A urethrotomia interna feita
pelo process
# deMaisonneuve
d uma. operagao
simples, segura
e do faeil execugito para o cirargitto que desejar a ampliaguo rapiila de uma urethra estreitada ; poremuma
opemgfto que cxige do oporad
or muitaafcfcengSo
e pratica nainsinuate
da y4 Ia conduetora
sobretudo*Como vimos
,
a urethrotomia interna,
pelo processo de Mai-somicuve
,
se pratica etu 4tempos
:l
/\ insinuagilo da v61a condu-ct
ora; 2/, insinmtg
&o do catheter; 3.
°, secgao
do estreitameqito ou urethrotomia piopnamente dita ; 4.°,
retirada do instruments epassagem da sonda
-6
t
Analysemo
s
cada mil d’esses temposda
operagSo e vejamos quaes as vantagens d’este
processo.1/ tempo* Se o Operador iS pratico e familiarisado com
eertos partir
-ularitlades damucosa urethral ,
insimumdo a v6hi no canal,elle tern a sensaguo perfeifca de sua penetmgao na bexiga
. Pdde
, vela indo deencontro
ayor
4
m, acontecer
que,
ao insinuar-
seuma val villa, dobra on cam
mho fa
Isoexistente
nas parades ure-thnies
,
pela stta flexibiUdado, dobre-
se sobre si mesum erotroceda ,
simulando a
sua
penetragilo na bexiga;entao
sendo-lhe adaptadoo catheter
,
a sua insiiiuagao atr&vez doestreitamento
mlo se faz c aextremidade
vesical dav 41
a vein sahir pelo meato urmario*0 procediturndo do operador n'esses eases soia retirar o catheter c a
vdb ,
procurandoinsinunr
de novo a mesma vela ou umaontrn em condi
coes fttS
A bexiga*Esto primeiro tempo da urethrotomia
interna 6
omais
diflieilda operagSo; pordm
,
uma vez vencidofacibnente
avdla
catheter
.
o catheter acompanha e o ureUirotomo 6 guiado pelo sulco do
V K f / O f l3
4 5
NSo e
ImliiToiente
ser o suleo na eonvexidude ou npt eonca* vidmle*Se tile existe nn purte concur&f o urethxi/tomo corta quasi
sempre :t pared®, sa
,
porqtie£
rare r^ ne
o teoido pathobgico seasseste
ou sc estendaw it pared® sUftenor, parede cimrgica de Guyon.A hemoiThagi t nbste easo *j metios perigosa e genilmente iusi -gniflennte.
Se ,
pordm,
u synleo6
naparte
convexa, o urethrotorn
ocorta
o locido neuplusido que i -ijnstltae i>
eatreitamento
; podendo tambemsecriouar lecmVis sao? aqirnm e idem do estreitameuto
,
perfuvat ocanal,
diVidir
o lull bo e liganaento suspensor da verga,
tecidos e organs qu^
dcvem ser re^
peitfutes,
sob pena de expur-
se o doentea juirideutets series e rnesmo
acarretar -
1he a morfce*!\'itio.-r hinda im
imunoriii
utn factodbssa
ordem que nos foi fiftlmeute reflptmlo; um dos nossos mais distincto^ cirurgioes.
tendonrvthroriLimisa
'di) a purple inferior da urethra de um doente,
estefalleceu do unia hemorrhagia
fulminante
; Se bem que seja esteo mrieo ficloj dbssa ordem
,
entre nds, eomtudo deve nos pflr dof
*
o aom^ tsmenusquantoentre
aseo mSsT ^
aoessena pareticdesfechosuperior
, seudo ellaniiosobrc'iiviso ;
tern apresentadij
praticada
diariamente
,2
.
" tempo. Fnstnuawo
do catheter.
Se a v61a &coarctada
peb estreitamenlodo
catheter ;
catheter enoontra da
parte do
estrciuunentoresistencia
a suajmssagctiu e de 1JO;L pi'
utiua
, se a openuplo nan 6 urgente? deixara
v
&la permanent,
poi algir^
itempo ,
1? 0, 12 e tnestno 24 horns;j"id
rii
premierimmediatameute
a insimiaguoSC
,
ponSra,
a v£la suffre certa constrie^
So e se oitfim de quo o cntheter se
iosinaV
^
om o auxilioda for^
a,evitando - ee
d'oa
^
iiVinua
traumatizer
unia urethra' que tem de solfrer a ac§3orutrinie dn Lunina do
urethrotcmo
e poupu^
do-seot6
certo pontodGres
e ouirascomplicates
s6ms ao paciente*3 rt 1cmpo. / ret krotomizagao*
o uperudor
deve
tei tcdo o cuulado defixer
hem 6catheter
edis
-tender
sulficieiitemente
o }<eids? pura quea
lamina do urethrotomor
N:L pussagem do urtebrotoniQ
poupo as partes srTs e aHiie unicamento sobre o ponto coarctado
.
u
\ M < tf 0 * 9 V
46
(
Vot
ubviar :i OBSI iiiLrorvrnientaja Mhisoimeuve
constrain oinsirtuntmtov
, do miuit ir; qim aprc^entn duns arcstuseortantes
e u augulosnlicnte
if(v laminarlmml
"* u* aid certo ponfcoprotege
as parley Nu passageLV do urotluxitomo uiiu deve haver preci*pitagao
.4,° tempo* tfa somh\} A pmssfigom de lima sonda logo apu
.
s a opotni;H(> nfcil rim essh^
in,
into so para evacmif aumm* como o
sang
Lie quo por acu -u vu ier AbuMfza
, o qunl cmOOP
tact o
com a mina altera-
ee fmuliuenta.
