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No documento CODA_238_pe.pdf (páginas 41-70)

Arte.13° « - Tijolo na estrutura da cobertura - lia estrutura da cober_

tura (Asnas) aplícar^se-á tijolo vazado de 0,15 nu de es_

pessura, assente com argamassa de cimento e areia ao tra ço 1 Í 4 .

Arts.14õ» - Bases de Duches - Serão executadas no pavimento e reves- tidas a marmorite de cimento branco.

Arta.15a. - Tectos falsos - Has zonas dos sanitários, galeria do rés -do-chão e Ie. andar e acessos à Consulta Médica e Enfe_r maria, serão executados tectos falsos com armação de ma- deira de casquinha e estafe,suspensos do tecto por tirari tes de arame zincado cobertos com linhadas. 0 estafe se- rá aplicado em placas de 2,00 x 1,00 m., gessado e linha do.

Arte .l6s. _ Revestimento com Flintkote - As lajes que formam a cober_

tura do alpendre de sala de Aulas do topo lïorte e alpen- dres, serão revestidas com emulsão betuminosa Flintkote.

27<

Artõ. 17a » - Revestimento exterior com ti.j oleira - Os sopeitos da cai_

xilharia exterior do R/chão, serão revestidos a tijolei- ra, "bem como a floreira do alpendre do Hall.

Arte. 10a. - Revestimento interior com azule.jo - As paredes dos sani- tários serão revestidas a azulejo EVINEL com 0,02 x 0,02 m., com 2,00 m. de altura, com tira de remate.

As paredes da galeria do R/chão serão revestidas com Iam brim de azulejo de fantasia, com 1,20 m. de altura.

Os revestimentos em azulejo constituirão planos perfeita^

mente desempenados, com juntas finas e regulares.

Compete ao empreiteiro proceder à limpeza final dos re- vestimentos e rebocos, ou substituir, todos os ladrilhos que soem a oco por não se encontrarem perfeitamente ade- ridos à massa.

Arts.192. - Roda-pé - Os roda-pes serão do mesmo material que for aplicado no pavimento.

0 assentamento deverá ser feito com argamassa de cimento e areia ao trago lt4.

\ y CENTRO DE-DOCUMENTAÇÃO

Arts.2Qe. - Saneamento - As instalações de saneamento compreendem o fornecimento, assentamento e construção de»

a) - Sifões de pátio, em grés;

b) - Tubos de queda dos W.C., canalizações; horizontais, em grés, providas de todos os acessórios;

c) Tubos de Luzalite para ventilação;

d) - Câmaras de visita, com paredes de tijolo burro as- sente com argamassa de cimento, os interiores reve_s tidos com betonilha queimada à colher, os cantos ar_

redondados e os fundos com as indispensáveis meias canas;

e) - Tampas de ferro fundido de vedação hidráulica para as câmaras de visita;

f) - Envolvimento em betão, das tubagens de grés horizon tais;

g) - Tudo quanto, respeitando à especialidade da obra de trolha, seja necessário para a total e perfeita exe^

cução das instalações sanitárias e para o seu livre funcionamento.

Todas as instalações serão executadas de acordo com o e_£

quema e em obediência ao preceituado no Regulamento res- pectivo.

Os materiais devem ser de 1». qualidade existentes no mercado.

Art2.21e. - Águas pluviais - A drenagem de águas pluviais compreende o fornecimento det

a) - Tubagem de grésj

Fn

b) - Caixas de areia e v i s i t a .

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29.

CAPITULO III OBRA BE CARPINTARIA

Artg. Ia. - Caixilharia exterior - Os caixilhos exteriores serão em madeira de mogno africano, com o,o4 m. de espessura, sem n6s e sem defeitos.

Haverá vários tipos de caixilharia exterior conforme o descriminado no respectivo mapa de medição» "basculantes, de correr, de corarer com bandeiras basculantes e fixas.

Toda a caixilharia deve ter acabamento perfeito e absolu, tamente desempenada.

Todos os vãos levarão apainelamento e guarnecimento.

As ferragens serão de latão oxidado de boa qualidade,ro- bustas, de dimensões adequadas e constituídas por calhas,

E

rodízios, puxadores, comandos, dobradiças, crémones p i n - gadeiras, etc., conforme cada tipo e à escolha da Fisca- lização.

