3. Resultados
3.5. Variáveis que prevêem um nível mais elevado de satisfação com a
comunicação e o bem-estar.
Propôs-se analisar, das variáveis satisfação com a comunicação, ―boa compreensão‖, e bem-estar psicológico, as que estariam mais relacionadas com um maior nível de satisfação com a assistência (SAT ELEVADA). Define-se este maior nível de satisfação como correspondendo aos familiares cuja média da satisfação se situa entre o excelente, muito bom ou bom. No total, correspondem a este critério 76 pessoas (86,36% da amostra).
Nota:
Para isto recorre-se a uma regressão logística binária, sendo a variável SAT ELEVADA a variável dependente e as variáveis satisfação com a comunicação, ―boa compreensão‖ e bem-estar como preditores. O quadro seguinte apresenta os resultados: Quadro 5
Variáveis que prevêem um nível mais elevado de satisfação com a assistência quando se analisa a satisfação com a comunicação, a boa compreensão e o bem-estar psicológico
Beta p
SAT COMUNICAÇÃO 1.272 .016 *
BOA COMPREENSÃO - 2.272 .121
BEM-ESTAR 1.793 .249
Verifica-se que a satisfação com a comunicação é um preditor significativo (p < . 05) de níveis mais elevados de satisfação com a assistência.
4.Discussão
Para alcançar os objectivos traçados, o estudo propôs responder a quatro questões de investigação. A primeira delas, pretendia perceber qual a relação entre as variáveis satisfação com a assistência, satisfação com a comunicação, ansiedade e depressão. Os resultados indicam, como se pôde ver anteriormente, que em grande parte estas variáveis se encontram correlacionadas.
Verificou-se que quanto pior é a satisfação com a assistência, pior é a satisfação com a comunicação. Estes resultados vão de encontro aos achados dos estudos de Heyland e Trammer, (2001) e Heyland, et al., (2002) que também associaram estas variáveis. Estes estudos concluíram, que um dos principais determinantes de satisfação com a assistência estava relacionado com a forma como os profissionais comunicam com as famílias. Quem se encontrava menos satisfeito com a comunicação, obtinha níveis inferiores de satisfação com a assistência.
Avaliar a satisfação não é linear, já que se trata de um construto que engloba vários domínios, com vários instrumentos que tentam avaliá-lo, sendo uns para medir a satisfação da família em relação aos cuidados com os pacientes que morriam depois de
Nota: * p < . 05
terem alta do hospital (Baker, et al., 2000; in Heyland, et al., 2002) e outros que avaliam as necessidades dos familiares dos doentes críticos, e até que ponto essas necessidades eram supridas (Johnson, et al., 1998; in Heyland, et al., 2002). Contudo, a gestão das necessidades não é sinónimo de satisfação, porque o não suprir as necessidades nem sempre se traduz em insatisfação (Heyland, et al., 2002). Para além disso, ir ao encontro delas não garante satisfação, sendo necessário ir um pouco mais além da tradicional avaliação dessas necessidades. O estudo de Heyland, et al., (2002) desenvolveu um questionário específico para avaliar a satisfação, sendo que, como a comunicação é frequentemente tida como pobre e vista como uma das principais causas de insatisfação com os cuidados (Hanson, Danis, Garrett, 1997 e Malacrida, et al., 1998; in Heyland, et al., 2002), o questionário para além de conceber um resumo alargado dos principais tópicos de satisfação com a assistência prestada ao doente e familiares, concede, também, uma avaliação específica e mais detalhada da satisfação com a comunicação e as especificidades relativas às tomadas de decisão.
Noutros estudos, com recurso a outros instrumentos de avaliação da satisfação (Abott, et al., 2001; Azoulay, et al., 2003; Fumis, et al., 2008; Keenan, et al., 2000; Malacrida, et al., 1998; McDonagh, et al., 2004) concluiu-se também que existe associação entre satisfação com a assistência e a comunicação. Estes resultados evidenciam a importância de uma comunicação atempada, honesta e consistente para aumentar os níveis de satisfação dos familiares. Os esforços devem direccionar-se para a melhoria da natureza da interacção e comunicação entre a equipa multidisciplinar e os familiares.
