Na quarta questão a maioria não conseguiu responder qual conceito físico é diretamente responsável pelo aumento da energia do fóton, sendo que a maioria respondeu que o comprimento de onda é o responsável. Com base nisso e nas respostas do professor durante entrevista, uma possível solução para contornar essa situação é destinar uma aula introdutória sobre as propriedades ondulatórias antes de introduzir o efeito fotoelé- trico;
Outra questão que precisa ser devidamente trabalhada com os alunos é o espectro ele- tromagnético, pois conforme verificado na questão 5, houve uma série de respostas quando solicitado para classificarem as cores em ordem crescente de energia. Entender as cores em função da energia auxiliará os alunos no desenvolvimento das demais ati- vidades;
Uma outra sugestão de melhoria da proposta é utilizar fotocélulas prontas, encontradas em lojas de materiais elétricos e utilizá-las em sala de aula para mostrar como é o fun- cionamento das iluminações públicas;
Após a aplicação da proposta verificou se que alguns conceitos não ficaram tão claros para os alunos, como sugestão do professor, em vez do professor manipular o simulador virtual Phet, os alunos deveriam na sala de informática manipularem o simulador. Essa atividade poderia ser feita em duplas ou trios, dependendo da estrutura educacional e quantidades de alunos por turma;
A quantidade de aulas para desenvolver as atividades dependerá de alguns fatores, como tempo das aulas que cada instituição dispõe para cada disciplina, perfil dos alunos e se as propriedades ondulatórias já foram vistas em sala de aula;
Como se trata de uma proposta dinâmica está sujeita a adaptações conforme sugeridas neste trabalho. Em entrevista o professor ele alertou que neste sentido a proposta sem- pre terá mudanças pontuais, pois depende do feedback que os alunos darão diante das atividades;
As questões da proposta didática envolvendo os circuitos eletrônicos podem ser altera- das conforme criatividade do professor ou o que ele achar pertinente. Isso é importante pois muitas situações que não foram percebidas pelo autor deste trabalho podem ser melhoradas;
Esta proposta pode ser utilizada para a introdução de tópicos de Física Moderna e Con- temporânea, estes conteúdos não costumam ser trabalhos em sala de aula pela maioria dos professores do Ensino Médio. O próprio professor que aplicou a proposta afirma que muitos justificam a falta de tempo para preparado das atividades e a própria aplica- ção em si.
Como sugestões apresentadas neste trabalho, a presente proposta pode ser melho- rada para posterior aplicação por parte de professores que desejam introduzir tópicos de Física Moderna e Contemporânea. Há tempos vários autores têm se preocupado em inserir esses conteúdos nas escolas do Ensino Médio, como afirmam Ostermann e Moreira (2001, p. 146) “é viável implementar tópicos de Física Moderna e Contemporânea em escolas de nível Médio”.
Assim como Ostermann e Moreira (2001, p. 146-147) podemos concluir que:
Se houve dificuldades de aprendizagem não foram muito diferentes das usualmente enfrentadas com conteúdos da Física Clássica. […] A inserção de tópicos tão atuais nas escolas com material previamente preparado pode resgatar, em certo sentido, a auto-estima de muitos alunos nas escolas[...] Os alunos podem aprendê-la se os professores estiverem adequadamente preparados e se bons materiais didáticos estiverem disponíveis.
Por fim, esta proposta se mostrou viável constituindo se em um potencial material didático para introduzir conteúdos da Física Moderna e Contemporânea, especificamente do efeito fotoelétrico, eventuais melhorias sempre serão necessárias.
REFERÊNCIAS
BARTHEM, R. A Luz: Temas atuais de Física. 1. ed. São Paulo: Livraria da Física, 2005.
BRASIL, Secretaria da Educação Média e Tecnológica. PCN+ Ensino Médio: Orientações Educacionais Complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: Mi- nistério da Educação/ Secretaria de Educação Média e Tecnológica, 2002.
BRENNAN, R. P. Gigantes da Física: uma história da Física Moderna através de oito bio- grafias. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. 2003.
CABRAL, J. C. Efeito fotoelétrico: uma abordagem a partir do estudo de circuitos elé- tricos. 2015. 131 f. Dissertação (Mestrado em Ensino de Física) - Universidade Federal de Lavras, Lavras. 2015.
CARDOSO, S. O. O; DICKMAN, A. G. Simulação computacional aliada à teoria da apren- dizagem significativa: uma ferramenta para ensino e aprendizagem do efeito fotoelétrico.
