• Nenhum resultado encontrado

Capítulo 6: Discussão dos resultados

6.2 Validade dos resultados

Apesar da metodologia usada na recolha e no tratamento de dados não evidenciar um rigor científico que assevere a exatidão dos resultados, é de acentuar que a informação e os resultados obtidos através dos dois instrumentos de recolha de informação – o blogue e os questionários – revelam correlação e a coerência entre si, o que suporta a validade, fiabilidade e confiança deste estudo, apontadas no ponto 4.3 – Fiabilidade e validade dos

instrumentos de recolha de dados utilizados.

Face ao exposto, destacam-se algumas variáveis não controláveis, as quais podem desvirtuar os resultados deste estudo como uma possível falha na interpretação de variáveis não identificadas de forma explícita ou controladas estatisticamente, e, por vezes, a ausência de alguns alunos nas atividades desenvolvidas, bem como nos questionários.

85

Conclusão

Este Projeto de Investigação-Ação, inserido no âmbito da Iniciação à Prática Pedagógica no ensino de Português e de Espanhol, pretendeu, fundamentalmente, dar resposta às seguintes questões: podem as perguntas abertas desenvolver a criatividade

dos estudantes, nas atividades de expressão escrita? e de que forma o blogue pode ser uma ferramenta ao serviço da motivação, no momento de escrever?

Apesar de este projeto ser de pequena escala, e de existirem variáveis incontroláveis – as quais já foram referidas anteriormente –, pela análise de dados recolhida por intermédio dos instrumentos utilizados, foi possível obter uma resposta concreta às perguntas supracitadas. Relativamente à primeira questão, corrobora-se que a colocação de perguntas abertas aos estudantes, antes e durante a realização das atividades de escrita criativa, permitiu o desenvolvimento da sua criatividade. Estas estimularam o seu pensamento e a sua reflexão, originando a criação de inúmeras possibilidades de resposta para um tema específico, e a construção de realidades diferentes daquelas em que os alunos vivem e que conhecem, tal como se pode comprovar pelas redações produzidas pela turma e pelas respostas ao questionário.

No que diz respeito à segunda questão, de acordo com os resultados, o blogue aumentou o nível de motivação dos discentes para com as atividades de escrita criativa. As turmas, ao se consciencializarem de que os textos elaborados não iam ser apenas lidos e avaliados pela Professora Estagiária, mas também pelos familiares, pelos amigos e por todos aqueles que acedessem à plataforma digital, sentiram mais responsabilidade, empenho e entusiasmo, repercutindo-se na qualidade dos mesmos.

Para além de o blogue ter potenciado sentimentos fulcrais no momento de redigir um texto, de forma implícita, e pelo que se observou nas aulas, também, por um lado, possibilitou o aumento da criatividade, já que a leitura dos textos dos colegas foi um importante estímulo para a criação de novas ideias. Por outro, permitiu o desenvolvimento da expressão escrita, uma vez que os estudantes, ao se sentirem mais motivados pelas atividades de escrita criativa, encontravam-se mais predispostos para escrever.

Face ao exposto, considera-se que o fator motivação é, de facto, a chave para o sucesso, na medida em que se tentou desmistificar a ideia de que a escrita é uma atividade monótona e desinteressante, e se pretendeu transmitir a noção de que, apesar de esta ser uma tarefa árdua, também é prazerosa, divertida e estimulante, principalmente, quando se partilha o que se escreve com outras pessoas.

86

Relativamente à vergonha que alguns alunos sentem ao expor as suas composições num blogue, própria da adolescência, como já brevemente referido no ponto 6.1 –

Interpretação dos resultados –, esta pode ser atenuada através de um momento de diálogo

e de reforço positivo. Para além disso, considera-se importante transmitir aos estudantes, caso estes sintam receio de receber comentários menos positivos, que o erro é importante no processo de aprendizagem, uma vez que permite a evolução.