/C FACULDADE DE ARQUITECTURA ,

Toda a caixilharia exterior será assente sobre betumino-

- j \ UNIVhKblUAUt UU HUKIU

so "Ralmix".

Art0. 2e. - Caixilharia interior - Entre a galeria do R/chão e as A_u las, será executada caixilharia em mogno africano, com o,o55 m. de espessura, com básculas para ventilaçSo.

Arta. 3°• - Portas exteriores - As portas exteriores serão de madei- ra de mogno africano, com o,o45 m. de espessura e execu- tadas, com o mesmo cuidado da caixilharia e de acordo com os pormenores respectivos.

No assentamento das portas exteriores está incluído o apainelamento e guarnecimento dos vãos e as ferragens e fechaduras respectivas à escolha da Piscalizaçâa.

Arte. 4°« - Portas interiores - Serão em madeira de mogno africano, com o,oJ5 m. de espessura, engradadas e almofadadas.

As portas dos Duches e W.C. e Consulta Médica serão para envidraçar.

0 fornecimento destas portas inclue os aros dos guarneci_

mentos dos vãos e ferragens (dobradiças de latão oxida- do, fechadura de armilliar, espelhos e puxador de latão oxidado).

Arte. 5a» - Apainelamento de vãos interiores - Os vãos dos arrumos do R/chão e Sala de Aulas anexa, serão apainelados com madeira de mogno africano.

Arta. 6e. - Gelosias - Conforme indica o projecto, serão executadas e assentes gelosias em madeira de casquinha, com aro, fa_

vo e ferragens.

Arta. 7e,« - Estrutura da cobertura em alpendre - Será em madeira de eucalipto tratado, quána viva, levando as ferragens ne- cessárias (Alpendre do Hall).

Todas as madeiras receberão uma impregnação de um produ- to que as proteja de forma eficaz contra o ataque dos fungos ou insectos, sendo a escolha deste produto reser- vada à Direcção dos Trabalhos.

As secções a empregar serão as usuais» linhas, pernas e terças - 0,22 x 0,08 m., barrotes - 0,08 x 0,08 m. e ri- pas - 0,04 x 0,02 m.

Todas as ferragens levarão uma demão de zarcão.

Arte. 8a. - Varedo e ripado - 0 varedo e ripado para assentamento da telha, será de madeira de eucalipto, de 1». qualidade, cerneira, bem seca, de fibras direitas e unidas, sem nós viciosos nem fendas que comprometam a sua duração e re- sistência.

0 varedo é constituído por barrotes de 0,08 x 0,08 m.,es_

paçados de 0,40 m. entre eixos. A ripa será de 1&. esco- lha, com a secção de 0,04 x 0,02 m. sendo pregada para o varedo.

0 varedo e ripado receberão um impregnação de um produto próprio para aplicar em madeiras.

D

31.

Art0. 9a» - Forro de madeira - A empena do alçado Sul-Poente (Alpen- dre) e os tectos dos alpendres serão para revestir a ma- deira africana, arrincoada.

Artg.10e. - Pavimentos em parquetes de madeira - Depois de regulari- zadas, pela obra de trolha, as superfícies dos pavimen- tos, com argamassa de cimento e areia, e desta argamassa se encontrar completamente seca, o empreiteiro aplicará parquetes de madeira de mogno africano para revestir os pavimentos das Salas de Aulas, Dormitórios, galeria ane- xa e acesso, enfermarias, galeria de acesso às mesmas, colsulta médica e acessos.

Os tacos âerão de 1*. qualidade, de madeira absolutamen- te sã, convenientemente tratada, isenta de quaisquer nós ou outros defeitos, perfeitamente desempenados e acaba- dos, com arestas bem perfiladas; as suas dimansc5es são em regra de 7 x 21 x 8 cm. e lateralmente, no sentido do maior comprimento, deverão ter um moldado reentrante que facilite a sua colocação e evite que a massa de assenta- / \ mento r e f l u a ^E C^ ^ ^r E C T U R A

Estes tacos serão assentes em betuminoso "RALMIX", apli- cado a quente.