Verificou-se também, que quanto pior é a satisfação com a comunicação mais deprimido se encontra o familiar. O estudo de Pochard, et al., (2001) embora não tenha associado a satisfação da comunicação aos sintomas de depressão, deu indicadores de que as contradições percebidas nas informações foram associadas a esta sintomatologia, o que leva a supor, que a insatisfação com a forma como a comunicação se processa afecta os níveis de depressão. Esta suposição vai de encontro aos resultados encontrados.
Em relação à associação da satisfação com a comunicação e a ansiedade,tal como previsto, os resultados também indicam que quanto pior é a satisfação, mais deprimida se encontra a pessoa. Num estudo prospectivo multicêntrico, factores determinantes de ansiedade entre membros da família estavam associados à ausência de reuniões regulares com médicos e enfermeiros e de um espaço utilizado, especificamente, para
fornecer informação aos familiares (Pochard, et al., 2001). Uma revisão da literatura, entre finais da década de 90 e 2008, constatou falhas na investigação a este nível, mas evidenciou que reuniões estruturadas entre profissionais e familiares para promover a comunicação iriam reduzir os sintomas de ansiedade e depressão (McAdam e Puntillo, 2009), o que vai de encontro aos resultados obtidos no presente estudo.
Também se obteve uma associação entre satisfação com a assistência e a ansiedade, com coeficientes de correlação inferiores aos que se verificam para a associação entre a satisfação com a comunicação e ansiedade. Estes resultados, mais uma vez, permitem valorizar a importância da comunicação (e subsequente satisfação com ela) para diminuir os níveis de ansiedade e depressão e contribuir para melhorar o bem-estar psicológico/emocional dos familiares. Por outro lado, a associação entre satisfação com a assistência e a prevalência de sintomas de depressão não atingiu significado estatístico. Sendo um domínio merecedor de pouca atenção a nível da investigação científica, não se encontram estudos que associem a satisfação com a assistência e a ansiedade e a depressão. Um estudo recente que pretendia descrever os sintomas experienciados pelos familiares de pacientes de alto risco de morte numa UCI e avaliar os factores associados, refere que, apesar da evidência da alta prevalência de stress, ansiedade e depressão o seu impacto na satisfação familiar era ainda desconhecido (McAdam, et al., 2010).
Na segunda questão de investigação, pretende-se perceber se existem diferenças significativas entre a boa e a fraca compreensão, e as variáveis ansiedade, depressão, satisfação com a assistência e satisfação com a comunicação.
Encontra-se diferenças estatisticamente significativas entre o nível de compreensão e a satisfação com a comunicação. Quem alcançou uma boa compreensão da situação clínica revelou níveis superiores de satisfação. Estes resultados vão de encontro a um estudo prospectivo multicêntrico, onde se percebeu que as variáveis compreensão e satisfação se encontram correlacionadas, sendo que, quanto melhor a compreensão da informação prestada pelos médicos sobre diagnóstico, prognóstico e tratamento, melhor a satisfação da família (Azoulay, et al., 2002).
Os resultados do presente estudo indicam que quem possui uma boa compreensão apresenta níveis superiores de satisfação com a assistência. Estes resultados vão de encontro aos encontrados por Boyd, (2010), que corroboram que a boa compreensão da doença e prognóstico pode ajudar a evitar conflitos e melhorar a satisfação familiar.
Diferenças significativas também foram encontradas entre o nível de compreensão e a depressão, ou seja, quem apresentou boa compreensão obteve níveis inferiores de depressão. Embora não exista nenhum estudo que tenha analisado esta influência directamente, pode deduzir-se que se os familiares sentem que receberam informação contraditória por não terem compreendido a informação fornecida (Azoulay, et al., 2000), e que as contradições percebidas nas informações foram associadas a sintomas de depressão (Pochard, et al, 2001). Sugere-se que a depressão deve prejudicar a compreensão e/ou que a compreensão deficitária pode ser um indicador de depressão.