*Alguns cirurgioes passao logo flpds &
operagiib
ttti'ift aouda outros,
por6
m,
e com olios Guyon. pafsKoo
lahios dn terida, M£O dnter
-iofiltTit
^
ilLo uriflo&a,pretemiesse insiminr-so
outre
astmdti/
e as pan rlt11.1 2D (CharrkVe) ;
e, 15 on 1
GT
para imodistend
or osmiiinn
lo compresaSo e evitando tamhem a qunndo aurina
do canal.
"s:
a
/
Aconloooj ns vczes, que apds a operagao a
soiida nao
pddftfrauquear o canal ;
n
’estos conduces
niiofbrgal*0; por
6 m
julgfimns sempro conveniencepaster
calibre inferior, nfim dc evibir o
contacts
da ur®
ie evacuitr
a
bexiga.
No doente da
observngao
fi." com faciliilado pimainno* a *ondan
.
fl 20 apus a opera gun, pordtn no din eeguinte e non dams fanme-diator niio podemos pas
ear
< n 1 (1 ; ficgitimoa,cut
an, n providerde Guyou que
nos
toi aconsclbado pelo \ h\ (ussiuuiA
; ad inninea passagern dir sonda, e l dins ilojiohi passnmos com titoilidade it sonda ul US com u tjual tm coakn/unios*
So NRIMMOB
vautagem
TKL son>
\a
oalibrosa,
qimudo limnerhemorriiogia
inteiina
, pclu ;u:i I n m e f m a c premia fpie cxeroe sabre OH vases abertos i^ vW
lamina do iiretlirotomujimpedmdo aaeim
u perdu sangUAtfoa*A Tiro
OATMIONIIFT 6 ,
oomo todos osout -
roHmethodofi , sujeita
nacgutented, pordm estes nfio BTLO tao graves eomo qxierem on yens
dotrmlores
,
quando o dla praitcada com critcrio.bob iodus pontos do vista, o processo do
Maisotmeuve
apreseala vautagoin sabre seus congoueres ; e se
algumas compti
* cunvdm i'ie mode nlgumuma son da do com si IV rida
1
i
/ 0 9 O
47
Cagoes
tornao -
sosdrias ,
nnnuuor
parte elhts nao seapresentao
;demaid silo otlas oomnmua aos
outros
methodoa e processes,A dor nao
6 exclusive
aureihrotomia .
Quer a lamina do nrelhrotomo seceione os teculossaos
on o patliologico a dor se apresenta;parkin , 6
om genii puueotutensa
c supportavel,
dispou-sando* por
isso ,
oemprego
doanesthesicos
gevaes on locaes, salvo
se se opera mn nevropatha e jmsilanime
.
Thompson ,
qnamlo pratica a urelhrutomia cmindividuoa d
’essetempevamento,
nuesthe$iu~os pclo chlornformio. Longe do soguinnos a pratica doillustrado
prolessor,
pvtferiremos bmejar mao do urnuutro
methodo se nao houvereontvu -
iudicu<j5a ; on entao praticara
urcthrotomiu
interna,nimsthasiando
aurethra
coin a oocaina, que ddcxceUente resultado
*0
cirurgiito ,
operaudo ii’uiu canal estroito como e a urethra,
nao
pdde
presciudir da mlogrhlnde intellectual do opemadu, para hem avaliar nsphenonienos
qua se passau para o Indo do canaldurante
a operaijilo.
0 chlorofonnio assimcome todos
os anes-thesicos geracs
, pdde
determinar excit:u;ilo central,
produzindouauseas e vomitos que virao perturhar a operaijuo, Eis [Nor que
qoudemnamos o emprego dos anos
thesicos
geraes.
Urethrito e urcthrotomia interna silo
dous
phenomenon inti'mamente
ligadoseutra
si ; epdde -
eodizer
que aphlogose do
canal da urethra se mmdfestti semprc apds
estn
operaqio,
ora mais, ora monosintoosu
, povem naod
tio grave quundo ocirurgiito
operacom
disccruimento,A
infiltva
^
ilo urtnosa e niuito rara ;nds
mmoa a ohservamos.
A oreliite
,
a epyilidimite e a cyst)to rnramonto se apvoscntao cornu uccidentes da urcL-hrntumia.
interna ; do ordinario ja existemantes,
bem como a urethriA propria febre urethral, (pie com a hetnorrhagia
constituent
os dousaccidentos
amisteniidos , pdde
tambem preexistir,
comono doente da observaqao 4
.
*,
quo ja liulia tido accessesfebris intensos
o no qua! a simples ex[>lonu;Jio com urna vela oouduotornprovocou
urn accessofortissimo .
Nao
concordamos com a passagem dasonda muito volumosa
*
1 i
\
t
r
A
A \ QC
{0
\/48
apds
n, opera^
ilo,assim
como conderanamos a sondn a demora quando sefistulas e abcessos.
Pordm