Caderno Brasileiro de Ensino de Física, v. 29, n. 2, p. 891-934, out. 2012.
CAVALCANTE, M. A.; JARDIM, V.; BARROS, J. A. A. Inserção de Física Moderna no En- sino Médio: Difração de um feixe laser. Caderno Catarinense de Ensino de Física, v. 16, n. 2: p. 154-169, ago. 1999.
CAVALCANTE, M. A; TAVOLARO, C. R. C. Uma Oficina que Vise a sua Inserção no ensino Médio. Caderno Catarinense de Ensino de Física, v. 18, n. 3: p. 298-316, dez. 2001.
ENCELAUTOMATICO, Portas Automáticas. Disponível em:
https://encelautomatico.com.br/produtos/. Acesso em: 4 abr. 2016 GOOGGLET, Einstein. Disponível em:
http://googglet.com/images/apple%20einstein%20commercial. Acesso em: 4 abr. 2016 HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física, Vol. 4, 8ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
HERNANDES, C. L.; CLEMENT, L.; TERRAZAN, E. A. Realização de atividades experi- mentais numa perspectiva investigativa: um exemplo no ensino de física. Atas do IV ENPEC, 2002.
HYPESCIENCE, Heinrich Hertz: que descobriu esse brilhante cientista. Disponível em:
http://hypescience.com/heinrich-hertz/. Acesso em: 4 abr. 2016 INFO ESCOLA, Espectro Eletromagnético. Disponível em:
http://www.infoescola.com/fisica/espectro-eletromagnetico/. Acesso em: 4 abr. 2016
INSTITUTO DE FÍSICA-UFRGS, A Física dos Equipamentos Utilizados em Eletroter- mofototerapia. Disponível em:
http://www.if.ufrgs.br/public/tapf/v24_n3_novicky.pdf. Acesso em: 4 abr. 2016 INSTITUTO DE FÍSICA-UFRGS, O Efeito Fotoelétrico. Disponível em:
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis01043/20021/Alexandre/einstein/fotoeletrico.html.
Acesso em: 4 abr. 2016
LEONEL, A. A.; SOUZA, C. A. Nanociência e Nanotecnologia Para o Ensino de Física Moderna e Contemporânea na Perspectiva da Alfabetização Científica e Técnica. VII ENPEC. Florianópolis, novembro de 2009.
LUDKE, M.; ANDRÉ, M. E. D. A. Pesquisa em Educação: abordagens qualitativas. São Paulo: Ed. Pedagógica e Universitária, 1986.
MANGILILI, A. I. Heinrich Rudolph Hertz e a descoberta do efeito fotoelétrico: um exemplo dos cuidados que devemos ter ao utilizar a história da ciência em sala de aula. História da ciência e ensino: construindo interfaces. v. 6, p. 32-48, 2012.
MARCONI, Maria de Andrade. LAKATOS, Eva Maia. Técnicas de Pesquisa: planejamento e execução de pesquisas, amostragem e técnicas de pesquisa, elaboração, análise e interpretação de dados. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
MODERNA, A radiação do corpo negro. Disponível em:
http://www.moderna.com.br/fundamentos/temas_especiais/radiacao_corpo_negro.pdf.
Acesso em: 4 abr. 2016
MOREIRA, Marco Antonio. Metodologia de pesquisa em ensino. 1.ed. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2011.
MSPC, Eletromagnetismo VI-30. Disponível em:
http://www.mspc.eng.br/elemag/eletrm0630.shtml. Acesso em: 4 abr. 2016
MUNDO FISICO, Joseph John Thomson (1856-1940). Disponível em:
http://www.mundofisico.joinville.udesc.br/index.php?idSecao=9&idSubScao=&idTexto=16.
Acesso em: 4 abr. 2016
OLIVEIRA, F. F.; VIANNA, D. M.; GERBASSI, R. S. Física moderna no ensino médio: o que dizem os professores. Revista Brasileira de Ensino de Física, v. 29, n. 3, p. 447-454, (2007).
OSTERMANN, F.; FERREIRA, L. M.; CAVALCANTI, C. J. H. Tópicos de física contempo- rânea no ensino médio: um texto para professores sobre supercondutividade. Revista Bra- sileira de Ensino de Física, v. 20, n. 3, p 270-288, set. 1998a.
OSTERMANN, F.; MOREIRA, M. A. Atualização do Currículo de Física na Escola de Nível Médio: um estudo dessa problemática na perspectiva de uma experiência em sala de aula e da formação inicial de professores. Caderno Catarinense de Ensino de Física, v. 18, n.