Apesar de os resultados deste projeto terem sido encorajadores, reconhece-se que o seu processo de implementação conheceu, todavia, algumas limitações. Em primeiro lugar, salienta-se o tempo reduzido de contacto com as turmas. Provavelmente, haveria melhores resultados se tivesse havido a oportunidade de realizar mais atividades com as turmas em estudo, em particular, com as turmas de Espanhol. Por exemplo, as aulas de Língua Estrangeira funcionavam por Unidades Didáticas e havia apenas três a quatro aulas, de quarenta e cinco minutos, com os alunos, o que é insuficiente para se trabalhar adequadamente, ou da mesma forma que nas turmas de Português o desenvolvimento da criatividade e o blogue, enquanto estratégia de motivação.

Em segundo lugar, destaca-se a escassa bibliografia referente ao blogue como fonte de motivação para as atividades de escrita criativa, o que dificultou a defesa deste objetivo. Não obstante, tentou-se encontrar fontes que se referiam às potencialidades das TIC, enquanto instrumentos de motivação para a assimilação de conteúdos escolares.

Por último, enfatizam-se os comentários sucintos e pouco aprofundados dos alunos nos questionários, o que ditou, talvez, uma interpretação pouco pormenorizada dos mesmos. Esta situação, provavelmente, deve-se ao facto de os estudantes terem respondido ao inquérito na última aula com a Professora Estagiária ou se sentirem pouco interessados em dar uma opinião fundamentada, já que esta não era um elemento de avaliação.

Numa futura investigação, acredita-se que existam alguns aspetos a serem explorados, por um lado, a associação do tema deste projeto às várias etapas do processo de escrita com a finalidade de se promover a construção de um texto coerente e coeso. Por outro, o desenvolvimento da escrita criativa em pares ou em pequenos grupos, já que o trabalho colaborativo, embora possa gerar inquietações por parte da turma, reúne diversas vantagens como a ajuda, o debate, a partilha de ideias ou o desenvolvimento de competências comunicativas como a expressão e a interação orais.

87

Destaca-se ainda que seria interessante realizar esta investigação com alunos do Ensino Secundário para que se averiguasse a sua utilidade nos níveis de escolaridade mais elevados.

De modo a concluir este trabalho, primeiramente, enfatiza-se que apesar de o desenvolvimento da criatividade estar integrado nos documentos orientadores, a sua importância ainda não teve um lugar merecido na sala de aula. Também, embora nos programas se valorizem as TIC, estas ainda não são suficientemente preconizadas como ferramentas potenciadoras da motivação para o ato de escrever. Posto isto, existe um longo caminho a percorrer no sentido de se atribuir o mesmo destaque a este tema que às cinco destrezas: oralidade, leitura, educação literária, escrita e gramática, com o intuito de: “Preparar [los discentes] para enfrentarse con el mañana” (Marín, 1980, p. 7).

88

Referências bibliográficas

Agrupamento de Escolas de Pedrouços. (2018). Projeto educativo 2018/2019. Porto, Portugal: Agrupamento de Escolas de Pedrouços. Recuperado de

https://drive.google.com/file/d/12gz0Zh4aOlytbGyjVxkf5DDq3kUOHLw_/ view.

Almeida, J. D., Ellison, M., Anido, M. P., Lorenzo, M. B., Hurst, N., Santos, P., Nicolás, P., Tomé, S. & Rodrigues, S. V. (2016). Projetos de investigação-

ação: orientações gerais para a elaboração do relatório de estágio em ensino de português e de língua Estrangeira. Porto, Portugal: Faculdade de Letras da

Universidade do Porto.

Alves, M. L. C. & Castro, P. F. (2015). Criatividade: histórico, definições e avaliação.

Revista Educação. (2), pp. 47-58. Recuperado de

http://revistas.ung.br/index.php/educacao/article/view/2161.

Balancho, M. J. S. & Coelho, F. M. (1996). Motivar os alunos: criatividade na

relação pedagógica: conceitos e práticas. Lisboa, Portugal: Texto Editora.

