Não custa esclarecer, que o uso da cor rosa ou da cor verde na Corrente Sangüínea, será quase sempre a de acelerador e a de dilatador.
Todavia, haverá casos em que se terá a necessidade de usar-se essas mesmas cores na própria Corrente Sangüínea, como eliminador bacteriano e antiinflamatório ou antiinfeccioso, sem acelerar o fluxo sangüíneo ou dilatar o calibre das artérias, como seria o caso de um tratamento de um estado gripal ou mesmo, uma pneumonia.
E aí, tem surgido sempre uma questão, principalmente, se tratarmos de paciente com a pressão alta. Será que se aplicarmos o Rosa, não vamos acelerar mais ainda a sua pressão arterial? Tal raciocínio, poderá tam- bém ser aplicado sobre o uso do verde em pacientes com a pressão baixa.
Este questionamento é antigo.
Assim fosse, certamente, estaríamos limitados a uma ação puramente mecânica e, não teríamos condições de usar todas as fun- ções de cada uma dessas cores, o que não tem muito sentido.
É quando deve entrar o processo men-
tal, o qual estamos ajustando para usar nossa força em todo seu potencial.
Rosa ou Rosa Forte, não tem somente a função de acelerador; existem outras, como desobstruidor e eliminador bacteriano na cor- rente sangüínea. Assim também o Verde. Não vamos usá-lo como dilatador, mas tão somen- te como antiinflamatório ou antiinfeccioso.
Para isto, basta que nos concentremos antes de passar a lâmpada e, determinemos mentalmente o rosa forte como eliminador e o verde como antiinfeccioso e desta forma, naquele momento, estamos abandonando a idéia do acelerador e do dilatador. É apenas uma questão de controle e condução mental. Certamente, tudo irá sair como deseja- mos e determinamos e a aplicação se comple- tará de acordo com o projeto do tratamento. O treinamento mental, que estaremos realizando adiante, nos dará essa capacidade de realização, para qualquer das sete cores do Espectro Solar.
A Aplicação do Verde e depois Azul, sobre o Aparelho Digestivo, no caso de Moléstia Contagiosa - Uma regra a ser seguida.
Todas às vezes, que o Terapeuta estiver diante de um quadro de moléstia insidiosa, tal como câncer, leucemia, vitiligo, lupus, proces- sos circulatórios mais graves, processos ós- seos degenerativos, etc, assim também as contagiosas, que se propagam através da Corrente Sangüínea, cuja patologia cobrará necessariamente, a cauterização com o Ver- de, Lilás e Azul, no trajeto referido, a aplica- ção deverá ser precedida da passagem do Verde e depois Azul, sobre todo Aparelho Digestivo.
A aplicação do Verde, seguido do Azul, antecedendo a cauterização na Corrente Sangüínea, visa sobretudo, a eliminação das substâncias químicas, ingeridas através de remédios, ao mesmo tempo, em que busca fortalecer a flora bacteriana intestinal.
Esta aplicação (Verde/Azul) será com- pletada com a indicação de: "Rosa Forte na Corrente Sangüínea Hepática, obedecen-
do o seguinte trajeto: Baço, Veia e Artéria Esplênica, Pâncreas, Vesícula Biliar, Fíga- do, Veia e Artéria Hepática" que entrará
na seqüência, no lugar apropriado, dentro do tratamento proposto para tais patologias, (vide ordem da aplicação nos tratamentos à página 370).
O uso dos Conjuntos Verde, Azul e Rosa Forte, Verde e Rosa Forte e Azul e Azul e Verde, Azul e Amarelo no trabalho com a Pressão Alta.
A questão da alteração da posição da cor, no conjunto que programamos para de- terminados tratamentos é da maior importân- cia, justamente, pela prioridade que vamos dando a especificadas vibrações, de acordo com a patologia e a necessidade energética da matéria do paciente.
Os conjuntos acima são todos dire- cionados ao paciente com Pressão Alta, em vários estágios da problemática.
Tomemos primeiro, o conjunto Verde,
Azul e Rosa Forte, que se destina, principal-
mente, ao paciente idoso, em processo ativo e declarado de esclerose comprometida.
Assim, temos na frente do conjunto, o dilatador Verde, fazendo também a função do antiinflamatório; em seguida o Azul, proces- sando primeiro uma pequena anestesia, para evitar o processo dor e ainda, como regene- rador e equilibrador; por último, o Rosa Forte, com a dupla função de acelerador e eliminador de gorduras.
