior Incentivo Vertical Comércio & Serviços N ão industrial

48 Criação Proger Giro - R enda Caixa Exportação PITC E Comércio exterior Financiamento H orizontal Econom ia H orizontal

49 Criação Program a de Competitividade das Em presas do Setor Industrial PITC E Produção e investim entos Financiamento H orizontal Indústria H orizontal

50 Criação Program a Extensão Industrial E xportadora (Peiex) PITC E Comércio exterior Fom ento e investimento H orizontal Indústria H orizontal

51 Elaboração do Program a de Atração de Centros de P& D e de Sedes de Negócios PITC E D esenvolvim ento tecnológico e inovação Fom ento e investimento H orizontal Econom ia H orizontal

52 Elaboração dos planos de desenvolvim ento setoriais (PDS) PITC E Produção e investim entos Planejam ento H orizontal Indústria H orizontal

53 Criação da Em presa Brasileira de H em oderivados e Biotecnologia (Hemobrás) PITC E D esenvolvim ento tecnológico e inovação Fom ento e investimento H orizontal Indústria H orizontal 54 Estabelecim ento de parceira com o B N D ES na criação dos Program as de

"Desenvolvim ento de Inovação" e de "Inovação Produção" PITC E D esenvolvim ento tecnológico e inovação Financiamento H orizontal Econom ia H orizontal 55 Estabelecim ento de parceira com o Finep para apoio financeiro a projetos de inovação

e /o u difusão tecnológica de interesse de M icro e Pequenas Em presas (MPEs) PITC E D esenvolvim ento tecnológico e inovação Financiamento H orizontal Indústria H orizontal 56 Criação do Fundo para o D esenvolvim ento Tecnológico das Telecomunicações PITC E D esenvolvim ento tecnológico e inovação Financiamento Vertical Comércio & Serviços N ão industrial 57 Inclusão de indústrias de sem icondutores e de com ponentes de alta tecnologia para

informática e telecom unicações no Regime Aduaneiro de E ntreposto Industrial sob

Controle Inform atizado (Recof) PITC E Produção e investim entos Incentivo Vertical Indústria D ifusor

58 Instituição da Rede Brasil de Tecnologia PITC E D esenvolvim ento tecnológico e inovação Fom ento e investimento H orizontal Indústria H orizontal 59 Instituição do Regime Tributário para Incentivo à M odernização e à Ampliação da

estrutura Portuária (Reporto) PITC E Produção e investim entos Incentivo Vertical Comércio & Serviços N ão industrial

60 Lançam ento do B N D ES internacionalização PITC E Comércio exterior Financiamento H orizontal Econom ia H orizontal

61 Remodelação do Program a para o D esenvolvim ento da Indústria N acional de Software e

Serviços Correlatos (Prosoft) PITC E Produção e investim entos Financiamento Vertical Comércio & Serviços N ão industrial

62 Lançam ento Estatuto Nacional da M icroem presa e da Em presa de Pequeno Porte PITC E Produção e investim entos Regulação H orizontal Indústria H orizontal 63 Lançam ento do Program a de Mobilização da Indústria N acional de Petróleo e Gás

(Prominp) PITC E Produção e investim entos Fom ento e investimento Vertical Indústria Com modity

64 Parceria com Inm etro na criação do Program a de Superação de Barreiras Técnicas (Alerta

Exportador) PITC E Comércio exterior Fom ento e investimento H orizontal Econom ia H orizontal

65 Publicação da Lei do Bem PITC E D esenvolvim ento tecnológico e inovação Regulação H orizontal Econom ia H orizontal

66 Publicação da Política N acional de Biossegurança (PNB) / Lei da Biossegurança PITC E D esenvolvim ento tecnológico e inovação Regulação H orizontal Indústria H orizontal

67 Redução a zero das alíquotas de IP I para bens de capital PITC E Produção e investim entos Incentivo Vertical Indústria D ifusor

68 Redução tem porária do Im posto de Im portação sobre M áquinas e Equipam entos PITC E Comércio exterior Incentivo Vertical Indústria Durável

69 Reestruturação do Instituto N acional de M etrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) PITC E D esenvolvim ento tecnológico e inovação Fom ento e investimento H orizontal Indústria H orizontal 70 Reestruturação do Instituto N acional de Propriedade Industrial (INPI) PITC E D esenvolvim ento tecnológico e inovação Fom ento e investimento H orizontal Indústria H orizontal

71 Criação da Sala do Investidor PITC E Comércio exterior Fom ento e investimento H orizontal Econom ia H orizontal

72 Instituição do Program a CI Brasil PITC E D esenvolvim ento tecnológico e inovação Fom ento e investimento H orizontal Econom ia H orizontal

73 Criação Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica PITC E D esenvolvim ento tecnológico e inovação Fom ento e investimento Vertical Indústria D ifusor 74 Lançam ento Program a de Extensionism o Tecnológico (Propex) PITC E D esenvolvim ento tecnológico e inovação Financiamento H orizontal Econom ia H orizontal 75 Lançam ento do Estratégia N acional de Biotecnologia e Política de D esenvolvim ento da

Bioindústria PITC E D esenvolvim ento tecnológico e inovação Planejam ento Vertical Indústria D ifusor

76 Criação do Program a de Biotecnologia PITC E D esenvolvim ento tecnológico e inovação Incentivo Vertical Indústria D ifusor

77 Estabelecim ento de nova form a de governança para o Centro de Biotecnologia da

Amazônia PITC E D esenvolvim ento tecnológico e inovação Fom ento e investimento Vertical Indústria D ifusor

Amazônia PITC E D esenvolvim ento tecnológico e inovação Fom ento e investimento Vertical Indústria D ifusor