4.2 PRINCIPAIS ASPECTOS DA FALTA DE LEGISLAÇÃO 4.2.1 Dados atuais da operacionalidade do factoring 4.2.1.1 Vantagens e desvantagens de positivar o factoring A aprovação de uma nova lei no ordenamento jurídico brasileiro sempre traz impactos em qualquer área do direito positivo, não só no que diz respeito à matéria que a vier regulamentar, como também a toda a jurisprudência relacionada a ela, especialmente se essa matéria já encontra respaldo em institutos consagrados, como o Código Civil, as normas Comercias e as Leis das Duplicatas e dos Cheques. Quando não existe legislação específica para determinada atividade ou aspecto da sociedade civil organizada, essa ausência impõe ao operador do direito, extrair do sistema normativo os parâmetros que vão nortear as condutas e os procedimentos relacionados. Posteriormente, essa busca se reflete na fundamentação das decisões judiciais, e, na evolução doutrinária a propósito das temáticas envolvidas. Porém, a interpretação da legislação esparsa, por parte dos operadores do direito, nem sempre se apresenta a mais perfeita e desejável(VIRMOND, 2010). As vantagens da normatização da atividade de factoring, seja uma lei específica, ou um capítulo dedicado à matéria inserido em uma norma de caráter mais geral, seriam sem dúvida, uma maior proteção, especialmente às sociedades empresárias operadoras, mas também aos empresários clientes, pois conforme Rubens Filinto da Silva (2008), viria “coibir a atuação daqueles que se vestem de Factoring, sem sê-lo, somente para encobrir negócios obscuros, prejudicando a imagem e a operação de centenas de empresas sérias de Fomento que atuam no Brasil, cumprindo inclusive importante função sócio-econômica.”. Além disso, os dois projetos estão alinhados com as principais dificuldades dos empresários, principalmente no que diz respeito à inadimplência, de modo que trazem mecanismos para convencionar o regresso, o que por si só, traria inúmeros resultados positivos, entre eles, a redução dos riscos e como consequência a redução dos custos das operações, conferindo maior competitividade, com reflexos economicamente positivos para os tomadores dos serviços de fomento comercial (BRASIL, 2017). Quanto às desvantagens, na medida em que o factoring se proclama como atividade auto regulamentada, baseada em normas corporativas, que provêm da ANFAC, que por sua vez, se ampara em diversos normativos infralegais da Administração Pública Federal e em atos legislativos infraconstitucionais, talvez o peso de norma sobrepuje sobremaneira a liberdade da qual até então goza, seja ela do aspecto organizacional, operacional ou contratual (LEITE, 2004; SILVA, 2008; VIRMOND, 2010). 5 CONCLUSÃO O estudo do instituto do factoring, possibilitou conhecer uma fascinante faceta do mercado dos direitos creditórios, representada pelo comércio de várias espécies de títulos de crédito, e outros recebíveis, que supre a demanda por financiamento de curto prazo de pequenas e médias empresas, lançando mão ao recurso da cessão civil de crédito. O factoring foi entrando de aos poucos na realidade empresária brasileira, sobretudo na industrial, ao socorrer empresários, que pela negativa de crédito em instituições financeiras tradicionais, arriscam ter que parar seus investimentos, por falta de liquidez para investir nos negócios. Com o objetivo de contextualizar e conceituar o factoring, foram trazidos no primeiro capítulo teórico os principais aspetos históricos, no qual mostrou-se que essa atividade, inicialmente foi confundida com o que não era a sua essência, ora com atividade financeira que demandava autorização do BACEN, ora com atividade