Os testes “t” de Student para amostras independentes e para amostras pareadas foram utilizados para identificar diferenças entre as provas, as situações e os sexos. Para cada condição, são apresentadas tabelas, divididas entre “Construtos psicológicos” e
“Aspectos da variabilidade da corrida”, com valores descritivos (média e desvio padrão), do p e do tamanho do efeito (d de Cohen). Foram gerados gráficos descritivos para as diferenças significativas e para os tamanhos de efeito “grande” e “muito grande”, que são apresentados após as tabelas.
A Tabela 2 apresenta os resultados do teste t de amostras independentes na comparação dos construtos psicológicos entre as provas (salto em distância e salto triplo), em situação de treino, sem distinção de sexo.
Tabela 2.
Teste t de Amostras Independentes (n = 10). Comparação dos construtos psicológicos entre as provas, em situação de treino e em ambos os sexos.
S. Distância (treino) Média ± DP
S. Triplo (treino) Média ± DP
p ES Autocontrole (escore) 35.42 ± 6.27 34.22 ± 1.73 0.73 0.23
Estresse (cm) 4.44 ± 1.75 2.65 ± 1.89 0.17 0.97 ++
Regulação Emocional (escore) 53.42 ± 5,62 45.67 ±6.28 0.08 1.28 ++
Tensão (escore) 3.79 ± 2.71 1.83 ± 2.16 0.24 0.82 ++
Depressão (escore) 0.58 ± 0.29 0.42 ± 0.49 0.56 0.39
Raiva (escore) 2.04 ± 2.40 1.86 ± 1.96 0.90 0.08
Vigor (escore) 10.33 ± 2.59 9.30 ± 2.90 0.58 0.37 Fadiga (escore) 3.83 ± 1.38 2.75 ± 1.83 0.35 0.65+
Confusão (escore) 1.92 ± 1.32 1.75 ± 2.23 0.90 0.09 Nota. + ES médio, ++ ES grande.
ES = Tamanho do efeito (d de Cohen).
44 Não foram encontradas diferenças significativas entre as provas em situação de treino, para construtos psicológicos. Foram verificados tamanhos de efeito médio para fadiga e grandes para estresse (Figura 6), regulação emocional (Figura 7) e tensão (Figura 8), todos maiores no salto em distância.
Figura 6. Estresse: Comparação entre as provas, em situação de treino, em ambos os sexos.
ES = 0.97 (grande).
Figura 7. Regulação emocional: Comparação entre as provas, em situação de treino, em ambos os sexos.
ES = 1.28 (grande).
45 Figura 8. Tensão: Comparação entre as provas, em situação de treino, em ambos os sexos.
ES = 0.82 (grande).
A Tabela 3 apresenta os resultados do teste t de amostras independentes na comparação dos aspectos da variabilidade da corrida de abordagem entre as provas (salto em distância e salto triplo), em situação de treino, sem distinção de sexo.
Tabela 3.
Teste t de Amostras Independentes (n = 10). Comparação dos aspectos da variabilidade da corrida entre as provas, em situação de treino e em ambos os sexos.
S. Distância (treino) Média ± DP
S. Triplo (treino)
Média ± DP p ES Perdas na tábua (m) 0.02 ± 0.07 -0.05 ±0.12 0.30 0.71+
Saltos nulos (%) 56.25 ± 17.18 73.38 ± 13.93 0.12 -1.12++
Velocidade (m/s) 9.54 ±0.53 8.97 ±0.87 0.28 0.75+
Maior erro (m) 0.32 ± 0.06 0.50 ± 0.21 0.12 -1.11++
Início do ajuste (n) 4.79 ± 0.85 4.25 ± 1.10 0.43 0.53+
Ajuste absoluto (m) 0.18 ± 0.03 0.26 ± 0.12 0.24 -0.82++
Ajuste relativo (%) 58.71 ± 8.11 56.24 ± 18.91 0.81 0.16 Nota. + ES médio, ++ ES grande.
ES = Tamanho do efeito (d de Cohen).
Não foram encontradas diferenças significativas entre as provas em situação de treino, para aspectos da variabilidade da corrida. Foram verificados tamanhos de efeito médio para perdas na tábua (maiores no salto em distância), velocidade e início do ajuste (maiores no salto em distância), e grandes para saltos nulos (Figura 9), maior erro (Figura 10) e ajuste absoluto (Figura 11), todos maiores no salto triplo.
46 Figura 9. Saltos nulos: Comparação entre as provas, em situação de treino, em ambos os sexos.
ES = -1.12 (grande).
