O questionário elaborado conforme modelo no apêndice A, com o objetivo de perceber o interesse dos alunos que cursam a EJA - Ensino Médio, no Colégio estadual Nelson Pereira Rebel, no município de Travessão de Campos dos Goytacazes/RJ, acerca do interesse em receber formação profissional integrada ao ensino médio, na modalidade PROEJA foi aplicado sob forma de amostragem a um número elevado de alunos: 100 (cem) pesquisados dos 308 (trezentos e oito) alunos da EJA – ensino médio, grupo constituído de homens (48) e mulheres (52). Os resultados da pesquisa podem ser concentrados em categorias de análise com os seguintes focos: por que abandonaram a escola, por que voltaram aos bancos escolares, que relevância poderia haver para suas vidas a oferta da formação profissional integrada ao ensino médio na modalidade EJA e ainda que relação poder-se-ia estabelecer entre a oferta do PROEJA, conhecimento, capacitação profissional e ampliação das possibilidades de trabalho, conforme modelo no apêndice 1.
Na análise dos dados pôde-se perceber que esses alunos da EJA - Ensino Médio no Colégio Nelson Pereira Rebel apresentam o mesmo perfil da maioria dos grupos procuram
esta modalidade de ensino: jovens e adultos de camadas populares. Noventa por cento dos pesquisados se encontram na faixa etária entre 20 (vinte) e 40 (quarenta) anos, jovens e adultos que abandonaram os bancos escolares por razões centrais de vida, que passam principalmente pela necessidade de buscar um trabalho e garantir a sua sobrevivência ou ainda, no caso apontado especificamente pelas mulheres, por questões de família (32%).
No total, são 94% (noventa e quatro por cento) dos pesquisados que apontaram ter abandonado a escola por necessidade financeira ou ainda por questão familiar, trocando a escola pelo trabalho. Este dado poderia estar reforçado por outros aspectos também coletados, como, por exemplo, renda mensal, nível de escolaridade, atividade laboral e até mesmo, atividades culturais a que têm acesso esses jovens e adultos. São, portanto, oriundos de camadas C e D, que não poderiam esperar cumprir todo o tempo de escolaridade básica para ingressar no mercado de trabalho.
Quando questionados por que voltaram à escola, também as respostas não vieram muito distantes do que se poderia imaginar, ou seja, voltaram pela questão da aquisição do conhecimento (32%), para atualização do saber (26%) e principalmente em busca da capacitação profissional (65%). Observou-se que poucos se definiram com profissão específica, eletricistas, mecânicos ou pedreiros (15%); entendendo-se que a fração de vinte por cento que se definiu como “do lar” seja do sexo feminino. As atividades laborais apontadas são predominantemente próprias da região de interior, incluindo-se nesse quesito o trabalhador rural; poucos exercem funções mais burocráticas, identificada aqui como funcionários públicos (5%). Conclui-se, portanto, que na relação trabalho e renda, está coerente o apontamento da renda mensal: 50% (cinqüenta por cento) recebem um salário mínimo, de um a dois salários, o índice é de 34% (trinta e quatro por cento) e 12% (doze por cento) dos entrevistados se disseram sem qualquer fonte de renda, quando um número maior 16% (dezesseis por cento) se revelaram desempregados, o que se entende como alto grau de desemprego para esta população em idade ativa. O índice também elevado de auxiliares de serviço – 29% (vinte e nove por cento) dos alunos, maior que qualquer outro item assinalado como profissão, revela o grau de desprofissionalização desses jovens e adultos, bem como a fragilidade das garantia trabalhistas, uma vez que apenas 24% (vinte e quatro por cento) possuem carteira assinada. Apenas 2% (dois por cento) dos entrevistados
se posicionam numa faixa salarial acima de quatro salários mínimos, estando, pois em posição mais favorecida que os demais.