2, p. 135-151, ago. 2001.
PHET COLORADO, Efeito Fotoelétrico. Disponível em:
https://phet.colorado.edu/pt_BR/simulation/legacy/photoelectric. Acesso em: 4 abr. 2016 PHYSIK, A Picture Gallery of Famous Physicists. Disponível em:
http://th.physik.uni-frankfurt.de/~jr/physpicexp1.html. Acesso em: 4 abr. 2016
PIETROCOLA, M; BROCKINGTON, G. Recursos Computacionais Disponíveis na Inter- net para o Ensino de Física Moderna e Contemporânea. IV ENPEC. Bauru, São Paulo, novembro de 2003.
PINTO, A.C.; ZANETIC, J. É possível levar a Física Quântica para o ensino médio? Ca- derno Catarinense de Ensino de Física, Florianópolis, v. 16, n. 1, p. 7-34, abr. 1999.
QUANTUM UNIVERSE, G&E (2): Planckeenheden. Disponível em:
http://www.quantumuniverse.nl/ge-2-planckeenheden. Acesso em: 4 abr. 2016
ROCHA FILHO, J. B. SALAMI, M. A. HILLEBRAND, V. Construção de uma célula fotoelé- trica para fins didáticos. Revista Brasileira de Ensino de Física, v. 28, n. 4, p. 555- 561, 2006.
SAEBI, Wilhelm Ludwig Franz Hallwachs (1859-1922). Disponível em:
http://saebi.isgv.de/biografie/Wilhelm_Hallwachs_(1859-1922). Acesso em: 4 abr. 2016 SILVA, L. F.; ASSIS, A. Física Moderna no Ensino Médio: um experimento para abordar o efeito fotoelétrico. Caderno Brasileiro de Ensino de Física, v. 29, n. 2, p. 313-324, ago.
2012
SITES GOOGLE, Descoberta das Ondas Eletromagnéticas. Disponível em:
https://sites.google.com/site/medea2010esdmibeja/faradaicos/descoberta-da-ondas-elec- tromagneticas. Acesso em: 4 abr. 2016
TERRAZZAN, E. A. A inserção da Física Moderna e Contemporânea no Ensino de Física na escola de 2 º grau. Caderno Catarinense de Ensino de Física, Florianópolis, v. 9, n.
3: p. 209-214, dez. 1992.
VALADARES, E. C.; MOREIRA, A. M. Ensinando Física Moderna no segundo grau: efeito fotoelétrico, laser e emissão de corpo negro. Caderno Catarinense de Ensino de Física, v. 15, n. 2, p. 121-135, ago. 1998
VICENTINI, A. et al. Instrumentação para o Ensino de Física Moderna e sua Inserção em Escolas de Ensino Médio - Relato de Experiência. Experiências em Ensino de Ciências, v. 6, n. 3, p. 38-44, 2011.
APÊNDICES
APÊNDICE 01
SEQUÊNCIA DIDÁTICA - EFEITO FOTOELÉTRICO IDENTIFICAÇÃO
Escola: INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA – JARAGUÁ DO SUL
Professor:
Disciplina: Física
Turma: 3ª Fase Integrado em Química Número de aulas: 04 aulas
JUSTIFICATIVA
O efeito fotoelétrico está presente em diversos equipamentos do cotidiano, como fotocé- lulas, portas automáticas, geração de energia solar, controle de sistema automático de ilumina- ção. O uso de simuladores é capaz de superar situações que palavras não conseguem descre- ver, neste caso apenas a argumentação teórica não seria capaz de promover no aluno a com- preensão eficaz sobre determinado conceito, enquanto que em uma simulação virtual tem po- tencial para produzir no aluno melhor entendimento sobre o fenômeno estudado (PIETROCOLA;
BROCKINGTON, 2003). O ensino através de experimentos investigativos possibilita aos alunos contato com situações problemas, sendo este um recurso que proporciona aos estudantes par- ticipar ativamente do processo de construção do saber (CABRAL, 2015).
Nesta proposta de trabalho serão realizadas duas atividades investigativas sobre o efeito fotoelétrico utilizando circuitos eletrônicos, também será utilizado um simulador educacional vir- tual (PHET). Estas atividades serão dirigidas pelo professor, durante este processo serão reali- zadas perguntas aos alunos a fim de norteá-los aos objetivos propostos.
SABERES Efeito fotoelétrico.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
O aluno deverá ser capaz de:
Compreender como acontece o fenômeno do efeito fotoelétrico.