Figura 10. Maior erro: Comparação entre as provas, em situação de treino, em ambos os sexos.
ES = -1.11 (grande).
Figura 11. Ajuste absoluto: Comparação entre as provas, em situação de treino, em ambos os sexos.
ES = -0.82 (grande).
47 A Tabela 4 apresenta os resultados do teste t de amostras independentes na comparação dos construtos psicológicos entre as provas (salto em distância e salto triplo), em situação de competição, sem distinção de sexo.
Tabela 4.
Teste t de Amostras Independentes (n = 10). Comparação dos construtos psicológicos entre as provas, em situação de competição e em ambos os sexos.
S. Distância (competição)
Média ± DP
S. Triplo (competição)
Média ± DP
p ES Autocontrole (escore) 34.06 ± 4.95 33.33 ± 5.18 0.83 0.14 Estresse (cm) 3.69 ± 2.40 3.42 ± 2.51 0.87 0.11 Regulação Emocional (escore) 52.63 ± 6.57 46.33 ± 5.72 0.15 1.04++
Tensão (escore) 3.06 ± 1.48 3.58 ± 2.96 0.76 -0.21 Depressão (escore) 0.13 ± 0.25 0.52 ± 0.62 0.27 -0.77+
Raiva (escore) 0.56 ± 0.97 0.58 ± 0.92 0.97 -0.02 Vigor (escore) 11.44 ± 3.07 11.83 ± 1.60 0.79 -0.17 Fadiga (escore) 1.31 ± 1.55 0.83 ± 1.44 0.63 0.32 Confusão (escore) 0.81 ± 0.99 0.92 ± 1.63 0.91 -0.07 Nota. + ES médio, ++ ES grande.
ES = Tamanho do efeito (d de Cohen).
Não foram encontradas diferenças significativas entre as provas em situação de competição, para construtos psicológicos. Foram verificados tamanhos de efeito médio para depressão (maior no salto triplo) e grandes para regulação emocional (Figura 12), maior no salto em distância.
48 Figura 12. Regulação emocional: Comparação entre as provas, em situação de
competição, em ambos os sexos. ES = 1.04 (grande).
A Tabela 5 apresenta os resultados do teste t de amostras independentes na comparação dos aspectos da variabilidade da corrida entre as provas (salto em distância e salto triplo), em situação de competição, sem distinção de sexo.
Tabela 5.
Teste t de Amostras Independentes (n = 10). Comparação dos aspectos da
variabilidade da corrida entre as provas, em situação de competição e em ambos os sexos.
S. Distância (competição)
Média ± DP
S. Triplo (competição)
Média ± DP
p ES Perdas na tábua (m) 0.04 ± 0.04 0.05 ± 0.04 0.73 -0.23 Saltos nulos (%) 44.06 ± 9.49 43.61 ± 20.67 0.97 0.03 Velocidade (m/s) 9.56 ± 0.57 9.05 ± 0.80 0.31 0.71+
Maior erro (m) 0.39 ± 0.11 0.29 ± 0.04 0.09 1.26++
Início do ajuste (n) 4.44 ± 1.05 4.17 ± 0.93 0.68 0.28 Ajuste absoluto (m) 0.23 ± 0.06 0.17 ± 0.01 0.03* 1.65+++
Ajuste relativo (%) 59.63 ± 9.16 55.50 ± 6.64 0.43 0.54 Nota. * p < 0.05, + ES médio, ++ ES grande, +++ ES muito grande.
ES = Tamanho do efeito (d de Cohen).
Foi encontrada diferença significativa entre as provas para aspectos da variabilidade da corrida, em situação de competição, para ajuste absoluto (p = 0.03), maior no salto em distância (Figura 13). Além disso, foram verificados tamanhos de efeito
49 médio para velocidade e ajuste relativo, e grandes para maior erro (Figura 14), todos maiores no salto em distância.
Figura 13. Ajuste absoluto: Comparação entre as provas, em situação de competição, em ambos os sexos.
* p = 0.03, ES = 1.65 (muito grande).
Figura 14. Maior erro: Comparação entre as provas, em situação de competição, em ambos os sexos.
ES = 1.26 (grande).
A Tabela 6 apresenta os resultados do teste t de amostras independentes na comparação dos construtos psicológicos entre as provas (salto em distância e salto triplo), nas situações de treino e de competição, sem distinção de sexo.
50 Tabela 6.
Teste t de Amostras Independentes (n = 20). Comparação dos construtos psicológicos entre as provas, em toda as situações, e em ambos os sexos.
