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PREVENÇÃO E TRATAMENTO DO CÂNCER DE PRÓSTATA

BARCELLOS, Luís Henrique de Almeida, licenciado em Tecnologia em Radiologia pela Unip, São José do Rio Preto-SP, [email protected]

FREITAS, Mayra Nunes, licenciada em Ciências Biológicas e pós graduada em Biologia e Patologia Celular pela Unesp. Docente dos cursos de Tecnologia em Radiologia, Educação Física, Estética e Cosmética e Nutrição da Unilago, São José do Rio Preto - SP, [email protected]

RESUMO

Este resumo abordará, de forma clara e objetiva, as principais fontes de prevenção e tratamento do câncer de próstata. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, o câncer de próstata é a neoplasia maligna mais frequente nos homens e o segundo maior causador de mortes no Brasil (SBU, 2008). Os sintomas mais comuns do câncer de próstata são: diminuição do jato urinário, aumento da frequência miccional, jato urinário intermitente, urgência urinária, incontinência e a presença de sangue na urina. Os tumores podem crescer de forma rápida, espalhando-se para outros órgãos e podendo levar à morte.

PALAVRAS-CHAVE: Próstata, sintomas, prevenção.

INTRODUÇÃO

Este levantamento bibliográfico tem como principal objetivo a informação. Trazer o conhecimento da doença e seus aspectos clínicos, para que todos tenham acesso, de forma clara e resumida, as principais características dessa patologia e suas formas de prevenção e tratamento.

CÂNCER DE PRÓSTATA – UM VERDADEIRO TABU ENTRE OS HOMENS

O câncer de próstata é um tumor maligno que ocorre quando as células sofrem mutação e se multiplicam desordenadamente. Atualmente, com medidas adequadas de detecção precoce, pode-se diagnosticar o tumor na fase inicial e com isso tratá-lo de modo curativo. No Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens, ficando atrás apenas do câncer de pele não melanoma. É o sexto tipo mais comum no mundo e o mais prevalente em homens, representando cerca de 10% do total de tipos de câncer. Para a detecção do câncer da próstata é recomendado o acompanhamento anual a partir dos 45 anos com visita ao urologista, toque retal e dosagem no sangue do antígeno prostático específico (PSA). O tratamento mais indicado para este tipo de tumor dependerá do estágio da doença, a avaliação do PSA e a expectativa de vida do paciente. De acordo com cada caso, pode ser indicada a cirurgia, a radioterapia e a braquiterapia. É importante salientar que os hábitos alimentares também são bons aliados e estão relacionados a um efeito protetor da doença, como o consumo de frutas e vegetais ricos em licopeno, como o tomate e a cenoura e leguminosas como o feijão, a ervilha e a soja.

Contudo, ainda nota-se um descaso da população masculina com relação à fisiopatologia do câncer prostático, assim como sobre a importância em realizar medidas preventivas para evitar o seu desenvolvimento. No entanto, superar o preconceito, o medo, e as barreiras impostas à realização do exame preventivo do toque retal , assim como a desinformação dos homens com respeito a esta patologia, ainda é uma realidade em nosso meio.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Nosso principal objetivo foi trazer o conhecimento dessa patologia que tem sido cada vez mais comum em meio à população masculina. Mais do que qualquer outro tipo, é considerado um câncer da terceira idade, já que cerca de três quartos dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos. O aumento da expectativa de vida é justificado pela evolução dos métodos diagnósticos (exames) e pela melhoria na qualidade dos sistemas de informação do país.

REFERÊNCIAS

INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER (Brasil). Estimativa 2014. Incidência do Câncer no Brasil. Rio de Janeiro:

INCA, 2014.

Fundação do Câncer (BRASIL). Câncer de Próstata - Detecção precoce é fundamental: http://www.cancer.org.br Sociedade Brasileira de Urologia. http://www.sbu.org.br

DAMIÃO, R.; AGUINAGA, S. Tumores prostáticos. São Paulo, SP: BG Cultura, 1998.