Para além disso, verificou-se que quem tem boa compreensão apresenta níveis inferiores de ansiedade. Neste domínio, apenas se encontrou um estudo com pais numa UCI pediátrica que levantou a hipótese, com base em impressões da prática clínica e relacional diária, que níveis superiores de ansiedade prejudicariam a compreensão da informação acerca da doença. No entanto, os resultados indicaram que apenas em dois pais isso se verificava, tendo os restantes 26 uma boa compreensão. Estas considerações não estão de acordo com os achados deste trabalho, no entanto, é necessário ter em conta as diferenças entre as características dos doentes e familiares em ambas as unidades.
Apesar de vários estudos identificarem a comunicação como importante no contexto de cuidados intensivos, poucos são os que avaliam a compreensão da informação e que estudam o impacto da incompreensão.
A literatura aponta para a existência de falhas na compreensão por parte dos familiares, sendo que cerca de 54% deles não percebem a informação referente a uma das componentes: o prognóstico, diagnóstico ou o tratamento fornecida pelos profissionais (Azoulay, et al., 2000). No presente estudo, 54.5% da amostra não compreendeu a informação na íntegra, sendo que se verificou que existem diferenças significativas entre quem tem boa ou fraca compreensão e os níveis de ansiedade, depressão, satisfação com a assistência e satisfação com a comunicação. Assim sendo, é necessário que os profissionais de saúde encontrem estratégias para que a mensagem seja claramente compreendida, pois isso poderá contribuir para diminuir os níveis de depressão, ansiedade, e aumentar os níveis satisfação com a comunicação e satisfação familiar, permitindo minimizar o impacto do internamento de um familiar numa UCI.
O objectivo da terceira questão de investigação, era encontrar qual ou quais os preditores de um nível mais elevado de bem-estar psicológico, quando consideradas as
variáveis: satisfação com a assistência, satisfação com a comunicação e compreensão da informação.
Previa-se que a comunicação, ou seja, satisfação com a comunicação e/ou compreensão da informação fosse preditor do bem-estar psicológico. Verificou-se que a boa compreensão da informação foi o único factor significativamente relacionado com o bem-estar.
Tanto a compreensão como a prevalência de sintomas de ansiedade e depressão são domínios pouco estudados. Esta sintomatologia foi associada à informação contraditória, à ausência de reuniões regulares com médicos e enfermeiros e a um espaço utilizado, especificamente, para fornecer informação aos familiares, o que leva a supor a importância da comunicação. No entanto, não se encontram estudos que avaliem com consistência a relação da compreensão com esta sintomatologia, nem que encontrem preditores de um maior bem-estar psicológico. Com os resultados do nosso trabalho, verificou-se não só que existem diferenças significativas entre quem tem boa ou fraca compreensão e estes sintomas, conforme já analisado, mas também, ao definir- se um maior bem-estar como correspondendo às pessoas simultaneamente com nível normal ou leve de depressão e de ansiedade, se constatou que a compreensão era a variável estatisticamente correlacionada com o bem-estar.
Na quarta questão de investigação pretende-se perceber qual ou quais os preditores de um nível mais elevado de satisfação com a assistência por parte dos familiares.
Verificou-se que, os resultados deste estudo vão de encontro aos achados de outros trabalhos (Azoulay, et al., 2003; Heyland e Tranmer, 2001; Heyland, et al., 2002) que indicam que a satisfação com a comunicação é um forte preditor da satisfação geral.
Na análise destes resultados é importante ter em conta algumas limitações do estudo. Entre elas, destaca-se o facto da recolha de dados ter incidido apenas numa UCI, durante um período de cerca de 4 meses; daí os resultados não poderem ser generalizados pela possível influência de factores específicos de espaço e tempo.