S. Distância Média ± DP
S. Triplo
Média ± DP p ES Autocontrole (escore) 34.74 ± 5.28 33.78 ± 4.53 0.67 0.20 Estresse (cm) 4.07 ± 1.98 3.04 ± 2.16 0.30 0.49 Regulação Emocional (escore) 53.02 ± 5.68 46.00 ± 5.73 0.01** 1.23++
Tensão (escore) 3.43 ± 2.06 2.71 ± 2.63 0.52 0.30 Depressão (escore) 0.35 ± 0.35 0.47 ± 0.53 0.61 -0.24 Raiva (escore) 1.30 ± 1.87 1.22 ± 1.61 0.92 0.05 Vigor (escore) 10.88 ± 2.70 10.57 ± 2.59 0.80 0.12 Fadiga (escore) 2.57 ± 1.91 1.79 ± 1.86 0.38 0.42 Confusão (escore) 1.36 ± 1.23 1.33 ± 1.91 0.97 0.02 Nota. ** p < 0.01, ++ ES grande.
ES = Tamanho do efeito (d de Cohen).
Quando as situações de treino e competição foram analisadas em conjunto e sem discriminar por sexo, foi encontrada diferença significativa entre as provas para construtos psicológicos em regulação emocional (p = 0.01), maior no salto em distância (Figura 15).
Figura 15. Regulação emocional: Comparação entre as provas, em ambas as situações e ambos os sexos.
**p = 0.01, ES = 1.23 (grande).
51 A Tabela 7 apresenta os resultados do teste t de amostras independentes na comparação dos aspectos da variabilidade da corrida entre as provas (salto em distância e salto triplo), nas situações de treino e de competição, sem distinção de sexo.
Tabela 7.
Teste t de Amostras Independentes (n = 20). Comparação dos aspectos da
variabilidade da corrida entre as provas, em toda as situações e em ambos os sexos.
S. Distância
Média ± DP
S. Triplo
Média ± DP p ES Perdas na tábua (m) 0.03 ± 0.05 0.00 ± 0.10 0.42 0.38 Saltos nulos (%) 50.16 ± 14.41 58.49 ± 22.89 0.37 -0.42 Velocidade (m/s) 9.55 ± 0.51 9.01 ± 0.80 0.11 0.77+
Maior erro (m) 0.35 ± 0.09 0.40 ± 0.18 0.51 -0.31 Início do ajuste (n) 4.62 ± 0.91 4.21 ± 0.97 0.36 0.43 Ajuste absoluto (m) 0.21 ± 0.05 0.21 ± 0.10 0.83 -0.10 Ajuste relativo (%) 59.17 ± 8.02 55.87 ± 13.52 0.54 0.28 Nota. + ES médio.
ES = Tamanho do efeito (d de Cohen).
Quando as situações de treino e competição foram analisadas em conjunto e sem discriminar por sexo, não foram encontradas diferenças significativas entre as provas para aspectos da variabilidade da corrida. Tamanho de efeito médio foi observado para velocidade, maior no salto em distância.
A Tabela 8 apresenta os resultados do teste t de amostras independentes na comparação dos construtos psicológicos entre os sexos, nas provas de saltos horizontais, em situação de treino.
52 Tabela 8.
Teste t de Amostras Independentes (n = 10). Comparação dos construtos psicológicos entre os sexos nos saltos horizontais, em situação de treino.
Feminino (treino) Média ± DP
Masculino (treino) Média ± DP
p ES Autocontrole (escore) 34.80 ± 2.14 34.60 ± 6.93 0.95 0.04
Estresse (cm) 4.28 ± 1.40 2.46 ± 2.16 0.15 0.99++
Regulação Emocional
(escore) 51.00 ± 7.72 46.53 ± 6.08 0.34 0.64+
Tensão (escore) 4.00 ± 2.49 1.23 ± 1.62 0.07 1.32+++
Depressão (escore) 0.80 ± 0.27 0.17 ± 0.24 <0.001*** 2.48+++
Raiva (escore) 2.97 ± 2.23 0.90 ± 1.24 0.11 1.15++
Vigor (escore) 8.80 ± 0.91 10.63 ± 3.64 0.31 -0.69+
Fadiga (escore) 3.13 ± 1.54 3.23 ± 1.98 0.93 -0.06
Confusão (escore) 2.43 ± 2.13 1.20 ± 1.44 0.31 0.68+
Nota. *** p < 0.001, + ES médio, ++ ES grande, +++ ES muito grande.