Na tentativa de melhor situar como essas pessoas obtêm informação, a televisão predomina com 77% (setenta e sete por cento), seguido do rádio em 47% (quarenta e sete por cento), depois os jornais em 37% (trinta e sete por cento), revistas em 18% (dezoito por cento). A internet já aparece como fonte de informação e conhecimento numa proporção considerável para o local já sendo utilizada por 18% dos entrevistados, superando inclusive o índice dos que já possuem computador que são 11% (onze por cento). A utilização da televisão, rádio e internet reforçam a tese de que a mídia é hoje a principal fonte de conhecimento em qualquer ponto em que estejam as pessoas.
Na relação escolaridade do aluno e origem familiar, menos de 10% (dez por cento) provêm de uma família mais letrada (pais que chegaram ao ensino médio), 60% (sessenta por cento) apresentam a escolaridade de seus pais até ao quarto ano e 14% (catorze por cento) chegaram ao segundo segmento do ensino fundamental. Isto pode significar que esses jovens e adultos, ao buscarem o ensino médio, estão superando o índice de escolaridade de seus pais e poderão aspirar inclusive ao ensino superior, pois em 99%
(noventa e nove por cento) dos entrevistados, a aspiração de prosseguir estudos foi apontada, mesmo sem referência a curso, entretanto este dado nos possibilita depreender que existe a percepção da importância de adquirir conhecimento e preocupação com os estudos.
Um dado interessante vem do item dezenove que questiona a respeito da EJA, ou seja, se o curso fez com que ele renovasse a vontade de continuar estudando e a resposta foi altamente positiva, pois 96% (noventa e seis por cento) disseram que aumentou o interesse pelos estudos. Isso nos permite inferir que a escola passa a trazer sentido novo aos jovens e adultos se ela agregar expectativas e possibilidades de mudança de realidade.
A análise das condições socioeconômicas do município de Campos dos Goytacazes e, em especial do Distrito de Travessão, aponta para a urgência de investimentos em políticas públicas de assistência à juventude.
O estudo revela o quanto à juventude do município está vulnerável principalmente à sedução do mundo do narcotráfico que, quase sempre, recruta jovens oriundos das classes populares, vítimas das mais diversas formas de privações, que têm dificuldades de
freqüentar a escola, conseguir emprego e, portanto, acabam excluídos e marginalizados pela sociedade e presas fáceis do mundo do crime.
O quadro de vulnerabilidade a que estão submetidos os jovens, principalmente das classes menos favorecidas economicamente, candidatos ou freqüentadores da EJA aponta alguns fatores que podem não ser a causa, mas certamente são determinantes dessa situação como a pobreza, a baixa escolaridade e conseqüentemente a falta de qualificação que os possibilite a oportunidade de concorrer ao mundo do trabalho, cada vez mais competitivo e seletivo.
Diante do exposto fica evidente a necessidade de investimento na educação que proporcione a juventude desse município uma formação geral aliada à formação profissional na perspectiva de contribuir para a formação de sujeitos livres, conscientes e críticos.
Nessa perspectiva vale ressaltar a iniciativa do atual governo ao criar o Programa de Integração da Educação Profissional Técnica de Nível Médio ao Ensino Médio na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos (PROEJA), com o propósito de ofertar ao público da EJA além da educação geral que os prepare para participar ativamente da vida social, desempenhando suas atividades como cidadão, sujeitos de direitos, a formação profissional que os capacitará para a inserção no mercado de trabalho.
A oferta de uma educação não fragmentada, de caráter totalizante comprometida com a formação ética, moral, política e humana que concomitantemente qualifica profissionalmente formando o trabalhador não restrito à aquisição de “modos de fazer”, com o propósito de atender as demandas de mercado e aos interesses do capitalista, se configura na possibilidade de inclusão daqueles até então excluídos dos direitos civis, sociais e políticos vigentes e constituídos por uma sociedade desigual, regida segundo interesses e necessidades das elites dominantes que aspiram a perpetuação no poder como forma de garantir seu status quo.
Segundo o documento que traça as diretrizes do PROEJA:
A formação assim pensada contribui para a integração social do educando, o que compreende o mundo do trabalho sem resumir-se a ele, assim como compreende continuidade de estudos. Em síntese, a oferta organizada se faz orientada a proporcionar a formação de cidadãos- profissionais capazes de compreender a realidade social, econômica,
política, cultural e do mundo do trabalho, para nela inserir-se e atuar de forma ética e competente, técnica e politicamente, visando à transformação da sociedade em função dos interesses sociais e coletivos especialmente os da classe trabalhadora (2006, p.26).
