Inicialmente, impende registrar que a palavra consórcio, de acordo com Sandroni (1999), tem origem na língua latina, que significa consortiu.
Segundo Holtz (1995), o consórcio é uma operação de captação de poupança entre um determinado grupo fechado de pessoas, com a finalidade de aquisição de bens. Consiste na reunião de determinado número de pessoas, que efetuam contribuição mensal ajustada, durante determinado período, com a finalidade de adquirir determinado bem por todos os integrantes do grupo.
A Circular do Banco Central do Brasil n. 2.766 de 3 de julho de 1997, que disciplina a constituição e funcionamento de grupos de consórcios referenciados em bens móveis, imóveis e serviços turísticos, em seu art. 1º, traz a definição de consórcio como sendo “uma reunião de pessoa física ou jurídica em grupo fechado promovida pela administradora, com a finalidade de propiciar a seus integrantes, a aquisição de bens, conjunto de bens ou serviços turísticos por meio de autofinanciamentos”.
Para Andrezo e Lima (2007, p. 69), consórcio é a reunião de pessoas, físicas ou jurídicas, em grupo fechado, promovida por administradora de consórcios com a finalidade de acumular poupança, por meio de autofinanciamento, para adquirir
bens, móveis ou imóveis, ou serviços turísticos. Periodicamente, os consorciados contribuem para a formação de poupança, que se destina a contemplá-los com créditos que podem ser utilizados na aquisição de bem ou serviço turístico indicado em contrato.
O Sistema de Consórcios segundo a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC) é a modalidade de acesso ao mercado de consumo baseado na união de pessoas físicas ou jurídicas, em grupo fechado, tem como objetivo formar poupança comum destinada à aquisição de bens móveis, imóveis e serviços, por meio de autofinanciamento. De acordo com Holtz (1995), o consórcio é uma operação de captação de recursos e economia popular entre um determinado grupo de pessoas, com a finalidade de aquisição de bens.
O Brasil é visto como o país onde se originou o consórcio. De acordo com Andrezo e Lima (2007, p. 68):
Consórcio é uma invenção brasileira do início dos anos 60, decorrente da carência de instituições financeiras empenhadas na concessão de financiamentos para aquisição de bens, aliada à necessidade das indústrias recentemente instaladas escoarem sua produção. O embrião das atividades de consórcio encontra-se no Decreto-lei n. 7.930/45, que disciplinava vendas imobiliárias e de mercadorias a prestações, mediante sorteio, estabelecendo algumas exigências para que a Diretoria Geral da Fazenda Nacional concedesse autorização para funcionamento das organizações que explorassem essas atividades, tais como: capital mínimo integralizado, prova de quitação de tributos e de idoneidade financeira, civil e penal dos responsáveis.
Mazzuchini (1999) descreve que esse tipo de atividade financeira teve o primeiro nome de Clube de Mercadorias em 1917, esse clube era composto por 120 participantes. Mas foi em setembro 1962, que o primeiro grupo consorcial foi criado.
Essa iniciativa foi de funcionários do Banco do Brasil, eles foram pioneiros em montar um grupo organizado e estruturado de pessoas que, mediante pagamento de pequena taxa de administração e coleta de recursos, tinham o objetivo a aquisição mensal de automóveis mediante sorteio.
O princípio do Sistema de Consórcios conforme a ABAC é, os consorciados ou cotistas, contribuem com parcela destinada à formação de poupança comum.
Todos os participantes do grupo têm assegurado o direito de utilizar essa poupança para a aquisição de bem ou serviço, de acordo com as regras previstas no contrato do grupo.
O consórcio agrupa essas pessoas, que partilham dos mesmos interesses, benefícios, direitos e obrigações, tem a finalidade exclusiva de arrecadar recursos mensais visando à aquisição de bens móveis, imóveis e serviços.
De acordo com Andrezo e Lima (2007, p. 69):
Para os participantes, o consórcio é uma forma de poupança programada para aquisição de um bem ou serviço turístico a prazo, sem a cobrança de juros, como ocorreria em um financiamento e com a possibilidade de obter- se o bem ou serviço em um prazo menor do que se o participante esperasse ter o valor total necessário para sua aquisição. Há, entretanto, a cobrança da taxa de administração.
O Banco Central do Brasil, de acordo com a Lei nº 11.795/2008, é a autoridade competente para normatizar e fiscalizar o Sistema de Consórcios no Brasil, Administradora de Consórcios é empresa autorizada pelo Banco Central, que tem por objeto social organizar e administrar grupos de consórcio, elas são representadas por duas entidades a ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios) e o SINAC (Sindicato Nacional dos Administradores de Consórcio). Fundadas no final da década de 60 essas, têm desempenhado papel essencial no aperfeiçoamento das normas e dos mecanismos do Sistema, atuando como interlocutoras da classe perante autoridades competentes e consorciadas.