ES = Tamanho do efeito (d de Cohen).
Foi encontrada diferença significativa entre os sexos para construtos psicológicos, em situação de treino, para depressão (p < 0.001), maior no sexo feminino (Figura 16).
Além disso, foram verificados tamanhos de efeito médios para vigor, maior no sexo masculino, e regulação emocional, maior no feminino; grandes em estresse (Figura 17) e raiva (Figura 18), maiores no sexo feminino, e muito grandes em tensão (Figura 19), também maior no sexo feminino.
53 Figura 16. Depressão: Comparação entre os sexos, em situação de treino nos saltos horizontais.
*** p < 0.001, ES = 2.48 (muito grande).
Figura 17. Estresse: Comparação entre os sexos, em situação de treino nos saltos horizontais.
ES = 0.99 (grande).
Figura 18. Raiva: Comparação entre os sexos, em situação de treino nos saltos horizontais.
ES =1.15 (grande).
54 Figura 19. Tensão: Comparação entre os sexos, em situação de treino nos saltos
horizontais.
ES = 1.32 (muito grande).
A Tabela 9 apresenta os resultados do teste t de amostras independentes na comparação dos aspectos da variabilidade da corrida entre os sexos, nas provas de saltos horizontais, em situação de treino.
Tabela 9.
Teste t de Amostras Independentes (n = 10). Comparação dos aspectos da variabilidade da corrida entre os sexos nos saltos horizontais, em situação de treino.
Feminino (treino)
Média ± DP
Masculino (treino)
Média ± DP p ES
Perdas na tábua (m) 0.01 ± 0.06 -0.05 ± 0.13 0.41 0.55+
Saltos nulos (%) 63.06 ± 12.79 70.00 ± 21.12 0.55 -0.40 Velocidade (m/s) 8.57 ± 0.56 9.84 ± 0.16 <0.001*** -3.09+++
Maior erro (m) 0.39 ± 0.07 0.47 ± 0.26 0.52 -0.43 Início do ajuste (n) 4.97 ± 0.92 3.97 ± 0.89 0.12 1.11++
Ajuste absoluto (m) 0.23 ± 0.08 0.24 ± 0.13 0.86 -0.11 Ajuste relativo (%) 57.93 ± 10.55 56.52 ± 19.68 0.89 0.09 Nota. *** p < 0.001, + ES médio, ++ ES grande, +++ ES muito grande.
ES = Tamanho do efeito (d de Cohen).
Foi encontrada diferença significativa entre os sexos para aspectos da variabilidade da corrida, em situação de treino, para velocidade (p < 0.001), maior no sexo masculino (Figura 20). Além disso, foram verificados tamanhos de efeito médio para perdas na tábua e grande para início do ajuste (Figura 21), superiores no sexo feminino.
55 Figura 20. Velocidade: Comparação entre os sexos, em situação de treino nos saltos horizontais.
*** p < 0.001, ES = -3.09 (muito grande).
Figura 21. Início do ajuste: Comparação entre os sexos, em situação de treino nos saltos horizontais.
ES = 1.11 (grande).
A Tabela 10 apresenta os resultados do teste t de amostras independentes na comparação dos construtos psicológicos entre os sexos, nas provas de saltos horizontais, em situação de competição.
56 Tabela 10.
Teste t de Amostras Independentes (n = 10.) Comparação dos construtos psicológicos entre os sexos nos saltos horizontais, em situação de competição.
Feminino (competição)
Média ± DP
Masculino (competição)
Média ± DP
p ES Autocontrole (escore) 33.00 ± 3.48 34.25 ± 6.26 0.71 -0.25
Estresse (cm) 4.07 ± 2.28 2.99 ± 2.51 0.50 0.45
Reg. Emocional
(escore) 49.00 ± 6.84 48.70 ± 7.09 0.95 0.04
Tensão (escore) 4.60 ± 2.63 2.15 ± 1.43 0.10 1.16++
Depressão (escore) 0.70 ± 0.57 0.02 ± 0.04 0.03* 1.68+++
Raiva (escore) 0.70 ± 0.97 0.45 ± 0.87 0.68 0.27
Vigor (escore) 10.80 ± 1.64 12.55 ± 2.40 0.22 -0.85++
Fadiga (escore) 1.10 ± 1.47 0.95 ± 1.52 0.88 0.10
Confusão (escore) 1.10 ± 1.75 0.65 ± 0.93 0.62 0.32 Nota. * p < 0.05, ++ ES grande, +++ ES muito grande.
