3. MATERIAL E MÉTODOS
3.4. Variáveis analisadas
As avaliações foram realizadas em três estádios (E) após a semeadura, conforme mostra a
Tabela 4.
Tabela 4. Nomenclatura utilizada para expor as os dias das avaliações durante o experimento.
Campina Grande, PB, 2017.
Nomenclatura (CAMPOS, et al., 2000)
V
5V
9R
5Dias após a semeadura (DAS)
33 DAS
52 DAS
77 DAS
3.4.1. Variáveis de crescimento
Nos estádios V
5e V
9, avaliou-se a área foliar total (AFT), massa fresca total da parte
aérea (MFT), massa seca total da parte aérea (MST). A área foliar total (cm
2) de cada planta foi
estimada, utilizando um medidor de área foliar modelo Li-cor 3100(Li-Cor Corporation, USA).
Além disso, as massas seca (g) e fresca (g) da parte área das plantas de cada tratamento
foram determinadas. Quanto à massa seca, as plantas foram acondicionadas em sacos de papel e
colocadas em estufa com circulação de ara 80 ºC por um período de 48 horas para secagem.
Posteriormente, o material vegetal foi quantificado em balança analítica.
3.4.2. Variáveis fisiológicas
O potencial hídrico foliar do pecíolo (Ψw) da cultura foi determinado no estádio V
5,
utilizando-se uma câmera de pressão tipo Scholander (Scholander et al. 1965), modelo 3035
da “Soil Moisture Equipment Corp”, Santa Bárbara, Califórnia (EUA). As leituras foram
realizadas entre 4 e 8 h da manhã. Para isto, utilizou-se a primeira folha trifoliar completamente
expandida.
Para a análise do conteúdo relativo de água da parte aérea (CRA %), nos estádios V
5e V
9,
folhas foram coletadas. Foram cortados três discos foliares de cada planta com um perfurador de
cobre, depois pesadas em balança analítica para verificara massa fresca do disco (MFD). Em
seguida, os discos foram imersos em água destilada por 24 horas, para pesagem da massa túrgida
do disco (MTD). Posteriormente, esse material foi levado à estufa com circulação de ar a 80°C
por período de 24 horas para aferição da massa seca do disco (MSD). A partir destes dados, o
CRA (%) foi calculado por meio da equação: CRA (%) =
𝑀𝐹−𝑀𝑆𝑀𝑇−𝑀𝑆
*100 (SMART e BINGHAM,
1974).
3.4.3. Extravasamento de eletrólitos
Para estimar o extravasamento de eletrólitos (VEL), mensurados nos estádios V
5e V
9,
utilizou-se um perfurador de cobre a fim de se obter, por unidade experimental, três discos
foliares de área 113mm
2cada, os quais foram lavados e acondicionados em tubos de ensaio
contendo 10 mL de água deionizada. Após fechados, os mesmos permaneceram em repouso
durante 24 horas, em seguida, foi aferida a condutividade inicial do meio (Xi) usando
condutivímetro de bancada (MB11, MS Techonopon®). Posteriormente os tubos foram
submetidos à temperatura de 100°C, por60 minutos, em banho-maria, e após resfriamento do
conteúdo dos mesmos, aferiu-se a condutividade final (Xf). O extravasamento de eletrólitos foi
expresso como a porcentagem de condutividade em relação à condutividade total: [(
𝑋𝑖𝑋𝑓