Art0.IIe. - Koda-pá - 0 roda pá será em madeira de mogno africano com 0,08 m. de altura e o,o2 m. de espessura, de perfil simples, assente.1 com parafusos embebidos.

Artc.120. _ Biombo - Na zona central dos Lavabos do E/chão, será as- sente um biombo em madeira de mogno africano, para envi- draçar.

Artõ.13a. - Grades para os Duches - Nos pavimentos dos Duches serão colocadas grades de madeira de mogno africano.

Artõ «14a. - Guarda-mão - Na guarda da escada interior será aplicado um guarda mão em madeira de mogno africano, com a secção de 0,08 x 0,04 »»

Arte.15e« - Frentes de armários - Serão executadas em madeira de mogno africano, encerada, com porta, prateleiras, gave- tas, ferragens, fechos e fechadura de latão oxidado,nas Instalações Sanitárias dos Andares, Enfermarias, Consul- ta Médica e acesso à galeria e Aulas do R/chão.

Arta.l6a. _ Armários Arrumos - Serão em madeira de mogno africano, pintada, com portas, gavetas, prateleiras, ferragens,fe- chaduras e fechos - Arrumos dos Andares.

ArtQ.17e. - Armários roupeiros - Serão em madeira de mogno africano, encerada, com porta, prateleiras, gavetas, ferragens, fe_

chaduras e fechos - Dormitórios.

Arte.180. _ Bancos - Serão em madeira de mogno africano, pintados a esmalte - Duches.

Os bancos da Consulta Médica serão encerados.

FOilI O

Arts.19a. - Cabides - Serão colocados cabides metálicos com faixa de madeira de mogno africano no acesso à Consulta Médica.

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33.

CAPÍTULO 17

OBRA DE SERRALHEIRO

Arta. Ia. - Grade da escada - A guarda da escada será em ferro, de desenho simples, tendo superior e inferiormente uma pran cheta de 1 l/2" x 3/4" ÇLue fixará às escadas e ao cha- pim.

A guarda prbpriamente dita será executada em prancheta de 1 x 3/4".

Arte. 2g. - Prumos de ferro - Os prumos dos alpendres serão em ferro galvanizado de 4"» devidamente pintados.

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CAPITULO V

OBRA DE VIDRACEIRO

Art0. Ia. - Vidro Belga de 4 mm* - Será assente vidro Belga de 4 ranu de espessura, em todas as caixilharias, portas exterio- res e biombos.

Nâo í permitido a aplicaçSo de vidros fendidos, riscados ou com qualquer outro defeito.

Os vidros deverão ser cuidadosamente escolhidos, de ma- neira a nSo apresentarem bolhas de ar, empenos ou sensí- veis ondulações.

0 empreiteiro terá que repor todos os vidros que, até findar a construção, venham a sofrer fractura ou qual- quer outro dano.

0 betume a empregar no assentamento, será de 1*. qualida.

de, isto é", fabricado com 6leo de linhaça legítimo e ge,s_

so cré* finamente moido. Será de cor igual à das madeiras em que venha a aplicar-se.

0 X

Arte. 2Q. - Vidro fantasia - Será aplicado vidro de fantasia tipo à escolha nas portas e caixilharia interior.

Qualidade de vidro e assentamento conforme o determinado no artigo anterior.

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CAPITULO YI OBRA DE PINTOR

Arta. Ie. - Pintura a tinta de água - Todas as paredes interiores com acabamento a massa de areia serSo pintadas com duas demãos de "REP".

No caso de se verificar que as dnas demãos forem insufi- cientes para cobrir total e uniformemente as superfícies a pintar, o empreiteiro não poderá escusar-se a aplicar uma terceira demâo da mesma tinta.

Art8. 2a. - Pintura a tinta de óleo e esmalte - Depois de devidamen- te lixadas, aparelhadas e emassadas, as esquadrias de ma deira serão pintadas com uma demão de tinta de óleo, so- bre esta uma demão de subcapa, e, por fim uma demâo de esmalte de muito boa qualidade.