Em resumo: o Verde irá dilatar a artéria para diminuir a velocidade do fluxo sangüíneo: o Azul, por sua vez, irá fazer a prevenção da dor e equilibrador o fluxo no venoso, além de manter as condições de funcionamento arte- rial/venoso (resistência) e o Rosa Forte ace- lera o fluxo, e com a aceleração, o líquido sangüíneo passe a ocupar os espaços, cria- dos com a dilatação das artérias e veias, sem problemas de hiato no fluxo. Esta é uma desaceleração.
Já o conjunto Verde, Rosa Forte e Azul, isto é, com o Rosa Forte trocando de posição com o Azul, colocamos o dilatador e antiin-
feccioso com o acelerador/cauterizador na frente, porque iremos atender a paciente, que além da Pressão Alta, traz um processo bacteriano chegando à Corrente Sangüínea (gripes, etc). O Azul entra por último, com a sua função de regenerador, anestésico e equilibrador. Ainda estamos trabalhando com idoso. Buscamos realizar numa mesma apli- cação, os dois trabalhos - baixar a pressão arterial e prevenir contra a expansão bacteriana.
Depois temos o composto Verde, Rosa
e A z u l .
Neste conjunto, podemos ver que já não entra o Rosa Forte, mas o Rosa, Por quê?
Vamos trabalhar com um organismo sadio, em condições gerais consideradas boas, embora com a Pressão Alta, que é um proble- ma genético. É também da mesma forma, um desacelerador, como os anteriores.
Finalmente, temos o conjunto Verde, Azul e Amarelo, que é um restaurador e que irá atuar nos processos de Pressão Alta, em pacientes com pequenos sinais de compro- metimento e estado ainda não fibromatoso
a r t e r i a l .
Aqui o conjunto Verde/Azul, como cores simultâneas (que são aplicadas juntas) irá trabalhar como liberador e equilibrador do flu- xo e o Amarelo, como restaurador e energi- zador do Sistema.
Assim, temos os quatro ângulos do tra- balho com a Pressão Alta, nos seus vários estágios, que podem ser operacionalizados com grande eficiência, pela aplicação eletro- magnética da onda colorida.
A Artéria em Processo de Esclerose
Neste processo, a artéria está com evidente perda de vascularização de oxigê- nio, com os vasos arteriais ressecados.
Quando aplicamos o Rosa Forte, bus- camos restabelecer abrir nesta mesma artéria o fluxo sangüíneo exterior, para que readquira sua mobilidade.
o Amarelo, se sentirmos a recuperação com o retorno da vascularização. Caso contrário estaremos apenas energizando uma área sem vida, se é que podemos chamar assim.
Já no caso do conjunto Verde, Azul e Amarelo, a vascularização não se encontra afetada. Então será simplesmente, dar à artéria sua primitiva elasticidade, porque o estreitamento é que ocasiona os êmbolos.
O Rosa Forte como cauterizador na Corrente Sangüínea no paciente com Pressão Alta
No nível em que este trabalho terapêu- tico já se encontra, o uso da mente como principal condutor e determinante das funções de cada onda luminosa é uma realidade que deve ser absorvida e conscientizada pelos trabalhadores da Cromoterapia.
Um caso típico deste estado de com- preenssão é, por exemplo, o que sempre sucede quando é requisitada a ação do Rosa Forte. O aplicador está acostumado a traba- lhar com essa cor, na Corrente Sangüínea, no trato da Pressão Arterial e sente dificuldade em usar o Rosa Forte, sem que este seja um acelerador.
E achamos até, não ser sem razão que este fato acontece.
No processo infeccioso, em nível de Corrente Sangüínea, atendendo a um estado gripai ou uma pneumonia, por exemplo, como agiremos se o paciente tiver Pressão Alta? Deixaremos de fazer a aplicação, porque poderemos elevar mais ainda a sua Pressão?
Claro que não! Aqui entrará primeiro o conhecimento. O Rosa Forte entrará sim, como um cauterizador específico, porque é a mente do aplicador que determinará a função terapêutica, dentro das suas especificações vibratórias, como cor-luz, o que será feito em concentração, antes da aplicação.
Desta forma, o Rosa Forte pode ser usado tranquilamente, sem nenhum pro- blema.
A diferença de objetivos na aplicação dos Conjuntos Azul-Rosa Forte e Amarelo e Azul - Amarelo e Rosa Forte na Pressão Baixa
Quando a indicação é Azul, Rosa Forte e Amarelo, estamos procurando tratar a parte da circulação sangüínea, compreendendo o Sistema Circulatório, que poderá ser local ou geral.