ilícita e criminosa, como a agiotagem à mercê das penas da lei. Sem absolutamente nenhum suporte legal específico, com uma denominação que não encontrou tradução na língua portuguesa, o conceito de factoring também não achou analogia no Direito Comercial ou Empresarial Brasileiro. Tendo começado a operar de forma nebulosa, em meio a muita incerteza legal, que chegou a ser, de certa forma, proibido pela circular nº 703 do BACEN, o factoring foi-se adequando, adaptando, sempre alinhando a legalidade de suas operações à observação do direito positivo, através da inestimável proteção e suporte da ANFAC, criada por sua causa, e contando com instrumentos internacionais como o documento resultante da Convenção de Ottawa em 1988. Dessa forma sedimentou-se no Brasil e vem ganhando espaço e credibilidade no mercado de capitais há mais de 30 anos, conforme o explanado ao longo do segundo capitulo teórico deste trabalho. Entretanto, diversas foram as tentativas para regulamentar a atividade, porém a maioria dos projetos nunca passou dessa condição até hoje, e foi arquivada. Especialmente por conta da dificuldade de enquadramento jurídico e no que resulta desse problema, é que a teoria nem sempre acompanha a prática, e no caso do factoring, isso ficou manifesto. Hoje está consolidada a característica comercial na atividade do fomento mercantil, tanto na doutrina, quanto na jurisprudência. Ao longo do terceiro capítulo teórico, no que diz respeito ao direito de regresso e garantias nos contratos de factoring, foi possível perceber que ainda emanam muitas dúvidas e controvérsias, face a utilização de cláusulas de responsabilização dos empresários cedentes do crédito, quanto ao inadimplemento das obrigações de pagar, dos devedores principais. Ficou evidente, que admitir o direito de regresso ou garantias nos contratos de factoring, é de certa forma conferir característica de operação financeira, às operações de fomento comercial. A questão central, reside na assunção contratual do risco por parte dos empresários do factoring, a qual faz parte do cálculo do fator que integra a remuneração pelo serviço. Nesse sentido, quando ocorre a inadimplência os empresários amargam prejuízos, por vezes bem avultados, daí a reivindicação pelo direito de regresso e garantias. Não será uma lei que terá o condão de reduzir a inadimplência, e sim, um controle efetivo dos cadastros de clientes e devedores principais, além de rigorosos critérios na seleção dos títulos cujos direitos creditórios serão negociados, função cogente decorrente da própria definição da atividade. Quando se fala em redução da insegurança jurídica, esta decorre justamente da alta probabilidade da inadimplência, pois no contexto das decisões judiciais, salvo nos casos em que houver má-fé por parte do cedente, a maioria tem sido desfavorável ao factoring, pelo que, antevendo insucesso nas demandas, se busca assegurar o oposto. Por essa razão, a resposta à problematização - Quais as consequências para o instituto do factoring, se sancionada uma lei ordinária específica para sua regulamentação, no ordenamento jurídico brasileiro? – apresenta-se com a constatação, de que sempre se tentou com a implementação de uma lei específica, consolidar o regresso e as garantias, que já são prática comum conforme mostram os dados apresentados no terceiro capítulo, ou então, subjugar o factoring ao controle do BACEN, por meio da equiparação com atividade financeira. Dessa forma, por considerar que é dever do operador do direito, defender o direito positivo e respeitar os institutos em questão, e por entender que apesar da falta de regulamentação, o factoring obteve