Serão para pintar as gelosias, as portas dos Duches e W.C. e as portas dos Banhos, das portas dos Banhos do 2a. andar (face interior), as portas dos arrumos (face interior e a porta de comunicação com os Sanitários (fa- ce interior).

Para o ferro,o primário a aplicar será de zarcão ou ou- tro primário anti-corrosivo sintético de boa qualidade e origem.

As cores a empregar serão escolhidas pela Fiscalização.

Artõ. 3a. - Enceramento com verniz mate-celuloso - As portas interio res que não forem pintadas e a caixilharia interior, se- rão para encerar a mate-celuloso.

Previamente aplicar-se-á uma demão de verniz tapa-poros de forma a regularizar toda a superfície.

Arta. 4a. - Envernizamento a pincel - Todas as superfícies exterio- res de madeira, empena do Alpendre (Poente) tectos do AJL pendre e o biombo serão envernizadas com verniz plástico sintético, com 3 demãos.

O verniz deve ser da melhor qualidade, de marca reconhe- cida e aceite pela Fiscalização.

Art". 50. - Envernizamento cora verniz boneca - Terá este tipo de aca bamento o corrimSo da escada.

Este trabalho deve ser executado com o máximo esmero e perfeição.

Além da qualidade do verniz que deve ser do melhor do mercado, exige-se um paciente polimento com a boneca em- bebida em verniz de goma laca e pedra pomes.

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CAPÍTULO VII

OBRA DE PICHELEIRO E FUIIILEIRO

Art°. 1°. - Esgotos metálicos - Far-se-á o esgoto das peças sanitá- rias de acordo com o esquema apresentado. Os diâmetros da tubagem são os regulamentares.

A instalação inclue todos os roços, reposição e acessó- rios não sendo permitido dobrar o tubo para economia de acessórios.

Art2. 2g. - Peças sanitárias - Há a considerar o fornecimento e as- sentamento das seguintes peças sanitáriast

- Banheira de ferro esmaltado com 1,60 m., 1*. escolha;

- Banheira de ferro esmaltado com 1,50 m., 1». escolha;

- Bacias de retrete sifónicas com autoclismo tipo "Cano- pe", 1». escolha;

Lavatórios de porcelana, com 0,56 x 0,41 x o,Jo m.,for_

mato inglês, 1». escolha;

Bidets de porcelana, 1». escolha, com duas entradas pa_

ra água;

- Lavatórios de porcelana, formato AÏÏT com cobre juntas em baterias;

- Vazadouro em porcelana, com espalhador, com o,5o x x o,44 x o»51 ia.

Artg. 5Õ» - Diversos - As peças descritas no artigo anterior incluem todos os acessórios tais comos passadores, torneiras,si- f3es de garrafa cromados, sifSes de banheira com tampa cromada, chuveiros cromados, válvulas, correntes, bato- ques, toalheiros, assentos de mogno, porta-papeis, cabi- des, etc., asáim como e qualquer acessório necessário a realização total e funcionamento conveniente das instala coes.

Artõ. 4a» - Rede de abastecimento de água fria e quente - O tubo ge- ral de distribuição de água terá o diâmetro de 2 l/2".

de acessórios necessários à execução da instalaçSo.

0 empreiteiro obriga­se a cumprir integralmente as normas regulamentares em vigor.

Art°. 5a» ­ Depósitos ­ 0 empreiteiro contará com a instalaçSo de 2 depósitos em betão, com a capacidade de 1 500 litros (li quido), devidamente impermeabilizados com argamassa hi­

drofugada, incluindo tampa e acessórios, tais como» tor­

neira de bóia de 1M, trop­lein de 1" com raro, torneira adufa de 1 l/2", válvula de fundo com tampo roscado de 1 l/2", montados no lugar com a respectiva ligação a re­

de de água fria.

Arte. 6°. ­ Cilindros ­ Pelo empreiteiro serão fornecidos, assentes e ligados, com os respectivos termostatos, dois cilin­

dros eléctricos com a capacidade de 250 1., com torneira inferior de descarga, devidamente isoladose quadro.

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Art°. 7°. ­ Algerozes, caleiras e rufos ­ Para receber e conduzir as águas pluviais estão previstos algerozes no telhado do 2C. andar e caleiras à vista nos alpendres.