Essas entidades criaram no ano de 1981, serviço de atendimento ao consorciado destinado a prestar informações sobre a sistemática do Consórcio, além de buscar soluções para casos concretos.
De acordo com a ABAC o grupo de Consórcio poderá ser referenciado em bens móveis ou conjunto de bens móveis, em bem imóvel ou em serviço ou conjunto de serviços de qualquer natureza. O grupo poderá ser, ainda, constituído por bens ou serviços de preços diferenciados pertencentes a uma das seguintes classes:
Classe I: veículo automotor (automóveis, camionetas, utilitários, buguies, motocicletas, motonetas, ciclomotores, triciclos, ônibus, micro-ônibus, caminhões, tratores, etc.), aeronave, embarcação, máquinas e equipamentos.
Classe II: produtos eletroeletrônicos e demais bens móveis duráveis ou conjunto de bens móveis, nacionais ou importados, excetuados os referidos na Classe I.
Classe III: bens imóveis que poderão ser residenciais, comerciais, rurais, construídos ou na planta e terrenos, incluindo-se reforma e imóvel vinculado a empreendimento imobiliário.
Classe IV: serviço de qualquer natureza.
A data de vencimento da prestação é fixada pela administradora, podendo ou não ser mensal. O consorciado tem por obrigação pagar, na periodicidade indicada em contrato, prestação cujo valor será a soma das importâncias referentes aos fundos comuns, de reserva (se existente), seguro (se contratado) e à taxa de administração.
Segundo a ABAC a mensalidade do consórcio é constituída por quatro valores, variando de acordo com o valor do consórcio e as taxas descritas no contrato, são elas: fundo comum, taxa de administração, fundo de reserva e seguro.
O Fundo Comum (FC) é o valor que todo consorciado paga para formar um fundo destinado a atribuir crédito para aquisição do bem ou serviço. Normalmente a contribuição para o Fundo Comum é obtida mediante a divisão percentual do preço, com o período de pagamento do consórcio. Segundo Andrezo e Lima (2007, p. 69):
O fundo comum destina-se à formação de fundo para a aquisição do bem ou serviço indicado no contrato. É calculado a partir da aplicação de um percentual sobre o preço do bem ou serviço vigente na data da assembléia mensal. Esse percentual é obtido a partir da divisão de 100% pelo número de meses do consórcio.
A Taxa de Administração, indicada no contrato, é a remuneração da administradora pelos serviços prestados na formação, organização e administração do grupo até o seu encerramento. A taxa de administração não se confunde com os juros cobrados nas modalidades de financiamento e a administradora é livre para fixar seu percentual. Andrezo e Lima (2007) observam que é vedada a cobrança de taxa de administracao futura de consorciados desistentes ou excluídos de grupos de consórcios.
O Fundo de Reserva trata-se de fundo de proteção destinado a garantir o funcionamento do grupo em determinadas situações. O consorciado estará sujeito ao pagamento deste fundo desde que sua cobrança esteja prevista em contrato. É importante observar que se houver recursos nesse fundo quando do encerramento do grupo, serão devolvidos proporcionalmente aos consorciados. Nesse sentido, Andrezo e Lima (2007) explicam:
É um fundo de proteção, cobrado com base em um percentual sobre o valor do bem, destinado a garantir o funcionamento do grupo em determinadas situações, como cobertura de eventual insuficiência de receita pela impontualidade no pagamento, de modo a permitir a distribuicao de pelo menos um crédito na periodicidade prevista no contrato, que, em geral, é mensal. Como à administradora só cabem as despesas de administração, se, no encerramento do grupo, houver recursos no fundo de reserva, estes devem ser devolvidos proporcionalmente aos consorciados, o que pode levar algum tempo, caso existam demandas judiciais contra consorciados inadimplentes.
O Seguro, se previsto no contrato, o consorciado estará sujeito, ainda, ao pagamento de prêmios de seguro. Como exemplo, podemos citar o seguro de quebra de garantia, o seguro de vida e o seguro desemprego. De acordo com Andrezo e Lima (2007) pode se referir a algum tipo de seguro aprovado na assembleia de constituição do grupo, como seguro de vida, que se destina ao pagamento das prestações vincendas no caso de falecimento do consorciado, ou seguro de quebra de garantia, que se destina a cobrir o inadimplemento no pagamento das prestações vincendas dos consorciados contemplados.