ES = Tamanho do efeito (d de Cohen)
Foi encontrada diferença significativa entre os sexos para construtos psicológicos, em situação de competição, para depressão (p = 0.03), maior no sexo feminino (Figura 22). Além disso, foram verificados tamanhos de efeito grandes em tensão (Figura 23), maior no sexo feminino, e vigor (Figura 24), maior no sexo masculino.
Figura 22. Depressão: Comparação entre os sexos, em situação de competição nos saltos horizontais.
* p = 0.03, ES = 1.68 (muito grande).
57 Figura 23. Tensão: Comparação entre os sexos, em situação de competição nos saltos horizontais.
ES = 1.16 (grande).
Figura 24. Vigor: Comparação entre os sexos, em situação de competição nos saltos horizontais.
ES = -0.85 (grande).
A Tabela 11 apresenta os resultados do teste t de amostras independentes na comparação dos aspectos da variabilidade da corrida entre os sexos, nas provas de saltos horizontais, em situação de competição.
58 Tabela 11.
Teste t de Amostras Independentes (n = 10). Comparação dos aspectos da variabilidade da corrida entre os sexos nos saltos horizontais, em situação de competição.
Feminino (competição)
Média ± DP
Masculino (competição)
Média ± DP
p ES Perdas na tábua (m) 0.07 ± 0.03 0.02 ± 0.03 0.04* 1.54+++
Saltos nulos (%) 42.67 ± 15.21 44.92 ± 19.16 0.84 -0.13 Velocidade (m/s) 8.64 ± 0.45 9.87 ± 0.19 < .001*** -3.61+++
Maior erro (m) 0.34 ± 0.09 0.32 ± 0.09 0.76 0.20 Início do ajuste (n) 4.10 ± 1.02 4.45 ± 0.91 0.58 -0.36 Ajuste absoluto (m) 0.18 ± 0.03 0.20 ± 0.07 0.63 -0.32 Ajuste relativo (%) 54.85 ± 7.77 59.45 ± 7.39 0.36 -0.61+
Nota. * p < 0.05, *** p < 0.001, + ES médio, +++ ES muito grande.
ES = Tamanho do efeito (d de Cohen).
Foi encontrada diferença significativa entre os sexos para aspectos da variabilidade da corrida, em situação de competição, para velocidade (p < 0.001), maior no sexo masculino (Figura 25), e perdas na tábua (p = 0.04), maiores no sexo feminino (Figura 26). Além disso, foi verificado tamanho de efeito médio para ajuste relativo, maior no sexo masculino.
Figura 25. Velocidade: Comparação entre os sexos, em situação de competição nos saltos horizontais.
*** p < 0.001, ES = -3.61 (muito grande).
59 Figura 26. Perdas na tábua: Comparação entre os sexos, em situação de competição nos saltos horizontais.
* p = 0.04, ES = 1.54 (muito grande)
A Tabela 12 apresenta os resultados do teste t de amostras independentes na comparação dos construtos psicológicos entre os sexos, nas provas de saltos horizontais, nas situações de treino e de competição.
Tabela 12.
Teste t de Amostras Independentes (n = 10). Comparação dos construtos psicológicos entre os sexos nos saltos horizontais, em todas as situações.
Feminino Média ±
DP
Masculino
Média ± DP p ES
Autocontrole (escore) 33.90 ±
2.88 34.42 ± 6.23 0.81 -0.11
Estresse (cm) 4.17 ± 1.79 2.73 ± 2.23 0.13 0.72+
Regulação Emocional (escore)
50.00 ±
6.96 47.62 ± 6.33 0.43 0.36
Tensão (escore) 4.30 ± 2.43 1.69 ± 1.52 0.01** 1.29++
Depressão (escore) 0.75 ± 0.42 0.09 ± 0.18 < .001*** 2.02+++
Raiva (escore) 1.83 ± 2.01 0.68 ± 1.04 0.12 0.72+
Vigor (escore) 9.80 ± 1.64 11.59 ± 3.08 0.12 -0.73+
Fadiga (escore) 2.12 ± 1.78 2.09 ± 2.06 0.98 0.01 Confusão (escore) 1.77 ± 1.96 0.93 ± 1.18 0.26 0.52 Nota. ** p < 0.01, *** p < 0.001,+ ES médio, ++ ES grande, +++ ES muito grande.