Os rufos estão previstos na periferia da chaminé, com o desenvolvimento de 0,30 m.

Todos os trabalhos acima designados, serão executados em chapa de zinco ns. 14, com juntas soldadas a estanho.

Art0. 8e. ­ Os condutores do telhado do 2a. andar serão em ferrogal_

vanizado de 4" ■ serão embutidos nas paredes.

Os condutores dos alpendres serão em chapa de zinco na. 14 de secção circular de 0,08 m. e ficarão à vista e pin tados. Uns e outros terão pinhas em latão na sua ligação com as caleiras ou algerozes.

CAPÍTULO VIII OBRA DE ELECTRICISTA

Artg. Ia» - Tubagem - Toda a tubagem será instalada, embebida nas pa redes metida em roços, de forma tal que não se deterio- rem ou amolguem, atacados a cimento.

A montagem dos tubos deverá ser feita de modo que os coji dutores possam correr facilmente dentro deles, sem haver necessidade de desmontar os tubos. Os diâmetros dos tu- bos são os impostos pelas normas de Segurança vigentes, correspondentes, às secções e números de condutores indi_

cados nas plantas.

a) Tubos de aço - Deverão ser de aço macio sem costura, envernizados interior e exteriormente.

0 verniz deverá ser liso e contínuo, bem aderente e isento de falhas. A superfície interna dos tubos deve.

rá ser isenta de irregularidades que prejudiquem o isolamento dos condutores. As junçSes dos tubos e acessórios serão por meio de uniSes roscadas. As cur- vas dos tubos deverão fazer-se exclusivamente a frio.

As rebarbas provenientes dos cortes serão conveniente mente limadas e mandriladas de forma a nSo prejudica- rem o isolamento dos condutores.

b) Tubos Bergmann - Estes deverão ser formados de papel engomado, impregnado de substância isoladora, revesti, to exteriormente de uma bainha delgada de latão ou ferro protegido por uma camada de chumbo ou alumínio.

0 tubo de papel impregnado deve ser contínuo, liso e não higroscópio; a impregnação deve ser tão perfeita que, mesmo depois de desdobrado, se não encontre no papel, nenhuma zona por impregnar.

A dobragem dos tubos deve ser feita com ferramenta es_

pecial, que prepara o endentado da curva interior do tubo.

EH

0

Art0. 2e» ­ Caixas de derivação, terminais de passagem e coroas de bornes ­ As derivações e ligações dos condutores serão feitas em caixas apropriadas. Alam das caixas de deriva­

ção e terminais indispensáveis, montar­se­ão sempre as caixas de passagem que forem indispensáveis ao fácil en­

fiamento dos condutores.

As ligações dos condutores serão feitas em placas de ter, minais em porcelana (coroas de bornes). Estas devem ser fixas às caixas e conter os terminais solidamente aplica, dos, de forma que, a sua distância ao bordo da peça iso­

lante não seja inferior a 3 nim. e a dos terminais entre si a 10 mm.

Sempre que, entre terminais, a tensão diferente, haja distância inferior a 20 mm. deverá haver a separá­lo uma parede de material isolante.

Se a caixa for metálica, as peças condutoras sob tensão, não deverão poder aproximar­se mais de 3 mm. das paredes, tampa ou fundo. Em cada caáxa não será permitida mais do que uma peça suporte dos terminais. Os "dados" de porce­

lana não servem para fazer derivação para o tubo

Bergmann devem ter boquilhas exteriores, de diâmetro ade, quado, de modo a receber o tubo sem folga.

As tampas das caixas embebidas terão a mesma cor das pa­

redes, sendo necessário, pintá­las primeiro, com tinta de aparelho sintético.

A fixação da aparelhagem à caixa não deverá ser feita por parafusos, que passem a caixa de lado a lado.

Arts. 3a» ­ Condutores ­ Os condutores a utilizar na instalação embe, bida serão do tipo BT.

NSo serão permitidas ligações de condutores dentro de tu bos.

No enfiamento dos condutores apenas será permitido uso do de talco. Os condutores deverão ter folga necessá­

ria na tubagem, para que não se torçam no acto de enfia­

mento, nem se prejudique a sua resistência mecânica e isolamento.