ANÁLISE DOS MOTIVOS QUE LEVAM AS PESSOAS A PRÁTICA E PARTICIPAÇÃO NOS EVENTOS DE CORRIDA DE RUA

¹CARNIATO, Pedro Alex; ¹FREITAS, Marlon Souza; ²Mayara Bertolo

¹ Graduandos do Curso de Educação Física – UNILAGO

² Professora Mestre em Educação Física - UNILAGO

RESUMO

Atualmente grande parte da população, vem sendo incentivada, pela mídia, por programas governamentais e até mesmo por instituições privadas a praticarem atividade física por conta do sedentarismo e as patologias associadas. Dentre as várias modalidades, corrida de rua é uma opção esportiva para a população devido à facilidade de sua prática, dos benefícios à saúde, o seu baixo custo e os fatores corporais, psicológicos e sociais. Nesse sentido devido a estes pontos positivos, o número de adeptos a modalidade tem aumentado significativamente.

PALAVRAS-CHAVE: corrida de rua, treinamento, treinamento de corrida, prática de corrida.

INTRODUÇÃO

No decorrer da história, a corrida era uma forma de locomoção necessária para sobrevivência, na qual, tornava as pessoas ativas, sendo que, hoje, com a evolução da tecnologia, tornou se menos exigente do aspecto físico do ser humano que possui recursos que atende suas necessidades diárias como o meio de transporte e a informática que permite consultas e compras sem sair de casa. A prática de pelo menos uma atividade física cotidiana e orientada é de grande validade ao individuo, sendo assim, todos os adultos saudáveis entre 18 a 65 anos de idade devem participar de uma atividade física aeróbica de intensidade moderada por um mínimo de 30 minutos em pelo menos 5 dias na semana ou realizar a prática de atividade de intensidade vigorosa por um mínimo de 20 minutos pelo menos em 3 dias na semana ACSM (2014). No entanto, o objetivo deste estudo é analisar os motivos que levam as pessoas a prática e participação nos eventos de corrida de rua.

METODOLOGIA

Esse estudo foi realizado através de uma pesquisa bibliográfica que partiu de uma análise interpretativa e crítica de conteúdos obtidos através do acervo da UNILAGO e sites acadêmicos e pesquisa de campo, na qual foi aplicado um questionário aleatoriamente em uma amostra de 71 pessoas de ambos os sexo, na qual, abordava o contexto social e os motivos da escolha da modalidade. Os dados foram coletados nos eventos de corrida de rua, na cidade de São José do Rio Preto, no período de dois meses, no ano de 2014.

FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

A corrida de rua é um esporte popular que consiste em percorrer a pé um determinado percurso geralmente em asfalto podendo variar o tipo de piso de acordo com o objetivo do praticante, além disso, é caracterizada como opção de baixo custo e ótimo beneficio á saúde melhorando a aptidão cardiorrespiratória, redução de peso, redução da porcentagem de gordura corporal. A modalidade vem crescendo a cada dia em número de adeptos e a quantidade de eventos. Qualquer pessoa pode aderir à modalidade não precisando de habilidades específicas Truccolo (2008). Diversos motivos justificam o início e a manutenção da prática de exercícios físico sendo o motivo intrínseco que é a força psíquica de um indivíduo em empenhar-se para realizar sessões de treinamento e de corrida, quanto motivo extrínseco que se trata da necessidade do controle do peso, redução dos riscos de doenças cardiovasculares, redução do estresse, depressão, satisfação, construção da autoestima e socialização Casadio (2010).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Portanto houve um predomínio dos participantes do sexo masculino 79% e do sexo feminino 21%.

Começaram a praticar a corrida de rua por vontade própria 93%, enquanto, 7% foram por prescrição médica. As motivações foram 40% por busca da saúde, 14% melhor desempenho e 46% ambas. O aumento da adesão se deve na busca da qualidade de vida 40%, socialização 4% e o baixo custo 10%. A necessidade da população por uma vida mais saudável e social contribui para que as pessoas procurem cada vez mais a corrida de rua.

REFERÊNCIAS

CASADIO, P.R.; OLIVEIRA, T.P. de; COELHO, E.F.; Motivos para a prática da corrida de rua orientada e não orientada por profissionais de Educação Física. Coleção pesquisa em Educação Física – vol. 9, nº6, 2010 – ISSN: 1981 – 4313.

Diretrizes do ACSM para os testes de esforço e sua prescrição/ American College of Sports Medicine; tradução Dilza Balteiro Pereira de Campos. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2014.

TRUCCOLO, B.A; MADURO, P.A; FEIJÓ, E.A; Fatores motivacionais de adesão a grupos de corrida. Motriz, Rio Claro, v.14 n.2 p.108-114, abr./jun. 2008.

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