ES = Tamanho do efeito (d de Cohen)
60 Quando as situações de treino e competição foram analisadas em conjunto, foram encontradas diferenças significativas entre os sexos para construtos psicológicos, em tensão (p = 0.01) (Figura 27) e depressão (p < 0.001) (Figura 28), maiores no sexo feminino. Além disso, foram verificados tamanhos de efeito médios para estresse, raiva e confusão, maiores no sexo feminino, e para vigor, maior no sexo masculino.
Figura 27. Tensão: Comparação entre os sexos, em ambas as situações nos saltos horizontais.
** p <0.01, ES = 1.29 (grande).
Figura 28. Depressão: Comparação entre os sexos, em ambas as situações nos saltos horizontais.
*** p < 0.001, ES = 2.02 (muito grande).
A Tabela 13 apresenta os resultados do teste t de amostras independentes na comparação dos aspectos da variabilidade da corrida entre os sexos, nas provas de saltos horizontais, nas situações de treino e de competição.
61 Tabela 13.
Teste t de Amostras Independentes (n = 10). Comparação dos aspectos da variabilidade da corrida entre os sexos nos saltos horizontais, em todas as situações.
Feminino
Média ± DP
Masculino
Média ± DP p ES
Perdas na tábua (m) 0.04 ± 0.06 -0.01 ± 0.10 0.16 0.65+
Saltos nulos (%) 52.86 ± 17.06 57.46 ± 23.16 0.62 -0.23 Velocidade (m/s) 8.60 ± 0.48 9.86 ± 0.17 < .001*** -3.51+++
Maior erro (m) 0.36 ± 0.08 0.40 ± 0.20 0.64 -0.21 Início do ajuste (n) 4.53 ± 1.02 4.21 ± 0.88 0.46 0.34 Ajuste absoluto (m) 0.20 ± 0.06 0.22 ± 0.10 0.70 -0.17 Ajuste relativo (%) 56.39 ± 8.89 57.99 ± 14.10 0.76 -0.14 Nota. *** p < 0.001,+ ES médio, +++ ES muito grande.
ES = Tamanho do efeito (d de Cohen)
Quando as situações de treino e competição foram analisadas em conjunto, foi encontrada diferença significativa entre os sexos para aspectos da variabilidade da corrida em velocidade (p < 0.001), maior no sexo masculino (Figura 29). Além disso, foi verificado tamanho de efeito médio para perdas na tábua, maior no sexo feminino.
Figura 29. Velocidade: Comparação entre os sexos, em ambas as situações nos saltos horizontais.
*** p < 0.001, ES = -3.51 (muito grande).
62 A Tabela 14 apresenta os resultados do teste t de amostras pareadas na comparação dos construtos psicológicos entre as situações de treino e competição nas provas de saltos horizontais, no sexo feminino.
Tabela 14.
Teste t de Amostras pareadas (n = 5). Comparação dos construtos psicológicos entre as situações de treino e competição nos saltos horizontais, no sexo feminino.
Feminino (Treino) Média ±
DP
Feminino (Competição)
Média ± DP
p ES
Autocontrole (escore) 34.80 ±
2.14 33.00 ± 3.48 0.39 0.43
Estresse (cm) 4.28 ± 1.40 4.07 ± 2.28 0.88 0.07
Regulação Emocional (escore)
51.00 ±
7.72 49.00 ± 6.84 0.32 0.50+
Tensão (escore) 4.00 ± 2.49 4.60 ± 2.63 0.65 -0.22 Depressão (escore) 0.80 ± 0.27 0.70 ± 0.57 0.75 0.15
Raiva (escore) 2.97 ± 2.23 0.70 ± 0.97 0.08 1.06++
Vigor (escore) 8.80 ± 0.91 10.80 ± 1.64 0.08 -1.07++
Fadiga (escore) 3.13 ± 1.54 1.10 ± 1.47 0.06 1.16++
Confusão (escore) 2.43 ± 2.13 1.10 ± 1.75 0.06 1.19++
Nota. + ES médio, ++ ES grande.
ES = Tamanho do efeito (d de Cohen)
Não foram encontradas diferenças significativas entre as situações de treino e competição no sexo feminino, para construtos psicológicos. Foram verificados tamanhos de efeito médio para regulação emocional (maior no treino) e grandes para raiva (Figura 30), fadiga (Figura 31), confusão (Figura 32), superiores no treino, e vigor (Figura 33), que foi maior na competição.
63 Figura 30. Raiva: Comparação entre as situações de treino e competição, no sexo feminino, nos saltos horizontais.
ES = 1.06 (grande).
Figura 31. Fadiga: Comparação entre as situações de treino e competição, no sexo feminino, nos saltos horizontais.