Todas as ligaçSes deverão ser feitas de maneira que no

4 L

conjunto, se apresentem esquemáticas, estéticas e com- preensíveis.

Interruptores, comutadores e tomadas de corrente - Toda esta aparelhagem deverá ter rebustez mecânica suficiente para conservar as suas qualidades durante o funcionamen- to e assegurar uma protecção eficaz contra qualquer con- tacto fortuito das pessoas, com as peças sob tensão. Se- rão para uma intensidade nominal de 10A, e do tipo inte- rior ou exterior conforme a sua descriminaçSo no projec- to.

Os interruptores serSo de alavanca e montados nos fios de fase.

As tomadas de corrente deverão ter molas que apertem os contactos onde entram as fichas das tomadas.

0 material de embeber será montado nas caixas terminais previstas para esse fim. Deverão ter tampas em baquelite de espelho quadrado castanho.

Os interruptores ficarão em média a 1,60 m. do solo e as tomadas de corrente cerca de JO cm., acima dos pavimen- tos .

A resistência de isolamento entre polos e entre polos e massa não deverá ser inferior a 50 megaohm3, medida a 500 Volts.

Nesta aparelhagem não deverá verificar-se avaria no iso- lamento pela aplicação de tensão de 2kv-50 hertz, duran- te um minuto.

Deverão suportar a intensidade nominal durante meia hora, sem que o aumento de temperatura exceda 30 C. ou a queda de tensão entre terminais ultrapasse 0,75 V.

Os interruptores deverão poder interromper 10 000 vezes a intensidade nominal, obtida pela aplicação da tensão contínua de 250 V, sobre uma resistência não indutiva.

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M E D I Ç Â O

D E S I G N A Ç Ã O a. < w5

D I M E N S Õ E S MEDIAS EXTENSÕES LINEARES, SUPERFICIES OU VOLUMES

D E S I G N A Ç Ã O a. < w5

0 ï COMPRI- LARGURA ALTURA

OU AUXILIARES TOTAIS

z 10 ESPESSURA

i CAPITULO I OBRA DE PEDREIRO

A r t2. Ia. - Escavação de t e r r a s para t e r r a p l e n a g e n s , com

r e g u l a r i z a ç ã o do t e r r e n o . 1 7 , 0 0 4 0 , 0 0 0,50 3 4 0 , 0 0 0 m3 340,000 r e g u l a r i z a ç ã o do t e r r e n o . 1 7 , 0 0 4 0 , 0 0 0,50 m3

340,000 A r t2. 22. - Escavação de t e r r a s

para fundaçSes, incluindo

! "baldeação, reposição e re

c a l q u e . '

Paredes e x t e r i o r e s i

Sul-Poente 4 7 , 0 0 1,30 1,1o 6 7 , 2 1 0

Norte-Poente 17,5o 1,30 1,5o 34,125

lo,30 1,3o 1,5o 46,800 lîorte-lïascente Sul-Nascente

IPIr >r >r

24,00 12,3o 1,3o 1,3o 1,5o 1,5o 2o,o85 23,985

5,2o 1,30 1,5o 6,24o

Paredes i n t e r i o r e s »

P r i n c i p a i s 5,5o 1,3o U$>5o lo,725

í \ )

Ur IIVERS IDA§»5° >OR^»5° 1,5o 4,875

V^ \J

CE •JTRO L

ED i'X

1,3o 1,3o 1,5o 1,5o lo,725 3,51o

4,5o 1,3o 1,5o 8,775

D i v i s ó r i a s

Longitudinais 2o,oo 0,60 o,5o 6 , 0 0 0

8 1,7o 0,60 o,5o 4 , 0 8 0 T r a n s v e r s a i s 2 8 , 0 0 0,60 o,5o 4 , 8 0 0

5,3o 0,60 0,50 1,59o

2,4o 0,60 0,50 0,72o

P i l a r e s 9 1,4o 1,4o 1,5o 28,224

Maciçps para apoio dos

prumos de f e r r o )alpendre ) 7 0,80 0,80 o,5o 2,24o

Degraus 6,2o 1,4o o,4o 3,472

3,4o 1,4o o,4o o,544

Soco 7,2o o,7o 0,40 2,ol6

2,5o o,7o 0,40 o,7oo

6,80 0,70 o,4o l , 9 o 4

1 4 , 0 0 o,7o o,4o 3,92o m3

297,265

1 4 , 0 0 o,7o o,4o m3

297,265 A r t2. 38. - ^emoção de t e r r a s

em excesso, para uma d i s - t â n c i a de 200 metros.