Um estudo com o mesmo propósito, mas englobando um número significativo de UCI´s com as mesmas características a nível nacional poderia revelar resultados relevantes para a análise global da realidade.
Relativamente a factores pré-existentes específicos no local do estudo, destacam- se: entrega de folheto informativo, horário de visitas alargado (11h ás 19h) – realidade pouco presente noutras unidades com as mesmas características -, flexibilidade de visitas em horário pós-laboral e fora da hora de visita, encontros regulares do médico com a família, existência de sala específica para esses encontros, avaliação da satisfação através de folha de feedback. São notáveis as estratégias já adoptadas que, numa breve pesquisa, se percebe que não fazem parte do panorama de outras instituições. Esta realidade faz considerar a hipótese de, nomeadamente os níveis de satisfação, compreensão, depressão e ansiedade, poderem obter resultados inferiores noutros hospitais.
Apesar disso, é de referir que as características dos doentes encontradas e motivos de internamento vão de encontro ao que, normalmente, é documentado nas UCI’s de adultos.
Salienta-se, também, o facto de a compreensão da informação ser um aspecto pouco estudado e de não existir grande margem para comparação de resultados, nem uma escala disponível para avaliar esta componente. A boa compreensão, conforme definida no estudo, envolvia um conhecimento relativamente limitado da condição do paciente. Há que considerar, também, o facto de não se poder esperar que as famílias consigam entender, perfeitamente, todos os aspectos da condição do paciente, baseando- se apenas em informação concedida num curto período de tempo após o internamento na UCI. Apenas se avalia o primeiro contacto, por ser considerado um momento de contacto crucial (Azoulay et al., 2000), mesmo tendo consciência que a restante interacção é importante e que as informações são concedidas e actualizadas durante todo o período de internamento. Para além disso, também não foi avaliada a influência das informações auscultadas por outro meio, como os enfermeiros ou outros profissionais.
A classificação dicotómica do prognóstico utilizada é baseada num estudo pioneiro, que através de uma entrevista semi-estruturada, utilizou a classificação ―grave‖ ou ―não grave‖ (Azoulay, et al., 2000), que foi utilizada posteriormente em formato de questionário (Azoulay, et al., 2002). Numa tentativa de a adequar à realidade em questão, e tendo em consideração a opinião dos peritos na área, utilizou-se a terminologia ―muito grave‖ e ―grave‖. De qualquer forma, ao utilizar um critério mais exigente para definir boa compreensão, a probabilidade de se encontrar um nível superior de fraca compreensão era ainda mais elevada.
De acrescentar que esta divisão dicotómica do prognóstico não pode ser vista, de forma alguma, como base para o envolvimento dos familiares nas decisões de fim de vida, mas pode ser útil para ajudá-los a desenvolver expectativas razoáveis sobre a doença e contribuir como um bom indicador sobre a compreensão da informação transmitida.
5.Conclusão
O estudo sobre uma temática como a comunicação exige uma actualização contínua por parte dos profissionais de saúde de forma a serem capazes de um desempenho integral com o familiar; logo há que ter em atenção as características, história e vivências de cada elemento da família.
Com a realização do presente trabalho, evidenciou-se a importância de uma comunicação eficaz, tanto para aumentar os níveis de satisfação dos familiares perante os cuidados prestados, como também para diminuir a sua sintomatologia ansiosa e depressiva. Os esforços devem direccionar-se para a melhoria da natureza da interacção e comunicação entre a equipa multidisciplinar e os familiares. Para além de investir em aspectos comunicacionais, ou seja, em aspectos referentes à frequência e estrutura da comunicação com os familiares, é necessário que os profissionais verifiquem se a informação foi compreendida. Este facto também pode reduzir os níveis de ansiedade e depressão e aumentar os níveis de satisfação com a comunicação e de satisfação com a assistência.