Identificar como a frequência da luz influencia no funcionamento de dispositivos fo- tossensíveis.
Identificar como as “cores” influenciam na alteração do som emitido pelo autofalante de um circuito eletrônico.
Relacionar o funcionamento de sistemas de controle automático de iluminação com o efeito fotoelétrico.
MOMENTOS DIDÁTICOS
Aula 01
1º momento (5 min.): Introdução explicativa ao alunos sobre a proposta a ser realizada.
2º momento (35 min.): Verificação dos conhecimentos prévios dos alunos sobre o efeito fotoelétrico através de perguntas. Aula expositiva e dialogada com apresentação de slides.
3° momento (15 min): Realização de atividade investigativa sobre o efeito fotoelétrico utilizando simulador Phet.
Aula 02
1° momento (15 min): Apresentação de experimento demonstrativo investigativo, através de circuitos eletrônicos manipulados pelos alunos, atividades em grupo.
2º momento (40 min.): Os grupos realizam as atividades experimentais.
Aula 03
1° momento (55 min): O professor troca os circuitos dos grupos para que todos façam as duas atividades.
Aula 04
1° momento (25 min): Aplicação de questionário aos alunos sobre as atividades realiza- das.
2º momento (30 min.): Discussão dos resultados experimentais e contextualização dos conceitos físicos.
PROCEDIMENTOS DIDÁTICOS Aula 01
1º momento (5 min.): Neste primeiro momento o professor faz uma breve apresentação das atividades que serão realizadas na seguinte ordem: a descoberta do efeito fotoelétrico; ma- nipulação do simulador PEHT e realização de duas atividades investigativas contendo circuitos eletrônicos.
2º momento (35 min.): O professor inicia este momento através de perguntas para ex-
plorar os conhecimentos prévios dos alunos, como:
1) Quem ascende as lâmpadas dos postes da cidade ao anoitecer e quem desliga quando amanhece?
2) Quem abre as portas de lojas quando as pessoas se aproximam?
Após estas perguntas o professor faz uma breve análise das respostas, e anota no quadro as respostas dos alunos.
Em seguida, o professor com o auxílio do projetor multimídia apresenta o histórico da descoberta do feito fotoelétrico, mostrando os primeiros cientistas que observaram este fenô- meno, quem apresentou este conceito e sua aplicação no cotidiano. Esta apresentação de slides encontra-se no apêndice 01.
3° momento (15 min): O professor utiliza o simulador virtual educativo PHET, nesta ati- vidade manipula as variáveis e faz perguntas aos alunos, que deverão anotar em seus cadernos o que eles acreditam que está acontecendo, ao final o professor anota no quadro as respostas dos alunos.
Perguntas que o professor fará ao manipular o simulador:
1) O que acontece no circuito quando uma superfície metálica do elemento sódio é ilumi- nada e o comprimento de onda selecionado é de 850nm? Nesta situação o que acontece se variar a tensão.
2) O professor altera o comprimento de onda para 539nm. O que acontece agora? O pro- fessor varia a intensidade de iluminação e repete a pergunta. O que acontece agora? E se variar a tensão? Por que isso acontece?
3) O professor repete os procedimentos anteriores para os menores comprimentos de onda. Finaliza contextualizando as variáveis do simulador e os conceitos físicos nele envolvido.
Aula 02
1° momento (15 min): Neste primeiro momento o professor apresenta quatro circuitos eletrônicos aos alunos, dois de cada tipo, montado previamente em uma Protoboard (placa com orifícios contendo conexões condutoras para realização de atividades eletroeletrônicas). Em se- guida, o professor divide a turma em 03 grupos de 08 alunos e um com 09 alunos e entrega um circuito eletrônico para cada grupo. Na sequência os alunos recebem um roteiro que irá norteá- los durante a realização das atividades, o roteiro deve ser respondido em dupla. O professor deve estar sempre atento quanto ao desenvolvimento das atividades, intervindo quando solici- tado ou perceber que os alunos estão com dificuldade. No apêndice 02 encontra se o roteiro de atividades ao professor e no apêndice 03 o roteiro aos alunos.
2º momento (40 min.): Os alunos manipulam os experimentos em grupo, respondendo as questões do roteiro experimental que norteiam as atividades.
Aula 03
1° momento (55 min): O professor deve trocar os circuitos dos grupos após eles termi- narem a primeira atividade, ou seja, como tem-se dois tipos de circuitos e quatro placas, dois grupos realizam a atividade 01 e dois a atividade 02, em seguidas eles invertem os experimen- tos.