ES = 1.16 (grande).
Figura 32. Confusão: Comparação entre as situações de treino e competição, no sexo feminino, nos saltos horizontais.
ES = 1.19 (grande).
64 Figura 33. Vigor: Comparação entre as situações de treino e competição, no sexo feminino, nos saltos horizontais.
ES = -1.07 (grande).
A Tabela 15 apresenta os resultados do teste t de amostras pareadas na comparação dos aspectos da variabilidade da corrida entre as situações de treino e competição nas provas de saltos horizontais, no sexo feminino.
Tabela 15.
Teste t de Amostras pareadas (n = 5). Comparação dos aspectos da variabilidade da corrida entre as situações de treino e competição nos saltos horizontais, no sexo feminino.
Feminino (Treino) Média ± DP
Feminino (Competição)
Média ± DP
p ES Perdas na tábua (m) 0.01 ± 0.06 0.07 ± 0.03 0.15 -0.81++
Saltos nulos (%) 63.06 ± 12.79 42.67 ± 15.21 0.07 1.08++
Velocidade (m/s) 8.57 ± 0.56 8.64 ± 0.45 0.33 -0.49 Maior erro (m) 0.39 ± 0.07 0.34 ± 0.09 0.34 0.48 Início do ajuste (n) 4.97 ± 0.92 4.10 ± 1.02 0.01** 1.87+++
Ajuste absoluto (m) 0.23 ± 0.08 0.18 ± 0.03 0.31 0.52+
Ajuste relativo (%) 57.93 ± 10.55 54.85 ± 7.77 0.51 0.32 Nota. ** p < 0.01, + ES médio, ++ ES grande, +++ ES muito grande.
ES = Tamanho do efeito (d de Cohen).
Quando comparadas as situações de treino e competição no sexo feminino em aspectos da variabilidade da corrida, foi encontrada diferença significante em início do ajuste (p = 0.01), maior no treino (Figura 34). Foram verificados tamanhos de efeito médio para
65 ajuste absoluto (maior no treino) e grandes para perdas na tábua (Figura 35) (maior na competição) e saltos nulos (maior no treino) (Figura 36).
Figura 34. Início do ajuste: Comparação entre as situações de treino e competição, no sexo feminino, nos saltos horizontais.
** p = 0.01, ES = 1.87 (muito grande).
Figura 35. Perdas na tábua: Comparação entre as situações de treino e competição, no sexo feminino, nos saltos horizontais.
ES = - 0.81 (grande).
66 Figura 36. Saltos nulos: Comparação entre as situações de treino e competição, no sexo feminino, nos saltos horizontais.
ES = 1.08 (grande).
A Tabela 16 apresenta os resultados do teste t de amostras pareadas na comparação dos construtos psicológicos entre as situações de treino e competição nas provas de saltos horizontais, no sexo masculino.
Tabela 16.
Teste t de Amostras pareadas (n = 5). Comparação dos construtos psicológicos entre as situações de treino e competição nos saltos horizontais, no sexo masculino.
Masculino (Treino) Média ±
DP
Masculino (Competição)
Média ± DP
p ES
Autocontrole (escore) 34.60 ± 6.93 34.25 ± 6.26 0.62 0.24
Estresse (cm) 2.46 ± 2.16 2.99 ± 2.51 0.43 -0.39
Regulação Emocional
(escore) 46.53 ± 6.08 48.70 ± 7.09 0.02* -1.69+++
Tensão (escore) 1.23 ± 1.62 2.15 ± 1.43 0.21 -0.67+
Depressão (escore) 0.17 ± 0.24 0.02 ± 0.04 0.27 0.57+
Raiva (escore) 0.90 ± 1.24 0.45 ± 0.87 0.55 0.30
Vigor (escore) 10.63 ± 3.64 12.55 ± 2.40 0.12 -0.88++
Fadiga (escore) 3.23 ± 1.98 0.95± 1.52 0.05* 1.25++
Confusão (escore) 1.20 ± 1.44 0.65 ± 0.93 0.23 0.63+
Nota. * p < 0.05, + ES médio, ++ ES grande, +++ ES muito grande.
ES = Tamanho do efeito (d de Cohen).
67 Quando comparadas as situações de treino e competição no sexo masculino para construtos psicológicos, foram encontradas diferenças significativas para regulação emocional (p = 0.02), maior na competição (Figura 37), e fadiga (p = 0.05), maior no treino (Figura 38). Além disso, foram verificados tamanhos de efeito médio para tensão (maior na competição), depressão (maior no treino) e confusão (maior no treino), e grandes para vigor (Figura 39), maior na competição.