3 RESULTADO DA PESQUISA
O estudo realizado teve por objetivo identificar as vantagens e desvantagens entre duas formas de poupar dinheiro. As duas são: investimento em ações, em que foram escolhidas cinco empresas com ações negociadas na BM&F Bovespa com grande liquidez e de grande estabilidade no mercado nacional e internacional e o consórcio: forma de poupança obrigatória com depósitos mensais.
As ações escolhidas para o estudo foram Ambev (AMBV4), Banco Bradesco (BBDC4), Banco Itaú (ITUB4), Petrobrás (PERT4) e Vale do Rio Doce (VALE5).
Fez-se um estudo histórico das ações escolhidas de 60 meses de janeiro de 2007 até janeiro de 2012. Esses dados coletados auxiliaram para fazer um comparativo entre os rendimentos das ações e os acúmulos do consórcio escolhido.
O resultado da pesquisa está apresentado por meio de gráficos, que ilustram o comparativo feito entre duas formas de poupar dinheiro. O consórcio, que é feito de forma contratual. E investimento em ações, em que é necessários disciplina e autocontrole por parte do interessado.
O gráfico 1 apresenta um comparativo entre as ações escolhidas, de acordo com a sua liquidez, e o consórcio. Pode-se observar que a única ação que não alcançou o valor bruto do consórcio foi a Petrobrás (PETR4), que atingiu apenas 93,2% do valor bruto esperado pelo consórcio. A AmBev (AMBV4) por sua vez, se destacou por atingir mais do que o dobro do valor esperado, alcançou um crescimento de 136,76% superior ao valor bruto do consórcio.
Gráfico 1 - Comparativo entre as ações escolhidas Fonte: Dados da pesquisa
As ações escolhidas, em longo prazo se mostraram mais rentáveis, porque se tornam um modo de investimento. O consórcio é uma forma de poupança por meio da qual as datas e regras são obtidas de forma contratual e devem ser cumpridas para que não sofra nenhuma penalização, como juros e em certos casos até a exclusão por falta de cumprimento das regras firmadas.
O gráfico 2 é um comparativo entre o valor bruto do consórcio e o tempo em que cada ação demoraria para atingir esse valor. A maioria das ações escolhidas atingiu o valor final do consórcio em pelo menos um ano antes, destacando a ação da Ambev (AMBV4), que tingiu o valor em 42 meses. Um ano e meio antes do enceramento do contrato do consórcio.
Gráfico 2 - Meses para atingir o valor bruto do consórcio Fonte: Dados da pesquisa
No final do contrato do consórcio, o valor a receber não é o mesmo que foi pago. O consórcio avaliado tem taxa administrativa de 13%, o que diminui o dinheiro poupado. O gráfico 3 ilustra a realidade do resgate do dinheiro, no qual é possível perceber que todas as ações se mostram vantajosas, dando destaque às ações da Ambev (AMBV4) que atingiu o valor em 37 meses, quase dois anos antes do encerramento do contrato do consórcio. Já a Petrobras (PETR4), que só atingiu o valor no final dos 60 meses, também se mostrou com vantagens, pois teve um rendimento de aproximadamente 10% superior ao valor corrigido do consórcio.
Gráfico 3 – Comparativo do resgate de acordo com o valor líquido do consórcio Fonte: Dados da pesquisa
Os gráficos a seguir mostram a média entre as ações.
Outro ponto importante a ser citado, é a incerteza quanto ao acerto das ações a serem escolhidas. Quando se trata de investimento de risco, como é o caso de ações em bolsa de valores, o resultado nem sempre pode ser o esperado. Porém, o que pode diminuir as chances de perda, refere-se à divisão do capital poupado entre as ações escolhidas. Neste estudo, das cinco ações escolhidas obtiveram-se algumas que se destacaram em relação às outras pela alta lucratividade. Assim, realizou-se uma divisão entre o dinheiro poupado. Para tal, foi pego o valor total da mensalidade do consórcio (R$ 500,00 inicial) e dividido entre todas as ações, resultando inicialmente em R$100,00 para a compra das ações em questão, para este valor foi calculado a quantia de ações que poderiam ser adquiridas referentes a cada empresa.
O gráfico 4 mostra o valor acumulado no final de 60 meses, se investido em partes iguais em todas as cinco ações. Mostrando que o poupador teria um valor de aproximadamente 40% acima do valor do consórcio.