Aula 04
1° momento (25 min): Ao final de todas as atividades será aplicado um questionário aos alunos, que deverão ser respondidos em dupla. Onde eles responderão questões referentes aos conceitos envolvidos e também avaliarão as atividades realizadas em sala de aula. Os alu- nos deverão entregar o questionário ao professor. O questionário aplicado aos alunos encontra- se no apêndice 04.
2° momento (30 min): Após os alunos responderem ao questionário avaliativo, o profes- sor finaliza a aula discutindo os resultados experimentais e faz a contextualização final dos con- ceitos físicos envolvidos nas atividades.
RECURSOS DIDÁTICOS
Projetor multimídia, quadro, slides, pincel atômico, simulador, experimentos.
AVALIAÇÃO Questionário avaliativo.
REFERÊNCIAS
CABRAL, J. C. Efeito fotoelétrico: uma abordagem a partir do estudo de circuitos elétricos. 2015. 131 f. Dissertação (Mestrado em Ensino de Física) - Universidade Fede- ral de Lavras, Lavras. 2015.
ENCELAUTOMATICO, Portas Automáticas. Disponível em:
https://encelautomatico.com.br/produtos/. Acesso em: 4 abr. 2016 GOOGGLET, Einstein. Disponível em:
http://googglet.com/images/apple%20einstein%20commercial. Acesso em: 4 abr. 2016 HYPESCIENCE, Heinrich Hertz: que descobriu esse brilhante cientista. Disponível em:
http://hypescience.com/heinrich-hertz/. Acesso em: 4 abr. 2016 INFO ESCOLA, Espectro Eletromagnético. Disponível em:
http://www.infoescola.com/fisica/espectro-eletromagnetico/. Acesso em: 4 abr. 2016
INSTITUTO DE FÍSICA-UFRGS, A Física dos Equipamentos Utilizados em Eletroter- mofototerapia. Disponível em:
http://www.if.ufrgs.br/public/tapf/v24_n3_novicky.pdf. Acesso em: 4 abr. 2016
MSPC, Eletromagnetismo VI-30. Disponível em:
http://www.mspc.eng.br/elemag/eletrm0630.shtml. Acesso em: 4 abr. 2016 MUNDO FISICO, Joseph John Thomson (1856-1940). Disponível em:
http://www.mundofisico.joinville.udesc.br/index.php?idSecao=9&idSubS- cao=&idTexto=16. Acesso em: 4 abr. 2016
PHET COLORADO, Efeito Fotoelétrico. Disponível em:
https://phet.colorado.edu/pt_BR/simulation/legacy/photoelectric. Acesso em: 4 abr. 2016 PHYSIK, A Picture Gallery of Famous Physicists. Disponível em:
http://th.physik.uni-frankfurt.de/~jr/physpicexp1.html. Acesso em: 4 abr. 2016
PIETROCOLA, M; BROCKINGTON, G. Recursos Computacionais Disponíveis na In- ternet para o Ensino de Física Moderna e Contemporânea. IV ENPEC. Bauru, São Paulo, novembro de 2003.
QUANTUM UNIVERSE, G&E (2): Planckeenheden. Disponível em:
http://www.quantumuniverse.nl/ge-2-planckeenheden. Acesso em: 4 abr. 2016 SAEBI, Wilhelm Ludwig Franz Hallwachs (1859-1922). Disponível em:
http://saebi.isgv.de/biografie/Wilhelm_Hallwachs_(1859-1922). Acesso em: 4 abr. 2016
APÊNDICES APÊNDICE 01
APÊNDICE 02
Roteiro Investigativo para o Professor
Atividade 01 – Emissor e receptor de luz
Introdução:
Esta atividade consiste em um circuito eletrônico, que funciona quando aproxi- mado luz da lanterna de celular ou lanterna convencional, próximo ao fototransis- tor, ligando o LED. Onde tem-se um resistor e um LED ligados em série em uma fonte de tensão de 3V a 12V (pode ser utilizado pilhas também, mas tem que ser montadas em série para que se tenha no mínimo tensão de 3V).
DIAGRAMA ELÉTRICO
FONTE: acerco do Autor
Objetivo:
Investigar os fatores que influenciam no funcionamento de um circuito eletrônico quando este submetido a presença de luz.
Materiais utilizados:
01 fonte de tensão de 3V a 12V ou duas pilhas de 1,5V, 01 resistores de 220Ohms, 01 resistor de 10kOhms, 01 Led de alto brilho, 01 fototransistor, fios de cobre re- vestido, protoboard, 2 bases circulares de metais, lanterna ou celular com lanterna interna.