Barbeiro, L. F. (1999). Os alunos e a expressão escrita: consciência metalinguística

e expressão escrita. Lisboa, Portugal: Fundação Calouste Gulbenkian.

Serviço de Educação.

Barbeiro, L. F. & Pereira, L. A. (2007). O ensino da escrita: a dimensão textual. Lisboa, Portugal: Ministério da Educação, Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular.

Barbosa, E. & Granado, A. (2004). Weblogs: diário de bordo. Porto, Portugal: Porto Editora.

Bell, J. (2004). Como realizar um projecto de investigação. Lisboa, Portugal: Gradiva.

89

Betancourt, A. M. (2007). El taller educativo: ¿qué es? fundamentos, cómo

organizarlo y dirigirlo, cómo evaluarlo. Bogotá, Colombia: Cooperativa

Editorial Magisterio.

Buescu, H. C., Morais, J., Rocha, M. R. & Magalhães, V. F. (2015). Programas e

metas curriculares de português do ensino básico. Lisboa, Portugal: Governo

de Portugal. Ministério da Educação e Ciência. Recuperado de

https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Basico/Metas/Portugues/pmcpeb_ julho_2015.pdf.

Byrne, D. (1988). Teaching Writing Skills. Londres, Reino Unido: Longman.

Carvalho, J. A. B. (1999). O ensino da escrita: da teoria às práticas pedagógicas. Braga, Portugal: Instituto de Educação e Psicologia. Universidade do Minho.

Castro, S., Guzmán, B. & Casado, D. (2017). Las TIC en los procesos de enseñanza y aprendizaje. Revista Laurus. 13 (23), pp. 213-234. Recuperado de

https://www.redalyc.org/pdf/761/76102311.pdf.

Comissão Europeia. (1994). Crescimento, competitividade, emprego. os desafios e as

pistas para entrar no século XXI. “livro branco”. Luxemburgo: Serviço das

Publicações Oficiais das Comunidades Europeias. Recuperado de

https://publications.europa.eu/pt/publication-detail/-/publication/0d563bc1- f17e-48ab-bb2a-9dd9a31d5004.

Comissão Europeia. (1996). Livro verde. Viver e trabalhar na sociedade de

informação: prioridade à dimensão humana. Bruxelas, Bélgica: Comissão

das Comunidades Europeias. Recuperado de https://eur-lex.europa.eu/legal- content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:51996DC0389&from=GA.

Conselho da Europa. (2001). Quadro europeu comum de referência para as línguas

- aprendizagem, ensino, avaliação. Lisboa, Portugal: Edições ASA.

90

Costa, J. A. & Melo, A. S. (1997). Dicionário da Língua Portuguesa. Porto, Portugal: Porto Editora.

De La Torre, S. (1987). Educar en la creatividad: recursos para el medio escolar. Madrid, Espanha: NARCEA.

Delors, J. (1996). Educação: um tesouro a descobrir. relatório para a UNESCO da

comissão internacional sobre educação para o século XXI. São Paulo, Brasil:

Cortez Editora. Recuperado de

http://dhnet.org.br/dados/relatorios/a_pdf/r_unesco_educ_tesouro_descobrir. pdf.

Esquivias, M. T. S. (31 de janeiro de 2004). Creatividad: definiciones, antecedentes y aportaciones. Revista Digital Universitaria. 5 (1), pp. 2-17. Recuperado de

http://www.revista.unam.mx/vol.5/num1/art4/ene_art4.pdf.

Foddy, W. (1996). Como perguntar? teoria e prática da construção de perguntas

em entrevistas e questionários. Oeiras, Portugal: Celta.

Fonseca, F. I. (Org.). (1994). Pedagogia da escrita: perspectivas. Porto, Portugal: Porto Editora.

Gloton, R. & Clero, C. (1997). A atividade criadora na criança. Lisboa, Portugal: Editorial Estampa.

Gomes, M. J. (novembro de 2005). Blogs: um recurso e uma estratégia pedagógica.

VII Simpósio Internacional de Informática Educativa. Recuperado de https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/4499/1/Blogs-final.pdf.