considerável desenvolvimento e crescimento, percebe-se que deveria o legislativo arquivar o PL 3.615/2000, pela forma como está redigido, no que diz respeito às principais controvérsias que não se veem sanadas, especificamente com relação ao direito de regresso e à clausula pro soluto. Quanto ao PL 487/2013, é válida a proposta, bem mais alinhada com a realidade do instituto, porém necessita de revisão e adequação pelos mesmos problemas que o projeto específico, pelo que se sugere novas pesquisas nesta área jurídica, pois não foram neste trabalho esgotadas todas as possibilidades. A opinião desta pesquisadora, é pela manutenção das atuais condições de suporte legal do factoring. REFERÊNCIAS AHRENS, Luis Roberto. Breves considerações sobre a função social da empresa. Âmbito Jurídico. Rio Grande, ano 14, n. 85, 2 de 2011. Disponível em: <http://www.ambitojuridico.com.br/site/index.php?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id= 8936.> Acesso em: 01 ago. 2018 ALBUQUERQUE, Maurício de. Aproximação da civil law com a common law no novo Código de Processo Civil. 2016. Disponível em: < https://www.migalhas.com.br/dePeso/16,MI234946,81042-Aproximacao+da+civil+law+com+a+common+law+no+novo+Codigo+de+Processo>. Acesso em: 7 nov. 2018. ALVES, Alexandre Ferreira de Assumpção; DIAS, José Carlos Jordão Pinto. Aspectos doutrinários e jurisprudenciais do contrato de faturização (factoring) no Brasil. Revista Eletrônica de Direito, n.1, p.1-28, fev. 2017. Disponível em:< https://www.cije.up.pt/content/aspectos-doutrin%C3%A1rios-e-jurisprudenciais-do-contrato-de-faturiza%C3%A7%C3%A3o-factoring-no-brasil>. Acesso em: 3 ago. 2018. ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE FOMENTO COMERCIAL. Factoring - Fomento Comercial. 2014. Disponível em: <http://www.anfac.com.br/v3/factoring_fomento_comercial.jsp>. Acesso em: 26 jun. de 2018. ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE FOMENTO COMERCIAL. Factoring Internacional é negócio rentável para o setor. 2013. Disponível em: <http://www.anfac.com.br/v3/informativos-noticias.jsp?id=1011> Acesso em: 23 out. 2018. ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE FOMENTO COMERCIAL. O mundo é das factorings. Revista da ANFAC, Ano 20, n.87,p. 8-9, jan./mar. 2013. Disponível em: <http://www.anfac.com.br/v3/uploads/revista/revista-anfac-fomento-mercantil-87.pdf>. Acesso em: 27 ago. 2018. ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE FOMENTO COMERCIAL. Reunião da Comissão Especial do Novo Código Comercial - Projeto de Lei nº 1.572/2011. 2016.Disponível em: http://www.anfac.com.br/v3/informativos-noticias.jsp?id=1423>.Acesso em: 27 out. 2018. ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE LEASING, FACTORING E RENTING. Factoring, o que é?2005. Disponível em: <http://www.alf.pt/pt/factoring> Acesso em: 01 ago. 2018 BRASIL. Banco Central. Resolução Nº 2144, de 22 de fevereiro de 1995. Disponível em: <http://www.bcb.gov.br/pre/normativos/res/1995/pdf/res_2144_v1_O.pdf> Acesso em: 1 jul. 2018. BRASIL. Câmara dos Deputados. Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Projeto de lei Nº 3.615, de 2000. 2011. Disponível em: <http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=438800&filename =REDACAO+FINAL+-+PL+3615/2000>. Acesso em: 13 out. 2018. BRASIL. Câmara dos Deputados. Comissão Especial destinada a proferir parecer ao Comercial". 2015. Disponível em: <http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=1351029>. Acesso em: 31 out. 2018. BRASIL. Câmera dos Deputados. Comissão aprova versão da Câmara para projeto sobre factoring. 