Procedimento para montagem dos circuitos:
O funcionamento da protoboard pode ser verificado no link abaixo:
https://www.youtube.com/watch?v=bfqWkB3ae1w
Primeiro passo é colocar a protoboard sobre uma mesa ou bancada;
O próximo passo é colocar o resistor de 220Ohms em um das conexões da proto- board, uma das pontas do resistor deve ser ligada no positivo da placa;
O próximo componente a ser colocado na placa é o fototransistor, importante ligar corretamente esse componente pois possui polaridade, é fácil de verificar isso, a
“perna” maior é o polo negativo e a menor o polo negativo. O positivo do fototran- sistor deve ser ligado em serie com o resistor de 220Ohms;
O próximo componente a ser acrescentado é o LED, que também tem polaridade, a “perna” maior é o polo positivo. O polo positivo do LED deve ser ligado no nega- tivo do fototransistor e o polo negativo do LED conectado ao negativo da fonte;
O último componente a ser ligado é o resistor de 10kOhms. Uma das pontas do resistor deve ser conectada também no negativo do fototransistor e a outra no negativo da protoboard.
Após todos os componentes terem sido postos na placa é hora de conectar os fios de cobre nos polos positivos e negativos do circuito, conforme disposição dos componen- tes. Em seguida fazer o teste ligando a fonte de 3Va 12V de tensão na rede elétrica.
Atividade 02 – Alterando o som através das cores
Introdução:
Esta atividade consiste em escutar os diferentes sons emitidos pelo autofalante quando incidido diferentes cores no circuito. Quando LDR é submetido a diferentes intensidade de iluminação ele altera a impedância do circuito, desta maneira o som que sai pelo autofalante varia.
DIAGRAMA ELÉTRICO
*Transistor TIP32C
Objetivo:
Investigar como diferentes intensidade de cores influenciam no funcionamento de um circuito eletrônico e altera o som emitido pelo autofalante.
Materiais utilizados:
01 fonte de tensão de 3 a 12Vcc, 01 LDR (Resistor Dependente de Luz), 01 resistor de 1kOhms, 01 resistor de 10kOhms, 01 auto falante de 8Ohms, 01 transistor BC546, 01 transistor TIP32C, 01 transistor fixo ou potenciômetro de 220kOhms,
01 capacitor de poliéster de 47nF, 01 capacitor eletrolítico de 100µF, fios de cobre revestido.
Procedimento: Importante destacar que devido as disposições físicas dos compo- nentes na placa algumas das conexões deverão ser feitas com fios de cobre revestidos.
Com a protoboard sobre uma mesa ou bancada coloque o capacitor eletrolítico de 100µF nas conexões da placa, este tipo de capacitor tem polaridade, sendo fácil identificar os polos, pois estão escritos no próprio componente. Ligar o polo posi- tivo e do capacitor eletrolítico no mesmo ponto elétrico do LDR (que não tem po- laridade) e no coletor do transistor TIP32C, que por sua vez deverão estar ligados no positivo da protoboard. No link abaixo é possível verificar as características e o funcionamento do TIP32C:
http://www.okdatasheet.com/datasheets/ST-Microelectronics/Semiconduc- tor_Product_TIP32C.html
Em seguida, conecte o resistor fixo ou potenciômetro de 220kOhms em serie com o LDR. Após conecte o resistor de 10kOhms também em serie com o potenciôme- tro ou resistor fixo de 220kOhms.
O próximo passo é ligar a base do transistor BC546 no mesmo ponto elétrico do resistor de 10kOhms, onde também será ligado o capacitor de poliéster de 47nF que não possui polaridade;
O próximo procedimento consiste em conectar o coletor do transistor BC546 à base do transistor TIP32C. As características do transistor BC546 podem ser con- sultadas no endereço abaixo:
http://www.onsemi.com/pub_link/Collateral/BC546-D.PDF
A próxima etapa é conectar a outra ponta do capacitor de poliéster de 47nF ao resistor de 1kOhms, a outra ponta do resistor deve ser conectada no mesmo ponto elétrico do emissor do transistor TIP32C. Esses dois pontos devem ter contato elétrico com um dos polos do autofalante.
O próximo passo é conectar o emissor do transistor BC546, o outro ponto do au- tofalante e o polo negativo do capacitor eletrolítico de 100µF no negativo da pro- toboard.