Gonçalves, A. R. M. V. (2015). O uso do blogue como ferramenta pedagógico-

didática para a promoção da escrita nas aulas de língua estrangeira.

(Relatório de Mestrado). Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Porto, Portugal.

91

Hernández, M. P. M. (dezembro de 2012). La integración de las TIC en la clase de ELE. panorama de una (r)evolución. Revista Internacional de Lenguas

Extranjeras. (1), pp. 63-99. Recuperado de

https://revistes.urv.cat/index.php/rile/article/view/8.

Katz, L. & Chard, S. (1997). A abordagem de projeto na educação de infância. Lisboa, Portugal: Fundação Calouste Gulbenkian. Serviço de Educação.

Lima, J. A. & Pacheco, J. A. (2006). Fazer investigação. contributos para a

elaboração de dissertações e teses. Porto, Portugal: Porto Editora.

Machado, J. & Alves, J. M. (Orgs.). (2013). Melhorar a escola - sucesso escolar,

disciplina, motivação, direção de escolas e políticas educativas. Porto,

Portugal: Universidade Católica Editora. Recuperado de

http://www.uceditora.ucp.pt/resources/Documentos/UCEditora/PDF%20Liv ros/Melhorar-a-escola_%20ebook.pdf.

Martins, G. D. O. (Coord.). (2017). Perfil do aluno para o séc. XXI. Lisboa: Portugal: Ministério da Educação. Recuperado de

https://dge.mec.pt/sites/default/files/Noticias_Imagens/perfil_do_aluno.pdf.

Martins, V. M. T. (s.d.). A qualidade da criatividade como mais valia para a

educação. Recuperado de

http://www.ipv.pt/millenium/Millenium29/37.pdf.

Martins, V. M. T. (2000). Para uma pedagogia da criatividade: propostas de

trabalho. Porto, Portugal: Edições ASA.

Meireles-Coelho, C., Izquierdo, T., Santos, C. (abril de 2007). Educação para todos e sucesso de cada um: do relatório Warnock à declaração de Salamanca. Actas

do IX Congresso da SPCE: Educação para o sucesso: políticas e actores. 2,

pp. 178-189. Recuperado de http://atividadeparaeducacaoespecial.com/wp-

92

Ministério da Educação. (1997). Programa Espanhol. programa e organização

curricular. ensino básico. 3º ciclo. Lisboa, Portugal: Departamento de

Educação Básica. Recuperado de

http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/ficheiros/eb_espanhol_programa_3 c_in iciacao .pdf.

Ministério da Educação. (2018). Aprendizagens essenciais. articulação com o perfil

dos alunos. 7.º ano. 3.º ciclo do ensino básico. Espanhol. Lisboa, Portugal:

República Portuguesa. Recuperado de

https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Aprendizagens_Essenci ais/3_ciclo/espanhol_3c_7a_ff.pdf.

Ministério da Educação. (2018). Aprendizagens essenciais. articulação com o perfil

dos alunos. 7.º ano. 3.º ciclo do ensino básico. Português. Lisboa, Portugal:

República Portuguesa. Recuperado de

https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Aprendizagens_Essenci ais/3_ciclo/portugues_3c_7a_ff.pdf.

Ministério da Educação. (2018). Aprendizagens essenciais. articulação com o perfil

dos alunos. 9.º ano. 3.º ciclo do ensino básico. Espanhol. Lisboa, Portugal:

República Portuguesa. Recuperado de

https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Aprendizagens_Essenci ais/3_ciclo/espanhol_3c_9a_ff.pdf.

Monge, M. G., Rosário, M. J. & Cañamero, G. (2000). Criatividade na coeducação.

uma estratégia para a mudança. Lisboa, Portugal: Comissão para a Igualdade

e para os Direitos Humanos.

Morais, C. (s.d.). Descrição, análise e interpretação de informação quantitativa.

escalas de medida, estatística descritiva e inferência estatística. Bragança,

Portugal: Instituto Politécnico de Bragança. Escola Superior de Educação. Recuperado de http://www.ipb.pt/~cmmm/discip/ConceitosEstatistica.pdf.