Volume do A r t2. I2. 3 4 ° , 0 0 0 3 4 0 , 0 0 0 + 60$ do volume do A r t2. 2 5 297,265 178,359

+ 20Jv (empolamento) 3 4 0 , 0 0 0 68|Ooo m3

586,359 + 20Jv (empolamento) 3 4 0 , 0 0 0

5 $ C Mil 586,359 m3

á

C^e-

1997»

C

/

1997»

C

HÉÉI jjy„:

»5

0 = »5

u

z 10

COMPRI­

MENTO LARGURA ALTURA OU

ESPESSURA AUXILIARES TOTAIS

A r tQ. 4s « ­ A l v e n a r i a de pedra de b a s a l t o em fundações, a s s e n t e com argamassa de cimento e a r e i a ao t r a ç o 1:4.

Paredes e x t e r i o r e s :

S u l ­ P o e n t e 6,5o 0 , 8 o o,4o 2 , 0 8 0

6,5o 0,6o

o,4o

1,56o

6,5o o,4o o,3o 0 , 7 8 0 3,2o 0 , 8 0 0 , 4 0 1,664 5,2o 0 , 6 0 o,4o 1,248 5,2o 0 , 4 0 o,3o o,624 23,6o 0 , 8 0 0 , 4 0 7,552 23,6o < >,6o o,4o 5,664

23,6o o,4o o,3o 2,832

11,2o 0 , 8 0 o,4o 3,584 11,2o 0 , 6 0 0 , 4 0 2,688

11,2o o,4o o,3o 1,344

N o r t e ­ P o e n t e 17,3o l , o o o,4o 6,92o

| T

\ f

17,3o 0 , 8 0 o,7o 9,688

l

>( 17,3o 0 , 6 0 0 , 4 0 4,152

mSU^

V l o , 3o l o , 3 o 1,00 0 , 8 0 o,4o o,7o 4,12o 5,768

A T \ F/

,CULi l o , 3 o Qbl^6o J R M o 2,472

ïïorte­ïïascente IIVERÍ 24,00 3ORl>oo 0 , 4 0 9,600 V XJ CE MTRO [ 24,00 ;é»8O o,7o 13,44o 24,00 0 , 6 0 0 , 4 0 5,76o

Sul­Hascente l o , 0 0 1,00 o,4o 4 , 0 0 0

l o , 0 0 0 , 8 0 o,7o 5,600

l o , 0 0 0 , 6 0 0 , 4 0 2,400 Paredes i n t e r i o r e s :

P r i n c i p a i s l o , 3 o 1,00 o,4o 4,12o l o , 3 o 0 , 8 0 o,7o 5,798 l o , 3 o 0 , 6 0 o,4o 2,472

2 , 0 0 1 , 00 o,4o 0 , 8 8 0

2 , 0 0 0 , 8 0 o,7o 1,12o

2 , 0 0 0 , 6 0 o,4o 0,480

4,40 1,00 o,4o 1,76o

4,4o 0 , 8 0 o,7o 2,464 4,4o 0 , 6 0 o,4o l , o 5 6

Degraus 6,2o 0 , 3 0 o,4o 3,224

3,4o 1,3o 0 , 4 0 1,768

Soco 7,2o 0 , 6 0 o,4o 1,728

2,5o 0 , 6 0 o,4o 0 , 6 0 0 m3 132,93o

2,5o 0 , 6 0 o,4o m3

132,93o A r t 2 . 52. ­ Betão c i c l ó p i c o de

200 k g / m 3 . , em f u n d a ç õ e s . Paredes d i v i s ó r i a s :

L o n g i t u d i n a i s 2 o , 00 0 , 4 0 o,5o 4 , 0 0 0 8 2

A

1,7o 8 , 0 0

;ranspor'