Gráfico 4- Média ponderada em 60 meses Fonte: Dados da pesquisa
Um modo de mostrar a viabilidade e rentabilidade na escolha de investimento em ações é por meio do tempo de espera para se adquirir um determinado produto ou acumulo de capital, por exemplo. O gráfico 5 mostra que o investidor em ações iria adquirir o seu bem um ano e dois meses antes do consorciado, ao passo que o consorciado teria que esperar ser sorteado ou esperar o final do consórcio para poder usar o seu dinheiro.
Gráfico 5- Tempo que as ações alcançam o valor do consórcio.
Fonte: Dados da pesquisa
Levando em consideração que o valor final do contrato não é o que vai ser utilizado pelo consorciado, (devido à taxa administrativa de 13%) o investidor das ações conseguiria resgatar o dinheiro para adquirir o produto em 44 meses, ou seja, um ano e quatro meses antes do término do contrato do consórcio, gráfico 6.
Gráfico 6- Valor do resgate do consórcio com taxa administrativa.
Fonte: Dados da pesquisa
Com a análise de todos os gráficos apresentados neste estudo, podemos mostrar qual das duas opções atendeu mais rapidamente as necessidades do investidor ou poupador. A disciplina do investidor se mostrou muito mais vantajosa do que a obrigatoriedade do consórcio, pois em todos os gráficos apresentados neste estudo as ações indicaram ter um retorno mais rápido e mais rentável do que o consórcio.
É importante ressaltar que os valores podem variar de acordo com cada ação escolhida, e com o período de cada ano a ser aplicado. As ações possuem renda variável, isso quer dizer que o seu rendimento varia de mês em mês, ano a ano. Não dando a certeza de alcançarem o mesmo rendimento mostrado neste estudo, podendo ser menor ou ainda maior do que os dados aqui apresentados.
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
O presente trabalho proporcionou ao acadêmico tomar contato com informações valiosas a respeito do assunto escolhido, bem como gerou uma nova experiência no tocante à elaboração de um projeto científico, suas peculiaridades e particularidades.
O interesse pelo tema abordado deu-se em razão da sua atualidade e pela diversidade de modo com que o tema vem sendo abordado no contexto nacional, bem como por ser um tópico de muita utilidade na economia, já que as pessoas ainda desconhecem as inúmeras oportunidades que o mercado de capitais oferece.
Para seu desenvolvimento lógico o trabalho foi dividido da seguinte forma:
Elaboração da fundamentação teórica que teve o objetivo de apresentar o mercado financeiro e o consórcio;
Coleta de dados e informações sobre as ações escolhidas e de dados sobre consórcio para a elaboração de gráficos comparativos entre as duas;
Elaboração de gráficos para ter melhor visualização dos resultados obtidos.
A pesquisa realizada permitiu o entendimento a respeito do que venha a ser o sistema financeiro nacional, sua estrutura e instituições que o compõem; também serviram para ter uma noção a respeito do mercado de capitais, muito importante para o desenvolvimento da economia de todos os países e, em especial aqueles que estão em desenvolvimento como o caso do Brasil, que com a solidificação gradual da sua economia se tornou um importante mercado para as aplicações financeiras, sobretudo na bolsa de valores; além do entendimento do que venha a ser uma ação e suas modalidades.
Quanto ao resultado do estudo, podem ser observadas as vantagens que investir em ações têm sobre a aquisição do consórcio tanto em questão de tempo quanto em vantagens de capital acumulado. Uma ação que serve bem como exemplo dessas vantagens é a ação de Ambev (AMBV4), ela se mostrou com muitos proveitos em todos os aspectos tanto em capital total acumulado nos 60 meses quanto tempo até ser atingido o valor total do consórcio.
O tema tratado comporta aprofundamento e novos estudos, especialmente no que se refere à educação financeira e as vantagens quando há disciplina do investidor. Dessa forma, espera-se que este trabalho seja ponto de partida para outras pesquisas sobre o assunto, pois se trata de um assunto ainda pouco explorado e que envolve o desejo de milhares de brasileiros que é a independência financeira e autorrealização.
REFERÊNCIAS
ANDREZO, Andrea F; LIMA, Iran Siqueira. Mercado Financeiro: Aspectos Conceituais e Históricos. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
ABAC E A ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DO CONSÓCIO. Disponivel em:<
http://www.abac.org.br/?p=paraConsumidoresConhecaConsorcioPassoAPasso>.
Acesso em: 26 abr. 2012.
BANCO CENTRAL DO BRASIL. Circular n. 2.766, de 3 de julho de 1997. Dispõe sobre a constituição e financiamento de grupos de consórcio. Disponível em:
<http://www5.bcb.gov.br/normativos/detalhamentocorreio.asp?n=097130256&C=276 6&ASS=CIRCULAR%2B2.766>. Acesso em: 25 abr. 2012.