2010. Disponível em: < http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/ECONOMIA/151390-COMISSAO-APROVA-VERSAO-DA-CAMARA-PARA-PROJETO-SOBRE-FACTORING.html>. Acesso em: 12 out. 2018. BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm> Acesso em: 13 ago. 2018. BRASIL. Lei nº 9.249, de 26 de dezembro de 1995. Altera a legislação do imposto de renda das pessoas jurídicas, bem como da contribuição social sobre o lucro líquido, e dá outras providências.Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9249.htm>. Acesso em:19 set. 2018. BRASIL. Lei nº 9.718/98. 1998. Altera a Legislação Tributária Federal. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9718compilada.htm>. Acesso em: 19 set. 2018. BRASIL. Lei nº 11.371, de 28 de novembro de 2006. Dispõe sobre operações de câmbio, sobre registro de capitais estrangeiros (...). Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11371.htm>. Acesso em: 23 out. 2018. BRASIL. Lei nº 6.385, de 7 de dezembro de 1976. Dispõe sobre o mercado de valores mobiliários e cria a Comissão de Valores Mobiliários. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6385compilada.htm>. Acesso em: 24 out. 2018. BRASIL. 2002. Lei nº 10.406/2002. Código Civil. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/l10406.htm> Acesso em: 11 set. 2018. BRASIL. Ministerio da Fazenda. Portaria SRF / SPC Nº 4, de 15 de junho de 1993. Disponível em: <http://normas.receita.fazenda.gov.br/sijut2consulta/link.action?idAto=20480&visao=compil ado. Acesso em: 30 jul. 2018. BRASIL. Senado Federal. Parecer da Comissão de Assuntos Econômicos. 2010. Relator: Senador Antonio Carlos Júnior. Disponível em: < https://legis.senado.leg.br/sdleg-getter/documento?dm=3884174&disposition=inline>. Acesso em: 21 out. 2018. BRASIL. Senado Federal. Parecer da Comissão Temporária de Reforma do Código Comercial. 2018. RELATOR: Senador Pedro Chaves. Disponível em: < https://legis.senado.leg.br/sdleg-getter/documento?dm=7872702&ts=1540315430238&disposition=inline>. Acesso em: 26 out. 2018. BRASIL. Senado Federal. Projeto de Lei n° 487: Altera o Código Comercial. 2013. Disponível em: < https://legis.senado.leg.br/sdleg-getter/documento?dm=4713964&ts=1540315425740&disposition=inline>. Acesso em: 26 out. 2018. BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Agravo Regimental no Agravo em Recurso Especial nº 671067. Relator Marco Aurélio Bellizze. Disponível em: <https://ww2.stj.jus.br/processo/monocraticas/decisoes/?num_registro=201500304838&dt_pu blicacao=05/06/2015>. Acesso em: 3 out. 2018. BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Jurisprudência do STJ tem impacto para o fomento comercial, afirma coordenador científico de seminário. STJ - Notícias/Eventos, 8 mar. 2017. Disponível em: <http://www.stj.jus.br/sites/STJ/default/pt_BR/Comunica%C3%A7%C3%A3o/noticias/Not% C3%ADcias/Jurisprud%C3%AAncia-do-STJ-tem-impacto-para-o-fomento-comercial,-afirma-coordenador-cient%C3%ADfico-de-semin%C3%A1rio>. Acesso em: 28 set. 2018. BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Panorama jurisprudencial sobre fomento mercantil: estado atual e perspectivas. STJ - Noticias/Eventos, 10 mar. 2017. Disponível em: <http://www.stj.jus.br/sites/STJ/default/pt_BR/Comunica%C3%A7%C3%A3o/noticias/Not% C3%ADcias/Panorama-jurisprudencial-sobre-fomento-mercantil:-estado-atual-e-perspectivas>. Acesso em: 3 ago. 2018. BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Recurso Especial Nº 1.681.860. Relator Gurgel de Faria. Brasilia, 22 de maio de 2018. Disponível em: <https://ww2.stj.jus.br/processo/revista/inteiroteor/?num_registro=201701544994&dt_publica cao=03/08/2018>. Acesso em: 2 out. 2018. BRASIL. Tribunal de Justiça de Santa Catarina. Apelação Cível n. 0016189-04.2010.8.24.0020. Relator Des. Robson Luz Varella. 