O Amarelo, no caso, entra para fortale- cimento dos vasos, sendo recomendado an- tes da projeção da energia luminosa, a mentalização da área para fortalecimento. Na aplicação do conjunto Azul, Amarelo e Rosa Forte, estamos procurando aliviar a dor, provocando a anestesia do local, energizamos e depois ativamos a circulação. Esta aplicação servirá para os problemas de enfraquecimentos de vasos e aumento do flu- xo sangüíneo.
Não custa acrescentar: sempre que a cor Azul entrar na frente de qualquer conjunto de cores, suas funções serão de preventivo de dor, equilibrador e regenerador.
Aqui no caso destes conjuntos apresen- tados, estamos tratando de paciente com pro- cessos circulatórios, provavelmente, de veias e artérias oneradas com inflamações, isquemias ou esclerose. Por isto, será sem- pre muito importante, procurar saber, de tudo, com que tipo de matéria estamos lidando, em nível de resistência física, sen- sibilidade e desgaste, no processo que está atingindo o paciente.
Identificado o estado do paciente, então poderemos também usar, para os casos da- queles com matérias mais fortalecidas, o Azul depois do Rosa Forte, ficando assim constitu- ído o conjunto Rosa Forte, Azul e Amarelo, que vem essencialmente, a ter a mesma fina- lidade do Azul, Rosa Forte e Amarelo, só que com o Rosa Forte na frente, haverá maior impulso no fluxo sangüíneo. Este conjunto, é um acelerador com fortalecimento para Pressão Baixa.
Quando falamos no início deste texto, no contexto Azul, Rosa Forte e Amarelo e
Azul, Amarelo e Rosa Forte, realmente, como dissemos, imaginávamos aquele paciente com Isquemia, Arterioesclerose, males que aco- metem o Ser Humano, normalmente, dentro do círculo da 3a Idade.
Para estas patologias, evidentemente, guardadas as necessidades de cada matéria a ser cuidada, o tratamento seria o seguinte: Passes Magnéticos / Básico Completo / Retirada com doação de energia em toda parte cerebral / Mentalização de Azul e depois Rosa Forte sobre todo o cérebro / esperar 10 segundos e mentalizar o Amarelo como fortalecedor, no mesmo trajeto / Azul no Apa- relho Digestivo / Rosa Forte na Corrente Sangüínea Frontal / Azul-Geral.
Observação: O tratamento aqui indica-
do é para o paciente ainda com razoável capacidade de resistência. No caso, do mes- mo estar muito sensível ou amedrontado, então deveremos usar o conjunto Azul, Amarelo e Rosa Forte, no lugar daquele indicado no tra- tamento acima. Nesta hipótese, então haverá a necessidade de esperar-se 10 segundos, para a projeção do Rosa Forte, após o Amarelo.
0 uso do Amarelo como Fortalecedor
e como Energizador
É muito comum no trabalho com a Cromoterapia, usarmos a cor Amarela, como
FORTALECEDOR das estruturas ou então,
como um ENERGIZADOR DE CAMPO, com funções ativadoras.
São funções de capital importância no trabalho, tanto de regeneração como de res- tauração do organismo humano, sendo por estas razões, necessário que tenhamos defi- nidas em nosso conhecimento, a utilização dessa forças cósmica maravilhosa.
Neste momento, a questão proposta é a seguinte: o Amarelo faz duas importantíssi- mas funções - fortalecedor e energizador. Sabemos que o fortalecedor atuará sempre na parte interna do Campo, ou seja, sobre o local específico, como órgãos, veias, artérias, nervos, músculos, etc.
Já o energizador é destinado ao equi- líbrio da parte externa, isto é, Tecidos Conjun- tivos e ossos.
Por esta razão, sempre será mais cor- reto, que o Terapeuta ao formular a receita, indique tanto no tratamento com a projeção mental, como no cromoterápico (impulso elé- trico) o objetivo proposto, isto é, especifican- do-o. Por exemplo: num trabalho com a Pres- são Arterial baixa, o objetivo da projeção do Amarelo, seja mental ou com lâmpadas, é fortalecer o músculo cardíaco.
Assim, antes de projetar, o aplicador deverá mentalizar e ver primeiro, o músculo cardíaco, para depois então realizar a pro- jeção.
Da mesma forma, seria o tratamento de um traumatismo muscular. Antes de fazer a projeção, deverá ser mentalizado, não só o tecido muscular, mas também as veias, arté- rias, nervos e ossos (se for o caso), que com- põem toda aquela estrutura em tratamento.