93

Morais, M. F. (2001). Definição e avaliação da criatividade. Braga, Portugal: Centro de Estudos em Educação e Psicologia. Instituto de Educação e Psicologia. Universidade do Minho.

Moura, A. (novembro de 2005). Como rentabilizar a web nas aulas de Português: uma experiência. VII Simpósio Internacional de Informática Educativa. Recuperado de

http://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/materiais/0000012615.pdf.

Not, L. (1997). Ensinar e fazer aprender. Porto, Portugal: Edições ASA.

Nussbaum, L. & Bernaus, M. (Eds.). (2001). Didáctica de las lenguas extranjeras en

la educación secundaria obligatoria. Madrid, Espanha: Editorial Síntesis.

Oliveira, Z. M. F. & Alencar, E. M. L. S. (15 de agosto de 2008). A criatividade faz a diferença na escola: o professor e o ambiente criativos. Contrapontos. 8 (2), pp. 295-308. Recuperado de

https://siaiap32.univali.br/seer/index.php/rc/article/viewFile/954/810.

Osório, A. J. & Puga, M. P. V. (s.d.). As tecnologias de informação e comunicação

na escola. Braga, Portugal: Universidade do Minho. Centro de Investigação

METAFORMA.

Patrício, M. R. V., Gonçalves, V. M. B. & Carrapatoso, E. M. E. M. (2008). Tecnologias web 2.0: recursos pedagógicos na formação inicial de professores. Actas do Encontro sobre Web 2.0. Recuperado de

https://bibliotecadigital.ipb.pt/bitstream/10198/2047/1/F004.pdf.

Pereira, M. L. (2000). Escrever em Português. didácticas e prácticas. Porto, Portugal: Edições ASA.

Pinheiro, A. (2007). O desenvolvimento da capacidade de elaboração escrita. Penafiel, Portugal: Editorial Novembro.

94

Reis, D. F. S. (2017). A escrita criativa como técnica potenciadora da expressividade

nas aulas de Inglês e Espanhol no ensino secundário. (Relatório de

Mestrado). Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Porto, Portugal.

Reparaz, C., Sobrino, A. & Mir, J. I. (2000). Integración curricular de las nuevas

tecnologías. Barcelona, Espanha: Ariel Practicum.

Rodari, G. (1993). Gramática da fantasia. Lisboa, Portugal: Editorial Caminho.

Santos, M. E. B. (Dir.). (2008). Escrita criativa. noesis. 72, pp. 4-67. Recuperado de

https://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:FT6AQU96MA4J: https://www.oei.es/historico/pdfs/noesis72.pdf+&cd=1&hl=pt-

PT&ct=clnk&gl=pt&client=firefox-b-d.

Santos, M. F. & Serra, E. (2011). Quero ser escritor. manual de escrita criativa para

todas as idades. Lisboa, Portugal: Oficina do Livro.

Silva, B. & Silva, A. (2001). As repercussões curriculares da integração das tecnologias de informação e comunicação no quotidiano da escola. Actas do

3º Simpósio Internacional de Informática Educativa. Recuperado de http://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/15858.

Todorov, J. C. & Moreira, M. B. (2005). O conceito de motivação na psicologia.

Revista Brasileira de Terapia Comportamental e Cognitiva. 8, pp. 119-132.

Recuperado de

https://www.researchgate.net/publication/234046072_O_Conceito_de_Moti vacao_na_Psicologia.

Tuckman, B. W. (2000). Manual de investigação em educação. Lisboa, Portugal: Fundação Calouste Gulbenkian.

Vandresen, A. S. R. (novembro de 2011). Web 2.0 e educação – usos e possibilidades.

X Congresso Nacional de Educação-EDUCERE. Recuperado de https://educere.bruc.com.br/CD2011/pdf/5752_3325.pdf.

95

96

Documentos relacionados