BANCO CENTRAL DO BRASIL. Composição do Sistema Financeiro Nacional.
Disponível em <http://www.bcb.gov.br/?SFNCOMP>. Acesso em: 15 mar. 2012.
BANCO CENTRAL DO BRASIL. Cartilha Banco Central. Disponível em:
<http://www.bcb.gov.br/htms/sobre/bcuniversidadecartilhaBancoCentral.pdf>>.
Acesso em: 19 mar. 2012.
BARROS, Benedicto, Ferri de. Mercado de Capitais e ABC de Investimentos. 4.
ed. São Paulo: Atlas, 1970.
B&MF BOVESPA. Empresas Listadas. 2012. Disponível em: <http://www.bmf bovespa.com.br/cias-listadas/empresas-listadas/BuscaEmpresaListada.aspx?idi oma
=pt-br>. Acesso em: 11 mar. 2012.
BRITO, Osias Santana de. Mercado financeiro: estruturas, produtos, serviços, riscos e controle gerencial. São Paulo, SP: Saraiva, 2005.
BRUM, Carlos A. H. Aprenda a Investir em Ações e a Operar na Bolsa Via Internet. 5. ed. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna, 2008.
CASTRO, Hélio Oliveira Portocarrero de. Introdução ao Mercado de Capitais. 10.
ed. Rio de Janeiro: Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais - IBMEC, 1979.
CAVALCANTE, Francisco; MISUMI, Jorge Yoshio. Mercado de Capitais. Rio de Janeiro: Elsevier, 2002.
CERBASI, Gustavo. Cartas a um Jovem Investidor: enriquecer é uma questão de escolha. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
CHIAVENATO, Idalberto. Administração nos Novos Tempos. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
Ferreira, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa. 3. ed. Curitiba: Positivo, 2004.
HOJI, Maskazu. Administração Financeira e Orçamentária: matemática financeira aplicada, estratégias financeiras, orçamento empresarial. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
HOLTZ, Sérgio Vieira. Tudo sobre Consórcios. São Paulo: Hermes, 1995.
LAMEIRA, Valdir de Jesus. Mercado de Capitais. 2. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2003.
MAXIMIANO; Antonio, C. A. Teoria Geral da Administração: da revolução urbana a revolução digital. 6. ed. São Paulo, Atlas, 2010.
MAZZUCHINI; Rita. Consórcio – Seu maior Poder de Compra. 1 ed. Sao Paulo:
ABAC, 1999.
MELLAGI FILHO, Armando; ISHIKAWA, Sérgio. Mercado financeiro e de Capitais.
São Paulo, atlas, 2000.
MINISTÉRIO DA FAZENDA. Disponível em: <http://www.fazenda.gov.br/portugues/
orgaos/cmn/cmn.asp>. Acesso em: 12 mar. 2012.
OLIVEIRA, Miguel Delmar de. Introdução ao Mercado de Ações. Rio de Janeiro:
Comissão Nacional de Bolsas de Valores - CNBV, 1986.
PORTAL DO INVESTIDOR. Disponível em: <http://www.portal doinvestidor .gov .br /Investidor/Porqueinvestir/Introdu%C3%A7%C3%A3o/tabid/81/Default.aspx?controle Conteudo=viewRespConteudo&ItemID=476>. Acesso em: 03 mar. 2012.
PINHEIRO, Juliano Lima. Mercado de Capitais: fundamentos e técnicas. 5. Ed. São Paulo: Atlas, 2009.
ROESCH, Silvia Maria Azevedo. Projetos de Estágio e de Pesquisa em Administração. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
ROSS, S. A. et all. Administração Financeira: Corporate Finance. 2. ed. São Paulo:
Atlas, 2002.
SANDRONI, Paulo. Disponível em: <http://www.ens.ufsc.br/~soares/dicionario.htm>.
Acesso em: 06 mar. 2012.
SANTOS, José Odálio dos and SANTOS, José Augusto Rodrigues dos. Mercado de Capitais: Racionalidade Versus Emoção. Rev. Contab. financ. [online]. 2005, vol.16, n.37, p. 103-110. ISSN 1808-057X.
SANVICENTE, Antônio Zoratto; MELLAGI, Armando Filho. Mercado de Capitais e Estratégias de Investimento. São Paulo: Atlas, 1988.
SORIANO, Raul Rojas. Manual de pesquisa social. Petrópolis, RJ: Vozes,2004.
SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS – SUSEP. Disponível em:
<http://www.susep.gov.br/menu/a-susep/apresentacao>. Acesso em: 18 mar. 2012.