Na perspectiva de ofertar uma educação geral integrada a educação profissional com o propósito de formar “cidadãos-profissionais”, o Documento Base do PROEJA expressa a preocupação e chama nossa atenção para a importância da implantação de uma proposta político-pedagógica específica que respeite “os tempos”, as vivências, interesses, necessidades dos educandos como também para a formação de professores que atuam na área, pois na concepção do programa todos os professores desta área “precisam mergulhar no universo de questões que compõem a realidade desse público, investigando seus modos de aprender de forma geral, para que possam compreender e favorecer essas lógicas de aprendizagem no ambiente escolar” (PROEJA, 2006, p. 27).
Dessa forma percebe-se a relevância deste programa, como política pública para o EJA e desafio político-pedagógico, à medida que define a oferta de uma educação profissional articulada à formação geral visando o desenvolvimento de homens e mulheres capazes de “atuar praticamente e de trabalhar intelectualmente” (KUENZER, 2002) na construção de um novo modelo de sociedade que seja menos excludente, desigual e injusta.
Diante do interesse do Colégio Estadual Nelson Pereira Rebel em proporcionar aos alunos do Ensino Médio da EJA a Educação Profissional e diante do contexto socioeconômico do Município de Campos dos Goytacazes aqui apresentado estamos propondo a celebração de parceria entre o Colégio Estadual Nelson Pereira Rebel e o CEFET Campos para que, em regime de colaboração viabilizem a implantação da Educação Profissional integrada ao Ensino Médio para o público da EJA.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Pesquisas recentes revelam que a economia regional está diante de novas perspectivas não só em razão do extraordinário dinamismo decorrente da atividade extrativista do petróleo, que tem trazido novos investimentos em função da necessidade de garantir o suporte para a atividade petrolífera. Tal realidade já impacta fortemente no perfil da mão de obra necessária para atender as novas demandas do mercado em virtude dos novos empreendimentos já presentes ou em fase de concretização. Dentre tais investimentos podemos destacar o Porto do Açu, em São João a Barra, município localizado acerca de 40 km de Campos, que terá como atividade principal à exportação de minério de ferro, trazido do Quadrilátero Ferrífero de Minas Gerais, através de um mineroduto de 525 km. Esse empreendimento tem como estimativa a geração de cerca de 3.000 postos de trabalho.
O Porto do Açu, quando em funcionamento, será também base de apoio logístico à atividade de exploração e produção de petróleo e gás, assim como posto de exportação para o etanol, produto que tem recebido do Governo Federal um grande incentivo, haja vista o interesse internacional pela substituição do combustível derivado do petróleo pelo combustível alternativo, condição essencial para cumprir as metas de redução da emissão de gases estufa até 2050.
A produção do etanol ganhou destaque mundial e o governo brasileiro, através do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), já anunciou um pacote de investimentos para a sua produção. Esse fato faz dos municípios do Norte Fluminense, em especial Campos dos Goytacazes, município tradicionalmente conhecido pela produção de cana, experimente um novo ritmo de produção e revitalização do setor sucro-alcooleiro.
As perspectivas para a economia regional apontam para a necessidade de criação de um pólo de biotecnologia, que certamente provocará um grande impacto no mundo do trabalho, da pesquisa e na esfera sócio-ambiental.
O cenário descrito coloca o município de Campos como um grande pólo ofertante de bens e serviços, disponibilizando mão-de-obra qualificada para o mercado. Dentro dessa perspectiva caberá em larga proporção ao CEFET Campos a grande tarefa de qualificar mão-de-obra para atendimento dessas demandas. Portanto, no que tange à EJA, torna-se
fundamental oportunizar que cada vez mais jovens e adultos tenham acesso a formação profissional.
O quadro aqui apresentado ratifica a pertinência da proposta do CEFET em viabilizar um projeto de intervenção junto às escolas públicas, consideradas pólos regionais, no sentido de garantir a ampliação da oferta de qualificação aos educandos da EJA visando sua absorção pelo mercado.