0 , 4 0

0 , 4 0 o,5o

o,5o 2,72o 3,2oo T r a n s v e r s a i s ­ 5SOO"1 8

2 A

1,7o 8 , 0 0

;ranspor'

0 , 4 0

0 , 4 0 o,5o

o,5o 2,72o 3,2oo

IWjMll

8 2 A

1,7o 8 , 0 0

;ranspor'

0 , 4 0

0 , 4 0 o,5o o,5o

9,92o

d^WÊ'

1,7o 8 , 0 0

;ranspor' 9,92o

M E D I Ç Ã O

5.

D E S I G N A Ç Ã O a 3

- III

z to

D I M E N S Õ E S M E D I A S EXTENSÕES LINEARES, SUPERFÍCIES OU VOLUMES

D E S I G N A Ç Ã O a 3

- III

z to

COMPRI-

MENTO LARGURA ALTURA

OU

ESPESSURA AUXILIARES TOTAIS

Tr msporte

5,5o 9,92o

l,o6o msporte

5,5o o,4o o,5o 9,92o

l,o6o

2,4o o,4o o,5o o,48o

Apoios para os prumos em f e r r o galvanizado ( a l p e n -

dre) 7 o,6o o,6o o,5o 1,26o m5

12,72o

dre) 7 o,6o o,6o o,5o m5

12,72o A r t2. 6C. - Alvenaria de pedra

de b a s a l t o com a espessur a a de o,4o m., em elevaçSo, a s s e n t e com argamassa de cimento e a r e i a ao t r a ç o

! 1 J 4 «

Paredes e x t e r i o r e s »

Sul-Poente 1 1 , 0 0 5,3o 54,5o

A deduzirt

Vão 4,7o 0,65 5,o6-

Norte-Poente ^ ^ ^ ^ ^ A deduzir»

VSo

5,2o l o , o 5 52,26

54,98 6, oo- Norte-Poente ^ ^ ^ ^ ^

A deduzir»

VSo

>r

5,5o 5,oo D , DO 2 , 0 0 52,26 54,98 6, oo-

Sul-Nascente 5,4o l o , o 5 54,17

Paredes i n t e r i o r e s » 5,5o 5,15 16,7o

/ \ " \ F^ CULC 2,5o 5,15 URA 7,25

( \ i U h IVERS DAE^5o l o , o 5 55,27

V \J CE JTRO C 4,3o AÇÃ<3 , 1 5 15,55

1,6o 5,15 5,o4

A deduzir»

P o r t a s 2 o,9o 2,oo 5,6o- m2

258,86

P o r t a s 2 o,9o 2,oo m2

258,86 A r tc. 7S« - Idem, idem, com um

paramento v i s t o r u s t i c a d o

Alçado Horte-Poente o,5o

2,8o 2,8o

4,2o o,84

11,76

Alçado Sul-Poente 6,5o

2,1o 2,5o

1 , 0 0

2,7o 4,5o

4,oo 2,4o 5,oo 5,oo 5,oo 5,oo

26, oo 5,o4 6,9o 5,oo 8,1o 15,5o

Alçado Norte-Hascente 8,8o 2,9o 25,52

2 5,1o 2,9o 17,69

1 , 0 0 5,oo 5,oo

A deduzir»

Caixilho . o,8o o,8o 0,64-

Porta o,8o 2,1o 1,68- m2

119,o5

Porta o,8o 2,1o m2

119,o5 A r t2. 8 ° . - Idem, idem, com 2

paramentos v i s t o s r ú s t i c a paramentos v i s t o s r ú s t i c a dos.

Alçado ITorte-Poente dos. 5,9o 2,5o ; BiwMsSSal 15,57 Alçado ITorte-Poente 5,9o 2,5o ; PORTUGA^ 15,57 1,5o 3,oo !

«íllp«

5,9o

1997S>

2,2o 3,oo^ i •V''l''",l-\.'v 6,6o m2 24,o7

1997S>

2,2o 3,oo^ i •V''l''",l-\.'v

r-f

24,o7 m2

1997S>

2,2o 3,oo^ i

I^MISa r-f

24,o7 m2

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