Encontrou-se como preditor do bem-estar psicológico, a compreensão da informação, e como preditor da satisfação com a assistência, a satisfação com a comunicação. Isto vai de encontro à necessidade de investimento nestas duas áreas, compreensão e satisfação, para melhorar a qualidade dos cuidados prestados.
O empenho individual de cada profissional de saúde sendo útil, não é suficiente. Torna-se indispensável um trabalho de equipa em que todos os profissionais de saúde que, nas suas diferentes áreas de actuação, estejam implicados e empenhados em melhorar os seus desempenhos comunicacionais. É necessário para isso investir na formação científica efectiva nesta área específica para não deixar a comunicação ao critério de cada profissional.
O que os resultados obtidos espelham com clareza é a importância da comunicação como um meio facilitador do estabelecimento de um ambiente terapêutico
bem sucedido, mas nunca como medida e/ou variável isolada de uma circunstância que vive da interdependência e indissociabilidade de factores, como se pôde comprovar. Nesse sentido, tendo consciência que o projecto planeado e agora concretizado envolvia variáveis que mereciam, pela sua complexidade, um estudo individualizado, foi objectivo promover um trabalho que analisa-se estas inter-relações, de forma a evidenciar a importância de continuar a investir na problemática - Familiares dos doentes em CI - que ainda é pouco valorizada.
Desta forma, em futuras investigações seria importante:
Avaliar outros factores que influenciem a comunicação, relacionados com os familiares, mas também com o doente e profissionais de saúde;
Projectar estudos que avaliem a sintomatologia depressiva e ansiosa de forma a delinear outras estratégias para diminuir o seu impacto clínico;
Analisar outras variáveis que influenciem a satisfação familiar;
Ponderar criteriosamente o alargamento da amostra para um maior número de familiares por doente, tendo em conta as possíveis alterações a efectuar nos instrumentos, já que o contacto com os profissionais é efectuado indirectamente;
Incluir os familiares de pacientes que morreram, tendo em conta as necessidades específicas que apresentam e a possibilidade do seu levantamento dar azo a trilhar outras estratégias e processos de intervenção;
Incluir a perspectiva dos profissionais sobre as necessidades dos familiares, a percepção da compreensão, já que pode existir desnível entre a realidade e o que o profissional identifica e considera importante.
Uma última consideração surge como sendo de grande pertinência nas reflexões finais deste trabalho. Tendo em conta a influência de agentes de stress físicos e psicológicos aos quais o familiar está sujeito, este encontra-se em alto risco de desenvolver sinais de alteração de comportamento e crise. Esta situação, ao verificar -se, exige por parte da equipa responsabilidades acrescidas sob a forma de interacção, apoio emocional, estímulo à iniciativa e coordenação de esforços, para que seja criado um bom ambiente terapêutico. A presença de um psicólogo torna-se um elemento importante no apoio aos familiares a fim de restabelecer o equilíbrio perdido, dado que
este desempenha um papel de mediador na relação entre familiares e profissionais. No entanto, ainda existe a necessidade de contornar obstáculos para delinear com precisão a área de actuação do psicólogo na equipa multidisciplinar, dentro da perspectiva de assistência integral e integrada. Este profissional deveria fazer parte integrante da equipa, no entanto, o que se constatou nesta unidade, e que parece reflectir a realidade dos nossos hospitais, é que a sua inclusão apenas ocorre em situações pontuais e de forma pouco regular. No hospital onde o estudo decorreu existe um único psicólogo clínico que intervém quando solicitado por outro profissional. Torna -se necessário, primeiro que tudo, uma consciencialização dos profissionais de forma a encontrar estratégias e intervenções com o intuito de promover neste tipo de equipas especializadas critérios de referenciação para as estruturas de apoio.
É com uma enorme satisfação pessoal que chego ao término deste trabalho, esperando através do mesmo ter conseguido acrescentar ao contexto da prestação de cuidados algum saber científico, bem como que este estudo, mesmo com as suas limitações, possa despertar interesse para investigações futuras.