O diagnóstico das condições socioeconômicas do município, que revela a situação da juventude campista, e o pleno interesse do Colégio Estadual Nelson Pereira Rebel na implantação da Educação Profissional sugerem a celebração da parceria da instituição com o CEFET Campos, haja vista que as bases legais para que a referida parceria aconteça já estão previstas no seu Projeto Político Pedagógico, no sentido de implantação da Educação Profissional vinculada ao Ensino Médio para o público da EJA através dos Cursos Técnico em Biocombustível ou Técnico em Açúcar e Álcool.
Em complementação a nossa proposta, sugerimos ainda que, no que tange a estruturação da matriz curricular do curso a ser implantado, além das disciplinas da área técnica, sejam contempladas as disciplinas Sociologia, Filosofia e Psicologia com o propósito de subsidiar os jovens no processo do autoconhecimento, reconhecimento de sua auto-imagem e auto-estima e como ser social com o entendimento de sua cultura e sociedade, e com ela interaja na perspectiva de compreendê-la a ponto de perceber suas contradições. Entendemos a formação humana como algo não fragmentado, e mais que capacitar para o trabalho, educar é criar condições para saber ser, saber fazer, saber estar com o outro na sociedade. Lembrando Paulo Freire, o ser humano só é capaz de tornar-se sujeito de seu tempo, se for capaz de perceber-se como participante do mundo que o cerca, capaz de intervir sempre que for necessário. E a educação, na concepção libertadora, pode concorrer significativamente para a formação deste sujeito “situado e datado”.
REFERÊNCIAS
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando:
introdução à filosofia. 2.ed. São Paulo: moderna, 1993.
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. História da educação. 2. ed. São Paulo: Moderna, 1996.
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. A educação popular na escola cidadã. Petrópolis, RJ:
Vozes, 2002.
BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica.
Programa de Integração da Educação Profissional Técnica de Nível Médio ao Ensino Médio na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos. PROEJA. Documento Base.
Brasília/DF. 2006.
BRASIL, Ministério da Educação. Educação Profissional: referências curriculares nacionais da educação profissional de nível técnico. Brasília/DF. 2000.
BRASIL, PARECER CEB 11/2000. In: SOARES, Leôncio. Diretrizes Curriculares Nacionais: Educação de Jovens e Adultos: Rio de Janeiro: DP&A, 2002.
CAMPOS DOS GOYTACAZES: Perfil 2004/Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes, Instituto Superiores de Ensino do CENSA, FUNDENOR. Campos dos Goytacazes. 2006.
CARNEIRO, Moaci Alves. LDB fácil: leitura crítico-compreensiva artigo a artigo. 11. ed.
Petrópolis, RJ: Vozes, 1998.
DIAGNÓSTICO das condições socioeconômicas da infância e juventude de Campos dos Goytacazes/NETRAD/Instituto de Ciências da Sociedade e Desenvolvimento Regional/Universidade Federal Fluminense – Campos dos Goytacazes: Fundação Cultural Jornalista Osvaldo Lima/PMCG, 2006.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. Porto: Afrontamento, 1975.
____________. Educação e mudança. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979.
____________. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
___________. Ética, utopia e educação. Petrópolis/RJ: Vozes, 1999.
FRIGOTTO, Gaudêncio. A produtividade da escola improdutiva: um (re) exame das relações entre educação e estrutura econômico-social capitalista. 3.ed. São Paulo: Cortez:
Autores Associados, 1989.
FRIGOTTO, Gaudêncio. Trabalho precoce e formação: a questão da incorporação de adolescentes no mundo do trabalho. In Revista O Social em Questão do Programa de Pós- Graduação do Departamento de Serviço Social da PUC/Rio nº 3 Jan/Jun 1999.
GADOTTI, Moacir. Educação e poder: introdução à pedagogia do conflito. 11.ed. São Paulo: Cortez, 1998.