Figura 37. Regulação emocional: Comparação entre as situações de treino e competição, no sexo masculino, nos saltos horizontais.
* p = 0.02, ES = 1.69 (muito grande).
Figura 38. Fadiga: Comparação entre as situações de treino e competição, no sexo masculino, nos saltos horizontais.
* p = 0.05, ES = 1.25 (grande).
68 Figura 39. Vigor: Comparação entre as situações de treino e competição, no sexo masculino, nos saltos horizontais.
ES = 0.88 (grande).
A Tabela 17 apresenta os resultados do teste t de amostras pareadas na comparação dos aspectos da variabilidade da corrida entre as situações de treino e competição nas provas de saltos horizontais, no sexo masculino.
Tabela 17.
Teste t de Amostras pareadas (n = 5). Comparação dos aspectos da variabilidade da corrida entre as situações de treino e competição nos saltos horizontais, no sexo masculino.
Masculino (Treino) Média ± DP
Masculino (Competição)
Média ± DP
p ES Perdas na tábua (m) -0.05 ± 0.13 0.02 ± 0.03 0.30 -0.54+
Saltos nulos (%) 70.00 ± 21.12 44.92 ± 19.16 0.15 0.79+
Velocidade (m/s) 9.84 ± 0.16 9.87 ± 0.19 0.29 -0.55+
Maior erro (m) 0.47 ± 0.26 0.32 ± 0.09 0.35 0.47 Início do ajuste (n) 3.97 ± 0.89 4.45 ± 0.91 0.21 -0.66+
Ajuste absoluto (m) 0.24 ± 0.13 0.20 ± 0.07 0.63 0.24 Ajuste relativo (%) 56.52 ± 19.68 59.45 ± 7.39 0.79 -0.13
Não foram encontradas diferenças significativas entre as situações de treino e competição no sexo masculino, para aspectos da variabilidade da corrida. Foram verificados tamanhos de efeito médio para perdas na tábua, velocidade, início do ajuste (maiores na competição), e saltos nulos (maior no treino).
69 A Tabela 18 apresenta os resultados do teste t de amostras pareadas na comparação dos construtos psicológicos entre as situações de treino e competição nas provas de saltos horizontais, em ambos os sexos.
Tabela 18.
Teste t de Amostras pareadas (n = 10). Comparação dos construtos psicológicos entre as situações de treino e competição nos saltos horizontais, em ambos os sexos.
Treino Média ±
DP
Competição
Média ± DP p ES
Autocontrole (escore) 34.70 ±
4.84 33.63 ± 4.82 0.30 0.35
Estresse (cm) 3.37 ± 1.97 3.53 ± 2.33 0.82 -0.08
Regulação Emocional (escore)
48.77 ±
6.96 48.85 ± 6.57 0.94 -0.02
Tensão (escore) 2.62 ± 2.46 3.38 ± 2.38 0.27 -0.37 Depressão (escore) 0.48 ± 0.41 0.36 ± 0.52 0.43 0.26
Raiva (escore) 1.93 ± 2.02 0.57 ± 0.88 0.06 0.68+
Vigor (escore) 9.72 ± 2.68 11.68 ± 2.15 0.01** -1.02++
Fadiga (escore) 3.18 ± 1.67 1.02 ± 1.42 < 0.001*** 1.28++
Confusão (escore) 1.82 ± 1.83 0.88 ± 1.34 0.02* 0.91++
Nota. * p < 0.05, ** p < 0.01, *** p < 0.001, ++ ES grande.
ES = Tamanho do efeito (d de Cohen).
Quando comparadas as situações de treino e competição sem distinção de sexo para construtos psicológicos, foram encontradas diferenças significativas para vigor (p = 0.01), maior na competição (Figura 40), fadiga (p < 0.001) e confusão (p = 0.02), maiores no treino (Figura 41 e Figura 42). Além disso, foi verificado tamanho de efeito médio para raiva (maior no treino).
70 Figura 40. Vigor: Comparação entre as situações de treino e competição, em ambos os sexos e ambas as provas.
** p = 0.01, ES = 1.02 (grande).
Figura 41. Fadiga: Comparação entre as situações de treino e competição, em ambos os sexos e ambas as provas.
*** p = 0.001, ES = 1.18 (grande).
Figura 42. Confusão: Comparação entre as situações de treino e competição, em ambos os sexos e ambas as provas.
* p = 0.02, ES = 0.91 (grande).