2017. Disponível em: <http://busca.tjsc.jus.br/jurisprudencia/html.do?q=factoring&only_ementa=&frase=descaracte riza%E7%E3o%20do%20contrato&id=AABAg7AAEAAJweqAAA&categoria=acordao_5>. Acesso em: 7 nov. 2018. CARNEIRO, Érika Bastos de Oliveira. Fomento Mercantil. In: ESCOLA DA MAGISTRATURA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. Fomento mercantil: factoring. propriedade industrial. Rio de Janeiro: EMERJ, 2012. p. 70-75 Disponível em: <http://www.emerj.tjrj.jus.br/serieaperfeicoamentodemagistrados/paginas/series/9/fomentome rcantil.pdf>. Acesso em: 1 ago. 2018. CASTRO, Rogério Alessandre de Oliveira. O factoring internacional no Brasil e na Argentina: uma proposta de unificação baseada na Convenção de Ottawa do UNIDROIT. Biblioteca Digital USP - São Paulo - 398 f. - Tese de Doutorado. 2011. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/84/84131/tde-17082011-145354/pt-br.php>. Acesso em: 1 set. 2018. COELHO, Fábio Ulhoa. 2011. Manual de Direito Comercial - Direito de Empresa.São Paulo. Ed. Saraiva, 2011. p. 549. Vols. 1. Direito comercial, 23. ed. CONSELHO DE CONTROLE DE ATIVIDADES FINANCEIRAS. Conselho de Controle de Atividades Financeiras – COAF. em: < http://fazenda.gov.br/acesso-a- informacao/institucional/estrutura-organizacional/conselho-de-controle-de-atividades-financeiras-coaf>. Acesso em: 20 ago. 2018. CONSELHO DE CONTROLE DE ATIVIDADES FINANCEIRAS. Resolução Nº 21, de 20 de dezembro 2012. Disponível em: < http://fazenda.gov.br/orgaos/coaf/legislacao-e-normas/normas-coaf/resolucao-no-21-de-20-de-dezembro-de-2012>. Acesso em: 10 set. 2018. CRONOLOGIA da crise: Pânico financeiro. Pânico financeiro. BBC - NEWS - Brasil. 2009. Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2009/09/090902_aftershock_timeline_noflash>. Acesso em: 18 out. 2018. DANIELE, Pio. O factoring no pós-crise. 2010. Diário Comércio Indústria & Serviços. Disponível em: <https://www.dci.com.br/impresso/o-factoring-no-pos-crise-1.213060>. Acesso em: 2 ago. 2018. DÁQUER, Egas Moniz Barreto de Aragão. Fomento Mercantil. In: ESCOLA DA MAGISTRATURA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. Arcabouço Jurídico do Fomento Mercantil: factoring. propriedade industrial. Rio de Janeiro: EMERJ, 2012. p. 64-69. Disponível em: <http://www.emerj.tjrj.jus.br/serieaperfeicoamentodemagistrados/paginas/series/9/fomentome rcantil.pdf>. Acesso em: 1 ago. 2018. DEL CREDERE. In: ENCICLÓPEDIA jurídica. 2014.Disponível em: <http://www.enciclopedia-juridica.biz14.com/pt/d/del-credere/del-credere.htm>. Acesso em: 1 jul. 2018. DESBESEL, Ernani. Gestão de processos judiciais no setor de factoring. Portal do Fomento. 2009. Disponível em: <http://www.portaldofomento.com.br/artigo.php?id=38>. Acesso em: 1 out. 2018. DESBESEL, Ernani. O factoring e sua função social. Portal do Fomento. 2016. Disponível em: <http://www.portaldofomento.com.br/artigo.php?id=51>. Acesso em: 1 out. 2018. DOMINGUES, Elaine Cristina Pardi. Os principais aspectos jurídicos do factoring no direito brasileiro. 2016. Revista Eletrônica Sapere Aude. Disponível em: < http://revistasapereaude.org/index.php/edicoes/ano-5-volume-4-novembro-2016/send/107- 11-16-ano-5-volume-4/476-c-os-principais-aspectos-juridicos-do-factoring-no-direito-brasileiro-pg-40-65>. Acesso em: 4 nov. 2018. E como fica a incidência de IOF para factorings? 