HADDAD, Sérgio; DI PIERRO, Maria Clara. Escolarização de jovens e adultos. In Revista Brasileira de Educação. Nº 14. Maio/Jun/Jul/Ago.,2000.
KUENZER, Acacia Zeneida. Ensino médio: construindo uma proposta para os que vivem do trabalho. 3.ed. São Paulo: Cortez, 2002.
MAYO, Peter. Gramsci, Freire e a educação de adultos: possibilidades para uma ação transformadora. Porto Alegre: Artmed, 2004.
OLIVEIRA, Inês Barbosa de; PAIVA, Jane. Educação de jovens e adultos. Rio de Janeiro:
DP&A, 2004.
OLIVEIRA, Martha Kohl de. Jovens e adultos como sujeitos de conhecimento e aprendizagem. In Revista Brasileira de Educação. Nº 12. Set/Out/Nov/Dez., 1999.
RIBEIRO, Vera Maria Masagão et al. Metodologia da alfabetização: pesquisas em educação de jovens e adultos. Campinas/SP: CEDI, 1992.
SALES, Mione Apolinario; MATOS, Maurílio Castro de; LEAL, Maria Cristina. Política social, família e juventude: uma questão de direitos. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2006.
XAVIER, Maria Elisabete; RIBEIRO, Maria Luisa; NORONHA, Olinda Maria. História da educação: a escola no Brasil. São Paulo: FTD, 1994.
APÊNDICE
APÊNDICE A:
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE CAMPOS UNIVERSIDADE DA TECNOLOGIA E DO TRABALHO
PÓS GRADUAÇÃO LATO-SENSO – ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO INTEGRADA AO ENSINO MÉDIO NA MODALIDADE EDUCAÇÃO DE JOVENS
E ADULTOS
PESQUISA DE CAMPO COLÉGIO ESTADUAL NELSON PEREIRA REBEL 1 – IDADE:
( ) 15 a 17 anos ( ) 18 a 21 anos ( ) 21 a 25 anos ( ) 26 a 29 anos ( ) 30 a 39 anos ( ) 40 a 49 anos ( ) acima de 50 anos 2 – SEXO:
( ) Masculino ( ) Feminino 3 – ESTADO CIVIL:
( ) Solteiro ( ) Casado ( ) Separado ( ) Outros
4 – VÍNCULO EMPREGATÍCIO:
( ) Autônomo ( ) Diarista
( ) Carteira assinada
5 – PAGA INSS:
( ) Sim ( ) Não
6 – RENDA MENSAL:
( ) Até 1 salário mínimo ( ) De 1 a 2 salários mínimos ( ) De 2 a 3 salários mínimos ( ) Acima de 4 salários mínimos
7 – NA RESIDÊNCIA POSSUI:
( ) Televisão
( ) Eletrodomésticos ( ) Computador
9 – GRAU DE ESCOLARIDADE:
Você estudou até que série antes de chegar a EJA ?
( ) 1ª série Fundamental ( ) 2ª série Fundamental ( ) 3ª série Fundamental
( ) 4ª série Fundamental ( ) 5 ª série Fundamental ( ) 6ª série Fundamental
( ) 7ª série Fundamental ( ) 8ª série Fundamental ( ) 1a série ensino Médio ( ) 2a série ensino Médio ( ) 3a série ensino Médio
10- QUAL O GRAU DE ESCOLARIDADE DOS SEUS PAIS:
( ) 1ª série Fundamental ( ) 2ª série Fundamental ( ) 3ª série Fundamental
( ) 4ª série Fundamental ( ) 5 ª série Fundamental ( ) 6ª série Fundamental
( ) 7ª série Fundamental ( ) 8ª série Fundamental ( ) 1a série ensino Médio ( ) 2a série ensino Médio ( ) 3a série ensino Médio
11- POR QUE INTERROMPEU OS ESTUDOS?
( ) Família ( ) Trabalho
( ) Necessidade financeira
( ) Outros________________________
12- VOCÊ VOLTOU A ESTUDAR POR QUE ? ( ) Conhecimento
( ) Atualização ( ) Ocupar o tempo ( ) Trabalho profissional ( ) Familiar
( ) Outros:_________________________