Nos casos particulares de Prisão de Ventre, em princípio, será fortalecedor, assim também, naqueles de enfraquecimento do Tubo Retal.
Todas as vezes que tivermos de usar a cor Amarela como energizador, devemos ter a convicção de que a estamos usando para
cobertura da área a ser tratada. Por exem-
plo: num problema de Prisão de Ventre, de- pois da necessária troca de energia com a respectiva reposição, iremos ativar as fun- ções peristálticas com a luz Amarela sobre os intestinos, cobrindo toda área, indistintamente em círculos.
Para o aplicador, sempre deverá ser feito o alerta nas indicações para o receituá- rio, tal como: "Amarelo como energizador
sobre toda região intestinal", que como
citamos, é uma aplicação onde se busca a reativação das funções peristálticas, geralmen- te indicada para idosos e cirurgiados.
Numa dor muscular, por exemplo, a projeção seria feita sobre o local da dor, abragendo toda a área afetada, sem a preo- cupação de definir se deve atingir veias, arté- rias, nervos ou vasos.
Este alerta, que deverá ser feito, contumasmente, nas indicações dos receitu- ários, é dirigido ao aplicador, para que ele não faça a aplicação aleatoriamente.
Também nos casos de Pressão Baixa, o Amarelo terá função dupla: será aplicado como fortalecedor, sobre o músculo cardía- co e ainda, em torno do Coração, como energizador, para a proteção externa do ór- gão (caso do Mal de Chagas).
Trata-se, realmente de informação de extrema importância e utilidade terapêutica e deve ser trabalhada para evitar-se que a apli- cação seja feita de forma incerta e casual. O Amarelo antes da Cor Laranja
Sempre que trabalhamos sobre ossos, seja em traumatismos ou infecções em deter- minados níveis, normalmente, é feita a indica- ção de "Amarelo sobre a parte afetada, passando para a cor Laranja, após a tercei- ra aplicação." A aplicação é designada desta forma, primeiro pela sensibilização que se encontra numa área sob um processo trau- mático, ou mesmo, com um processo infecci- oso, na maioria das vezes, crônico; e também pela perda de energia que sempre ocorre nesses casos.
Por estas razões é que o Amarelo vai sempre na frente, com pelo menos 03 aplica- ções. Sua função, nestes casos, é a energi- zação e fortalecimento da parte afetada pelo mal.
A cor Laranja, irá entrar após o período de fortalecimento (três aplicações) para atuar na restauração, com suas funções de ativadora e aceleradora da Circulação Sangüínea, não só dos tecidos ósseos, mas de suas próprias medulas.
Trata-se de um trabalho de grande im- portância no Cromoterapia e de intensa reper- cussão sobre as respostas biológicas do or- ganismo humano.
O uso técnico da Cor Laranja
Os estudantes, realmente, mais interes-
sados no estudo da Cromoterapia, como Medi- cina, têm em comum uma série de questões sobre a ação terapêutica de algumas cores de espectro solar, usadas no nosso trabalho.
Entre essas, há uma predominância de atenção sobre a cor Laranja, que nas infor- mações anteriores, apenas nos limitamos a dizer que "devido a sua densidade, para ser aplicada em determinadas áreas do Corpo, devia ser precedida pela cor Amarela, por três ou quatro vezes, para criar as resistências necessárias."
Porque, tem de ser assim? De fato, sua verdadeira função é restaurar e revitalizar as medulas, os tecidos ósseos e tecidos conjun- tivos ósseos, ou seja, a própria guardiã da base estrutural do Corpo Físico - o Sistema Esquelético, além de cauterizador e eliminador de gorduras, em determinadas áreas.
Com esta informação, não será difícil entender que, todas as vezes que sua vibra- ção é requerida, ela sempre atuará sobre Sistema Ósseo, sobre o qual se sustenta toda massa orgânica, isto é, em profundidade maior. Considerássemos que qualquer proble- ma ósseo sempre causará grande sensibilida- de e dor no local em que surge (vide fraturas em todos os níveis, processos inflamatórios reumáticos, processos infecciosos, como a artrite, etc.) é de fácil compreensão, devido à profundidade em que irá atuar, ser necessário uma preparação ou o fortalecimento da área, para que a Cor Laranja cumpra as suas fina- lidades restauradora e revitalizadora, sem outro sofrimento, que não seja o já produzido pela própria enfermidade, atingindo a Matéria. Contudo, não são em todos os proble- mas ósseos que a Cor Laranja precisará entrar. Nas pequenas fraturas, algumas infla- mações onde a cartilagem não foi atingida, dores extemporâneas osteoarticulares etc, bastará que se use o Amarelo na seqüência do Verde e Azul e certamente, tudo será sa- nado.