2018. Autoria por msys.com.br. Disponível em: <http://msys.com.br/blog/2018/01/04/e-como-fica-a-incidencia-de-iof-para-factorings/>. Acesso em: 7 nov. 2018. ESTADÃO CONTEÚDO. Factoring é o produto financeiro que mais cresce no mundo, diz executivo. Istoédinheiro, n. 1084 24.08, 3 de 12 de 2016. Disponível em: < https://www.istoedinheiro.com.br/noticias/economia/20141214/factoring-produto-financeiro-que-mais-cresce-mundo-diz-executivo/216762>. Acesso em: 16 ago. 2018. FACTORING – tributos incidentes. Portal Tributario.Disponível em: FALCÃO, Guilherme Jurema. Legislação que regula as empresas de fomento mercantil ("factoring") no Brasil. 2011. Disponível em: <http://bd.camara.gov.br/bd/handle/bdcamara/1292>. Acesso em: 28 ago. 2018. FARIA, Ana Rita. "Factoring" regista maior facturação dos últimos dez anos. Público, 30 de abril de 2009. Disponível em: < https://www.publico.pt/2009/04/30/economia/noticia/factoring-regista-maior-facturacao-dos-ultimos-dez-anos-1377831>. Acesso em: 2 ago. 2018. FATURIZAÇÃO. 2018a. Dicio, Dicionário Online de Português. Disponível em: <https://www.dicio.com.br/faturizacao/>. Acesso em: 18 out. 2018. FATURIZAÇÃO. 2018b. Priberam Informática, S.A. Disponível em: <https://dicionario.priberam.org/faturiza%C3%A7%C3%A3o>. Acesso em: 18 out. 2018. FAZZIO JÚNIOR, Waldo. Manual de direito comercial. 17. ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 2016. FEDERAÇÃO BRASILEIRA DE FOMENTO MERCANTIL. Sobre a FEBRAF. 2018. Disponível em: <http://www.febraf.org.br/sobre>. Acesso em: 27 ago. 2018. FIDC: O que é Fundo de Investimento em Direitos Creditórios?. 2018. Disponível em: < https://www.tororadar.com.br/blog/fidc-o-que-e-fundo-de-investimento-em-direitos-creditorios>. Acesso em: 15 out. 2018. FIGUEIREDO, Fábio Vieira. Atualidades sobre o Factoring (entrevista). Jornal Carta Forense, São Paulo, 3 de 1 de 2017. Disponível em: <http://www.cartaforense.com.br/conteudo/entrevistas/atualidades-sobre-o-factoring/17227>. Acesso em: 28 ago. 2018. FOMENTO. In: DICIONÁRIO Online de Português. [S.l]: 7Graus, 2009. Disponível em: <https://www.dicio.com.br/fomento/>. Acesso em: 24 ago. 2018. GHANNAM, Lucas. A utilização do factoring pelas pequenas e médias empresas. JusBrasil, 2016. Disponível em: < https://ghannamlucas.jusbrasil.com.br/artigos/429653009/a-utilizacao-do-factoring-pelas-pequenas-e-medias-empresas>. Acesso em: 3 ago. 2018. GONÇALVES, Carlos Roberto. Direito Civil Brasileiro: Contratos e Atos Unilaterais. 9. ed. São Paulo: Saraiva, 2012. GONÇALVES, Carlos Roberto. Direito Civil, 1: Esquematizado: Parte Geral: Obrigações e Contratos.São Paulo: Saraiva. 2015. GRANADO, Marco Antonio. Tributos no factoring. Disponível em: <https://www.sinfacsp.com.br/conteudo/tributos-no-factoring>. Acesso em: 19 set. 2018. HOMSI, Marcelo Moreira Maluf. Direito de regresso em face do faturizado por inadimplemento do devedor do título. DireitoNet, 2015. Disponível em: < https://www.direitonet.com.br/artigos/exibir/8740/Direito-de-regresso-em-face-do-faturizado-por-inadimplemento-do-devedor-do-titulo>. Acesso em: 3 out. 2018. LEITE, Luiz Lemos. A Lei do Fomento Mercantil. 2011. Disponível em: <http://www.anfac.com.br/v3/informativos-noticias.jsp?id=537>. Acesso em: 13 out. 2018. LEITE, Luiz Lemos. Banco é banco, factoring é factoring. 2009. Disponível em: < http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/banco-e-banco-factoring-e-factoring/25867/>. Acesso em: 30 jul. 2018. LEITE, Luiz Lemos. Factoring no Brasil.9. ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 2004. LEMMI, Luiz Rodrigo. Atividade financeira e factoring no Brasil: aspectos jurídicos. São Paulo: Quartier Latin do Brasil., 2005. No documento UNIVERSIDADE DO SUL DE SANTA CATARINA MICAELA MARGARIDA JARDIM BARRADAS CÔRTE FACTORING: A (DES) NECESSIDADE DE LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA (páginas 59-79)