Entretanto, quando tivermos de traba- lhar sobre fraturas expostas, processos infec- ciosos etc, necessariamente entrará a cor Laranja a 20 cm. de distância no lugar do
Amarelo, após a 3a aplicação, do conjunto
Verde, Lilás, Azul e Amarelo.
Outro detalhe importante, a ser consi- derado no uso da cor Laranja, é a distância em que deve ser feita a sua aplicação. Em crianças até 3 anos, essa luz deve ser sempre projetada a 20 centímetros da massa física. E aqui, chamamos a atenção do Terapeuta, para o aspecto da sensibilidade, que geralmente se encontra nos pontos, onde o mal está lo- calizado. É, justamente, por esta razão, que a aplicação deve ser feita na distância acima referida.
Todavia, haverá casos em que a sensibilização é tão intensa, que essa distân- cia poderá ser ampliada para 30 centímetros, buscando-se diminuir a força vibratória, abrin- do-se o seu espectro, para evitar-se a sensa- ção da dor, como também encontraremos organismos sadios, em que a onda luminosa poderá ser projetada a 10 centímetros com toda segurança, como todas as demais.
Aí, é que entrará o conhecimento e o bom senso do Terapeuta. Ele terá sempre que levar em consideração, a hipótese da proje- ção mental, que devido a intensidade do
processo doloroso, a matéria não aceitará
o impulso elétrico ou, se a energia não for condizente com seu estado de sensibilidade. Por isto, será necessário proceder-se a uma avaliação criteriosa e assim, chegar a uma decisão de plena convicção.
Este é o verdadeiro sentido, do fato de detalharmos algumas indicações na aplica- ção cromoterápica.
Uma parte de grande importância, que raramente é citada no processo de restaura- ção, é a dos tecidos conjuntivos ósseos. Do seu fortalecimento, é que vamos encontrar a flexibilidade do Sistema. A cor Laranja, atuan- do como cauterizador nos tecidos conjuntivos ósseos, será também seu restaurador.
A Ação do índigo - Coagulante no Trabalho de Recuperação
O estudo e conhecimento associados ao bom senso, sempre darão ao Terapeuta,
as condições necessárias para tomar deci- sões, algumas vezes até dentro de um limite de risco calculado, que sua sensibilidade e segurança conseguirão sobrepor-se.
Esta colocação norteou muitos dos gran- des eventos da pesquisa científica, que a convicção do conhecimento redundou em verdadeiros benefícios para a Humanidade.
Evidentemente, embora este ponto de vista possa ser considerado um tanto genéri- co, aqui no nosso pequeno mundo da Cromoterapia, temos tido sempre, uma imen- sa preocupação em passar as informações, relacionando-as com o nível do conhecimen- to proposto em nossos trabalhos anteriores. E certamente, é por isto, que temos
tentado passar a realidade dos tempos de exposição, na aplicação com as lâmpadas;
e também são por estas razões, que chama- mos a atenção, por exemplo, quanto à aplica-
ção sobre o cérebro e principalmente, no uso do Rosa Forte como ativador, caute- rizador e eliminador na Corrente San- güínea. Da mesma forma, o cauterizador específico o conjunto Verde, Lilás e Azul,
que aqui neste Capítulo estamos inserindo um texto completo, sobre a sua verdadeira função técnica.
Neste momento, estamos abrindo a vi- são quase completa do uso do ÍNDIGO, como
COAGULANTE, direcionando um pouco mais
para frente, sua atuação sobre algumas pato- logias que poderão, certamente, servir de ponto de referência para outros raciocínios e atitudes terapêuticas.
Assim exposto, a cor ÍNDIGO, como coagulante cromoterapico poderá ser usada, normalmente sobre:
a) casos de ferimentos aparentes. b) casos de hemorragias, provocadas por processos de miomatoses.
c) casos de hemorragias nasais. d) processos cirúrgicos, onde há difi- culdade de cicatrização (até por perda de tecidos).
e) pequenas perdas sangüíneas, somen- te nos tecidos.
f) ameaças de aborto.
A regra fundamental é proceder a coagulação sempre que o ferimento for apa- rente, afetando somente a derme ou epiderme. Assim, também poderemos, como nos referi-